Banda australiana divulgou data em seu site oficial.
Grupo se apresenta em São Paulo dia 27 de novembro.

Do G1, em São Paulo

A banda australiana de hard rock AC/DC confirmou uma apresentação no Brasil em seu site oficial. De acordo com as informações da página, o grupo fará um show no Estádio do Morumbi, em São Paulo, no dia 27 de novembro.

 

Os ingressos começam a ser vendidos no dia 1º de outubro. Informações sobre os preços das entradas ainda não foram divulgadas.

 

 

Foto: Reuters

A banda australiana AC/DC se apresenta na Telenor Arena, na Noruega. (Foto: Reuters)

 

Formada atualmente por Brian Johnson (vocais), Angus Young (guitarra),
Malcolm Young (guitarra e backing vocal), Cliff Williams (baixo) e Phil Rudd (bateria), a banda lançou em 2008 o álbum "Black ice".

'A pirataria musical tem um efeito perigoso na música britânica', diz.
Cantora se apresenta em São Paulo e no Rio de Janeiro esta semana.

Da EFE

AFP
A cantora inglesa Lily Allen se apresenta no festival Way Out West em Gotemburgo, na Suécia. (Foto: AFP)

A cantora inglesa Lily Allen, que faz dois shows no Brasil nesta semana, quarta (16) no Via Funchal, em SP, e quinta (17) na HSBC Arena, no Rio de Janeiro, criticou a decisão de bandas como Radiohead e Pink Floyd de liberar o compartilhamento de suas músicas na internet, o que é "um desastre" para os novos talentos que tentam se firmar.


Em texto publicado em sua página no MySpace, Allen diz que o compartilhamento de arquivos está transformando a indústria musical britânica em "marionetes pagas por Simon Cowell", diretor da gravadora Sony e jurado de diversos programas de televisão que revelam cantores, como "Britain's Got Talent", que deu fama a Susan Boyle.


"Acho que a pirataria musical tem um efeito perigoso na música britânica, mas alguns artistas realmente ricos e bem-sucedidos como Nick Mason, do Pink Floyd, e Ed O'Brien, do Radiohead, não pensam a mesma coisa", escreve a cantora em seu blog no MySpace.

O texto de Allen é uma resposta a um artigo publicado recentemente no jornal "The Times", no qual Mason e O'Brien, junto a outros músicos reunidos na chamada "Featured Artists Coalition", defendem o compartilhamento de arquivos de música na rede.


Para a cantora, Mason e O'Brien têm tal postura porque "fazem turnês esgotadas em estádios e têm as maiores coleções de Ferraris do mundo".


"Ninguém começa sua carreira musical com Ferraris. Na verdade, você contrai uma enorme dívida com sua gravadora e passa anos trabalhando para pagá-la", diz Allen.


"Eu acabei de pagar todo o dinheiro que devia à minha gravadora. Tenho sorte de ter tido sucesso e poder devolvê-lo, mas nem todos têm a mesma sorte", afirma a cantora inglesa.

Filipe Galvão lança seu primeiro disco com a banda Hori.
Sem a participação do pai cantor, grupo já gravou versão de 'Só você'.

Amauri Stamboroski Jr. Do G1, em São Paulo

A banda paulistana Hori. (Foto: Divulgação)

Desde os 13 anos de idade Filipe Galvão toca com sua banda de rock, Hori. O talento precoce vem de casa – o pai dele, o cantor romântico Fábio Jr. começou a carreira aos 19 anos sob o pseudônimo de Uncle Jack, e no ano seguinte tinha um hit, "Don't let me cry" (já com o nome de Mark Davis).

Filipe (que também atende pelo apelido de Fiuk) montou a banda em 2004 em São Paulo, mas é só agora, aos 19 anos, está lançando o álbum de estreia homônimo do quinteto pela gravadora Warner. A formação atual apareceu quando o disco já estava em pré-produção. "Começamos do zero. Em seis meses montamos uma nova banda, criamos o repertório. Foi muito natural", diz Fuik em entrevista por telefone ao G1.

Além de Filipe, o grupo conta com Fê Campos (baixo), Xande Bispo (bateria), Renan Augusto e Max Klein (guitarras e backing vocals). O último, produtor musical de bandas de hardcore e ex-guitarrista do Glória, foi uma das peças-chave na nova fase do grupo.

"Foi muito sincero, a primeira vez que eu encontrei com o Max na minha casa já saiu um som", explica Fiuk. O guitarrista assina com Renan e com Fabio Maciel a música "Segredo", primeira faixa de trabalho do grupo, que já tem videoclipe.

"Quando o Max apareceu em um ensaio, levado pelo Mi, vocalista do Glória, ele pegou a guitarra e tocou muito – nem tocou tudo direito, mas foi demais. E foi aí que eu pensei, 'é isso que eu quero. É disso que eu estou falando'. Ao o Max começou a me apresentar esse meio underground, me falar do Fê antes de ele entrar no grupo", lembra Filipe.

 

Casamento


Mas para o próprio guitarrista, o grupo é uma instituição coesa. "Todo mundo dá o sangue pela banda, faz as paradas, cria. Isso que faz a gente confiar um no outro. Podemos entregar o destino da banda nas mãos um do outro, fechar os olhos. A gente se completa", define Max também por telefone.

Filipe, sempre o mais empolgado, concorda. "Eu acho irado isso. É um casamento de cinco pessoas. E é ótimo. Uma hora o Rê vem e mostra uma música: 'fiz isso ontem'. A gente acha demais. Outra hora o Max vem e diz 'deixa eu mexer em uma letra aqui'. Ele me manda pela internet, da casa dele, pedindo para eu fazer uma parte. É muito bom isso, a cumplicidade".

A Hori diz que está pronta para encarar a estrada. "O que a gente quer é tocar. A gente ama o que faz. Se tiver uma comida no hotel, um palco e amplificador, pode chamar que a gente vai onde você quiser", diz Fiuk, explicando a filosofia da banda.

 

Pai

 

Enquanto tocam em lugares menores e usam ferramentas como MySpace, Orkut e Twitter para divulgar a banda, os cinco não deixam de sonhar mais alto. "É claro que eu quero tocar no rádio. Música foi feita para tocar no rádio, já dizia o meu pai", imagina Filipe.

Aliás, o assunto "pai" não é nenhum tabu para o vocalista. "Tenho maior orgulho de ter um pai desses. Meu sonho é cantar uma música de rock com o meu pai", conta. "A gente ainda não têm experiência para isso. Ainda precisamos de uns dois anos de ralação para podermos ter 1/20 da experiência que ele tem".

Mesmo assim, eles já gravaram Fábio Jr. "A música que eu queria cantar com ele já está gravada, é 'Só você'. Logo, logo nós lançamos a nossa versão". Agora resta saber se Fabio Jr. pai vai querer topar a sua parte.

Atrações seguem o estilo de produções como 'American Idol'.
'A batalha das bandas' teve 10 milhões de espectadores no país.

Da EFE

Divulgação
Músicos da banda chinesa Hua Er Yue Dui, que participaram do reality show musical 'A batalha das bandas'. (Foto: Divulgação)

Os programas no estilo "Fama" e "American Idol" multiplicam-se na TV chinesa e embalam os sonhos de jovens aspirantes à fama. O caso mais recente é o da atração "A batalha das bandas", no qual dez grupos de rock competem para gravar um disco.

 

Da mesma forma que no resto do planeta, a juventude urbana e endinheirada da China se põe diante da televisão quase diariamente para acompanhar seus ídolos: futuras estrelas do rock e do pop.

 

Não faltam voluntários para esses desafios e vale tudo para conquistar a vitória. Em "A batalha das bandas", a rebeldia do rock perde espaço quando o objetivo é conquistar as premiações: um grande show na China e a chance de gravar um disco nos Estados Unidos.

 

"Discutimos muitos entre os membros da nossa banda se participaríamos do concurso, já que ele é diferente dos festivais de rock nos quais tocamos até agora, é mais comercial", falou Xiong Mao, o cantor da Hua Er Yue Dui, uma das bandas participantes.


No entanto, Xiong acrescenta que na China "é difícil encontrar outro jeito de atingir um número tão grande de espectadores, já que cada programa costuma ser assistido por cerca de 10 milhões de espectadores".


Um dos grandes sucessos das versões de caça-talentos chinesas é "Wo xing wo Show" ("Sou bom para um show"), que teve a primeira temporada em 2006 e ainda continua no ar, só que agora com outros títulos como "Jia You! Hao Nan Er!" ("Ânimo, bom menino!"), no qual só concorrem homens.


Embora nenhum até agora tenha alcançado jamais o êxito de "Supergirl", gêmeo chinês de "Operação Triunfo" e "American Idol", que teve mais de 500 milhões de espectadores e sua ganhadora, Li Yuchun, ainda mantém-se no auge da fama.


O ex-goleiro da seleção alemã de futebol Oliver Kahn, inclusive, tem seu próprio programa, nos mesmos moldes de qualquer concurso musical. Neste direcionado ao esporte, jovens chineses com idades entre 17 e 24 anos concorrem a uma estadia na Federação Alemã de Futebol.


A proliferação deste tipo de concurso é tanta no gigante asiático que a Administração Estatal de Rádio, Cinema e Televisão da China iniciou uma campanha contra o formato em 2007. Desde então, muitos foram cancelados por promover a vulgaridade e despertar nos jovens o desejo de serem celebridades instantâneas.


Mesmo assim, a inundação desses caça-talentos parece ter vida longa na China, em parte por culpa dos patrocinadores, que encontraram um mercado lucrativo que envolve jovens chineses modernos e com alto poder aquisitivo.


"A batalha das bandas" foi criada e é patrocinada pela multinacional americana Pepsi, cujo vice-presidente de marketing no país assegurou que a partir desse programa a marca conquistou a juventude.


No entanto, para Yu Yang, responsável pelo "Rock in China", um dos maiores locais da internet dedicado a promover grupos chineses deste estilo musical no exterior, o programa não é mais que um evento publicitário, embora reconheça que é muito bom para as bandas de rock, que quase nunca aparecem na televisão chinesa.

Rapper norte-americano lança 'The blueprint 3' nesta semana.
Disco tem participação de Kanye West, Rihanna e Alicia Keys.

Do G1,

O rapper Jay-Z. (Foto: AP)

Quando Jay-Z lançou seu primeiro "Blueprint", em 11 de setembro de 2001, ele não fazia a menor de ideia do quão monumental e trágico aquele dia seria. Na última sexta-feira (11), o rapper encerrou a trilogia com "The blueprint 3" – que tem participações de Kanye West, Rihanna e Alicia Keys -, mas a data escolhida foi proposital.

"Na verdade era para o disco ter saído no ano passado, mas por alguma razão não deu certo. Então fez sentido para mim aproveitar esse momento, porque antes não exisitia o '11 de Setembro'. Não sabíamos que aquilo ia acontecer. Agora, devemos nos manter fortes e superar o passado, mas sem esquecê-lo."

Sobre o processo de gravação, o artista diz que foi uma questão de se manter "fiel às emoções verdadeiras". "Não segui tendências ou coisas do tipo. Lançar um álbum me proporciona uma sensação ótima. Levei um mês só para escolher a sequência das músicas. Estou orgulhoso do disco." 

 

Kanye West, que já havia trabalhado como produtor de Jay-Z em 2001, aparece novamente neste trabalho. "O mais interessante no estúdio foi Kanye, porque ele evoluiu muito. Há oito anos ele era um iniciante, colocando batidas aqui e ali, e desta vez ele tinha uma opinião sobre como as faixas deveriam soar."

Mantendo a tradição, outros novatos participam de "Blueprint 3", entre eles Drake, Kid Cudi, Mr. Hudson e J. Cole.

 

"Quando você está começando no negócio, você chega com vontade. Isso explica por que a cada álbum chamo um novo produtor ou um novo rapper, eu amo essa energia. O que eles vão fazer depois depende deles, mas aquela energia do momento é crua e muito bacana."

Jay-Z, chegou a anunciar sua aposentadoria em 2003, mas agora diz que não faria isso novamente. "Aprendi que devemos deixar as coisas simplesmente acontecerem. Se eu um dia eu não fizer mais música, eu apenas vou deixar de fazer música."

Produtor canadense sofreu parada cardíaca congestiva.
Cossette trabalhou com Sammy Davis Jr. e Andy Williams.

Da Reuters

O produtor Pierre Cossette, também conhecido como 'pai do Grammy'. (Foto: Reuters)

O produtor de TV Pierre Cossette, conhecido como "Pai do Grammy", morreu no Canadá na última sexta-feira (12), aos 85 anos.  Responsável por levar o Grammy à televisão nacional em 1971, ele morreu de parada cardíaca congestiva.

 

Cossette também foi útil na consolidação do Grammy Latino anual em uma carreira de 60 anos que incluiu trabalhos em "The Andy Williams show", "The Sammy Davis Jr. show" e "The Glen Campbell music show" na década de 1960.

 

"É com pesar que dizemos adeus ao nosso querido amigo e Pai do Grammy, Pierre Cossette", afirmou em comunicado Neil Portnow, presidente da Academia de Gravação, responsável pelo prêmio.

 

"Pierre era um criativo visionário e um dos mais talentosos, versáteis e respeitados produtores. Foi devido a sua paixão e dedicação que o Grammy foi para a televisão há quase 40 anos."

 

Cossette produziu o programa anual do Grammy - a maior honraria da indústria musical - por 35 anos, antes de se aposentar em 2005.

Dançarina visita país asiático pela primeira vez.
Ela participou de evento que mistura as culturas brasileira e indiana.

Sheila Mello e Philip Miha mostram aos indianos como se dança o zouk. (Foto: Alfredo Bokel / TV Globo)

A dançarina brasileira Sheila Mello é a principal atração do I Festival Mundial de Dança, que acontece entre os dias 10 e 13 de setembro, num hotel cinco estrelas em Gurgaon, cidade vizinha à capital indiana Nova Déli.

Ao lado do parceiro Philip Miha, Sheila apresentou aos indianos a sensualidade do zouk, ritmo caribenho temperado com boa dose de suingue brasileiro. Ela também arriscou seus primeiros passos no kathak, dança tradicional da Índia.

"As indianas estão de parabéns, dançam muito bem. A delicadeza das mãos no kathak é linda", destacou Sheila, apontando diferenças entre os estilos. "Elas não usam muito o quadril, então faltou rebolado no zouk. Já eu tive que segurar meu quadril no kathak", disse a dançarina, que também se divertiu com as músicas de Bollywood, nome da maior indústria de cinema da Índia.

O festival é uma criação da empresária brasileira do ramo de cosméticos Clélia Angelon. Apaixonada por dança, ela conhece a Índia há 30 anos e foi casada com um indiano. "A princípio, fiquei com medo da reação deles por causa da sensualidade da nossa dança. Mas eles gostam de dançar por natureza e são hospitaleiros como o brasileiro. Brasil e Índia têm muito em comum e estão cada vez mais próximos".

Quem se dispôs a pagar entre 5 mil e 14 mil rúpias (entre R$ 188 e R$ 525) para participar do evento, aproveitou workshops de vários estilos de dança durante o dia, além de shows e festas à noite. Mas a primeira edição do festival atraiu mais a atenção da mídia indiana que do público: algumas mesas vazias denunciaram que nem todos os ingressos foram vendidos. Mesmo assim, Clélia faz planos ambiciosos para os próximos anos. "Quero realizar o evento em Nova York em outubro de 2010 e, depois, levá-lo para França e Japão", disse.

 

Foto: Alfredo Bokel/TV Globo

A dançarina aprende passos de Bollywood com indianas. (Foto: Alfredo Bokel/TV Globo)

Pela primeira vez no país do sul da Ásia, Sheila Mello aproveitou a estadia de nove dias para visitar o Triângulo de Ouro, região formada pelas cidades de Nova Déli, Jaipur e Agra, onde fica o Taj Mahal, uma das sete maravilhas do mundo.

 

Os contrastes sociais e culturais chocaram a dançarina. "Eu me senti um peixinho num aquário quando saí de saia, mostrando meus tornozelos. Os indianos não paravam de me olhar. Eles também não estão acostumados com loira de olhos verdes e muitos quiseram me tocar e tirar fotos comigo", contou. 

Banda norte-americana se aprensentou em São Paulo nesta sexta (11).
Repertório incluiu o hit 'Elephant gun' e cover de 'Aquarela do Brasil'.

Amauri Stamboroski Jr. Do G1, em Sào Paulo

Zach Condon toca trompete no show do Beirut em São Paulo. (Foto: Flavio Moraes / G1)

"Toca Raul!", grita Zach Condon, líder do Beirut lá pela metade do show da banda em São Paulo na noite desta sexta-feira (11). A frase é mais um detalhe do carisma e da capacidade do músico de 23 anos de se adaptar aos mais diferentes meios culturais que encontra pela frente.

 

Veja mais fotos do show do Beirut em São Paulo

Conhecido no Brasil pelo hit "Elephant gun", trilha de abertura do seriado "Capitu", Condom criou o Beirut depois de uma viagem pelo leste europeu, onde absorveu as influências da música local que permeiam seus dois primeiros álbuns. Se adaptar a novas culturas faz parte do seu talento, que rendeu também um EP em 2009 influenciado por música mexicana.

Com uma versão reduzida a seis integrantes (o grupo pode chegar a onze músicos no total), a banda comandou um pequeno carnaval balcânico, ainda que a estrutura com mesas montada pelo Via Funchal atraplhasse.

O grupo abriu o show com "Nantes", e na metade da segunda música boa parte da plateia já havia se levantado das cadeiras, que mostra a falta de compreensão por parte da casa – apesar dos momentos melancólicos, o som da banda convida à dança.

 

Aquarela


De repente, o Beirut toca a introdução de "Aquarela do Brasil" – no bis, eles tocariam uma versão do samba-exaltação de Ary Barroso em inglês na íntegra. Mas no meio do show foi apenas a deixa para o início de "Elephant gun".

 

A plateia se anima e canta a música inteira junto com a banda. Alguns fãs da primeira fila jogam confete e serpentinas no palco e tomam bronca dos seguranças.

Perto do fim, Zach, que se alterna entre trumpete, ukulele (primo havaiano do cavaquinho) e voz, convida o público a participar. "Essa vocês podem cantar comigo", diz em português, antes de emendar "Sunday smile". A essa altura, muita gente já invade os corredores e dançam próximos do palco, aumentando o clima de festa.

Além de "Brazil", o bis conta com a cover de "Siki siki baba", canção tradicional turca. A banda é composta de baixo, bateria, acordeão e um naipe de metais que varia entre tuba, trombone e trumpetes, além de um teclado e xilofone. Feliz, Zach agita uma bandeira do Brasil que ganhou da plateia.

Ao final do bis, o público não arreda o pé, e mesmo com as luzes acesas, faz um belo barulho tentando trazer a banda de volta para uma última canja. E conseguem – o Beirut volta para tocar "Gulag orkestar", faixa-título do primeiro álbum do então projeto-solo de Condon. Foi a deixa para o fim da noite e da festa. Todos para casa (ou balada), cada um com seu verso favorito ecoando na cabeça.

Alistair McErlaine é integrante da banda escocesa Texas.
Músico foi transferido para hospital em Londres na terça (8).

Da EFE

Divulgação
O guitarrista Alistair McErlaine, da banda Texas. (Foto: Divulgação)

Alistair McErlaine, guitarrista da banda de rock escocesa Texas, foi internado em estado crítico após ter uma hemorragia cerebral, informa neste sábado (12) a imprensa britânica.

 

O músico foi transferido para um hospital de Londres na terça-feira (8). Desde então, encontra-se acompanhado da mulher, Shelly.


A vocalista do grupo, Sharleen Spiteri, disse ao jornal escocês "Daily Record" que todos os membros do Texas ficaram abalados com a notícia. "Como todos os demais, desejo desesperadamente que Ally fique bem e se recupere. É um choque. É um amigo pessoal e todos nós desejamos a ele o melhor", afirmou.


Formado em Glasgow, em 1988, o Texas vendeu no Reino Unido mais de 1,5 milhão de cópias do álbum "White on blonde", lançado em 1996.


Até 2005, o grupo tinha conseguido emplacar 13 músicas entre as dez mais das paradas de sucesso britânicas, entre elas "Say what u want", "Summer son" e a pegajosa "I don't want a Lover" (1989), do álbum de estreia da banda.

Da Redação
EFE

Mariah Carey durante a estreia de seu filme "Precious" no 62º Festival Internacional de Cinema de Cannes (15/05/2009)

Já estão à venda os ingressos para o show que Mariah Carey fará no Rio de Janeiro, no dia 24 de outubro, no Oi Fashion Rocks. Além da cantora, estarão no palco do evento de moda Ja Rule, com participação de Wanessa Camargo, o rapper Pharrell Williams com sua banda N*E*R*D, e Lulu Santos.

Os ingressos custam R$ 800 (setores G e C), R$ 900 (setores D, E e F), R$ 1 mil (setor A e I), R$ 1.100 (setores B e H) e R$ 1.400 (cadeiras par e ímpar). As entradas estão à venda pela internet e em três cidades: Rio de Janeiro (Loja Oi no Shopping Leblon), São Paulo (Loje Oi no Shopping Iguatemi) e Belo Horizonte (Na Sala).

As entradas são válidas para os shows e para os desfiles de grifes como Calvin Klein, Alexandre Herchcovitch, Givenchy, Marc Jacobs e Versace, entre outros. O Oi Fashion Rocks, que será realizado no Jockey Club do Rio de Janeiro, anunciará em breve mais uma atração internacional e três nacionais para a programação de shows.


OI FASHION ROCKS

Quando: 24/10, a partir das 21h.
Onde: Jockey Club do Rio de Janeiro (Praça Santos Dummont, nº 31, Gávea)
Quanto: R$ 800 (setores G e C), R$ 900 (setores D, E e F), R$ 1 mil (setor A e I), R$ 1.100 (setores B e H) e R$ 1.400 (cadeiras par e ímpar)
Ingressos: pela internet e em três cidades: Rio de Janeiro (Loja Oi no Shopping Leblon), São Paulo (Loje Oi no Shopping Iguatemi) e Belo Horizonte (Na Sala)
Censura: 18 anos
Informações: www.oifashionrocks.com.br

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