Foto: ReproduçãoO Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ontem, segunda-feira, por unanimidade, que o músico não precisa ter registro em entidade de classe para exercer a sua profissão. 
O caso julgado pelos ministros foi o de um músico de Santa Catarina, que foi à Justiça ao alegar que, em seu Estado, ele só poderia atuar profissionalmente se fosse vinculado à Ordem de Músicos do Brasil. 
O mesmo acontece em diversos lugares do país. Músicos são obrigados a apresentar o documento de músico profissional, a "carteirinha de músico", para poder se apresentar.
A decisão cabe apenas ao caso específico, mas ficou decidido também que os ministros poderão decidir sozinhos pedidos semelhantes que chegarem ao tribunal. O que faz com que caso o registro continuar a ser cobrado, será revertido no tribunal.
A ministra Ellen Gracie, relatora da ação, diz que o registro em entidades só pode ser exigido quando o exercício da profissão sem controle apresentar risco social. "Como no caso de médicos e engenheiros", afirmou.
E o colega Carlos Ayres Britto afirmou que não seria possível exigir este registro uma vez que a música é uma arte. E Ricardo Lewandowski, alega que seria o mesmo que exigir que poetas fossem vinculados a uma Ordem Nacional da Poesia para que pudessem escrever.
O ministro Gilmar Mendes ainda lembrou da decisão do próprio STF que julgou inconstitucional a necessidade de diploma para os jornalistas, por entender que a exigência fere o princípio da liberdade de expressão.


Festival de música eletrônica volta ao Brasil em dezembroImagem: Divulgação
O Ultra Music Festival, evento dedicado à música eletrônica que acontece anualmente em Miami (EUA), volta ao Brasil no dia 3 dezembro. Dessa vez o local será a Arena Anhembi (SP). O espaço vai contar com três palcos e 25 atrações internacionais e nacionais. A primeira vez que o festival foi realizado no Brasil foi em 2010.



Artista: Amy Winehouse
Álbum: Frank Deluxe Edition
Lançamento: 2003
Gênero: Soul / Jazz
N° de Faixas: 29
Qualidade: 320 Kbps
Tamanho: 310 MB


Tracklist:
Disco 1
01. Stronger Than Me (Jazz Intro)
02. You Send Me Flying (Cherry)
03. Know You Now
04. F**k Me Pumps
05. I Heard Love Is Blind
06. Moody´s Mood For Love (Teo Licks)
07. (There Is) No Greater Love
08. In My Bed
09. Take The Box
10. October Song
11. What It Is About Men
12. Amy Amy Amy (Outro)
Disco 2
01. Take The Box (Original Demo)
02. I Heard Love Is Blind (Original Demo)
03. Someone To Watch Over Me (Original Demo)
04. What It Is (Original Demo)
05. Teach Me Tonight (Hootenanny)
06. Around Midnight (B-Side)
07. Fools Gold (B-Side)
08. Stronger Than Me (Later with Jools Holland)
09. I Heard Love Is Blind (Live at The Concorde, Brighton)
10. Take The Box (Live at The Concorde, Brighton)
11. In My Bed (Live at The Concorde, Brighton)
12. Mr Magic (Janice Long Session)
13. No Greater Love (Janice Long Session)
14. F**k Me Pumps (MJ Cole Mix)
15. Take The Box (Seijis Buggin Mix)
16. Stronger Than Me (Harmonic 33 Mix)
17. In My Bed (CJ Mix)

SENHA:nickramone



Artista: Bon Jovi
Álbum: New Jersey
Lançamento: 2011
Gênero: Rock
N° de Faixas: 14
Qualidade: 256 Kbps
Tamanho: 118 MB


Tracklist:
01. Lay Your Hands On Me
02. Bad Medicine
03. Born To Be My Baby
04. Living In Sin
05. Blood On Blood
06. Homebound Train
07. Wild Is The Wind
08. Ride Cowboy Ride
09. Stick To Your Guns
10. I´ll Be There For You
11. 99 In The Shade
12. Love For Sale
13. Blood On Blood (Live)
14. Born To Be My Baby (Live)



Artista: 3 Doors Down
Álbum: Time Of My Life
Lançamento: 2011
Gênero: Rock
N° de Faixas: 16
Qualidade: 192 Kbps
Tamanho: 112 MB


Tracklist:
01. Time Of My Life
02. When You’re Young
03. Round And Round
04. Heaven
05. Race For The Sun
06. Back To Me
07. Every Time You Go
08. What┤s Left
09. On The Run
10. She Is Love
11. My Way
12. Believer
13. When You┤re Young (Acoustic)
14. Every Time You Go (Acoustic)
15. The Silence Remains
16. Train (Demo)

Nathan Followill, baterista do Kings of Leon, desmentiu o fim da banda por meio de mensagens publicadas em seu perfil no Twitter. "Peço desculpas aos fãs. Nós só precisamos de uma pausa. Obrigado por entenderem. NÓS NÃO ESTAMOS NOS SEPARANDO!", escreveu o músico.
A banda de rock americana anunciou o cancelamento de sua turnê nos Estados Unidos na segunda-feira (1º).
O vocalista Caleb Followill saiu do palco em apresentação em Dallas na sexta-feira (29). "Minha voz está 100% errada. Peço desculpas", disse o cantor à plateia antes de abandonar o palco. "Lamentamos informar que o Kings of Leon está cancelando toda a turnê pelos EUA em consequência dos problemas vocais e do quadro de exaustão apresentado por Caleb Followill", explicou o grupo por meio de comunicado.

Dois escritores italianos vão lançar uma biografia de Amy Winehouse escrita em apenas 48 horas. "Amy Winehouse até a morte" (em tradução livre), de Episch Porzioni e Prince Greedy, será lançada em 5 de agosto e traz relatos, entrevistas e documentos que tinham sido arquivado há tempos pelos autores, segundo a agência de notícias Ansa.
De acordo com os escritores, a biografia irá mostrar "porquê uma garota que tinha o mundo nas mãos, após uma adolescência tranquila, decidiu se drogar até a morte". Segundo os dois, foi por amor.

O prefácio da obra será escrita pelo cantor espanhol Tonino Carotone.

Tenha acensso à entrevista da Banda mineira Bye Billy ao site Vitriny Online

Vitriny: Vocês tem uma pitada de música brasileira. De onde surgiu isso?
ByeBilly: Surgiu do Rafael, claro. O rapaz é o branco mais negão que eu já conheci (risos). Ele tem influências diretas de funk, soul, e até toca um projeto paralelo tributo a James Brown.

Vitriny: No release da banda exposto nas redes sociais, vocês citam o "Rancho da Vovó Magna". O que é este lugar?
ByeBilly: Esse é o sítio da minha avó. É o lugar onde temos as nossas "explosões criativas" (risos). Todo o nosso primeiro EP foi produzido lá. É um lugar onde somos amigos antes de sermos profissionais, e isso nos ajuda no processo criativo de uma forma supreendente.

Vitriny: Como é ser uma banda de rock, em uma cidade que é notável a predominância do sertanejo?
ByeBilly: É difícil, mas não é impossível (risos). Tem muita gente que gosta de rock n' roll em Uberlândia. Mas nossa proposta é um como chamamos de "rock n' groove". É uma coisa mais dançante, mais animada, mais festa entende? Acho que isso atrai bastante.

Vitriny: As composições são feitas por quem?
ByeBilly: A maioria por mim, mas algumas fazemos juntos. Geralmente eu faço as mais românticas e lentas. Mas todas são arranjadas e produzidas em conjunto.

Vitriny: E essas letras românticas são para alguém?
ByeBilly: São pra todo mundo (risos). As músicas sempre são inspiradas em assuntos do cotidiano, mas não precisam ser necessariamente sobre você mesmo. Podem ser feitas através de observações, de idéias, de conversas. Tenho várias inspiradas em relacionamentos de amigos, e espero que não me cobrem direitos depois dessa (risos).

Vitriny: A música "Assim será" mesmo com uma gravação caseira, teve uma projeção regional bem acentuada, tocando em várias rádios da região. Como isso aconteceu?
ByeBilly: Com trabalho. Estamos trabalhando bastante. Às vezes pegamos o carro e vamos viajar juntos só pra visitar rádios e casas noturnas da região. Pra quem acha que ser músico é tocar, beber e acordar tarde, está enganado. Ter uma banda independente é ter uma empresa com poucos funcionários, que às vezes nem sabem o que estão fazendo.

Vitriny: Todos vocês já tocaram com projetos paralelos, e as vezes de estilos totalmente diferentes. Como isso influenciou no estilo que vocês adotaram pra banda?
ByeBilly: Eu diria que a banda é uma mistura que a gente vai tentando transformar em um estilo próprio. O resto dos estilos são claramente enxergados, e cada música tem um elemento diferente e único pra mostrar. Nós apostamos nessa mistura, em sair do clichê e dar ByeBye para o comum (risos).

Vitriny: E o repertório de "covers"? Como foi escolher sendo que todos vocês tem gostos muito diferentes?
ByeBilly: Eu não diria muito diferentes. A gente se encontra em um ponto, temos um som em comum. Ensaiamos muitas músicas, mas chegamos num consenso que é um rock mais animado, mais agitado, e as vezes um ou outro clássico pra descansar (risos).

Vitriny: E na internet, onde podemos achar vocês?
ByeBilly: Em tudo (risos). Twitter, Myspace, Orkut, PureVolume, OiNovoSom, ConexãoVivo, Youtube, BDG, PalcoMP3... E várias outras. Só vocês entrarem em "www.byebilly.com"
que ele redireciona pras redes sociais mais importantes.

A cantora americana Janelle Monae, que foi confirmada no dia extra do Rock in Rio, disse que se prepara para lançar uma versão instrumental de seu álbum de 2010 "The ArchAndroid (Suites II and III)".
Por meio do seu perfil no Twitter, ela explicou que mais informações sobre o lançamento serão divulgadas em breve e que não há chance de um novo disco antes desse projeto. Segundo a revista britânica "NME", Janelle também confirmou participação em "All of me", novo disco da cantora Estelle.
A cantora, que abriu os shows de Amy Winehouse no Brasil em janeiro deste ano, faz show no Rock in Rio no dia 29 de setembro. Ela se apresenta na mesma noite de Jamiroquai, Stevie Wonder, Ke$ha e Joss Stone.

O tango ilustra como nenhum outro gênero a história argentina. É emocionante, dramático, visceral. A música eletrônica anima a noite de Buenos Aires - a ponto de suas casas noturnas serem consideradas verdadeiras maravilhas por jovens do mundo inteiro. Quando os dois se uniram, por obras de grupos como Bajofondo ou Gotan Project, viram produto de exportação - e o Brasil costuma fazer parte de seus roteiros de turnês. Já o rock argentino, maduro e com uma musculatura que o torna forte em toda a América Latina (em alguns casos, estende-se à Europa e Estados Unidos), ainda passa ao largo dos palcos brasileiros.
São poucos os artistas ligados ao rock argentino que conseguiram, como o compositor Fito Paez, furar o "bloqueio" da língua brasileira. A banda Soda Stereo, que durou de 1982 a 1997 (e deu um "último suspiro" em 2007) ainda hoje é idolatrada em todo o continente, mas só "penetrou" no Brasil através de duas versões de seu hit "De música ligera", uma dos Paralamas do Sucesso (com o mesmo título) e outra, do Capital Inicial, rebatizada "À sua maneira". Os Babasónicos, surgidos em 1990 e ainda está em atividade, também organizam turnês internacionais de sucesso, mas são literalmente ignorados por aqui.
O mesmo se deu com Los Fabulosos Cadillacs, importantes renovadores do ska com sotaque portenho. O grupo chegou a ter dois discos lançados no Brasil nos anos 90, "Fabulosos calavera" (1997) e "La marcha del golazo solitário" (1999), mas nem assim furou o tal bloqueio. Mas, como a internet encurta as distância, listamos 10 artistas argentinos em atividade atualmente que merecem ser ouvidos (clique nos nomes para conhecer mais do trabalho de cada um).

Banda de Turistas - Em ação desde 2006, o grupo de garotos portenhos flerta com a psicodelia, seguindo a cartilha indie en español de grupos como Babasónicos. Seu álbum mais recente, "El retorno", foi considerado "um disco brilhante, noturno e sofisticado" pela "Inrockuptibles", uma das publicações musicais mais respeitadas da Argentina. Apesar de jovens, atraíram a atenção do herói do britpop Jarvis Corker, para quem abriram shows, e do produtor Mario Caldato Jr. (responsável por discos de Beastie Boys a Super Furry Animals), com quem acabaram trabalhando.

The Calefons - Descrita pelos portenhos como "O Cansei de Ser Sexy argentino". As principais influências, segundo a página oficial no Facebook, são "a sociedade, os aposentados da Praça de Maio, as mães da Praça de Maio...". A intenção dessas "chicas" travessas - eles não são travestis, garantem -, que se "montam" para subir aos palcos ou para sair às ruas, é chocar através de seu rock-pop-salsa-batuque de textura 
 
 
Liers - Banda formada, há dois anos, por cinco mulheres, sendo uma delas - a guitarrista Sura Sepulveda - brasileira. A maior influência, assumida, da banda é Iggy Pop and The Stooges. Elas já se apresentaram em São Paulo, mas acreditam que o rock, na Argentina, tem mais receptividade do que no Brasil. Mesmo que suas composições sejam todas em inglês. No palco, costumam fazer apresentações bem intensas. 

Árbol - Rock, hardcore, reggae, rap, funk e música eletrônica. A banda, que não poderia ser mais eclética em seu estilo, nasceu em 1994 e tem sete discos gravados. Os lançamentos também são muito variados, passando por produção independentes, selos alternativos e grandes gravadoras, como a Universal Music. Suas composições são imprevisíveis: eles vão do country ao reggae e do funk ao hardcore sem escalas, com resultados por vezes surpreendentes.

Juana Molina - Lembra a islandesa Björk. Mas no melhor dos sentidos. Depois de iniciar a carreira como atriz, Juana enveredou pela música, que no seu caso oscila entre o eletrônico e o ambient, com um folk subliminar para costurar tudo. Compoe, grava e mixa as próprias músicas. Mas quem as distribui é a gravadora Domino, a mesma de Franz Ferdinand e Arctic Monkeys. Tem cinco discos lançados; entre eles "Tres cosas", de 2004, foi considerado um dos 10 melhores do ano pelo "The New York Times". Seu trabalho mais recente é "Un día", de 2008. 
 
Utopians - Faz parte da tradição argentina ter uma banda punk rock garagista entre as sensações do momento. A vocalista e guitarrista é considerada a Patti Smith de Buenos Aires, embora o shortinho curto estabeleça algumas diferenças. Além da roqueira nova-iorquina, a banda também busca inspiração em Talking Heads e Television e outras bandas de rock setentista. A agenda de shows, para divulgar o primeiro disco "Inhuman" (2007), está cheia até setembro.


 

Related Posts with Thumbnails