Artista: Destiny’s Child
Álbum: Love Songs
Gênero: RnB, Soul, Pop
Formato: MP3
Lançamento: 2013
Qualidade: 320 kbps
N° de Faixas: 14
Tamanho: 146 mb



Tracklist:
01. Cater 2 U
02. Killing Time
03. Second Nature
04. Heaven
05. Now That She’s Gone
06. Brown Eyes
07. If
08. Emotion
09. If You Leave (Feat. Next)
10. TShirt’
11. Temptation
12. Say My Name
13. Love
14. Nuclear



Estou sempre observando qual  a melhor maneira para desligar por alguns minutos do mundo que me cerca e buscar a almejada comunhão cósmica. Para silenciar vozes externas preciso sempre de uma boa música. Claro fica para todos nós que a música tem o poder de evocar lembranças, criar imagens e mexer com nosso ser interior. Os ritmos vibrantes nos convidam a dançar, sacudir o corpo, acompanhar a percussão com os pés, mas pra meditar e tentar conter as outras sensações a música ideal é aquela que nos mantém calmos, que nos conduz à serenidade. Então começo por selecionar as músicas que me acompanharão nessa experiência insana para a maioria das pessoas. Sim, porque para muitas o estado de êxtase vem do louvor coletivo, do entusiasmo vibratório que se consegue nas catarses coletivas.  Isso é uma evidência que todas as formas de orar e buscar a Deus são  verdadeiras.  O Ser em nosso interior pode ser despertado por vários métodos. Este artigo traz embutido, além da mensagem  da importância da música no processo de meditação, o reconhecimento das verdades alheias , da aceitação e tolerância quanto às formas de amor divino.
 Estar em harmonia é trazer para a vida prática o que aprendemos na solidão de nossos sanctuns, nas viagens que bloqueiam nossos sentidos e nos transformam em energia pura. Temos observado que a meditação é espiralada e, certa vez, ao tentar explicar isso a um novo amigo, ele só conseguia imaginar a espiral em um plano, como um caracol desenhado sobre uma folha de papel. Para ele a espiral tinha apenas duas dimensões. Senti que ele teria dificuldades em pensar na espiral em três dimensões, como uma mola. O ponto de encontro de nossas formas de abordagem para a comunhão foi a música. Ele sentia que determinadas músicas tinham o poder de isolá-lo do mundo e encaminhá-lo para  labirintos interiores. Melodias apenas instrumentais e sua experiência era mais intensa quando a música era crescente, começavam mais graves e, aos poucos, atingiam notas mais altas. Ele acompanhava as variações da música. Ele sentia a música em espiral.  O treinamento foi burilando seu gosto musical, lhe apresentando novos instrumentos e arranjos de uma mesma peça. Alguns compositores pareciam ser especialistas e terem composto com o objetivo de levar as pessoas ao clímax. Assim, a música que tanto mexe conosco, cumpre sua função de nos tirar do cotidiano e nos transportar para uma aventura desconhecida, mas muito familiar, de descobrimento e encantamento interior.
O caminho de volta para si mesmo é solitário e particular, por isso não se pode dizer que esta ou aquela música conseguirá  acompanhá-lo nessa jornada mística. Cada um precisa fazer sua pesquisa e encontrar as músicas com as quais se identificam. É como na vida. Temos níveis de aprendizado, de consciência, de evolução. Se a ninguém é dado o poder de saber quanto o outro já caminhou na Senda, podemos, no entanto, nos reconhecer e nos identificar com aqueles que estão no mesmo plano. Faço questão de frisar que a visão hierárquica só é válida para este mundo que vivemos. No reino espiritual somos apenas energia. Somos como elétrons e nêutrons girando em torno do núcleo. Podemos estar mais próximos do centro, ou mais distantes, mas não podemos classificar esses estágios como superiores ou inferiores. Isso é coisa humana, existe para provocar a ordem e a disciplina. Da mesma forma, não se pode afirmar que o que aqui escrevo/descrevo seja uma verdade absoluta. Apenas compartilho experiências que podem acender o estopim de alguns, sem o compromisso de provocar a grande explosão. O caminho a ser seguido é de disciplina, de obediência, de humildade, de retidão. Pode-se oferecer a chave, mas ela está em uma sala cheia de outras chaves e cada um terá que encontrar a sua, e ainda ter a consciência de que a sua verdade ainda não é a absoluta, mas abre algumas câmaras secretas. A chave dos grandes mistérios ainda está oculta para a humanidade. A aventura está em descobrir, em desvendar, em estudar e dedicar parte do seu tempo na construção de um mundo melhor.
(Kleber Adorno, escritor, advogado e pró-reitor de Comunicação e Cultura do Uni-Anhanguera)


Barack Obama
Barack Obama irá celebrar sua posse como presidente reeleito dos Estados Unidos com várias festas que rolam a partir de 19 de Janeiro, e elas serão animadas por bandas de quem Obama é fã.
Tão fã que na última Quinta-feira criou uma playlist no serviço de streaming Spotify contendo músicas desses grupos e de artistas que o inspiraram.
Veja só como ficou a playlist do cara:
  1. Stevie Wonder – Signed, Sealed, Delivered (I’m Yours)
  2. Beyoncé – I Was Here
  3. Marc Anthony – Mi Gente
  4. Fun. – Carry On
  5. Alicia Keys – New Day
  6. Brad Paisley – Mud On The Tires
  7. Far East Movement – Turn Up The Love
  8. Glee Cast – Edge Of Glory
  9. James Taylor – Your Smiling Face
  10. John Legend – Ordinary People
  11. Katy Perry – Firework
  12. Kelly Clarkson – Breakaway
  13. Nick Cannon – My Mic
  14. Usher – Something Special
  15. Walt Whitman – Higher And Higher
  16. Smokey Robinson & The Miracles – Get Ready
  17. Mindless Behavior – Future
  18. Jennifer Hudson – Feeling Good
  19. Soundgarden – Live To Rise
  20. Black Violin – Brandenburg
  21. Maná – Bendita Tu Luz
  22. Jamie Foxx – Fly Love (da trilha do desenho animado “Rio”)
Para ouvir as músicas no Spotify é só clicar aqui.


Bandas clássicas do pop rock nacional seguem ativas e influentes no cenário da música brasileira


Como Barão Vermelho, Kid Abelha, Capital Inicial e Paralamas do Sucesso chegam aos 30 anos Agencia RBS/Arte ZH sobre divulgação
Se virando nos 30: Barão Vermelho, Kid Abelha, Capital Inicial e Paralamas do SucessoFoto: Agencia RBS / Arte ZH sobre divulgação
Eles chegaram pedindo a mão. E, vá lá, um pouquinho do braço. De repente, tornaram-se protagonistas de uma revolução que subverteu a música popular brasileira e criou sua própria chancela: o BRock. E quatro dos grandes responsáveis por lançar as bases do rock nacional, as bandas Capital Inicial, Barão Vermelho, Kid Abelha e Paralamas do Sucesso, entram 2013 comemorando três décadas de carreira em diferentes estágios de atividade.

O Barão começou a comemorar os 30 anos do lançamento do seu primeiro disco no ano passado. O álbum de estreia, solenemente ignorado na época, ganhou relançamento com direito a remasterização e faixas-bônus. Mas a reunião para festejar a efeméride, que passa por Porto Alegre no dia 2 de março, não garante nada.
- Ainda não sabemos o que vai ser feito depois dessa turnê. Existem planos, mas nada definido - despista o baterista Guto Goffi.
Por enquanto, o Barão segue tocando para uma plateia formada em sua maioria por uma gurizada que não os viu nascer nos anos 1980 e tem, talvez, uma vaga lembrança de como a banda se segurou nos 1990, lançando discos irregulares e emplacando um ou outro hit no rádio e na TV.
- O público dos nossos shows nos conheceu pelos pais ou irmãos mais velhos. Quem passou dos 40 só vai a shows se for para ficar sentado, tomando seu uisquinho - brinca Goffi.
Com uma pegada mais pop, o Kid Abelha também reúne um público que mescla seus primeiros seguidores com gente mais nova. A banda de Paula Toller está em sua segunda turnê comemorativa aos 30 anos de estrada. Começou em 2011, com a excursão Glitter de Principiante e segue agora com os shows do projeto Multishow ao Vivo: Kid Abelha 30 Anos. Mesmo não lançando nada novo desde 2005, garante seu espaço com os sucessos oitentistas e carisma de seus integrantes.
Situação semelhante é vivida pelo Paralamas do Sucesso. A banda vinha mantendo uma discografia regular e com boa repercussão, mas sentiu o baque do acidente sofrido por Herbert Vianna, em 2001. Desde então, o trio lançou três discos de inéditas, mas segue fazendo shows apoiados quase que totalmente nos êxitos do passado.
No ano em que Herbert Vianna, João Barone e Bi Ribeiro festejam os 30 anos do lançamento de Cinema Mudo, seu álbum de estreia, há planos para uma turnê comemorativa.
Talvez o único da turma a se renovar constantemente seja o Capital Inicial. Depois de ressuscitar em 2000, com o Acústico MTV, a banda brasiliense seguiu atraindo novos fãs, com músicas novas e hits radiofônicos. Por isso, diferentemente de seus colegas, os shows do Capital são compostos majoritariamente por uma gurizada afinada com a banda, que curte tanto os sucessos do passado quanto as composições atuais.
- Não queremos ficar como essas bandas que jogam confete sobre si mesmas quando fazem aniversário. Se for para comemorar 30 anos, que seja com um novo trabalho - disse o vocalista Dinho Ouro Preto ao lançar o último disco do grupo, Saturno, em 2012.
Se virando nos 30
Relembre a seguir a trajetória dessas quatro bandas e em que contexto cada uma celebra seus 30 anos de estrada.
PARALAMAS DO SUCESSO
Disco de estreia: Cinema Mudo (1983).
Primeiro sucesso: Antes de ser lançado no primeiro disco, Vital e sua Moto virou hit do verão carioca.
O estouro: O segundo disco, O Passo do Lui (1984), enfileirou sucessos como Óculos eMeu Erro. A apresentação consagradora no Rock in Rio, em janeiro de 1985, consolidou a banda no topo do rock nacional.
A baixa: No começo dos anos 1990, o Paralamas lançou álbuns com sonoridades mais experimentais que venderam pouco, Os Grãos (1991) e Severino (1994).
A virada: No disco Nove Luas (1996), retomaram a pegada mais pop e apresentaram hits como Lourinha Bombril, vendendo 600 mil cópias.
Momento atual: O mais recente disco de inéditas, Brasil Afora, foi lançado em 2009. Em 2011, a banda apresentou o álbum e DVD Multishow ao Vivo: Os Paralamas do Sucesso, com o qual segue na estrada. No site oficial, anunciam que "2013 promete muitas alegrias e que vem coisa divertida por aí".
KID ABELHA
Disco de estreia: Seu Espião, de 1983
Primeiro sucesso: Num compacto de 1982, lançaram dois grandes hits, Pintura Íntima (aquela do refrão "Fazer amor de madrugada...") e Por que Não Eu?.
O estouro: Em janeiro de 1985, o então chamado Kid Abelha e os Abóboras Selvagens foi uma das revelações do Rock in Rio. Em seguida, lançou o segundo álbum, Educação Sentimental, com hits como Garotos e Lágrimas e Chuva.
A baixa: O baixista Leoni, fundador e principal compositor nos dois primeiros discos, deixou a banda. Até 1987 houve várias mudanças até que fosse fixada a formação em trio que se mantém até hoje, com Paula, Israel e o guitarrista Bruno Fortunato.
A virada: O Kid Abelha nunca deixou de fazer sucesso, mas a gravação do Acústico MTV, em 2002, em comemoração aos 20 anos da banda, foi um grande êxito - com mais de 1,25 milhão de discos comercializados.
Momento atual: Depois de quatro anos de recesso (entre 2007 e 2010), a banda voltou comemorando seus 30 anos com a turnê Glitter de Principiante. O "novo" Kid Abelha tem menos a ver com a versão acústica dos anos 2000 e mais com a pegada anos 1980 que o consagrou no início da carreira.
BARÃO VERMELHO
Disco de estreia: Barão Vermelho (1982).
Primeiro sucesso: Pro Dia Nascer Feliz, do disco Barão Vermelho 2 (1983), começou a tocar nas rádios depois que Ney Matogrosso a regravou 10 meses depois.
O estouro: A banda alcançou o sucesso com o disco Maior Abandonado (1984), que continha as músicas Por Que a Gente É AssimBete Balanço e a faixa-título. Vendeu cerca de 100 mil cópias na época.
A baixa: Cazuza, voz e letra do grupo, debanda em 1985 para iniciar carreira solo. Os dois discos seguintes do Barão, Declare Guerra (1986) e Rock 'N'Geral (1987), são fracassos de venda e quase terminam com a banda
A virada: Álbum (1996), disco só com regravações, foi o mais vendido da carreira do Barão e colocou a banda novamente para tocar no rádio. Os singles Vem Quente que Eu Estou Fervendo e Amor Meu Grande Amor ganharam clipes na TV.
Momento atual: Em turnê para comemorar os 30 anos de carreira, o Barão tem lotado as casas de shows. Mas o futuro da banda ainda é incerto.
CAPITAL INICIAL
Disco de estreia: Capital Inicial (1986)
Primeiro sucesso: Música Urbana, do primeiro álbum, composta por André Pretórios, Flávio Lemos, Renato Russo e Fê Lemos, então integrantes da banda Aborto Elétrico.
O estouro: Depois do álbum de estreia, que rendeu disco de ouro, a banda lançou o segundo trabalho, Independência (1987), e abriu os shows da turnê de Sting no Brasil. Em 1990, o grupo participou do Hollywood Rock.
A baixa: Ao lançar o disco Eletricidade (1991), que trazia a versão para The Passenger, de Iggy Pop, e participar do Rock in Rio, brigas internas levam Dinho Ouro Preto a seguir carreira solo.
A virada: Após a reunião dos integrantes originais no álbum Atrás do Olhos (1998), o grupo estourou novamente dois anos depois com o Acústico MTV.
Momento atual: O Capital Inicial voltou-se ao público mais jovem e lançou discos de inéditas e de registros ao vivo.



Na última terça-feira (1), a música "Billie Jean", de Michael Jackson, completou 30 anos. Lançada em 1983, a faixa foi inicialmente reprovada pelo produtor Quincy Jones, mas acabou sendo lançada como segundo single do álbum "Thriller".
Para comemorar o aniversário da canção, uma das mais vendidas da histórias, o site da revista "New Musical Express" listou 30 curiosidades sobre a canção:
1. A música foi mixada 91 vezes pelo produtor Bruce Swedien
2. Walter Yetnikoff, presidente da gravadora de Michael Jackson, ameaçou acusar a MTV americana de racismo quando a emissora mostrou resistência em divulgar o clipe de "Billie Jean", por ser estrelada por um negro.
3. Michael Jackson compôs "Billie Jean" enquanto dirigia seu Rolls-Royce. Ele ficou tão absorto na composição, que não notou que seu carro estava pegando fogo. Um motociclista o avisou do perigo.
4. Quincy Jones não queria que "Billie Jean" aparecesse em "Thriller"
5. Jones odiava a linha de baixo da canção
6. Ele também odiava a introdução da música
7. "Mas essa é a delícia. É isso que me faz querer dançar", respondeu Michael Jackson às críticas do músico.
8. Michael Jackson e Quincy Jones discordaram sobre o título da canção. Preocupado com a possibilidade de as pessoas confundirem o personagem da música com o tenista Billie Jean King, Jones queria que o single se chamasse "Not My Lover", mas Jackson ganhou a discussão.
9. No entanto, Michael não conseguiu os créditos de co-produtor da faixa, muito menos os royalties.
10. Michael Jackson cantou os vocais de "Billie Jean" em um tubo de papelão de seis metros de comprimento.
11. O primeiro "moonwalk" de Michael Jackson foi executado quando ele cantou "Billie Jean" no programa "Motown 25: Yesterday, Today, Forever".
12. Michael Jackson confessou a Daryl Hall que se inspirou na música "I Can't Go for That (No Can Do) da banda Hall & Oates para compor Billie Jean.
13. Nas gravações, Michael acertou os vocais em apenas uma tomada.
14. Os cabelos de Michael pegaram fogo durante as gravações de um comercial para a Pepsi, que tinha "Billie Jean" como trilha sonora.
15. "Billie Jean" foi a faixa que impulsionou o disco "Thriller", o álbum mais vendido de todos os tempos.
16. Michael Jackson explicou que "Billie Jean" é uma música sobre groupies. Ele escreveu a canção baseado na sua experiência com as fãs do "Jackson 5". "Naquela época, toda garota alegou que tinha um filho dos meus irmãos", disse Jackson.
17. Outra teoria para a música é que Billie Jean é uma pessoa real.
18. O biógrafo J. Randy Taraborrelli diz que Billie Jean é uma mulher que escreveu uma carta para Michael Jackson dizendo que ele era pai de um de seus gêmeos.
19. Depois de uma série de cartas, a mulher teria enviado um pacote que continha uma arma para Michael Jackons, dando instruções para que ele cometesse suicídio em determinada data, depois que ela e o bebê também estaria mortos.
20. Michael Jackson chegou a traçar um retrato falado da perseguidora que enviou o pacote para sua casa.
21. Um cover de "Billie Jean" foi gravado por Ian Borwn
22. O filhote de tigre que aparece no final do vídeo pertencia a Michael Jackson e se chamava Thriller
23. Michael Jackson não dança até metade do vídeo. Ele só começa as coreografias a partir de 2:31 do clipe.
24. A canção está na chave de F#menor
25. O código de barras na capa do álbum continha sete dígitos e circularam boatos de que seria o número do telefone de Michael Jackson.
26. Chris Cornell também fez um cover, razoável, de "Billie Jean".
27. A música foi remixada por Kanye West
28. Quincy Jones disse para o engenheiro de áudio da música adicionar "personalidade sônica" à canção.
29. Ele também disse para Swieden criar um som de bateria que ninguém tivesse ouvido antes.
30. O manuscrito da letra de "Billie Jean" foi vendido por £24,984 em um leilão em 2012.



O ano de 2013 mal começou, e os fãs de música já podem organizar sua agenda para mais uma temporada de shows. De heavy metal a indie rock, a oferta segue farta e variada em Porto Alegre. Grandes festivais no Rio e em São Paulo também despontam no horizonte, repletos de atrações nacionais e internacionais. Para ajudar o leitor a se programar, o Studio 2002 apresenta o calendário com os principais shows já confirmados.
Janeiro

Dia 9 - Suicidal AngelsA banda grega de thrash metal se apresenta no Beco. Ingressos: R$ 60.
Dias 11 e 12 -Planeta Atlântida SC O festival no Sapiens Parque, em Florianópolis, terá atrações como Planet Hemp, Raimundos e Charlie Brown Jr. Ingressos: R$ 180 (arena), R$ 280 (passaporte para os dois dias), R$ 270 (camarote individual) e R$ 410 (passaporte para os dois dias no camarote).
Dia 25 - EluveitieDireto da Suíça, o grupo de folk metal faz show no Beco. Ingressos: R$ 70.
Dia 26 - MECA O festival indie traz a Xangri-lá bandas como Dragonette e Zulu Winter. Ingressos: R$ 70.
Dia 27 -DestructionA banda alemã de metal extremo faz show no Beco. Ingressos: R$ 70.

Fevereiro

Dias 1º e 2 - Planeta Atlântida
O festival, que ocorre na sede campestre da Saba, já divulgou atrações como Planet Hemp, Racionais MC's, Esteban e Cachorro Grande. Ingressos: R$ 115 (arena), R$ 190 (passaporte para os dois dias), R$ 330 (camarote individual) e R$ 525 (passaporte para os dois dias no camarote).
Dias 7 e 10 - JamiroquaiO grupo toca primeiro em São Paulo, no Credicard Hall, e depois em Santa Catarina, no Stage Music Park. Ingressos: entre R$ 55 e R$ 550 em SP. Em SC, os valores ainda não foram divulgados.

Março

Dia 2 - Barão Vermelho
A banda comemora seus 30 anos com show no Opinião. Ingressos: R$ 50 (pista), R$ 80 (mezanino) e R$ 90 (pista VIP).

Dia 5 - Elton John
O astro britânico se apresenta pela primeira vez em Porto Alegre. Ele vai cantar clássicos dos anos 1970, 80 e 90 em show no Estádio do Zequinha. Ingressos: R$ 180 (pista), R$ 250 (arquibancada) e R$ 350 (cadeira estádio).
Dias 6 e 7 - Maria Bethânia Depois de dois adiamentos, a cantora apresenta o show Carta de Amor no Teatro do Sesi. Ingressos: R$ 50 (lote promocional de mezanino), R$ 85 (mezanino) e R$ 95 (plateia).
Dia 14 - Jonas BrothersO trio de irmãos volta a tocar em Porto Alegre, no Pepsi On Stage. Ingressos: R$ 120 (pista) e R$ 200 (mezanino e pista premium).
Dias 29, 30 e 31- Lollapalooza A segunda edição brasileira do festival será novamente em SP. Entre os headliners, estão Pearl Jam, Black Keys e Killers. Ingressos: R$ 360 por dia.
Abril
Dia 12 - Ziggy MarleyO filho mais famoso do pai do reggae faz show no Pepsi On Stage. Ingressos: R$ 80 (pista), R$ 120 (mezanino), R$ 140 (pista VIP).
Maio
Dia 14 - UFOA decana banda britânica de hard rock toca no Teatro do CIEE. Ingressos: valores ainda não divulgados.

Setembro

De 13 a 22 - Rock In Rio O maior evento de música do país ocorrerá durante sete noites, entre os dias 13 e 22 de setembro, no Rio de Janeiro. A programação, que está sendo divulgada aos poucos, já inclui Muse, Metallica, Bruce Springsteen, Iron Maiden e Slayer. Ingressos: o lote promocional já está esgotado. O restante tem previsão de vendas para abril.


De Roberto Carlos e Metallica aos Rolling Stones, veja (e ouça) como o apocalipse foi tratado em letras de canções



R.E.M. – "It’s the End of the World as We Know It (And I Feel Fine)" - Música de 1987 que ajudou o R.E.M. a se transformar em banda grande. "Isso é ótimo/ Começa com um terremoto/ Pássaros e cobras/ Um avião" - assim Michael Stipe inicia a canção. A letra nervosa contrasta com o ritmo frenético e contagiante da música, uma das mais dançantes da carreira da banda. 
Metallica – "The Four Horsemen" - Paulada que é um dos destaques de "Kill 'Em All', o primeiro disco do Metallica, a música faz referência ao texto bíblico sobre os quatro cavaleiros do apocalipse. A letra foi escrita originalmente por Dave Mustaine (com o título "The Mechanix"), que saiu do Metallica e formou o Megadeth.
Muse – "Apocalypse Please" -  Faixa grandiosa do sempre grandioso Muse, é quase um épico sobre o final dos tempos. A banda já chegou a dizer que a letra aponta o dedo para o fanatismo religioso. "Isso é o fim/ O fim/ Isso é o fim/ Do mundo/ É hora de vermos um milagre/ Vamos, é hora de algo bíblico", diz a música.
Rolling Stones – "Gimme Shelter" -  Clássico dos clássicos dos Stones, lançado dentro do mítico disco "Let It Bleed", de 1969. Escrita por Mick Jagger e Keith Richards, a faixa é encoberta por uma sombra apocalíptica criada pela Guerra do Vietnã. "Uma tempestade ameaça/ Minha vida hoje/ Se eu não conseguir algum abrigo/ Sim, eu irei desaparecer".
Tom Waits - "The Earth Died Screaming" - A música tem o mesmo título de um filme britânico de 1965 (e é homônima de uma canção do grupo UB40). Faz parte de "Bone Machine", um dos principais discos de Waits, recheado de canções sombrias.
Roberto Carlos - "Apocalipse" -  O Rei, autor inesgotável de canções que celebram o amor, a amizade e a vida, também tratou do fim do mundo. "Perto do fim do mundo/ Quem quer correr não pode/ Onde há fumaça, há fogo/ Quando a verdade explode/ Muitos não querem ver/ Mentes em eclipse/ Mas tudo está escrito/ No Apocalipse". Saiu no disco de 1986 de RC.
Raul Seixas – "O Dia em que a Terra Parou" -  Canção que dá nome ao sétimo disco de Raul Seixas. Na música, o cantor conta que sonhou com "O dia em que todas as pessoas/ Do planeta inteiro/ Resolveram que ninguém ia sair de casa/ Como que se fosse combinado em todo 
o planeta/ Naquele dia, ninguém saiu de casa, ninguém".
CPM 22 – "Um Minuto para o Fim do Mundo" -  "Um minuto para o fim do mundo/ Toda sua vida em 60 segundos/ Uma volta no ponteiro do relógio pra viver". O fim do mundo, aqui, é uma metáfora para a falta que uma garota faz. "Quando estou com você/ Sinto meu mundo acabar/ Perco o chão sob meus pés/ Me falta ar pra respirar/ Só de pensar em te perder por um segundo/ Eu sei que isso é o fim do mundo"
The Doors – The End -  Uma das mais emblemáticas e fortes canções da banda de Jim Morrison, foi composta originalmente como uma despedida para ma amiga. Mas a canção foi tomando corpo  e outros significados com o passar dos anos e com a intensidade de suas interpretações ao vivo. "Este é o fim/ Bom amigo/ Este é o fim/ Meu único amigo, o fim/ Dos nossos planos elaborados, o fim/ De tudo o que está de pé, o fim/ Sem segurança ou surpresa, o fim".
Paula Toller e Sandy - "E o Mundo Não se Acabou" -  O mundo não acabou? Os maias estavam errados? Assis Valente compôs esta canção em 1938, e ela foi gravada por diversas vozes, como Carmem Miranda e Adriana Calcanhotto. E por Paula Toller, que a interpretou ao lado de Sandy.


Titulo: Ao Vivo
Artista: Estação Sambô
Gênero: Samba, Pagode
Duração: 01:20 min
Lançamento: 2012
Tamanho: 523 MB
Resolução: 720 x 480
Frame Rate: 23.976 fps
Formato: AVI
Vídeo: XviD
Áudio: Mp3
Idioma: Português



Tracklist:
01. Abertura – Você abusou
02. Suddenly I see
03. Zóio de lula
04. Nobre cidadão
05. Can?t buy me love
06. Proud mary Part. Esp.: Sidney Magal
07. Pot-Pourri originais do samba: Cabeça que não tem juizo/Falador passa mal
08. Solidão
09. Dívida Part. Esp.: Thiaguinho
10. Dia de sol
11. O erê
12. José
13. Sunday bloody sunday
14. Mercedes benz
15. Os cegos do castelo Part. Esp.: Di Ferrero (NX Zero)
16. Pais e filhos
17. Sentimento que dói Part. Esp.: Péricles
18. Deixa Part. Esp.: Péricles
19. Ela te tapeou
20. This love
21. Aluga-se
22. Smells like teen spirit


 Cássia Eller morava em Brasília e tinha 19 anos quando chegou à casa da amiga Simone Saback e chamou-a da janela. Levava seu violão e dizia que havia começado a compor uma música. Mostrou a melodia bluesy sobre dois acordes, com os versos iniciais em tupi-guarani, inspirados numa lenda indígena. Juntas, elas completaram a canção e a registraram num gravador que Simone tinha em casa, para não esquecerem a letra. A fita ficou guardada por décadas e, há poucos meses, seu conteúdo chegou aos ouvidos de Chicão Eller, filho da cantora — por acaso, no dia de seu aniversário de 19 anos, 28 de agosto. Agora, no dia 10, quando Cássia (morta em 2001) completaria 50 anos, a gravação inédita, “Flor do sol”, vem a público, via iTunes. O lançamento faz parte de um pacote de homenagens que se estenderá ao longo de 2013, que inclui o CD e DVD “Do lado do avesso” (Universal), com um registro de uma apresentação de voz e violão da cantora em 2001; o espetáculo teatral “Cássia Eller, o musical”, de Ernesto Piccolo; o documentário “Cássia”, de Paulo Fontenelle; além de outros projetos nascidos a partir do acervo da artista.

— A fita da Simone tinha outra inédita da Cássia, “Retrato no papel” — conta o produtor Rodrigo Garcia, músico amigo de Cássia que tocou com ela e hoje administra seu acervo ao lado de Chicão. — Nossa ideia é lançar essa canção num álbum mostrando a Cássia autora. O disco teria vinhetas e umas cinco músicas, sendo que duas já gravadas, mas em novas versões. São “Marginal” e “Eles”, parceria com (o baixista) Tavinho Fialho, pai de Chicão. Essas duas gravações sairiam do áudio de um show de Cássia em 1993, no Circo Voador, que também queremos lançar inteiro em CD e DVD. Outro projeto que temos é o “Cássia em Brasília”, com os primeiros anos de sua carreira. E estamos com um material de pré-produção do disco “Com você meu mundo ficaria completo”, com as músicas todas só na voz e violão de Cássia, que valeriam um outro disco.

Filho gravou violão em música da mãe
“Flor do sol” é o primeiro lançamento do selo Porangareté (palavra tupi-guarani extraída da letra da canção), que Rodrigo e Chicão criaram para lançar o arquivo de Cásia. A faixa — definida por Rodrigo como “um blues meio hippie” (“um índio que fumou ervas e ficou espreitando e desejando uma índia linda”, descreve Simone Saback) — ganhou instrumentos adicionais sobre a voz e o violão da cantora, em participações marcadas pelo afeto.

— “Flor do sol” foi uma surpresa, um presente — conta Eugênia, companheira de Cássia. — O Chico toca (violão), seu amigo Miguel (Dias, baixista), filho da Deda (a flautista Andrea Ernest Dias, amiga de Cássia), também. Alguns músicos que a Cássia considerava irmãos, como a (percussionista) Lan Lan e o Waltinho (Villaça, guitarrista) também estão na faixa, assim como o (baterista) Alex Merlino, que trabalhou e morou conosco quando o Chico nasceu, foi como um pai pra ele. Além disso temos a participação de Jussara Silveira, excelente cantora, que a Cássia admirava muito, Jander (Ribeiro, da Plebe Rude, que conviveu com a cantora em Brasília e toca viola caipira na faixa) e, finalmente, Júlia Vargas, cantora de um talento sem par que está sendo lançada agora pela Sony. E a participação especialíssima do Rodrigo Garcia, que toca viola com slide e produz a faixa. 

Rodrigo diz que a gravação é um “banho de flores, de mel” sobre a imagem da Cássia agressiva, polêmica:
— Ela está com uma voz linda, limpa. Existe essa história de que ela gritava no começo e depois passou a cantar suave. Ali é ela suave antes.
A música será vendida apenas no formato digital, com distribuição da Universal, que põe nas lojas no dia 18 o CD e DVD “Do lado do avesso”. O registro do show no antigo ATL Hall (hoje Citibank Hall) pelo projeto “A luz do solo” estava há anos no arquivo da gravadora. Mesmo com outros discos ao vivo em sua carreira, o lançamento se mostra relevante, por trazê-la sozinha, acompanhando-se — de forma arrebatadora — por seu violão.


— Além de cantar lindamente, ela toca maravilhosamente três tipos de violões, demonstrando sua habilidade com o instrumento como ainda não tínhamos tido a oportunidade de apreciar — nota Alice Soares, gerente do projeto. — Apenas uma faixa, “You’ve changed”, tem a participação do saxofonista Fábio Meneghesso.
O CD traz 16 faixas, uma delas completamente inédita, escrita por Cássia — a instrumental “Do lado do avesso”, batizada por Chicão na época. Outras seis são inéditas na voz da cantora, como “Diamante verdadeiro”, de Caetano Veloso (na qual ela imita a interpretação clássica de Maria Bethânia); “Eleanor Rigby”, dos Beatles (em reggae e inglês com sotaque jamaicano); “Espaço”, de Vitor Ramil; e “Cherokee Louise”, de Joni Mitchell — além de sucessos como “All star” e “Luz dos olhos”, ambas de Nando Reis. O DVD — feito a partir do registro das duas câmeras que geravam imagens para o telão naquela noite — traz 12 músicas do show, mais dez vídeos de outras apresentações ao vivo, selecionados por Chicão e Rodrigo.


As homenagens seguem. Em fevereiro, começa a ser filmado “Cássia” (nome provisório), o documentário de Paulo Fontenelle, de “Loki”. A previsão de lançamento é em meados de 2013.
— Cássia gostava do convívio em grupo e tinha uma amor muito profundo por seus amigos, músicos e parceiros — conta o diretor. — A ideia inicial será promover um encontro dessas pessoas para celebrar e compartilhar lembranças e histórias. Isso tudo sera intercalado com entrevistas e muitas imagens de arquivos de Cássia nas mais diferentes fases de sua vida, desde quando era aspirante a cantora e atriz na juventude até seus últimos dias, no auge do sucesso. Conseguimos muitas imagens caseiras da Cássia na intimidade e coisas do início de sua carreira, que revelam facetas pouco conhecidas, como apresentações como atriz, no teatro, e até como cantora de trio elétrico.


A mesma história será contada de forma diferente nos palcos, com “Cássia Eller, o musical”. Com direção de Ernesto Piccolo, produção de Gustavo Nunes, direção musical de Lan Lan e roteiro de Patrícia Andrade (“2 filhos de Francisco”), o espetáculo cobrirá desde a juventude da cantora até sua morte. A escolha da atriz que fará a protagonista será feita por meio de um reality show, que irá ao ar pelo Multishow, intitulado “Quero ser Cássia Eller”. As audições serão feitas em seis capitais: Manaus, Brasília, Belo Horizonte, Rio, São Paulo e Porto Alegre. As inscrições estão abertas, através do e-mail audicaocassiaeller@turbilhaodeideias.com.br.

— Comecei a escrever o roteiro, e a primeira música do espetáculo, no prólogo, será “Eu queria ser Cássia Eller”. Depois, o musical começa com ela fazendo 18 anos. Morando no Rio, no Lins de Vasconcelos, ela se apaixona por uma menina pela primeira vez, passa o dia inteiro tocando, megatímida, pouquíssimos amigos. Estou entrevistando as pessoas e buscando histórias para mostrar essa pessoa que era um furacão no palco, mas superdoce fora dele.






 


"Essa música fala sobre se lembrar da primeira vez, mas hoje é a nossa primeira vez aqui", notou o inglês Jarvis Cocker, adepto de nostalgia e ironia em várias músicas que mostrou pela primeira vez no Brasil. A frase veio no início do show, com "Do you remember the first time?", um de seus sucessos entre fãs de rock dos anos 90. O Pulp, banda liderada por Jarvis, fez show animado por mais de duas horas na Via Funchal, em apresentação única em São Paulo, na noite de quarta-feira (28).

O cantor de 49 anos subiu ao palco de terno e gravata, à frente de um grande letreiro colorido com o nome da banda. Jarvis logo começou a dançar de paletó, que logo tirou para ficar de camisa social, como um tio bêbado em festa de casamento.


A turnê de reunião da banda, após uma década separada, tem mais clima de celebração do passado do que de novidade – não há expectativa de gravar material novo.

O último disco do grupo é “We love life” (2001), do qual tocaram apenas “Sunrise” em São Paulo. O Pulp lançou três álbuns entre 1983 e 1992 – ignorados no show -, mas ganhou destaque no movimento britpop de meados dos anos 90, com menos sucesso comercial e mais aprovação da crítica que os conterrâneos Blur e Oasis. Os maiores sucessos estão em “His 'n' hers” (1994) e “Different class” (1995), a base do repertório da turnê.

Ao lado de seis músicos, Jarvis monopolizou as atenções. Além de dançar como uma criança com roupas de adulto, a performance enérgica tem muito falatório, tanto nas frases em tom discursivo das faixas quanto nas conversas fartas com o público nos intervalos.

O cantor mostrou dedicação acima da média de músicos estrangeiros para se comunicar em português. “You are show de bola”, misturando inglês e português, “balada”, “sinistro” e “vocês gostariam de dançar” estão entre as palavras que se esforçou para pronunciar.

Ele também fez questão de traduzir os títulos de duas das músicas mais celebradas da noite: “algo mudou”, ou “Something changed”, no encerramento, e “pessoas comuns”, ou “Common people”, maior hit do grupo. Outras festejadas foram “Disco 2000”, “Babies” e “Razzmatazz”.

A banda eclipsada pelo cantor é competente ao transitar entre a base para os versos ao estilo “contador de histórias” e os refrões eufóricos – quando é prejudicada pelo som embolado da Via Funchal, mas não perde a pressão.

A casa com capacidade para quatro mil pessoas tinha cerca de dois terços de seu espaço ocupado. Mesmo não lotando a estreia da banda no Brasil, o público se mostrou animado e íntimo do repertório. Quando Jarvis diz, em inglês, “não sei se vocês conhecem essa música, de um filme feito há muito tempo”, grande parte dos presentes já reconhece e canta “Like a friend”, do filme “Great expectations”, de 1998.
 
Um exemplo do talento dramático de Jarvis Cocker é em “Sorted for E’s and W´s”. Ele pergunta se alguém sabe se hoje é quarta ou quinta-feira, finge que comanda raios de luzes verdes do fundo do palco e faz imitação com a boca do som de música eletrônica. Parece papo furado, mas faz sentido antes da música sobre confusão mental e desespero ao final de uma rave, entre drama e humor – “você quer ligar para sua mãe e dizer que não voltar pra casa, pois perdeu parte de seu cérebro”, diz a letra.

Jarvis usa também truques menos sutis para manter a animação do público, como quando ensina palmas em sincronia no refrão da romântica “A little soul”, ou quando sobe em cima de uma grande caixa de som lateral para fazer movimentos como os de um strip tease antes da sombria “This is hardcore”. Talvez bastasse a nostalgia da reprodução de velhas músicas. Mas o líder do Pulp também merece crédito por manter a energia da mistura de monólogo e dança bêbada como se fosse a primeira vez.

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