Kyle King invadiu o palco durante show da cantora em Connecticut.
Fã foi solto após pagar fiança de US$ 250.

Do G1, em São Paulo

A cantora Britney Spears em foto de divulgação de seu novo disco, 'Circus', em dezembro de 2008. (Foto: Reuters)

Kyle King, um fã de 20 anos de Britney Spears, foi preso neste sábado (2) após subir no palco durante o show da cantora em Uncasville, no Connecticut, diz o site "Access Hollywood".

King foi indiciado com uma acusação de perturbação da paz, e foi solto após o pagamento de uma fiança de US$ 250 (mais de R$ 500). Residente em Orlando, na Flórida, deve comparecer a um tribunal em Connecticut no dia 18 de junho para uma audiência – caso contrário, pode voltar a ser preso.

O fã apareceu em um vídeo na internet, onde sobe no palco durante a música "Womanizer", dançando rapidamente com a cantora antes de ser retirado pelos dançarinos.

Na última semana, Spears anunciou que sua turnê "Circus" deve ir à Europa nos próximos meses, passando por países como Irlanda, Suécia, França, Rússia e Alemanha. Britney está em turnê pelos EUA desde março de 2009.

via G1

 Studio 2002

Cantora se apresentou no palco da Avenida São João.
Músicas do disco 'Samba meu' fizeram parte do repertório.

Do G1, em São Paulo

A cantora Maria Rita foi a responsável pelo encerramento da programação do palco da Avenida São João, um dos principais da Virada Cultural, no Centro de São Paulo, neste domingo (3). A artista cantou sucessos de sua carreira para um público numeroso.

 

Foto: Daigo Oliva / G1

Maria Rita se apresenta na Virada Cultural. (Foto: Daigo Oliva / G1)

Foto: Daigo Oliva / G1

Mria Rita se apresenta na Virada Cultural. (Foto: Daigo Oliva / G1)

via G1
 Studio 2002

Músico maranhense faz show no palco da Avenida São João, em SP.
Banda pernambucana toca na Praça da República neste domingo (3).

Do G1, em São Paulo

O cantor Zeca Baleiro e a banda Nação Zumbi se apresentam ao mesmo tempo na programação da Virada Cultural, neste domingo (3), em São Paulo. Enquanto o maranhense faz show no palco da Avenida São João, o grupo pernambucano toca na Praça da República.

 

Foto: Daigo Oliva / G1

A banda pernambucana Nação Zumbi se apresenta na Praça da República, na Virada Cultural. (Foto: Daigo Oliva / G1)

 

Essas são as apresentações que reúnem mais público no evento neste momento.

 

Baleiro abriu o show com "Saudosa maloca" e emendou o sucesso "Salão de beleza". A Nação Zumbi reuniu canções novas e clássicos como "Rios, pontes e overdrives".

 

 

Foto: Daigo Oliva / G1

Zeca Baleiro se apresenta no palco São João. (Foto: Daigo Oliva / G1)

via G1

 Studio 2002

Banda tocou o álbum 'Fruto proibido', primeiro solo de Rita Lee.
Palco da Praça da República é dedicado ao rock.

Do G1, em São Paulo

A banda Tutti-Frutti tocou no palco na Praça da República (dedicado ao rock) o primeiro álbum solo da cantora Rita Lee, "Fruto proibido", de 1975 – sem a presença da cantora, que, assim como no caso dos Mutantes, se recusou a participar da reunião de sua banda de apoio, liderada pelo guitarrista Luiz Carlini.

 

Foto: Mateus Mondini / G1

Banda Tutti-Frutti toca o disco 'Fruto proibido' o palco rock da Virada Cultural. (Foto: Mateus Mondini / G1)


Entre as músicas apresentadas estão clássicos como "Ovelha negra"e "Agora só falta você". O palco de rock ainda conta shows de Joelho de Porco, Camisa de Vênus, Nação Zumbi e fecha com a banda cover de Frank Zappa Central Scrutinizer Band, que se apresenta ao lado de Ike Willis, colaborador de Zappa.

Com dezenas de palcos e "pontos"espalhados pelo centro, além de programação complementar em SESCs, CEUs e outros centros culturais pela cidade, a 5ª edição do evento acontece entre este sábado (2) e domingo (3) e deve reunir
mais de 800 atrações culturais.

via G1

 Studio 2002

Evento em SP acontece das 18h de sábado (2) às 18h de domingo (3).
Homenagem aos 20 anos da morte de Raul Seixas é um dos destaques.

Do G1, em São Paulo

Virada Cultural homenageia os 20 anos da morte de Raul Seixas. (Foto: Divulgação)

18h - Arrigo Barnabé abre a programação do Teatro Municipal tocando na íntegra o álbum "Clara Crocodilo". Outros músicos interpretam todas as faixas de seus principais discos: Tom Zé ("Grande liquidação", de 1968, à meia-noite), Chico César ("Aos vivos", de 1995, às 3h), Fafá de Belém ("Água", de 1977, às 12h), e Beto Guedes ("Alma de borracha", de 1986, às 18h de domingo).

18h15 - Os Panteras, primeira banda a gravar com Raul Seixas, abre a programação da Virada Cultural tocando "Raulzito e os Panteras" na Estação da Luz. O palco montado no local vai homenagear aos 20 anos da morte do músico. A obra do cantor será tocada ao vivo, disco por disco, em ordem cronológica. Outro destaque, às 22h, é o show do álbum "Sociedade Da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão Das 10" (1971) com Edy Star, precursor do glam-rock no Brasil e único vivo entre os artistas envolvidos.

 

19h20 - Tutti Frutti, a banda que acompanhou Rita Lee de 73 a 78, apresenta o antológico disco "Fruto proibido", de 1975, na abertura do palco roqueiro na Praça da República. Rita não vai participar do show, mas o grupo formado pelo guitarrista Luiz Sérgio Carlinivai vai garantir clássicos como "Agora só falta você" e "Ovelha negra".  

 

22h - O DJ inglês Greg Wilson, pioneiro na técnica de remixar fitas artesanalmente, promove uma festa com funk, disco e soul no Sesc Avenida Paulista. Em suas performances, ele usa um gravador de fita de rolo vintage Revox B77, um laptop e um par de picapes. A abertura da balada fica a cargo do DJ Tahira.

 

22h50 – O Daniel Latorre e Daiben Hammond Trio é um dos destaques da rua Conselheiro Crispiniano. Lá será montado o palco dedicado à nova música instrumental paulistana com convidados estrangeiros. Jazz, groove, choro, ska e temas variados serão executados por jovens virtuoses.

 

O multiinstrumentista Curumin lançou um dos melhores álbuns de 2008. (Foto: Divulgação)

23h30 - O palco brega - ou melhor, de música romântica - montado no Largo do Arouche promete ser um dos mais disputados. Vale chegar cedo para ver o cantor Wando, um dos maiores nomes do gênero, e ficar para o show do grande Reginaldo Rossi, à 1h30.

1h50 - Uma amostra dos novos talentos musicais da cidade de São Paulo vai dominar o Largo Santa Efigênia. Um dos destaques é o multiinstrumentista Curumin (1h50), que faz sucesso em festivais daqui e do exterior. Outra boa pedida é a banda de dub Rockers Control (3h40), que lançou recentemente o disco "Jacuípe sessions".

11h30 - O Mercado Municipal recebe o projeto Banca do Choro, com a apresentação inaugural do Instrumental Lua de Prata. O grupo é formado por quatro irmãos (Marcelo Monserrat, Ricardo Martins, Claudinho Martins e Nando Martins), que divulgam grandes compositores brasileiros, como Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Altamiro Carrilho, entre outros.


15h  - Os Novos Baianos são o principal nome do palco montado na Avenida São João, dedicado a gêneros variados, no domingo. Durante a madrugada, Marcelo Camelo apresenta músicas de seu disco solo (à meia-noite). Já o Instituto recebe o cantor BNegão, Thalma de Freitas e Carlos Dafé (às 3h) para interpretar músicas do álbum "Tim Maia racional" (1975).


17h20 - Ike Willis, lendário cantor do grupo de Frank Zappa, e a Central Scrutinizer Band, banda brasileira aprovada pelo músico em pessoa, fecham a programação da Praça da República em grande estilo no domingo. Antes, o palco terá Camisa de Vênus (0h10) Vanguart (8h30) Nação Zumbi (12h) e Nasi (14h). 

via G1

 Studio 2002



A agenda de shows internacionais no Brasil em maio começa a ficar agitada a partir da semana que vem. Veja abaixo alguns dos principais nomes que se apresentam no país durante o mês.

BAJOFONDO
O grupo de tango eletrônico Bajofondo inicia sua nova turnê brasileira no dia 7, com show em São Paulo. Os ingressos para essa apresentação custam entre R$ 60 e R$ 220. A excursão promove o disco "Mar Dulce", lançado em 2007.

O Bajofondo também faz shows em Brasília, no dia 8, Rio de Janeiro, no dia 9, e Porto Alegre, no dia 10.

Chris Pizzello/AP
Liam Gallagher canta com o Oasis em participação na TV alemã (28/02/2009)


OASIS
A banda britânica começa no dia 7, no Rio de Janeiro, sua maior turnê pelo Brasil. O Oasis retorna ao país depois de três anos, agora para promover o disco "Dig Out Your Soul", de 2008.

O Oasis toca ainda em São Paulo, no dia 9, Curitiba, no dia 10, e Porto Alegre, no dia 12. Veja preços dos ingressos e como comprar.

ROBERT CRAY
Nos dias 7 e 8 de maio São Paulo receberá novamente o bluesman norte-americano Robert Cray, para dois shows no HSBC Brasil. Os ingressos custam de R$ 120 a R$ 300.

O cantor e guitarrista mostrará sucessos, como "Nothing But a Woman", e faixas do disco "Live from Across the Pond", de 2006.

DIONNE WARWICK
No dia 9 de maio, a cantora norte-americana Dionne Warwick sobe ao palco do HDBC Brasil para dividir o microfone com a brasileira Gal Costa em uma homenagem à música brasileira.

A turnê "Dionne Warwick convida Gal Costa" passará também por Rio de Janeiro, Porto Alegre, Manaus, Curitiba e Belém.

HEAVEN & HELL
Formado por músicos do grupo Black Sabbath, o Heaven & Hell faz shows em São Paulo, nos dias 15 e 16, e no Rio de Janeiro, no dia 17.

No repertório dos shows brasileiros estarão músicas do álbum "The Devil You Know" e clássicos do Black Sabbath.
Rodrigo Paiva/UOL
Tom Fletcher e Danny Jones, do McFly, durante show em SP (08/10/2008)


MCFLY
o McFly começa no dia 21, em Manaus, sua excursão por seis cidades brasileiras. O último trabalho lançado pelo McFly é o disco/DVD "Radio:Active", lançado em setembro de 2008.

De Manaus, eles seguem para Fortaleza, onde se apresentam no dia 23, no Siara Hall. A terceira escala é Recife, no dia 24, para um show no Chevrolet Hall. Depois de passar por São Paulo, seguem para o Rio de Janeiro no dia 30, com show no Vivo Rio. A última escala será em Porto Alegre, dia 2 de junho, no Teatro do Bourbon Country.

JONAS BROTHERS
A sensação pop norte-americana vem ao Brasil pela primeira vez em maio para dois shows. Os irmãos Kevin, Joe e Nick Jonas se apresentam no Rio de Janeiro, no dia 23, e em São Paulo, no dia 24.

As apresentações no Brasil, único país latino-americano a ter duas datas da turnê, fazem parte da etapa internacional da "The Jonas Brothers World Tour".

via UOL

 Studio 2002



O Depeche Mode anunciou em seu site oficial que fará dois shows no Brasil em outubro. O trio inglês toca no Rio de Janeiro, no dia 22, e em São Paulo, no dia 24.

Ainda não foram divulgados os locais das apresentações. De acordo com o site, os ingressos começam a ser vendidos no dia 25 de julho, mas também não foram informados os pontos de venda.

AP
Dave Gahan e Andrew Fletcher em show do Depeche Mode em Los Angeles (23/04/2009)

Os shows fazem parte da turnê de divulgação do recém-lançado 12º disco do grupo, "The Sounds of The Universe". O álbum entrou no segundo lugar da parada britânica na semana de lançamento e já está nas paradas de países como Alemanha, Itália, Suíça, Bélgica e México, entre outros.

via UOL musica

 Studio 2002

Músico faz show no Teatro do Sesc Pompeia nesta quinta (30).
Cantoras Mariana Aydar e Nina Becker estão entre os convidados.

Lígia Nogueira Do G1, em São Paulo

Romulo Fróes apresenta 'No chão sem o chão'. (Foto: Divulgação)

"No chão sem o chão" é provavelmente o lançamento mais ousado na música brasileira este ano. O álbum duplo com 33 músicas e quase 120 minutos de duração é o mais novo trabalho do músico paulistano Romulo Fróes, 38. Partindo do samba triste em direção ao rock psicodélico, ele faz show em São Paulo nesta quinta (30) no Teatro do Sesc Pompeia. As cantoras Mariana Aydar e Nina Becker e o pianista André Mehmari estão entre os convidados.

O primeiro disco, mais nervoso, foi chamado de "Primeira Sessão: Cala Boca Já Morreu"; e o segundo, mais calmo e solto, de "Segunda Sessão: Saiba Ficar Quieto". Se antes as canções eram protagonistas, agora estão em primeiro plano os arranjos incomuns propostos pelo artista e o peso da banda interferindo nas músicas.

As letras são dos artistas plásticos Clima e Nuno Ramos, que acompanham Romulo em "Calado" (2004) e "Cão" (2006). Quase sempre impalpáveis e abstratas, elas ganham vida na interpretação sem ironias do cantor, cujo estilo vem sendo lapidado pela escola de Nelson Cavaquinho e Tom Jobim, duas de suas influências.

"Esse é o traço mais forte do meu trabalho: o núcleo de composição formado por mim, pelo Nuno Ramos e pelo Clima", diz Romulo, que é formado em artes plásticas e trabalha como assistente de Ramos. "Os dois são os maiores letristas da música brasileira. Pena que eles fazem música para um cara que não tem tanta penetração popular."

Romulo atribui a liberdade de criação a "uma certa ignorância musical". "Por não ter uma formação musical muito estreita, a gente faz do jeito que acha que tem de fazer, a gente é livre. Se tem uma coisa das artes plásticas no meu trabalho, é o lance da mistura de influências. Tem a ver com ser artista de um jeito mais amplo, de estar ligado em outras coisas que não sejam só harmonia e melodia." 

 

Romulo: 'Fico irritado quando dizem que não acontece nada na música brasileira'. (Foto: Divulgação)

Trabalhar com artes plásticas, segundo o cantor, "foi um truque pra fazer algo bacana enquando a coisa da música não rola". "Pode não rolar nunca. Podem dizer que eu sou incrível, mas eu não estou tocando mais porque fui capa do caderno de cultura. Posso ser relevante pra pouca gente", fala. "Mas não dá pra ser caixa de banco e fazer canção, não dá certo. Eu faço sabão, eu descolo urubu, arrumo burro, essas maluquices de artes plásticas."

 

 

Sambinha

Seu maior objetivo é fazer canções "cantaroláveis". "Sempre uso o exemplo do Tom Jobim, que fazia coisas complexas, de uma grandiosidade artística inacreditável, e as pessoas cantam 'Chega de saudade' como se fosse um sambinha. Aquilo é de uma complexidade absoluta, uma espécie de ideal da vida. Roberto Carlos seria um outro exemplo", cita Romulo, dizendo que não deixou o samba de lado, e sim o rótulo de sambista neste novo disco. 

 

"O álbum mostra mais assuntos, outras coisas que me interessam. É lógico que o samba está lá, meu maior ídolo na vida é o Nelson Cavaquinho. Essa falta de ironia do meu trabalho vem do samba triste. Não tem paródia. Não faço música só pra balançar a cadeira. Tem um envolvimento, aquilo está lidando com a música brasileira, com o que eu penso, pra onde eu quero ir. Esse é o disco mais pop que eu já fiz, embora ele seja experimental, difícil de ser tragado."

Romulo concorda quando dizem que ele faz parte, ao lado de artistas como Guizado e Curumin, de uma geração inclassificável. "Me considero parte de uma geração que eu acho incrível. Fico irritado quando dizem que não acontece mais nada na música brasileira. Tem muito a ver com a galera que começou a produzir seus discos do jeito que dava, de modo independente, é uma galera que gosta muito de música brasileira, que gosta de tudo."

"É uma espécie de realização da tropicália, ela finalmente aconteceu. Aquilo que o Caetano Veloso fazia de jeito meio pragmático, dizendo que gostava de Bob Dylan e de Odair José do mesmo jeito e indo ao programa do Chacrinha. Hoje todo mundo sabe como faz o próprio disco, como funciona um amplificador, uma mesa de som, isso é muito forte. São muitas informações acontecendo ao mesmo tempo. É difícil alguém que catalize toda uma cena, isso não vai acontecer. Nem o Caetano tem mais essa força."

 

Romulo Fróes – "No chão sem o chão"
Quando:
quinta (30), às 21
Onde: Teatro do Sesc Pompeia, Rua Clélia, 93, tel. (11) 3871-7700
Quanto: R$ 16

via G1

 Studio 2002

Blogueiro associou sequência genética a notas musicais.
Trabalho levou cerca de seis horas para ser finalizado.

Do G1, em São Paulo

Se a gripe suína vem causando medo no mundo todo, parece que para o norte-americano Stephan Zielinski, de São Francisco, ela serviu de inspiração: ele usou a sequência genética do vírus para criar uma música. A informação foi divulgada na quarta-feira (29), pela CNN.


Zielinski, de 41 anos, não é bioquímico nem músico. É escritor, fotógrafo, programador de computador e blogueiro, e trabalhou na canção em seu tempo vago. Mas se disse fascinado pelo vírus e pela incapacidade do corpo humano em percebê-lo como prejudicial.

 

"Embora o mapa genético dele esteja aí e possamos até fazer uma música com ele, não podemos explicá-lo para as pequenas células de nosso corpo", afirmou.


Usando um programa de computador, o blogueiro associou instrumentos e notas musicais às propriedades das proteínas do vírus. Cada um dos aminoácidos ("tijolos" que formam essas proteínas) foi associado a um instrumentos musical, como piano, órgão e percussão.

 

O trabalho todo levou cerca de seis horas para ser realizado. O resultado é curiosamente melódico (clique aqui para ouvir).

via G1

 Studio 2002

Imprensa austríaca informou que ninguém percebeu o truque.
Falsa cantora foi recebida com todas as honras por diretor do museu.

Da EFE

AP
A cantora e atriz Beyoncé no lançamento de 'Obsessed' em Nova York. (Foto: AP)

Além de uma poderosa voz e de um corpo espetacular, a cantora americana Beyoncé desenvolveu o dom da ubiquidade e conseguiu estar em dois lugares ao mesmo tempo: em um museu de Viena e fazendo compras nas ruas da mesma cidade.


O segredo da estrela foi usar uma sósia para visitar o famoso museu Albertina enquanto ela fazia outras coisas.


A imprensa austríaca informou nesta quarta (29) que o truque foi tão perfeito que ninguém no museu percebeu.

 

A "cantora" foi recebida com todas as honras e conduzida a uma visita guiada através da pinacoteca pelo próprio diretor da instituição.

 

 

  'Descaramento'

"Achamos que é um descaramento", afirmou à agência "APA" a porta-voz do museu, Verena Dahlitz.


"Ontem (terça-feira) tivemos uma leve dúvida, mas não tínhamos certeza", explicou a porta-voz sobre a aparição da sósia. "Pelo rosto, poderia ter sido ela".


Mas o museu não foi a única vítima do estratagema. Após a visita ao Albertina, a sósia passou por galerias comerciais, aonde fãs correram para pedir autógrafos, após a confundirem com Beyoncé.


Enquanto a falsa Beyoncé olhava quadros, a verdadeira fazia compras e inclusive tirou fotos e deu autógrafos a fãs.


O museu ainda não se pronunciou sobre a manobra da cantora, que na terça fez um show em Viena.

via G1

 Studio 2002

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