Decisão foi tomada em audiência no Tribunal Superior de Los Angeles.
Katherine Jackson será responsável pelos três filhos do rei do pop.

Do G1, com agências

Katherine Jackson, mãe de Michael Jackson. (Foto: AP)

A mãe de Michael Jackson, Katherine Jackson, ficará com a guarda permanente dos três filhos do rei do pop, segundo agências internacionais. A decisão foi divulgada em uma audiência realizada na tarde desta segunda-feira (3) no Tribunal Superior do condado de Los Angeles.

 

Cobertura completa: Jackson morre

 

O juiz Mitchell Beckloff concedeu a Katherine, de 79 anos, a custódia legal de Prince Michael, de 12 anos, e Paris Michael, de 11 (ambos filhos biológicos de Debbie Rowe), e de Prince Michael II, de 7 anos.

 

Ela receberá uma mesada por seis meses, contando a partir da data da morte do astro, 25 de junho.

 

O juiz decidiu que a mãe de Michael receberá 83,5% do valor pedido por seus advogados para cuidar das crianças. A quantia não foi divulgada. 

 

Katherine havia fechado um acordo com Debbie Rowe quanto à guarda dos filhos dela com o cantor. Em seu testamento, escrito em 2002, Michael Jackson havia expressado a vontade de que os filhos ficassem sob os cuidados da avó deles.

 

Além do direito de visita, Rowe não receberá mais dinheiro além do estipulado por contratos anteriores. Ela desistiu dos direitos sobre as crianças após o divórcio com Michael Jackson em 2000, mas tentou reavê-los em 2005.

 

O juiz decidiu também que a AEG, produtora dos shows que Michael Jackson faria em Londres, deverá apresentar uma cópia do contrato do cantor à mãe dele.

 Studio 2002

Cantora está lançando novo álbum nos EUA, 'Here we go again'.
'Prefiro ter vários amigos a namorar', confessa em entrevista.

A cantora Demi Lovato, em momento do show em SP. (Foto: Daigo Oliva/G1)

Demi Lovato está no meio de uma turnê, acabou de lançar seu novo álbum e está estrelando sua própria série na Disney TV, "Sonny with a chance". Mas ela tem certeza de ter tempo de conhecer cada um dos garotos bonitos por quem se interessar.

"Eu sou uma garota de 16 anos – é claro que eu arranjo tempo para namorar", ela diz rindo durante a entrevista.

 

Lovato soa como uma típica garota adolescente, mas não espere músicas sobre garotos dominando o repertório de seu novo álbum, "Here we go again". Apesar de temas como romance e corações partidos estarem presentes, ele também lida com o que ela chama de questões sérias.

Lovato falou sobre o amadurecimento da sua música, sobre trabalhar com o ídolo John Mayer e porque ela não está procurando uma relação séria durante a adolescência.

AP: Você tem medo do estigma de ser um ídolo teen?

Demi Lovato: Eu estou tranquila com isso, sabe? O Disney Chanel me deu muitas oportunidades, eu estou muito animada em poder trabalhar com eles. E no final das contas sou apenas eu, cantando e mostrando para todo mundo quem eu sou, diferente do meu personagem no (filme) "Camp rock". Eu só quero mostrar para todos quem eu sou e deixar que eles me conheçam.

AP: Existe um tema no seu novo álbum?

Lovato: Nós não chegamos a um tema porque eu queria ter certeza de que o disco e as músicas dele fossem mais maduras, mais sobre eu mesma.

AP: Você parece estar atraída por músicas mais sérias – você consegue mantê-las jovens?

Lovato: Eu não quero que as faixas sejam sérias, sombrias. Eu acho que existe uma maneira de incorporar um pouco de cada aspecto, de maneira a atrair pessoas mais jovens e mais velhas, e, o mais importante, gente da sua idade. É com quem eu quero me conectar, pessoas da minha idade e pessoas que estão passando pelas mesmas coisas que eu. 

 

AP: Você já escreveu alguma música e desistiu de lançar, achando que era muito pessoal?

Lovato: Algumas vezes as composições saem pessoais demais, mas eu nunca lançaria algo assim. Acabo só guardando elas no computador, como um tipo de diário. Todas as minhas músicas vêm de experiências pessoais, mas acho que você pode imaginar o que quiser a partir delas.

AP: John Mayer co-escreveu "World of changes" com você. Foi intimidador trabalhar com ele?

Lovato: Foi um pouco intimidador sim, porque foi difícil pensar na letra – 'E se ele achar que ficou uma droga?'... Então eu estava aterrorizada, mas ao mesmo tempo eu estava sentada com ele, pensando 'isso é bem legal', e a cada vez que ele me elogiava eu ficava muito feliz.

AP: Você já disse que, quando era criança, não era muito sociável.

Lovato: No ginásio eu era da turma popular e, olhando para trás, acho que não valeu a pena. Eu preferiria ter sido feliz e não ser conhecida por ninguém do que presa a um grupo cheio de dramas e fofocas e rumores. Não é divertido.

AP: Você decidiu estudar em casa. Por que?

Lovato: Eu deixei a escola porque chegou a um ponto onde os rumores e fofocas e as brigas – era mais um abuso verbal do que um lance físico, mas é mais assustador do que qualquer outra coisa. E eu tive que sair porque eu simplesmente não conseguia lidar com isso. E estudo em casa desde então.

AP: Você canaliza sua raiva na hora de compor?

Lovato: Eu fiquei quase um ano sem saber direito o que fazer, e só me abria com a minha melhor amiga, Selena (Gomez), que estava estudando em casa comigo na época. Mas havia a minha música – eu tinha tantas coisas guardadas dentro de mim, com as quais não conseguia lidar, e acabei escrevendo músicas sobre elas.

AP: E como você acaba conhecendo garotos?

Lovato: Eu amo garotos (risos), mas, você sabe, ao mesmo tempo, eu não vou sair com cada um dos garotos que eu quiser. Eu posso pegar o telefone deles e bater um papo, mas não há nada de errado com isso, eu tenho 16 anos. Eu não gosto de relacionamentos. Eu prefiro ter um monte de amigos realmente bonitos. É por isso que você nunca vai me ver "com alguém" por um longo tempo. Porque é melhor ter um monte de caras bonitos de quem você pode obter atenção ao flertar, mas você não precisa beijá-los ou estar com algum compromisso com ninguém.

 Studio 2002

Kevin Costner estava no local e escapou ileso.
Dois integrantes da banda do ator pararam no hospital.

Do G1, com informações da Associated Press

Uma pessoa morreu e 40 ficaram feridas após uma tempestade seguida por fortes ventos atingirem um festival de música country em Camrose, a cerca de 100 quilômetros de Edmonton, no Canadá, e derrubar um dos palcos do evento, na noite de sábado (1).


Quatro dos feridos estão em estado grave. O músico Americano Billy Currington, que se apresentava no momento da tempestade, também se feriu no rosto, assim como um outro integrante da banda.

Foto: John Ulan/AP

Pessoas correm durante tempestade em Camrose, no Canadá, em local onde ocorria show musical (Foto: John Ulan/AP)


O ator Kevin Costner, que iria se apresentar na sequência, não se feriu, mas dois integrantes de sua banda foram levados para o hospital.

"Todos começaram a correr feito gato para a saída", disse Brandon Lemieux ao jornal "Edmonton Sun", uma testemunha.

"Não posso descrever o céu. Estava marrom e roxo e verde", afirmou o radialista Danny Hooper. 

Foto: John Ulan/AP

Destroços do que sobrou do palco principal do Big Valley Jamboree, em Camrose, após uma forte tempestade atingir o local (Foto: John Ulan/AP)

 Studio 2002

Em cartaz em filme infanto-juvenil, Ashley Tisdale que mostrar lado maduro.
Como cantora, ela lança seu segundo álbum de estúdio, 'Guilty pleasure'.

Do G1, com informações da AP

A atriz Ashley Tisdale, de 'High school musical', mudou a cor dos cabelos e ficou 'mais radical'. (Foto: AP)

Ashley Tisdale acaba de completar 24 anos, mas ainda é, para muitos fãs, a patricinha platinada Sharpay, da famosa série da Disney "High school musical". Agora, a atriz está fazendo tudo o que pode para mudar isso.

Para começar, Ashley trocou o loiro dourado das madeixas pelo seu tom castanho original. E seu novo disco, "Guilty pleasure" (prazer culpado, em português), lançado esta semana no Brasil, revela seu lado mais sexy.

 

A capa mostra a artista usando uma saia preta bem justa e curta. Uma das inspirações do álbum, segundo ela, é a banda emo My Chemical Romance.

"Acho que, quando pintei meus cabelos de castanho de novo, um lado mais radical meu aflorou", diz a atriz. "Eu queria mostrar um lado diferente que as pessoas ainda não conheciam."

Mas, mesmo tentando se desvencilhar de sua personagem da Disney, Ashley Tisdale não quer romper radicalmente com sua imagem jovial. A atriz está em cartaz nos cinemas norte-americanos no filme infanto-juvenil "Aliens in the attic" como a adolescente Bethany, e diz que ainda quer manter os fãs conquistados em "High school musical".

"Não estou tentanto fugir dos meus fãs. Quero que eles cresçam junto comigo", explica. "Eu não estaria onde estou se não fosse por esses projetos. Não me sinto pressionada porque não estou tentanto ser alguém que não sou. Não sou perfeita, e se as pessoas e os meus fãs gostam de mim assim, isso é incrível. Com o primeiro álbum, eu estava tentando me comunicar com jovens e crianças. O novo disco é um reflexo do que estou vivendo agora."

Para ela, morar em Hollywood não significa viver como a maioria das celebridades de Los Angeles. "Eu não bebo e nem fumo, isso é uma escolha pessoal. Não vou a clubes, embora eu goste muito de dançar. Adoro me divertir, mas é uma diversão diferente da de outras pessoas."

Fã de comédia, Ashley diz que gosta de fazer as pessoas rirem e que pretende continuar nesse filão, apesar de ter cara de estudante do ensino médio. "Talvez eu atuasse em um drama, porque adoro o gênero também, e as pessoas ainda não me viram fazer isso... Mas não pode ser muito 'dark' – não é muito a minha cara."

 Studio 2002

Katy Perry entra para história da parada norte-americanaKaty Perry entra para história da parada norte-americana

Katy Perry entrou para o grupo seleto de artistas que conseguiram colocar três músicas do álbum de estreia no topo da parada de sucessos da Billboard.

Com a música "Waking Up In Vegas", quarta música de trabalho de seu álbum "One of The Boys", a cantora conseguiu nesta semana o que já havia feito com as músicas "I Kissed A Girl" e "Hot N Cold", que alcançaram o primeiro lugar das paradas norte-americanas.

Apenas o grupo sueco
Ace of Base e as cantoras Avril Lavigne e, recentemente, Lady Gaga haviam conseguido fazer o mesmo.

No Brasil, Katy Perry faz sucesso nas rádios também com "Thinking Of You", tema da novela "Caminho das Índias".

via cifraclub

 Studio 2002

Banda ficou o maior tempo em primeiro na Billboard.
Dois novos singles somam 17 semanas seguidas no Hot 100.

O grupo Black Eyed Peas estabeleceu o período mais longo e consecutivo de um dueto ou grupo no número 1 da parada de sucessos nos 51 anos de história da parada Billboard Hot 100.

"I Gotta Felling" alcançou na quinta-feira a 5a semana consecutiva no número 1, após a banda ter ficado 12 semanas no topo com "Boom Boom Pow". As duas músicas são do recente álbum do grupo de hip-hop "The E.N.D.".


O recorde anterior era do Boyz II Men, que ficou 16 semanas seguidas no topo das paradas por duas vezes nos anos 1990.

 

Foto: Richard Drew/AP
Da esq. p/ a dir.: Apl.De.Ap, Fergie, Will.I.am e Taboo, juntos em apresentação realizada em Nova York (Foto: Richard Drew/AP)

 

Depois de "I Gotta Feeling", "Best I ever had", de Drake, manteve o 2º lugar, e "Knock You Down", de Keri Hilson, apresentando Kanye West e Ne-Yo, subiu para a 3ª posição.


"You Belong With Me", de Taylor Swift, caiu para o número 4, e a música "Use Somebody", do grupo de rock do sul Kings of Leon, subiu do 6º para o 5º lugar.


"Fire Burning", de Sean Kingston, caiu um lugar para o número 6, "Boom Boom Pow", do Peas, caiu uma posição para o 7º lugar, e "Lovegame", de Lady GaGa, da mesma forma caiu um lugar, para o 8º colocado. "Waking Up in Vegas", de Katy Perry, subiu um lugar, para 9º.


"Battlefield", de Jordin Sparks, subiu 15 posições para o 10º lugar, um dia após seu álbum de mesmo nome ter estreado no 7º lugar na Billboard 200, com vendas decepcionantes de apenas 48 mil cópias.

 Studio 2002

Noivos subiram ao altar dançando 'Forever', de Chris Brown.
Downloads pagos chegaram a 50 mil, aumento de 1.721%.

Da Reuters

Noivos subiram ao altar dançando 'Forever', de Chris Brown, e impulsionaram downloads pagos da canção.  (Foto: AP)

Na mesma semana em que Chris Brown foi ao YouTube para pedir desculpas por ter agredido sua ex-namorada Rihanna, um videoclipe de uma festa de casamento em que os noivos subiram ao altar dançando "Forever", do cantor, fez com que ele voltasse às paradas de sucesso.


A música vendeu 50 mil downloads durante a semana que terminou em 26 de julho, um aumento de 1.721% em relação à semana anterior, de acordo com a Nielsen SoundScan. E até reingressou na parada Hot Digital Songs no 21º lugar – esta é a primeira vez que ele entra na lista desde janeiro.

 

Além disso, a canção representou a melhor venda da semana para qualquer música de Brown desde a semana do Natal de 2008, quando "Forever" vendeu 77 mil downloads.

 

No dia 20 de julho, Brown entrou com seu nome de usuário no YouTube para postar um vídeo em que comentava o incidente com Rihanna. O conteúdo foi assistido 2,4 milhões de vezes.

 

Coincidentemente, os recém-casados Kevin Heinz e Jill Peterson publicaram no Youtube um dia antes o videoclipe deles dançando a música de Brown na cerimônia de casamento. Menos de uma semana depois, o vídeo já era o clipe mais visto do mês, com 12,1 milhões de visitas.

 

O casal foi entrevistado no dia 24 de julho no programa "Today", da NBC, e a apresentação da dança no casamento foi mostrada no programa matutino no dia seguinte.

 Studio 2002

Reuters
  • O papa Bento 16 na Itália (17/07/2009)

Londres, 31 jul (EFE).- Embora não tenha pisado em um estúdio de gravação, o papa Bento 16 falará e cantará em um disco que a empresa fonográfica Geffen UK/Universal lançará em novembro próximo, a tempo para que se transforme em um sucesso natalino.

O selo musical planeja elaborar um álbum com peças clássicas no qual se escutará o pontífice pronunciar sermões e cânticos em latim, italiano, francês, português e alemão, que foram extraídos, com sua bênção, da rádio do Vaticano.

Segundo o presidente da Geffen UK, Colin Barlow, esta será a primeira vez que se ouvirá o papa em um disco, que incluirá cantos populares marianos e ladainhas lauretanas, além de oito temas originais de música clássica.A voz de Bento 16 aparecerá acompanhada do coral da Academia Filarmônica de Roma, dirigida pelo monsenhor Pablo Colino, cônego e mestre emérito da Capela da Basílica de São Pedro, em uma gravação feita nesse templo.

Por sua vez, a Orquestra Filarmônica britânica está gravando as composições clássicas contemporâneas nos estúdios londrinos de Abbey Road, por onde passaram bandas como Beatles e Oasis.A gravadora informou que não está previsto que o papa venha ao Reino Unido para trabalhar no álbum ou gravar trechos acrescentados, e ressaltou que o dinheiro do disco será destinado a oferecer educação musical a crianças pobres de todo o mundo.

"Estamos encantados que o papa Bento XVI tenha mostrado seu apreço e dado sua bênção a este projeto tão especial", declarou Barlow, considerando uma honra poder trabalhar com tão ilustre parceiro "em um álbum histórico".

Em 1999, o papa João Paulo 2º participou de um projeto similar com o Abba Pater, um álbum de estudo produzido pela Sony International em comemoração ao jubileu do ano 2000 e que contém meditações em inglês, francês, espanhol, italiano e latim.

via UOL

 Studio 2002

Adeptos do chiptune usam consoles e emuladores para recriar faixas.
Versão retrô para clássico de jazz será lançada em 17 de agosto.

Diego Assis Do G1, em São Paulo

Pixel arte da capa do disco 'Kind of bloop', versão chiptune do clássico de Miles Davis 'Kind of blue' (Foto: SnackAdmiral/Divulgação)

O tributo pode soar como heresia aos ouvidos puristas dos amantes do jazz: "Kind of blue", provavelmente a maior obra-prima do gênero, gravada em 1959 por craques como Miles Davis e John Coltrane, está ganhando uma nova edição comemorativa. Só que, desta vez, para os fãs da geração videogame.

Releitura das cinco faixas do clássico absoluto de Davis, "Kind of bloop" - o nome é uma brincadeira com os blips e blops que saíam dos games da década de 80 e 90 - reúne alguns dos principais nomes de uma cena que ficou conhecida como chiptune, formada por músicos e DJs ligados em tecnologia que resolveram transformar seus antigos consoles e computadores em instrumentos de composição musical.

A sonoridade retrô, facilmente reconhecida por qualquer um que já tenha jogado "Super Mario Bros." ou "Sonic" na vida, é uma das principais características das faixas do chiptune. A outra é a paixão dos participantes pela cultura dos games.

"Por ter crescido com o [computador] Commodore 64, o NES [console de 8-bits da Nintendo] e a cena de 'mods' dos jogos de PC, sempre fui fã dessa estética do chiptune", explica Andy Vaio, idealizador do projeto "Kind of bloop". "Durante anos eu imaginei como o jazz soaria em chiptune. Clássicos do jazz, revistos sob as lentes da era dos 8-bits. Mas depois de toneladas de pesquisas, só consegui achar três faixas."

A solução foi correr atrás de parceiros que topassem o desafio de transformar o sonho em realidade. Escolheu os músicos entre a nata do chiptune e, através de um site chamado Kickstarter, do qual é um dos empregados, Vaio resolveu
convocar os internautas para financiar o projeto. Para lançar o disco - que sairá em versão MP3 e física em 17 de agosto - e pagar os direitos autorais das faixas originais, Vaio calculou que precisaria de US$ 2.000.

"Conseguimos os US$ 2.000 em quatro horas. Fiquei de queixo caído", revela o empreendedor, que pretende usar o restante do dinheiro para pagar a impressão e envio dos CDs e pagar os artistas. A um dia do encerramento do prazo para ajudar a financiar o projeto, marcado para este sábado (1º), seu "Kind of bloop" já acumula mais de US$ 8.000. "Não vou ficar com nada", promete Vaio. 

 

Protótipo de capa da coletânea 'Weezer: The 8-bit album', do selo Pterodactyl Squad (Foto: Reprodução)

Weezer e Daft Punk 


Mas Miles Davis não é a única "vítima" das investidas dos aficcionados por games. Nas últimas semanas, pelo menos outros dois projetos de covers em chiptune (estes sem fins comerciais) foram lançados: "Weezer - The 8-bit album", uma coletânea de sucessos da banda de indie rock americana em versões retrô, e "DaChip", releitura no mesmo estilo de alguns hits da dupla de eletrônica Daft Punk.

"Weezer é a minha banda favorita e também ouço muito chiptunes, então esse disco era algo que eu queria desesperadamente ouvir", diz Ross Murdoch, um dos sócios do selo independente
Pterodactyl Squad, responsável pelo lançamento de "Weezer - The 8-bit album". O projeto - disponível para download gratuito no site - traz releituras de 14 canções pinçadas de diversos álbuns da banda, incluindo "Buddy Holly", "Hash pipe" e "El Scorcho". Todas soando como se fizessem parte da trilha de um jogo da "década perdida".

"Para mim, as músicas dos videogames velhos são as mais interessantes. Óbvio, ainda há música nos games de hoje, mas ela é basicamente idêntica às músicas que você encontra em um programa de TV ou em um filme", argumenta Joe Allen, o outro sócio do selo. "As trilhas dos jogos antigos, dos anos 80 e 90, tinham uma sonoridade diferenciada por causa dos chips de som que eram usados naqueles consoles", explica.

A forma de compor e executar as faixas em chiptune varia bastante de músico para músico. Há quem use o próprio hardware original para criar as músicas, como o portátil GameBoy, o Nintendo de 8-bits e os antigos computadores Commodore 64 e Amiga, e há aqueles que usam emuladores, programas de computador que simulam os chips de áudio desses mesmos aparelhos.

Boa parte dos programas utilizados é distribuida gratuitamente pela web. Instaláveis em qualquer PC, os softwares
FamiTracker e Schism Tracker, por exemplo, reproduzem os mesmos sons criados pelo videogame de 8-bits da Nintendo. Já os mais ousados, que utilizam o chip original dos equipamentos antigos para fazer suas chiptunes, geralmente adotam os softwares LSDJ, sigla para "Little Sound Disk Jockey", e Nanoloop, em um cartucho que transforma o GameBoy em instrumento musical. 

 
Foto: Reprodução Foto: Reprodução

Ilustração do projeto DaChip, que reúne versões de hits do Daft Punk tocadas com videogames (Foto: Reprodução)

Não é brincadeira


Parte da coletânea "DaChip", um dos adeptos da música de GameBoy é o francês Jules Concas, que atende pelo irônico nome artístico de Je Deviens DJ en 3 Jours - em português, eu me tornei DJ em 3 dias. É tão fácil assim?

"É totalmente o oposto. Quando comecei a me interessar por música eletrônica, fiquei chocado quando percebi que a maioria das pessoas sequer sabe o que é música. Então essa era uma piadinha interna dedicada à toda cena dos DJs, tipo 'ei, olhem para cá, eu também posso ser um DJ em 3 dias'", diverte-se. "Mas o engraçado é que usar o GameBoy é uma maneira realmente difícil para se fazer música. O DJ aperta 'play' e bebe a sua cerveja enquanto espera a próxima faixa. O músico de GameBoy tem de programar todos os instrumentos e pode ficar horas e horas em frente ao videogame até encontrar a resposta: 'como vou transpôr essa melodia que tenho na minha cabeça para apenas 4 canais?'".

"Acho incrível como eles conseguem trabalhar dentro das restrições e ainda assim continuar criando coisas novas e interessantes. As limitações parecem estimular a criatividade das pessoas", resume Andy Vaio, que, depois de "Kind of blue", já começa a imaginar como soaria uma versão em chiptune do clássico "Take five", do pianista Dave Brubeck.

Baterista da banda de "rock de 8-bits" Sphere of Chaos, além de co-produtor da coletânea em chiptune do Weezer, Allen sugere, no entanto, apertar o "pause" na onda de releituras de artistas e grupos do pop. "Acho que a música mais importante no chiptune são as composições originais, escritas pelos próprios artistas. Se os músicos desse tipo só fizessem covers é pouco provável que a comunidade chiptune estivesse tão interessante e vibrante como agora."

Membro do
8-bitcollective, um dos pioneiros do chiptune na internet, Jules Concas diz que já tem até "groupies" no estilo. "Meu conselho final para a molecada é: vá fazer música e esqueça os videogames. Exceto 'Animal crossing' [jogo fofinho da Nintendo], que vai ajudar bastante na hora de conseguiar as garotas", brinca.

via G1

 Studio 2002

'She wolf', primeiro single do novo álbum, está na intenet.
'Quero que as pessoas esqueçam dos problemas', diz cantora.

Do G1, em São Paulo

Foto: Reprodução

O videoclipe de 'She wolf', novo single da cantora colombiana Shakira já está na internet. A música também é a faixa-título de seu novo álbum, que deve ser lançado ainda em 2009. (Foto: Reprodução)

 

 

 

Foto: Reprodução

A música é influenciada pela disco dos anos 70 e tem também elementos eletrônicos. A letra fala de uma mulher controlada pelo marido mas que quer se libertar. "Existe uma loba no armário/ Abra e deixe ela livre", diz a letra. (Foto: Reprodução)

 

 

 

Foto: Divulgação

Acima, a capa do single. O álbum conta com a produção de Wyclef Jean (responsável pelo hit 'Hips don't lie') e Pharrell, que já trabalhou com Madonna e Gwen Stefani, entre outras. Em entrevista à MTV norte-americana, Shakira disse que o novo disco é 'dançante'. 'Eu quero que as pessoas se divirtam com ele. Esqueçam dos problemas. Esqueçam da crise. Esqueçam de tudo por um momento – pelo menos enquanto ouvem a música'. (Foto: Divulgação)

 Studio 2002

Related Posts with Thumbnails