Arreio que deveria levantar cantora no ar acabou lançando-a fora do palco. Popstar foi hospitalizada, mas já passa bem e se apresenta nesta sexta.
Uma câmera de vídeo registrou o momento da queda da cantora norte-americana @Pink durante um show em Nuremberg, na Alemanha, nesta quinta-feira (15) - assista ao lado. O acidente obrigou a popstar a encerrar a apresentação para ser levada às pressas a um hospital local.
A queda ocorre quando o arreio de suporte que deveria erguê-la no ar apresenta um defeito e, em vez disso, a projeta para fora do palco e contra uma barreira.
Conhecida por seus números de acrobacia, a cantora de 30 anos postou uma mensagem no Twitter dizendo que estava "seriamente dolorida" e pedindo desculpas aos fãs por ter interrompido seu show na quinta-feira.
"O arreio não fechou corretamente, me arrastou fora do palco, bati na barreira", escreveu Pink, cujo nome real é Alecia Moore, no Twitter. "Espero que o efeito pelo menos tenha sido bacana!"
Pronta para outra Pink disse que teve alta do hospital depois de exames médicos revelarem que ela não sofreu fraturas nem ficou com fluido nos pulmões. Um hospital de Nuremberg confirmou a passagem de Pink pelo local, mas não deu mais detalhes.
Organizadores disseram que seu show ao ar livre em Salem, perto do lago Constança, na noite de sexta-feira, ainda está previsto para acontecer. "Pink está em Salem, em boas condições de saúde, e está ansiosa para fazer sua apresentação nesta noite", disseram os organizadores em comunicado à imprensa.
A turnê europeia de Pink, Funhouse Summer Carnival, está prevista para terminar neste mês.
Artista: VA Álbum: Deuses da Guitarra Gênero: Rock Lançamento: 2010 N° de Faixas: 13 Formato: MP3 Qualidade: VBR kbps Tamanho: 58 MB
Tracklist:
01. Eric Clapton Crossroads 02. Santana Samba Pa Ti 03. J J Cale Cocaine 04. BB King My Lucille 05. Steve Vai For the Love of God 06. George Benson The Ghetto 07. Jonny Lang Lie to Me 08. Buddy Guy My Time After a While 09. John Lee Hooker One Bourbon, One Schotch, One Beer 10. Robert Cray Nothig but a Woman 11. Muddy Waters I Just Want to Make Love to You 12. Willie Nelson The Thrill is Gone 13. Jimi Page No Quarter
Eu Sou Ozzy traz relatos divertidos e dramáticos do maior astro vivo do heavy metal
Foto
Drogas: @OfficialOzzy não se lembra de muita coisa dos anos 70
Depois de lançar recentemente seu 10º CD de inéditas, Scream, Ozzy Osbourne ataca agora de escritor na autobiografia Eu Sou Ozzy (Editora Benvira).
Quem conhece Ozzy através dos vocais endiabrados do Black Sabbath ou mesmo bancando o papai engraçado no seriado de TV The Osbournes, sabe que ele guarda consigo histórias incríveis. E é justamente isso que o cantor entrega no registro biográfico.
São 416 páginas de sexo, drogas, rock and roll e palhaçadas das mais diversas. Fatos, vamos dizer, que ele nunca escondeu de ninguém.
Apesar do cantor afirmar que não se lembra de muita coisa que viveu, principalmente, nos anos 70 época que abusou das mais variadas drogas ilícitas que um ser humano suporta - o livro traz informações preciosas.
Escrito por Ozzy e pelo jornalista Chris Ayres, o livro registra os tempos de adolescente problema do artista, no bairro operário de Birmingham, na Inglaterra. Época que, além de descobrir o rock, ele furtava coisas baratas na vizinhança.
Para os fãs da boa música, vale uma passada nas lembranças emocionantes da sua entrada no Black Sabbath, banda que inventou o heavy metal como é conhecido até hoje. E os dramáticos momentos da sua brilhante carreira solo.
Ou seja, é uma biografia completa que acompanha a vida do roqueiro desde os tempos mais doidões até o de popstar da TV.
Se você quer saber mais sobre o rei do metal, leia.
Serviço
Eu Sou Ozzy Editora: Benvira Autor: Ozzy e Chris Ayres Preço sugerido: R$ 39,90
01. Intro (Produced By Dr. Dre) 02. Hennesey N Buddah (Feat. Kokane) (Produced By Dr. Dre & Mike Elizondo) 03. Snoop Dogg (What's My Name Pt. 2) (Produced By Timbaland) 04. True Lies (Feat. Kokane) (Produced By Dr. Dre & Mike Elizondo) 05. Wrong Idea (Feat. Bad Azz, Kokane & Lil HD) (Produced By Jelly Roll) 06. Go Away (Feat. Kokane) (Produced By Meech Wells) 07. Set It Off (Feat. MC Ren, The Lady Of Rage, Nate Dogg & Ice Cube) (Produced By Timbaland) 08. Stacey Adams (Feat. Kokane) (Produced By Battlecat) 09. Lay Low (Feat. Master P, Nate Dogg, Butch Cassidy & Tha Eastsidaz) (Produced By Dr. Dre & Mike Elizondo) 10. Bring It On (Feat. Suga Free & Kokane) (Produced By Jelly Roll) 11. Game Court (Feat. Mac Minista) (Skit) (Produced By Studio Tone) 12. Issues (Produced By Meech Wells) 13. Brake Fluid (Biiittch Pump Yo Brakes) (Feat. Kokane) (Produced By Scott Storch) 14. Ready 2 Ryde (Feat. Eve) (Produced By Scott Storch) 15. Loosen' Control (Feat. Butch Cassidy) (Produced By Soopafly) 16. I Can't Swim (Produced By Jelly Roll & Casey Wilson) 17. Leave Me Alone (Produced By Battlecat) 18. Back Up Off Me (Feat. Master P & Mr. Magic) (Produced By Carlos Stephens) 19. Y'All Gone Miss Me (Feat. Kokane) (Produced By Scott Storch)
Baixar CD The Black Eyed Peas @BEP Greatest Hits
Músicas
CD 01 01 Boom Boom Pow 02 Don't Phunk With My Heart 03 Let's get it started 04 My Humps 05 Shut Up 06 I Gotta Feeling 07 Pump It 08 Mama Hey 09 Dont Lie 10 Mas Que Nada 11 Like That 12 That's The Joint 13 Gone Going 14 Requiest Line 15 Where Is The Love 16 Union 17 The Apl Song 18 Fallin' Up 19 Weekends
CD 02 01 Meet Me Halfway 02 Where Ya Wanna Go 03 Rock That Body 04 xxxy 05 Hot 06 Feel It 07 Hands Up 08 Shut The Phunk Up 09 Rap Song 10 Love Won't Wait 11 Labor Day (It's A Holiday) 12 Bridging The Gaps 13 The Way U Make Me Feel 14 Latin Girls 15 Bringing it Back 16 Smells Like Funk 17 Tell Your Mama Come 18 Que Dices
Ti Ti Ti foi uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo em seu horário das 19 horas, entre 5 de agosto de 1985 e 8 de março de 1986. Escrita por Cassiano Gabus Mendes, teve 185 capítulos. A Trilha Sonora Internacional da nova e antiga Novela que será lançada pela Globo Essa é a trilha Sonora da novela de 1986, que provavelmente deverá repetir os sucessos dakela época nessa nova edição.
Download Grátis Cd Novela TiTiTi Trilha Sonora Nacional 1986
1 Metrô Ti ti ti (tema de abertura) 2 Joe Já fui 3 Prêntice Não diga nada 4 Absyntho Lobo 5 The Fevers Troca troca 6 Marina Nada por mim 7 Marcos Sabino Dança das horas 8 Ney Matogrosso Manequim 9 Demônios da Garoa e Benito Di Paula A vida é dura 10 Joanna Doce prisão 11 Tunai Sintonia 12 Tânia Alves Dança do amor 13 Nelson Gonçalves Lembranças 14 César Camargo Mariano e Nelson Ayres Cidade encantada
Artista: VA Álbum: Som do Barzinho Gold Special Edition Gênero: MPB Lançamento: 2010 N° de Faixas: 14 Formato: MP3 Qualidade: 192 kbps Tamanho: 43 MB
Tracklist:
01. Quem de Nóis Dois 02. Malandragem 03. Amor de Índio 04. O Último Romântico 05. Açai 06. Sonhos 07. Gostoso Demais 08. Dois 09. Pétala 10. Devolta Pro Aconchego 11. Mal Acostumada 12. Faltando Um Pedaço 13. Aquele Abraço 14. Faz Parte do Meu Show
O Cantor Ne-Yo que virá o Brasil em agosto, acaba de lançar seu novo cd com dois singles novos, Beautiful Monster" e "Champagne Life".
Músicas
01 Champagne Life 02 Like A Mack 03 Forbidden Fruit 04 You Got Me Open Ft Cassidy 05 Drinks Up 06 Man Of The House 07 Chillin 08 Super High Ft Rick Ross 09 Halo 10 Impossible 11 Rock With You 12 Im Not An Idiot 13 Beautiful Monster 14 Heroes 15 When Youre Low 16 Im You 17 Im Sorry
Hoje é o Dia Mundial do Rock. Entre especiais de TV, comemorações e bebedeiras, vale a pena olhar prá trás e ver quanta historia já passou.
Dia 13 de julho é o dia mundial do ROCK! A data completa 25 anos hoje, o que configura um duplo aniversário, do rock e de seu próprio natalício. O Live Aid, concerto beneficente organizado por Bob Geldof em 1985, foi o evento escolhido para servir de marco para o gênero musical popular que nasceu, na verdade, na década de 1950.
O disco de Bill Haley and His Comets, “Rock Around the Clock”, lançado em compacto no dia 12 de abril de 1954 é considerado a primeira gravação de rock and roll da história. O gênero dançante se originava de uma aceleração do rhythm and blues com toques de folk music. Nessa época, o cenário pós-guerra na Europa e nos Estados Unidos suscitava na juventude uma urgência sem igual. Era preciso viver o hoje como se não houvesse amanhã, pois a qualquer momento, uma terceira e fatal guerra poderia eclodir.
Bill Haley and His Comets com o primeiro rock da história:
A dança erotizada e esquizofrênica do rock and roll contaminou milhões de adolescentes na América e desencadeou o surgimento de grandes “estrelas”. Era o nascimento da indústria cultural! Chuck Berry lançou uma penca enorme de canções de dois minutos com temas e riffs repetidos. Little Richard introduziu a popularidade do piano e antecipou o movimento que bombaria dali a vinte anos, o glamorous ou glam rock. Jerry Lee Lewis preferia as menininhas e, auto proclamado a “fera do rock”, acabou casando com uma prima de treze anos. E muitos outros vieram: Chubby Checker, Gene Vincent, Fats Domino, Carl Perkins, e finalmente, o “rei”: Elvis Presley, the pélvis!
Apadrinhado por um coronel, Elvis era o ídolo americano. Amoroso com a mãe, servente à pátria, bonitão, tingia os cabelos louros de preto para não ficar tão distante do universo blueseiro que o inspirava. A despeito da tez macia de Presley, o rock cinquentista abriu as portas para ídolos e sex symbols negros, Chucky Berry talvez tenha sido o maior deles.
Uma imagem pouco usual de Elvis louro nos anos 1950
Mas o primeiro compacto de Elvis, “That’s All Right Mama” foi o que encantou um menino órfão de mãe no outro lado do Atlântico. Paul McCartney se juntou a John Lennon por saber tocar e cantar todo a extensa letra de “Twenty Flight Rock”, de Eddie Cochran. Os Beatles vieram de Liverpool, cidade portuária empobrecida pela guerra, para a swinguing London, trazendo consigo gente como os selvagens Rolling Stones, mais tarde o Pink Floyd e o The Move com verdadeiras peças musicais de dez minutos.
No lado americano, o líder dos Beach Boys, pai do surf rock, já tinha embasbacado até os Beatles com o disco “Pet Sounds” e o compacto “Good Vibrations”, e já estava pirado de vez na batatinha. Jimi Hendrix, com uma pequena ajuda (financeira) dos amigos, ganhou o mundo, tomou todas, e morreu engasgado no próprio vômito. John conheceu Yoko Ono, cantou pela paz, pelo fim de outra guerra e inventou o peace and love rock.
Beach Boys e a suas “Good Vibrations”. Muito vocal, muita praia, e muita piração:
Em agosto de 1969, o grande festival de Wooodstock chegou para consagrar a confusão. Quatro dias numa fazenda no interior do Estado de Nova York reuniram Jefferson Airplane, Joan Baez, Santana (alguém da latinidade!), Greatful Dead, Creedance Clearwater Revival, o poderoso The Who, Janis Joplin, Neil Young (ainda com seu grupo de sobrenomes, Crosby, Stills, Nash & Young) e a memorável interpretação de Joe Cocker para “With a Little Help From My Friends”, de Lennon e McCartney. Em 1º de agosto de 1971, um ano após o fim dos Beatles, George Harrison realizou o primeiro concerto beneficente da história do rock, pelas vítimas de Bangla Desh, reunindo Eric Clapton – já saído do fenomenal e bagunçado Cream – e o incrível e ranzinza Bob Dylan. E voltamos para o ponto de partida!
A lendária performance de Joe Cocker no Woodstock:
O Live Aid de 1985 foi organizado em benefício das vítimas da fome na Etiópia e aconteceu simultaneamente em Londres e na Filadélfia reunindo Led Zeppelin, Black Sabbah, David Bowie, Phill Collins (já fora do Genesis), Duran Duran, e novamente ele: Bob Dylan. Dylan, aliás, curtiu a idéia e apareceu no mesmo ano no especial beneficente Usa for África junto com uma pá de cantores americanos em coro para o refrão de Michael Jackson e Lionel Ritchie: “We are the world, we are the children”.
Passada a pedreira do hard rock e do punk dos anos 1970, a década seguinte trazia um mundo novo. Ditaduras caíram na América Latina, a Alemanha estava uma confusão só,
e o Estado Soviético estava se cansando da guerra – que agora era fria. Guns and Roses e Bon Jovi, americanáços, competiam com vários e diferentes sotaques para a língua inglesa: REM, U2, Police, The Cure, The Smiths, Echo & the Bunnymen, Bauhaus, Jesus & Mary Chain, Men at Work, Midnight Oil. Ao mesmo tempo, um monte de bandas remanescentes do glam e voltando-se para as maravilhas da eletrônica, surgia o embrião da dance music, mas aí já é outra história.
No Brasil, os famigerados anos 80 foram o berço do Brock. Em busca de uma identidade nacional modernizada, bandas de Brasília, de São Paulo, do Rio, do Sul, e até do mangue! A Legião Urbana de Renato Russo virou febre e passou de uma cópia em português do Joy Division direto para a história da MPB. O rock foi politizado, e as gravadoras amaram, afinal, acabávamos de sair de um governo militar repressor e entupido de ié ié ié. Os Paralamas do Sucesso, Titãs, Hojerizah, e Lobão meteram pau na situação do Brasil. Cazuza, Barão Vermelho, falaram da vida nas cidades; e Ultraje a Rigor, Ritchie, Blitz, João Penca e Seus Miquinhos Amestrados, chutaram o balde com o besteirol sem fim! E depois?
A partir do final dos anos 1990, com a morte de Kurt Cobain, efêmero baluarte do rock tipo grunge, a indústria fonográfica começou a balançar as pernas e coleguinhas como o Pearl Jam começaram a tentar modelos alternativos de conquista de fãs. O Radiohead foi atrás dessa onda, o Oasis falou falou e no final das contas acabou brigando com todo mundo. Com a chegada do século XXI, parece que muitos mitos do velho rock and roll começaram a desmoronar, a começar pelos Ramones que, de tanto se chaparem foram morrendo um a um. Em 2006, o lendário guitarrista dos Rolling Stones Keith Richards apareceu na TV brasileira para falar do show em Copacabana e o repórter não pôde deixar de reparar nos dedos tortos e calejados, foi de horripilar! Em Londres, 2 de julho de 2005, o Pink Floyd se reuniu pela última vez no Live 8 (mais um concerto beneficente e comemorativo à memória do Live Aid, lembram?), já que em 2008, o tecladista Richard Wright morreu de câncer. O mesmo fez o Led Zeppelind em 26 de novembro de 2007, mesmo sem poder ressuscitar o fantástico baterista John Bonham, morto em 1980.
A reunião do Led Zeppelin em 2007:
Depois de muitos revivals e shows no Brasil, as grandes bandas da história do rock começam a revelar mais uma reviravolta na indústria da música. A internet, o download, e o Guitar Hero trazem uma nova cultura de escuta que, na verdade, tem como ponto de partida os grandes nomes e hits do rock. A garotada que nasceu quando o Nirvana já era coisa do passado tem suas bandas, suas esquisitices e deprês, mas também ouve em todo canto algum sucesso de Robert Plant e Jimi Page. É claro que é muito raro o ritual de tirar o LP do plástico, colocar de vagarzinho a agulha e sentar no chão com os amigos para ouvir; mas enfiar um fone dentro do ouvido no ônibus, na rua, nas filas do MacDonalds é uma nova forma de se relacionar com a música massiva hoje e trás com ela novos tipos de som. E assim caminha a humanidade.
Digam o que disserem, mas não é qualquer um bom velinho de 69 anos que tem pique pra encaram uma platéia de 70 mil pessoas e cantar e tocar por duas horas sem mudar a tonalidade das músicas, e esse vovozinho é Paul McCartney. Alguns velhos continuam se superando, encarando a estrada, a web e o estúdio com muita dignidade. Quer a prova? Vem ao Brasil em outubro um dos maiores espetáculos da terra. Senhoras e senhores, com vocês: Rush! O trio canadense de guitarra, baixo e bateria muito bem tocados está aí. Quase sessentões, eles vêm pra mostrar que rock é isso: som e suor, e nada mais. Feliz dia do rock!
Rush ao vivo no Rio de Janeiro em 2002, “Yyz” é uma das mais badaladasmúsicas do Guitar Hero.: