Cantora estaria enfrentando desordem alimentar e o hábito de se cortar.
Ela tinha datas marcadas no Brasil em novembro junto aos Jonas Brothers.

 
demi lovatoA cantora Demi Lovato, internada para tratar de
'problemas emocionais' (Foto: Daigo Oliva/G1)

A cantora Demi Lovato foi internada em um centro de reabilitação para tratar de "problemas físicos e emocionais", confirmaram nesta segunda-feira (1) seus porta-vozes.

O anúncio não especifica quais os problemas da estrela da Disney, mas uma fonte próxima à cantora informou que ela enfrenta uma disfunção alimentar e o hábito de se cortar.

Ela já teria apresentado os mesmos sintomas no passado.

Lovato, estrela dos filmes "Camp rock", da Disney, estava em turnê internacional como convidada dos Jonas Brothers. Ela e o grupo adolescente realizaram uma série de 44 apresentações pelos Estados Unidos e América do Sul.

No dia 6 de novembro ela passaria pela capital paulista, 7 pelo Rio de Janeiro e 9 por Porto Alegre. O anúncio do cancelamento foi enviado pela Time for Fun na tarde deste domingo (31).

Segundo a produtora, os fãs brasileiros de Demi Lovato que desejarem a restituição do dinheiro poderão comparecer ao local em que realizaram a compra e apresentar o ingresso.

Quem o adquiriu pela internet deve entrar em contato com a produtora pelo telefone 4003-6464.
Para compras feitas em dinheiro, o reembolso será realizado da mesma maneira. Para aquelas efetuadas em cartão de crédito, o valor será creditado na fatura do cartão utilizado na compra. Para as realizadas em cartão de debito, o valor será creditado por meio de depósito em conta.

via G1

Voy a dejar
Que mi guitarra diga todo lo que yo
No sé decir por mí

O quizá deba esperar
A que el insulto del reloj
Acabe de planear mi fin

Duelen tanto las sonrisas
Cuesta un mundo respirar
Es que no tenerte aquí ya me hace mal

Me sigue rodeando la sombra de ti
Y siguen rodando por ahí
Todas las palabras que dijimos
Y los besos que nos dimos
Como siempre hoy estoy
Pensando en ti

Debes saber
Que hay pedazos de tu boca sin querer
Regados por aquí

Y que tropiezo cada día sin pensar
Con un viejo recuerdo más
Y alguna nueva historia gris

Si no puedo estar contigo
Ya no puedo estar sin ti
Cada vez se hace más duro ser feliz

Me sigue rodeando la sombra de ti
Y siguen rodando por ahí
Todas las palabras que dijimos
Y los besos que nos dimos
Como siempre hoy estoy
Pensando en ti




O grupo Black Eyed Peas foi acusado, na última sexta-feira, de plágio na música "I Gotta Feeling".

Segundo o site E!News, o acusador é um músico, americano do Texas, chamado Bryan Pringle.

O compositor afirmou que escreveu "Take a Dive", canção que originou um dos maiores sucessos do grupo americano.

Pringle disse que lançou a música anos antes --a data não foi divulgada-- ao lançamento do hit. Não há registros para a audição de "Take a Dive" em formato digital.

Curiosamente, o texano é homônimo ao de um ator britânico morto em 2002.

De acordo com o site, o compositor deu entrada em processo no tribunal de Santa Ana, na Califórnia.

O quarteto já foi acusado de plágio uma vez pela música "Boom Boom Pow".

Formado por Fergie, Taboo, Will.I.Am e Apl.de.Ap, o grupo se apresenta amanhã em Florianópolis (SC) e para finalizar, estará em São Paulo no dia 4 de novembro com a última data da "The E.N.D. World Tour 2010" no Brasil.

O lançamento do novo álbum da banda, "The Beggining", está previsto para o dia 30 de novembro.

Mathieu Belanger/Reuters
A banda Black Eyed Peas
A banda Black Eyed Peas
 
via UOL



O “Scissor Sisters News”, edição especial de Haloween, traz quem, quem, quem? Elvira, a Rainha das Trevas!

A musa dark mais gay de todos os tempos! A diva do mal dá várias dicas pra “sacanear” as pessoas na data, fala da abertura do show da Lady GaGa, que vai ser feita pelos Scissor Sisters e muito mais!
Aliás, os @ScissorSisters estão chegando! Dia 22 de novembro, eles fazem um show em São Paulo!
Vamos?

via papelpop

Lady Gaga tocou em um piano em chamas na Irlanda. Foto: Big Pictures

@LadyGaga toca em piano em chama durante show na Irlanda
Foto: Big Pictures

A cantora Lady Gaga fez uma apresentação de Halloween na noite deste sábado (30), em Belfast, na Irlanda, bastante quente. A cantora literalmente botou fogo no piano que tocava durante o show.

Com o cabelo bem amarelo, a cantora subiu ao palco apenas com um biquíni de couro. No momento em que ela sentou ao piano, o instrumento ficou em chamas para delírio dos fãs irlandeses.

via terra

 

Lou Reed

2010 trouxe ao Brasil uma quantidade inédita de shows internacionais, mas pelo jeito novembro vai ser a cereja do bolo.

Além do festival Planeta Terra (que este ano traz atrações como Pavement, Phoenix, Smashing Pumpkings, Of Montreal e Yeasayer), os três shows de Paul McCartney no Brasil e a vinda doMassive Attack, o mês de novembro vai fazer a festa do público alternativo.

Foram confirmados neste sábado (30) dois shows da lenda Lou Reed (ex-Velvet Underground) e uma apresentação única de Gil Scott-Heron, além da vinda dos dinamarqueses do The Raveonettes. Outra atração alternativa que já havia sido anunciada em novembro é a apresentação do Hallogallo, fundado por Michael Rother (ex-Neu! e Kraftwerk).

Mas o público terá que escolher: as duas apresentações de Lou Reed batem com o Planeta Terra (dia 20) e com o primeiro show de Paul McCartney em SP (dia 21). Ao menos os preços são bem mais em conta, já que Loud Reed se apresenta no Sesc, dentro da programação da Mostra Sesc de Artes 2010.

E atenção: caso você esteja animado com a possibilidade de ouvir algumas canções do Velvey Underground nos shows de Lou Reed, é bom não ter esperanças. O músico chega ao Brasil com a Metal Machine Tour, em homenagem aos 35 anos do barulhento e ininteligível Metal Machine Music, lançado em 1975.

Os shows desta turnê trazem Lou Reed ao lado de Ulrich Krieger e Sarth Calhoun, e consistem em uma hora ininterrupta de barulho puro, sem vocais ou interferências de instrumentação. Microfonia sem intervalos - é bom lembrar de levar o protetor auricular.

Lou Reed com Metal Machine Trio
Quando: 20 e 21/11
Onde: SESC Pinheiros
Quanto: R$40 (inteira)

Gill Scott-Heron
Quando: 28/11, às 16h
Onde: SESC Interlagos
Quanto: grátis

The Raveonettes
Quando: 19/11, às 22h
Onde: Sesc pompéia
Quanto: R$32

Hallogallo
Quando: 23/11, às 21h
Onde: SESC Vila Mariana
Quanto: R$32


O grupo RBS confirmou neste sábado que os irmãos @KleitoneKledir irão abrir o show de @PaulMcCartney em 7 de novembro, no Estádio do Beira-Rio em Porto Alegre.

Os preparativos para o show já começaram e uma equipe de 60 pessoas trabalha para montar a estrutura do palco, que tem 62 metros de largura por 23 de altura, com espaço para dois telões nas laterais do palco (cada telão tem 15 metros de altura). Além disso, um terceiro telão com 20 metros de largura será montado no fundo do palco.
Segundo informações da DC Set Promoções, produtora do evento, o concerto do ex-Beatle na capital gaúcha contará com o maior palco da história da cidade. O show de Porto Alegre será o único no Brasil a contar com uma banda de abertura.
Saiba mais sobre Kleiton & Kledir:
Eles começaram a estudar música muito cedo e nos anos 70 lançaram com mais três amigos a banda Almôndegas, que foi um marco na história da música popular do Rio Grande do Sul. Foram 4 discos, uma infinidade de shows e a mudança para o Rio de Janeiro.
Em 1980, saiu o primeiro disco da dupla e o  sucesso foi imediato. Lançaram vários discos (inclusive um em espanhol) o que lhes rendeu disco de ouro e shows por EUA, Europa e América Latina. Gravaram em Los Angeles, Nova York, Lisboa, Paris, Miami e Buenos Aires.
Suas composições foram gravadas por Simone, Nara Leão, MPB4, Caetano Veloso, Xuxa, Fafá de Belém, Nenhum de Nós, Zizi Possi, Ivan Lins, Chitãozinho e Xororó, Zezé de Camargo e Luciano, Leonardo, Belchior, Emilio Santiago e muitos outros. Também pelo mundo afora suas músicas ganharam versões de grandes artistas, como os argentinos Mercedes Sosa e Fito Paez, a cantora portuguesa Eugenia Mello e Castro e a japonesa Chie.
Site: www.kleitonekledir.com.br
Twitter: @kleitonekledir

via virgula

  • Getty Images

    Jennifer Nettles e Kristian Bush, do Sugarland, em festival country na Califórnia, EUA (24/04/2010)

Kristian Bush do Sugarland às vezes fala sobre negócios com seu irmão Brandon, que foi integrante do Train e também tocava com o Sugarland. "Nós às vezes conversamos sobre como a indústria musical dá a você três álbuns. Se você faz os três primeiros e eles exibem crescimento, então você tem a chance de mais três. Assim, nós mantínhamos as expectativas elevadas em relação a nós mesmos e esperávamos que as pessoas à nossa volta esperassem o mesmo." Atualmente, estabelecido confortavelmente na segunda fase desse ciclo, o Sugarland certamente está atendendo essas expectativas.

O grupo, formado como um trio há sete anos em Atlanta e atualmente uma dupla composta pelo cantor e guitarrista Bush e pela cantora Jennifer Nettles, vendeu mais de 8 milhões de álbuns, emplacou cinco primeiros lugares nas paradas country, ganhou dois Grammys e, em 2009, colocou um fim aos nove anos consecutivos de Brooks & Dunn como Dupla Vocal do Ano pela Academia de Música Country. Cada um de seus três álbuns de estúdio ganhou dois discos de platina ou mais, e "Love on the Inside" (2008) e o álbum ao vivo posterior, "Live on the Inside" (2008), estrearam no 1º lugar da parada Billboard 200.

Tamanho sucesso gerou expectativas elevadas para o mais recente álbum do Sugarland, "The Incredible Machine", mas Nettles diz que as maiores ambições eram da própria dupla. "Nós nos permitimos, eu diria, mais autenticidade e liberdade de formas específicas", ela diz. "Nós nos permitimos como compositores realmente explorar e usar nossas influências, sejam elas musicais, artísticas, cinematográficas, qualquer coisa. Nós nos permitimos como intérpretes explorar as influências musicais que tivemos e que possivelmente já foram ouvidas em alguns de nossos álbuns, e algumas que podem nunca ter sido ouvidas em nossos outros discos. Assim, nós realmente nos permitimos explorar essas partes de nós mesmos que acho que desejavam ser vistas, expressadas e celebradas. E nos divertimos fazendo isso."

Bush acrescenta que o Sugarland foi influenciado pela experiência de tocar em arenas e estádios enquanto excursionava com Kenny Chesney, Brad Paisley, Keith Urban e outros. "Nós descobrimos, ao tocar nesses lugares grandes e para 20 mil pessoas ou mais a cada noite, que é preciso realmente simplificar sua mensagem, sem fazer concessões ou simplificar musicalmente o que você está fazendo", ele diz. "Isso é um feito e admiro as pessoas que fazem isso bem –e é aí que estamos tentando chegar."

Sucesso desde o início
Nettles, antes uma artista solo, Kristen Hall e Bush, um ex-integrante do Billy Pilgrim, se juntaram em 2003. Todos os três tinham rodado pela cena musical de Atlanta e todos tinham sido influenciados pelo que Nettles chama de "bela tapeçaria de influências que temos lá. Há gospel, blues, rock, certamente country e rhythm and blues, e agora uma grande cena de rap e hip hop. Eu acho que tudo isso alimentou quem somos e de onde viemos como compositores".

O Sugarland foi um sucesso desde o início. Seu álbum de estreia, "Twice the Speed of Life" (2004), chegou ao terceiro lugar da parada country, com o single "Baby Girl" chegando ao segundo lugar. O álbum vendeu mais de 3 milhões de cópias e deu à banda uma indicação ao Grammy como Melhor Artista Revelação. O trio apareceu com Bon Jovi no "Crossroads" do canal "CMT" em 2005, com Nettles aparecendo no single "Who Says You Can't Go Home" (2006) do Bon Jovi, que chegou ao 1º lugar da parada country.

O grupo também sobreviveu à saída de Hall, que queria se concentrar apenas na composição, apesar de ela ter posteriormente processado seus ex-colegas de banda em US$ 1,5 milhão em royalties e outras taxas. Ela foi co-autora de uma canção de "Enjoy the Ride" (2006), que também recebeu três discos de platina, mas Bush diz que ele e Nettles rapidamente se adaptaram à vida como uma dupla.

"Nós iniciamos ('Enjoy the Ride') aproximadamente três ou quatro semanas após Kristin ter decidido ficar em casa", lembra Bush, 40 anos, "de forma que, por causa disso, ele exibiu um verdadeiro frescor. Há muita coisa de confiança emocional envolvida quando você está compondo. Mas assim que você supera uma certa barreira, você pode atingir quase qualquer coisa se encontrar alguém com quem esteja disposto a saltar junto."

Direções novas em "The Incredible Machine"
Bush e Nettles saltaram em "The Incredible Machine" em 2009, compondo juntos todas as 11 faixas ao mesmo tempo em que trabalhavam em seu álbum natalino, "Gold and Green" (2009). Eles logo concluíram "Little Miss", que foi encomendada para a delegação americana das Olimpíadas de Inverno de 2010, e "Wide Open", mas elas foram a exceção, não a regra. "A maioria das canções foi composta mais próximo da gravação de fato", diz Nettles, 36 anos, "e duas foram compostas durante o processo no estúdio, algo novo para nós".

Entre estas últimas estava o primeiro single de "The Incredible Machine", "Stuck Like Glue", uma colaboração com Kevin Griffin do Better Than Ezra. "Foi divertido", diz Nettles. "Nosso baterista costumava tocar com o Better Than Ezra e ele disse: 'Kevin tem uma canção que acha que pode interessar a vocês'. E nós dissemos: 'Claro, pode mandar, mas não mande algo com que esteja muito apegado ou que esteja completo –porque, se gostarmos, vamos querer torná-la nossa e que pareça autêntica para nós'."

"Então ele nos mandou um trecho de uma canção que tinha o primeiro verso, e no refrão tinha uma bateria eletrônica. Nós então compusemos o segundo verso, a ligação entre as estrofes e simplesmente a adoramos. Eu acho que é novo, é divertido e algo diferente."

O toque de reggae na canção leva o Sugarland em uma nova direção, apesar de Nettles dizer que não foi algo premeditado. "Não foi consciente: 'Ei vamos fazer um reggae'. Nós queríamos fazer algo falado e eu acho que o estilo se prestou mais a isso, em vez de um rap. Eu não me considero uma rapper, então isso me deu algo melódico, como cantora, para me apoiar, ainda assim me permitindo fazer esse estilo falado. E é divertido poder, no meio disso, de repente, dar uma guinada em outra direção."

"The Incredible Machine" possui várias guinadas, graça às muitas influências que Nettles e Bush inseriram nas canções. "Em 'Find a Beat' há um quê de homenagem ao Blondie", ela diz. "E eu acho que, em algum ponto na canção 'Tonight' há um pouco de Chrissie Hynde ou um pouco de Robert Smith do The Cure. Eles definitivamente têm essa vibração para mim."

Afastar-se tanto do country tradicional pode ser arriscado, é claro, mas Nettles diz que ela e Bush estão preparados para qualquer reação negativa, apesar de "Stuck Like Glue" ter chegado ao Top 10 da parada country e ao Top 20 da parada pop da Billboard.

"De um ponto de vista da indústria, nós ainda veremos o que acontecerá", ela diz. "Há tipos diferentes de artistas em todos os gêneros, eu acho. Há aqueles que permanecem no caminho do meio, aqueles que ficam nas margens, mudando e retorcendo e trazendo outras pessoas para o gênero, assim como levando o gênero para novas pessoas e novos fãs. E o tipo de fãs que atraímos são aqueles que muitas vezes chegam até nós e dizem: 'Eu não gosto de música country, mas adoro o que vocês fazem e agora escuto música country'. Logo, acho que realmente gosto do fato de tocarmos dentro dessas margens."

Nettles acrescenta que mesmo os fãs de country dão ao Sugarland uma liberdade para ir além das fronteiras tradicionais do gênero. "Alguém me perguntou: 'Você acha que os fãs estão prontos?' E eu ri, porque eu nunca seria arrogante para dizer: 'Não, eles não estão prontos' ou 'Isto está muito acima deles' ou 'muito além deles'. Por favor. Não está. Eles são o maior medidor, porque eles sabem quando algo não é genuíno, e eles denunciam rapidamente."

O título "The Incredible Machine" (a máquina incrível) vem não apenas da canção de mesmo nome, que Nettles diz ter sido uma das "surpresas" no processo de gravação, mas também de um tema vago que a dupla percebeu presente em suas canções.

"Ele fala do coração humano e de sua impressionante capacidade de sentir, amar e entender", diz Nettles. "Enquanto olhávamos para todas as diferentes canções no álbum, nós percebemos que basicamente se tratava de um álbum sobre o coração humano e sua capacidade de fazer todas essas coisas, sua capacidade de ser esta máquina incrível que não apenas faz nossos corpos físicos funcionarem, mas também a capacidade de fazer o que faz em nossos corpos emocionais."

via UOL

  . Foto: Reprodução

@katyperry em cena do clipe 'Firework'
Foto: Reprodução

Firework. Em bom português: fogos de artifício. Pois são exatamente esses fogos de artifício que a cantora Katy Perry explode de seu peito no clipe de seu novo single, Firework.

A imagem mostra que Perry está cada vez mais dedicada a "causar" para chamar atenção. No clipe, ela canta do alto de um prédio e de seu peito começam a sair coloridos fogos de artifício.

A lembrar que a cantora Lady Gaga já "explodiu" seus seios em uma apresentação no Much Music Awards, em Toronto, no Canadá.

via terra

Cantor fez dueto com tecladista Leo Fernandes na faixa 'I'd have you anytime'.
Zé Ramalho e Fafá de Belém, entre outros, também participam do disco.

 

O cantor Milton Nascimento regravou a canção "I'd have you anytime", de George Harrison, que será incluída em um álbum-tributo em homenagem ao músico morto em 2001. O CD reúne músicas de Harrison interpretadas por artistas como Zé Ramalho, Fafá de Belém, Rodrigo Santos, Carmem Manfredini (irmã de Renato Russo), Rodrigo Santos e Leo Von (filho de Ronnie Von), entre outros, e será lançado pelo selo Discobertas em novembro.

Milton Nascimento e o multi-instrumentista Leo Fernandes na casa do cantor, no Rio. Dueto em 'I'd have you anytime' vai abrir álbum-tributo ao ex-beatle George Harrison
Milton Nascimento e o multi-instrumentista Leo Fernandes na casa do cantor, no Rio. Dueto em 'I'd have you anytime' vai abrir álbum-tributo ao ex-beatle George Harrison (Foto: Marcelo Fróes/Divulgação)

Produzida por Clemente Magalhães, a faixa foi gravado em dueto com o multi-instrumentista Leo Fernandes, que já havia tocado teclado no encontro póstumo de Milton com Elis Regina na canção "Golden Slumbers", que fez parte do CD "Beatles '69", em 2009.

Depois de combinar os arranjos na casa de Milton Nascimento, no Rio, o produtor Clemente Magalhães gravou a base da canção tendo como guia a voz de Fernandes. Ao ouvir a gravação, Milton decidiu que a versão final da faixa deveria incluir os vocais do jovem músico — atualmente Leo Fernandes prepara seu primeiro disco solo e compõe para o próximo CD do cantor cearense Fagner.

"I'd have you anytime" é a única canção de George Harrison composta em parceria com Bob Dylan e abre o disco que marcou a estreia do ex-beatle em carreira solo, "All things must pass", de 1970.

via G1

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