Eu copio, tu baixas e nós compartilhamos: o futuro da nova cadeia produtiva da música
Os ganhos da indústria fonográfica despencaram, em 10 anos, de US$ 26 bilhões para US$ 16 bilhões. Diante desse, cenário é comum escutarmos, por meio da publicidade dos representantes das gravadoras, que o que está matando a indústria fonográfica é a prática de baixarmos músicas gratuitamente através da internet. Outro argumento utilizado pelas gravadoras, para atacar as práticas de compartilhamento de músicas pela rede, é que isso está afetando negativamente o rendimento dos artistas e que estimula o crime organizado.
As afirmações acima não passam de propaganda enganosa e o Conar (Conselho Nacional de Regulamentação Publicitária) deveria agir com rigor. Baixar músicas pela Internet não está matando a indústria fonográfica, nem diminuindo o ganho dos artistas. Nos últimos anos, diversos estudos comprovam que o que está matando a indústria fonográfica é a incapacidade desta de se adequar aos novos tempos e o apego aos velhos modelos superados pelo desejo dos novos consumidores. Via de regra, a publicidade das gravadoras e o lobby das entidades arrecadadoras para cima de governos e de legisladores apostam em medidas coercitivas com repressão, vigilância indiscriminada, quebra de privacidade, criminalização e corte do acesso dos usuários da rede mundial, como já vem acontecendo em alguns países como a França.
Um recente estudo da ‘London School of Economics‘comprova, mais uma vez, que compartilhar músicas pela internet não está afetando o rendimento dos autores e esta nova prática social não é inimiga dos criadores. Segundo o estudo, a condução negativa do debate proposto pela indústria fonográfica e pelas arrecadadoras, e a forma de proteção inadequada da propriedade intelectual nos tempos de Internet, é o que tem causado danos à indústria criativa da música.
O estudo sugere também que uma nova legislação de direito autoral deveria estimular a prática dos internautas, e não reprimir.
Outros fatores que estão influindo na queda do rendimento das gravadoras, apontados pelo estudo, são o aumento do custo dos serviços básicos, da moradia e das taxas de desemprego e o crescimento do mercado dos ‘games’. Por tudo isso está sobrando menos grana para a compra dos CDs.
O argumento de que quem compartilha música pela internet está ‘roubando’ a propriedade das gravadoras, diminuindo seus rendimentos, também já foi desmentido em um estudo de 2007 publicado pelo ‘Journal of Political Economy’. Segundo este estudo, a maioria das pessoas que baixam músicas pela rede não escutaria seus músicos prediletos se tivessem que comprar nos preços de hoje. Isso quer dizer que, baixar músicas pela Internet tem um efeito nas vendas que, estatisticamente, é praticamente zero.
Outra falácia é que a prática social de baixarmos músicas pela internet vai deixar os autores sem alternativas de rendimento e sem estímulo para criar. Isso também não é verdade. A grande maioria dos artistas vive de apresentações ao vivo, dos seus shows. Nada mais estimulante. Quanto mais uma música é difundida pela internet e o artista é conhecido, mais shows e mais ingressos são vendidos. Em 2009, no Reino Unido, por exemplo, as receitas por shows ao vivo ultrapassaram, pela primeira vez, o volume arrecadado por vendas de discos. A venda de discos movimentou 1,36 bilhão de libras, e os shows movimentaram 1,54 bilhão de libras.
Toda essa discussão está muito atual no Brasil em função da proposta de reforma da lei do direito autoral e do novo discurso do Ministério da Cultura que, pelo que parece, embarcou na canoa furada das gravadoras e das entidades arrecadadoras.
de Marcelo Branco via estadão



Artista: Ira!
Álbum: Acústico MTV
Lançamento: 2004
Gênero: Pop Rock
N° de Faixas: 16
Qualidade: 256 Kbps
Tamanho: 54 MB


Tracklist:
01. Pra Ficar Comigo
02. O Girassol
03. Flerte Fatal
04. Dias De Luta
05. Tarde Vazia
06. 15 Anos
07. Rubro Zorro
08. Flores Em Você
09. Eu Quero Sempre Mais
10. Poço De Sensibilidade
11. Por Amor
12. Ciganos
13. Boneca De Cera
14. Tanto Quanto Eu
15. Envelheço Na Cidade
16. Núcleo Base



Artista: Falcão
Álbum: A Besteira é a Base da Sabedoria
Lançamento: 1995
Gênero: Brega
N° de Faixas: 12
Qualidade: 256 Kbps
Tamanho: 56 MB


Tracklist:
01. Esculhambação sim, frescura não!
02. A terra há de comer
03. Lends picantis in anus autrem q’sucus est
04. A besteira é a base da sabedoria
05. Caubói do Ceará
06. Mais antes mamãe não tivesse
07. Confesso que fresquei
08. Se eu morrer sem gozar do seu amor
09. Todo castigo pra corno é pouco
10. Não tem jeito que dê jeito
11. Holliday foi muito
12. Concerto em qualquer tom para triângulo e roe-roe




Depois de passar por Nova Iorque, Miami, Toronto, Tóquio e Londres, é chegada a hora de Portugal receber pela primeira vez o BRAZILIAN DAY, o maior evento de música brasileira do mundo.



Produzido pela Brazilian Music Productions, empresa com comprovada experiência na organização de eventos no Brasil e na Europa, e realizado pela TV Globo Internacional, o BRAZILIAN DAY PORTUGAL irá decorrer no dia 15 de Maio de 2011, das 14 horas à meia-noite, no Passeio Marítimo de Algés (Oeiras).



Este evento de entrada gratuita que pretende reunir 80.000 pessoas, tem como principal objectivo integrar a comunidade brasileira residente em Portugal (estimada em cerca de 300 mil pessoas), com a portuguesa, africana e a latino-americana e promover o turismo do Brasil, através de manifestações artísticas populares, como música, dança, capoeira, comidas e bebidas típicas.



A atracção principal desta festa será Daniel, ídolo sertanejo que já vendeu cerca de 12, 6 milhões de discos ao longo dos seus 27 anos de carreira e que pela primeira vez fará um concerto na Europa. O artista será ainda responsável por uma das maiores surpresas do Brazilian Day : a escolha do artista português a actuar no evento.



Do cartaz ainda fazem parte Ricky Vallen, cantor pop ganhador do Grammy Latino de Artista Revelação, e vários outros artistas brasileiros e africanos (cartaz a ser fechado).



via musicatotal


Se há um gênero musical em voga no Brasil, este é o sertanejo. Do ano passado para cá, uma turba de jovens músicos invadiu o cenário artístico popular, carregando consigo a história de uma das combinações mais originais e respeitadas do Brasil – empurrando roqueiros e forrozeiros a um segundo plano. 
Como toda nova geração, porém, também rompeu com parte da tradição, promovendo ousadas transformações. Talvez por isso, aproximaram-se da juventude com notável facilidade. Quando Zezé Di Camargo e Luciano foram descobertos, nos últimos anos da década de 80, não existia o tal “sertanejo universitário”. Aliás, reza a lenda que sequer havia universidades no sertão. E o “meteoro” do Luan Santana não passava nem perto do planeta Terra.
O fato é que essa nova cara da música sertaneja é muito diferente do som consagrado por uma série de duplas e cantores solo nos últimos 20 anos. É, portanto, um feito admirável o dos irmãos de Pirenópolis lançar, em meio à explosão dos “acadêmicos”, um disco que homenageia justamente a pureza do ritmo.
Double Faces, produzido no ano passado e provável referência para o repertório que eles apresentam nesta virada de sábado para domingo, no Complexo Gazeta/Inside, reúne além de músicas inéditas, regravações de antigos modões de viola. Um aspecto interessante é que o disco também resgata o formato físico dos vinis, com lado A e lado B – por isso o título.

GRAMMY – O resultado de toda essa criatividade foi o terceiro Grammy Latino da carreira da dupla. Nada mal. Tamanha segurança é fruto de uma estrada de extremo sucesso, que começou a ser trilhada no interior de Goiás, inspirada em dinossauros como Tonico e Tinoco, e cortou o Brasil com canções como É o Amor – maior responsável pelas vendas do primeiro disco, que ultrapassaram a marca do milhão de cópias em 1991.
Os 20 trabalhos que seguiram também atingiram números impressionantes e fincaram peças no repertório oficial brasileiro, como Pão de Mel, Pare, Pior é te Perder, Preciso de Você e No Dia Em Que Eu Saí de Casa. No total, foram mais de 30 milhões retirados das lojas. Em tempos de pirataria, Double já vendeu 100 mil cópias e está entre os mais procurados do País. A história, inclusive, rendeu um dos filmes mais bem-sucedidos da chamada “retomada do cinema brasileiro”, o Dois Filhos de Francisco, de Breno Silveira. Até quem não é muito chegado no gênero sertanejo se rendeu aos encantos da produção.
SERVIÇO
No atual contexto, Zezé Di Camargo e Luciano já são lendas. Por isso é que após receber jovens como Jorge e Mateus e Fernando e Sorocaba, o Complexo Gazeta Inside jamais perderia a oportunidade de sediar uma apresentação dos clássicos. Na verdade, trata-se do primeiro grande show de 2011 após a reforma da casa, que é uma das maiores estruturas para eventos do Sul do Brasil.
Os ingressos estão à venda por R$ 50,00 (pista) e R$ 125,00 (camarote), tantos nos pontos de venda (Kothe, Itelcom, Casa do Cliente Gazeta) quanto nas bilheterias do Complexo – que estará com seus portões abertos a partir das 22 horas. Além do show, a festa tem outras atrações a oferecer, como o Bietronic, na Beerside, e o ambiente anos 80, junto aos camarotes. Isso sem falar do deck bar na parte externa, com petiscaria e cervejaria. Haverá estacionamento e um sistema de segurança especialmente montado para oferecer todo o conforto ao público.
via gazeta do sul


Twitter: Veja os posts da semana dos famosos da músicaImagem: Divulgação
Toda sexta-feira reunimos aqui algumas frases marcantes  que as celebridades da música postam em seus perfis no Twitter. Sempre com novidades, polêmicas e bom humor, os “tuítes” dos artistas repercutem e viram notícia. Nesta edição, o assunto principal foi o massacre na escola de Realengo, no Rio de Janeiro. Confira:
 
 
 
“Uma dessas garotas que foram alvejadas era uma fã minha. O nome dela é Paula da Silveira de 14 anos”, Ivete Sangalo (@ivetesangalo) prestando um tributo as vítimas da tragédia carioca.
 

“Não precisamos de tragédias importadas. Já temos as (muitas) nossas. :(“, Pìtty (@pitty) lamentando o massacre no Rio de Janeiro.
 
 
 
“Rezando pelo Japão, e pelas famílias das crianças do Brasil...”, Will.i.am (@iamwill), líder do Black Eyed Peas, comentando sobre as tragédias.
 
 
 
"Brasil... Ouvi falar sobre o que aconteceu hoje (7/4)... Não há palavras para expressar como me sinto com essa horrível tragédia. Por favor #SejamFortes", Demi Lovato(@ddlovato) sobre as vítimas do terrível acontecimento.
 
 
 
 “Falta de respeito da mídia [por] explorar a dor dos pais expondo seu desespero na TV “, João Gordo(@joao_gordo_) sobre a cobertura da mídia do massacre no Rio.
 
 
 
“Sem querer me meter na explanação da tragédia no Rio de Janeiro, mas já me intrometendo...  Como esse psicopata conseguiu as armas?”, Tico Santa Cruz (@ticostacruz) vendo o “outro lado” da tragédia.
 
 
 
“Fiquei sabendo que uma das meninas que morreu na tragédia era dona de um fã clube meu...quanta tristeza,quanta tristeza...”,  Pe Lu (@pelurestart), integrante do Restart, sobre o triste acontecimento.
 
 
 
“Estou muito triste, mas nada comparado a dor dos pais e das famílias das vítimas...”,  Luan Santana(@luansantana), declarando seu apoio.
 
 
 
“Nosso país está cheio de defeitos e injustiças, mas algo assim, atirar em crianças? Não, nos brazucas não somos assim, nem sequer os bandidos”, Dinho Ouro Preto (@dinhoouropreto_) do Capital Inicial opinando.
 
 
 
“Os fãs brasileiros são incríveis para c******o”, guitarrista Slash (@slash) antes da turnê brasileira.

via billboard

Enquanto U2 não sobe ao palco, megaestrutura do palco da banda chama a atenção
APAP
Vista do palco do U2 em show na África do Sul


Até que chegue a hora do show do U2, a grande atração dentro do estádio do Morumbi é mesmo o palco da banda.
Ele é fotografado e filmado de todos os ângulos por vários fãs, como Adriana Vaccaro.
- De todos os shows a que fui, este palco é o mais lindo que vi na  vida. O que diferencia esse show dos outros é o palco. Imagino com todas as luzes acesas.
Rodrigo Feitosa, 32 anos, também se mostrou impressionado. 
- Já tinha visto outros shows do U2 no Brasil, mas nunca um palco parecido. Vi a outra turnê do U2, chamada PopMart, que tinha um palco diferente, mas não assim.


Foto: Wikimedia CommonsA disputa para vê qual artista vende mais CDs pode estar terminando. Segundo a gravadora líder mundial Universal, a venda de discos terá fim em 15 anos, e será substituída por download oficial de músicas.

Caso a expansão da internet supere o previsto, pode ser que esse tempo reduza para dez anos, de acordo com o vice-presidente da Vivendi, Simon Gillham, grupo francês de mídia que controla a Universal.
De acordo com uma pesquisa realizada pelo instituto americano Strategy Analytics, as vendas online de músicas no EUA, tendem a ultrapassar as de CDs em 2012, tendo faturamento previsto no valor de US$ 2,8 bilhões, superando o dos discos em US$ 100 milhões.

Exemplo lançado no ano de 2010, o serviço Vevo já é uma das maiores lojas de download nos Estados Unidos e no Canadá, com 60 milhões de clientes. Vevo é uma parceria entre as gravadoras EMI, Sony, Universal e do Google.

A Strategy prevê ainda que até 2015 o download de faixas será o principal, representando 39% das receitas. Já os download de álbuns completos conseguiram 32% das vendas. E assinaturas e publicidade terão participação de 14%, cada.
O álbum "Recovery" do rapper Eminem atingiu o topo das vendas nos Estados Unidos, e "Take That" foi número um no Reino Unido. Com isso, o rapper registrou 6 milhões de cópias vendidas, superando Lady Gaga, que vendeu apenas 4,8 milhões do disco "The Fame of Monster".

O U2, que toca neste sábado em São Paulo, vendeu 4,3 milhões de cópias em 2009. No ano passado, a banda irlandesa ficou abaixo dos milhões de cópias, perdendo posição para Rihanna e Justin Bieber.

A Universal faturou 2,1 bilhões na venda de discos em 2010, uma queda de 10,3% na comparação com 2009. E no mesmo período, as vendas virtuais, incluindo faixas e discos, tiveram aumento de 7,5%, movimentando 1 bilhão, cerca de um terço de toda a receita da gravadora.
via SRZD


Em primeiro aparece a romântica 'With or without you'.
'Sunday bloody sunday' e 'Vertigo' também estão na lista.




Bono durante show na Argentina no último sábado (2).  (Foto: AFP)Bono durante show na Argentina no último sábado
(2). (Foto: AFP)
O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) divulgou nesta sexta-feira (8) uma lista com as 20 músicas mais tocadas da banda irlandesa U2 no Brasil. A contagem abrange os anos de 2006 a 2010.
Em primeiro lugar aparece a romântica “With or without you”, de “The Joshua tree” (1987). Em seguida vem “One”, de “Achtung baby” (1991) e “Vertigo”, de “How to dismantle an atomic bomb”, lançado em 2004.
O U2 começa no próximo sábado (9) uma série de três apresentações em São Paulo. Todos os ingressos estão esgotados.Entre as outras faixas aparecem ainda “Sunday bloody sunday”, em décimo, e “Sweetest thing”, em vigésimo lugar.
Confira a lista completa divulgada pelo Ecad:

1 - "With or without you"
2 - "One"
3 - "Vertigo"
4 - "Still haven't found what I'm looking for"
5 - "Beautiful day"
6 - "Pride"
7 - "I wish I knew how it would feel to be free/on"
8 - "Original of the species"
9 - "New year's day"
10 - "Sunday bloody sunday"
11 - "Miss sarajevo"
12 - "Stuck in a moment you can't get out of"
13 - "Elevation"
14 - "Walk on"
15 - "Stay"
16 - "Magnificent"
17 - "Window in the skies"
18 - "Angel of Harlem"
19 - "Where the streets have no name"
20 - "Sweetest thing"
U2 em São Paulo
Onde: Estádio do Morumbi - Praça Roberto Gomes Pedrosa, nº 1, Morumbi
Quando: 9, 10 e 13 de abril
Horário de início dos shows: 20h (Abertura: Muse)
Ingressos: todos os setores estão esgotados
via G1


Alguns artistas ficaram bem famosos graças a apenas uma música de grande sucesso que eles fizeram e que são tocadas por outras bandas até hoje.
Luka fez sucesso com a música ‘To Nem Ai’ e depois sumiu.


Em 1999, o grupo de pagode Só no sapatinho fez sucesso com a música ‘Torre de Babel’.


A banda de hardcore O Surto fez sucesso com a música chamada ‘Pirou o Cabeção’, também conhecida como ‘A Cera’.


‘Macarena’ fez sucesso por parecer um trava-língua e ter uma dança própria. Este foi o único sucesso de Los Del Rio.


‘I’m Too Sexy’ foi o único hit de sucesso da banda Right Said Fred.


Música de todos os carnavais, ‘Bomba’, foi sucesso da banda Bragaboys.


‘Pieces of Me’ de Ashlee Simpson esteve na lista dos mais requesitados em progamas do Multishow e da MTV por semanas.


Joan Osborne fez sucesso com a música ‘One Of Us’.


A banda Steppenwolf lançou o grande sucesso ‘Born to be Wild’, música esta apontada por muitos críticos de música como a primeira canção Heavy Metal.


Fonte: Terra

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