Artista: Peter Gabriel
Álbum: New Blood Special Edition
Lançamento: 2011
Gênero: Rock
N° de Faixas: 27
Qualidade: 256 Kbps
Tamanho: 245 MB
Tracklist:
Álbum: New Blood Special Edition
Lançamento: 2011
Gênero: Rock
N° de Faixas: 27
Qualidade: 256 Kbps
Tamanho: 245 MB
Tracklist:
CD 01
01. The Rythm Of The Heat 5:41
02. Downside Up 3:52
03. San Jacinto 6:58
04. Intruder 5:07
05. Wallflower 6:25
06. In Your Eyes 7:13
07. Mercy Street 5:59
08. Red Rain 5:16
09. Darkness 6:10
10. Don´t Give Up 6:40
11. Digging In The Dirt 4:57
12. The Nest That Sailed The Sky 3:54
13. A Quiet Moment 4:48
14. Solsbury Hill 4:35
02. Downside Up 3:52
03. San Jacinto 6:58
04. Intruder 5:07
05. Wallflower 6:25
06. In Your Eyes 7:13
07. Mercy Street 5:59
08. Red Rain 5:16
09. Darkness 6:10
10. Don´t Give Up 6:40
11. Digging In The Dirt 4:57
12. The Nest That Sailed The Sky 3:54
13. A Quiet Moment 4:48
14. Solsbury Hill 4:35
CD 02
01. The Rythm Of The Heat (Instrumental) 5:41
02. Downside Up (Instrumental) 3:52
03. San Jacinto (Instrumental) 7:12
04. Intruder (Instrumental) 5:06
05. Wallflower (Instrumental) 6:24
06. In Your Eyes (Instrumental) 7:13
07. Mercy Street (Instrumental) 6:00
08. Red Rain (Instrumental) 5:16
09. Darkness (Instrumental) 6:10
10. Don´t Give Up (Instrumental) 6:40
11. Digging In The Dirt (Instrumental) 4:58
12. The Nest That Sailed The Sky (Instrumental) 3:54
13. Blood Of Eden (Bonus Track) 6:05
02. Downside Up (Instrumental) 3:52
03. San Jacinto (Instrumental) 7:12
04. Intruder (Instrumental) 5:06
05. Wallflower (Instrumental) 6:24
06. In Your Eyes (Instrumental) 7:13
07. Mercy Street (Instrumental) 6:00
08. Red Rain (Instrumental) 5:16
09. Darkness (Instrumental) 6:10
10. Don´t Give Up (Instrumental) 6:40
11. Digging In The Dirt (Instrumental) 4:58
12. The Nest That Sailed The Sky (Instrumental) 3:54
13. Blood Of Eden (Bonus Track) 6:05
Download:
Clique aqui para Baixar
Clique aqui para Baixar
Emily Kokal, Theresa Wayman, Jenny Lee Lindberg e Stella Mozgawa só têm um EP e um disco ("The fool", de 2010), distribuído no Brasil por meio do selo Lab 344. Mesmo com pouca bagagem, as quatro garotas do Warpaint já fizeram algum barulho.
Entre um hype aqui e outro acolá, elas foram listadas entre as apostas da rede inglesa BBC para 2011. Bem faladas lá fora, o Warpaint estreia no Brasil, com shows em São Paulo, nesta quinta-feira (6), e no Rio de Janeiro, na sexta-feira.
Em entrevista ao G1, a baterista Stella Mozgawa comenta as influências que ajudaram a construir o rock psicodélico do grupo. Ela também elogia Meg White, do White Stripes, e as "novas ideias" do Radiohead.
G1 - Vocês têm três vocalistas. Isso faz vocês serem diferentes?
Stella Mozgawa - Gosto de pensar que é nossa visão da música que nos torna uma banda única. Não temos regras na hora de criar. Nós não gostamos de tentar nos encaixar em um molde ou estrutura. Só queremos permanecer verdadeiras. Estamos interessadas em vários elementos na música: a matemática, a emoção, o espaço e a intimidade.
Stella Mozgawa - Gosto de pensar que é nossa visão da música que nos torna uma banda única. Não temos regras na hora de criar. Nós não gostamos de tentar nos encaixar em um molde ou estrutura. Só queremos permanecer verdadeiras. Estamos interessadas em vários elementos na música: a matemática, a emoção, o espaço e a intimidade.
G1 - Outra banda que conseguiu trazer um som progressivo para os fãs de indie rock é o Muse. Você concorda? Gosta deles?
Stella - Acho que o Radiohead se encaixa melhor nessa sua descrição. A música deles pode ser bastante abstrata, mas as pessoas acreditam na abordagem e assimilam novas ideias e conceitos mais facilmente. Eu não vejo o Muse como sendo particularmente progressivo, mas eu posso entender o que você quer dizer.
Stella - Acho que o Radiohead se encaixa melhor nessa sua descrição. A música deles pode ser bastante abstrata, mas as pessoas acreditam na abordagem e assimilam novas ideias e conceitos mais facilmente. Eu não vejo o Muse como sendo particularmente progressivo, mas eu posso entender o que você quer dizer.
G1 - Quando críticos tentam descrever o som Warpaint, alguns mencionam Joy Division. É uma influência para você ou prefere outras bandas?
Stella - Nós ouvimos muita música, mas nós definitivamente amamos Joy Division. Eu não acho que aparece com tanta força em nosso som. Se você colocar o nosso disco ao lado de "Closer", por exemplo, eu não acho que as sonoridades sejam muito parecidas. Mesmo assim, nós ficamos lisonjeadas, é claro.
Stella - Nós ouvimos muita música, mas nós definitivamente amamos Joy Division. Eu não acho que aparece com tanta força em nosso som. Se você colocar o nosso disco ao lado de "Closer", por exemplo, eu não acho que as sonoridades sejam muito parecidas. Mesmo assim, nós ficamos lisonjeadas, é claro.
G1 - Meg White foi importante para garotas bateristas? Ela toca bem?
Stella - Ela é a baterista perfeita para o White Stripes. Ela tem algumas boas ideias e parece ter uma relação genuína com a música. Eu acho que ela chamou a atenção das garotas que tocam instrumentos em geral.
Stella - Ela é a baterista perfeita para o White Stripes. Ela tem algumas boas ideias e parece ter uma relação genuína com a música. Eu acho que ela chamou a atenção das garotas que tocam instrumentos em geral.
G1 - E quais suas bateristas favoritas?
Stella - Janet Weiss [Sleater-Kinney, Wild Flag, Stephen Malkmus] e Karen Carpenter [baterista e cantora do Carpenters].
Stella - Janet Weiss [Sleater-Kinney, Wild Flag, Stephen Malkmus] e Karen Carpenter [baterista e cantora do Carpenters].
G1 - Vocês foram mencionadas na lista de apostas da BBC. Como foi isso?
Stella - Foi uma grande honra para nós e nos sentimos extremamente sortudas de estarmos associadas a todos os outros artistas da lista [Jessie J, The Vaccines, James Blake ]. Eu acho que um monte de gente descobriu nossa música pela primeira vez por meio dessa lista.
G1 - Duffy e Marina and the Diamonds também foram citadas entre apostas da rede BBC. Mas comentaram que pensam em parar. Já passou pela cabeça de vocês?
Stella - Não! Só se a gente sentir que não há mais nada para dar. E não vejo isso acontecendo tão cedo! Temos muito trabalho a fazer. Não sabia sobre isso [declarações de Duffy e Marina]! É uma vergonha, eu tenho certeza que existem muitas outras razões para elas decidirem tomar essas decisões. Mas vender poucos discos não pode ser desculpa para parar de fazer música.
Stella - Foi uma grande honra para nós e nos sentimos extremamente sortudas de estarmos associadas a todos os outros artistas da lista [Jessie J, The Vaccines, James Blake ]. Eu acho que um monte de gente descobriu nossa música pela primeira vez por meio dessa lista.
G1 - Duffy e Marina and the Diamonds também foram citadas entre apostas da rede BBC. Mas comentaram que pensam em parar. Já passou pela cabeça de vocês?
Stella - Não! Só se a gente sentir que não há mais nada para dar. E não vejo isso acontecendo tão cedo! Temos muito trabalho a fazer. Não sabia sobre isso [declarações de Duffy e Marina]! É uma vergonha, eu tenho certeza que existem muitas outras razões para elas decidirem tomar essas decisões. Mas vender poucos discos não pode ser desculpa para parar de fazer música.
G1 - Quais as expectativas para os shows no Brasil?
Stella - Estamos muito empolgadas com a ideia de tocar no Brasil. Será nossa primeira vez e mal posso esperar. Ouvi dizer que os fãs são sensacionais e animados. Quero descobrir novas músicas do país também.
Stella - Estamos muito empolgadas com a ideia de tocar no Brasil. Será nossa primeira vez e mal posso esperar. Ouvi dizer que os fãs são sensacionais e animados. Quero descobrir novas músicas do país também.
Eric Clapton não esqueceu de alguns de seus hits na nova turnê brasileira, que começou na noite desta quinta-feira (6), em Porto Alegre. Mas boa parte das cerca de 20 mil pessoas que assistiram ao show no estacionamento da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) podem ter deixado o local com a sensação de que Clapton queria mesmo era passar a noite tocando clássicos do blues. Em 1h43min de apresentação, o guitarrista permaneceu quase um terço do show sentado, alternando entre a guitarra e o violão, e pouco falou com a plateia.
Depois de Porto Alegre, a turnê segue para o Rio de Janeiro (9 e 10 de outubro), São Paulo (dia 12), Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile).
A postura de Clapton, no entanto, não é um sinal de cansaço ou enfadado com o giro sul-americano. A turnê “Clapton” havia sido iniciada no primeiro semestre e interrompida em junho após passar por países como Estados Unidos, Austrália, Inglaterra, Alemanha e Coreia do Sul.
O show de Porto Alegre marcou a retomada e, para reaquecer as turbinas, Clapton fechou um teatro na cidade para ensaiar com a banda entre terça (4) e quarta-feira (5) por mais de cinco horas consecutivas.
Como convém à fama dos conterrâneos, o músico inglês foi pontual e seguro ao apresentar um repertório de 16 músicas na cidade. O repertório pouco mudou na nova fase, e o guitarrista se mostra confortável com a decisão de passar boa parte do show sentado para um público de estádio, privilegiando os blues mais lentos e solos da banda. Os clássicos da carreira surgem como uma espécie de concessão de Clapton para o público.
Na noite fresca de Porto Alegre, o guitarrista abriu o show com quatro canções inspiradas no blues: “Going down slow”, “Key to the highway”, “Hoochie coochie man” e “Old love”.
Como de praxe, Clapton fez solos elegantes e chegou a arrancar aplausos no meio da música quando alternou frases em baixo volume com timbres distorcidos em “Old love”, um sinal de que a plateia também pagou ingresso para apreciar o virtuosismo que fez Clapton famoso.
O inglês abriu espaços generosos para os tecladistas Tim Carmon e Chris Staiton mostrarem seu talento.
Carmon, em particular, roubou a cena com solos de sintetizador e órgão. O lendário baterista Steve Gadd, o baixista Willie Weeks e as backing vocals Michelle John e Sharon White completam a banda enxuta que veio ao Brasil - curiosamente, Clapton não trouxe nenhum outro guitarrista para lhe fazer companhia, como de costume.
A quinta canção da noite foi “Tearing us apart”, um pop dançante dos anos 80 que Clapton usou para agitar a plateia antes de puxar a cadeira.
Sentado, o inglês interpretou “Drifiting blues”, “Nobody knows you when uou're down and out”, “Lay down Sally” e “When somebody thinks uou're wonderful”, esta última uma canção da década de 30 que é a única faixa do último disco do músico, “Clapton”, lançado em 2010, a entrar no repertório.
Antes de levantar de novo, o guitarrista tocou “Layla” em um novo arranjo, mais arrastado, inspirado na versão do disco “Wynton Marsalis and Eric Clapton play the blues”, lançado em setembro, que compila canções de blues em formato tradicional.
“Layla” é a única composição de Clapton a figurar na colaboração com Marsalis gravada em abril, em dois shows realizados em Nova York, onde o clássico do Derek and The Dominos ganhou uma reinterpretação com ares de uma bela marcha fúnebre ao estilo das bandas de sopros de New Orleans. Quem espera a pegada rock de “Layla” dos anos 70 pode sair decepcionado.
Clapton abriu a parte final do show com a animada “Badge”, hit da época do Cream, e engatou com “Wonderful tonight”. A inspiração do blues voltou mais uma vez perto do final da apresentação com “Before you accuse me” e “Little queen of spades”, quando Tim Carmon arrancou aplausos de novo com os solos de órgão e sintetizador. Para encerrar, “Cocaine”.
Clapton vez uma rápida parada antes do bis, que feio enxuto, somente com “Crossroads”. E foi só. O guitarrista agradeceu mais uma vez em inglês (preferiu o português uma única vez no show) e deixou o palco para seguir a turnê no Rio de Janeiro.
Um dia depois do lutador brasileiro Anderson Silva dançar com Justin Bieber durante o primeiro show do ídolo teen no Brasil, foi a vez da cantora Selena Gomez subir ao palco do Estádio do Engenhão, no Rio, durante o show da noite desta quinta-feira (6). Selena, que também é atriz e namorada de Bieber, fez uma aparição surpresa no bis e cantou "Who says", canção de seu próprio repertório, dividindo os holofotes com o dono da festa.
"Quem aqui se acha pefeito? Quando alguém disser que vocês não são perfeitos, eis o que devem responder", disse Justin, referindo-se ao teor da letra da canção e abrindo caminho para a entrada triunfal da cantora.
Na quarta (7), após deixar o palco, Bieber já havia dado pistas de que algo diferente iria acontecer em sua segunda apresentação carioca. "Tenho uma grande surpresa para o show de amanhã. Um convidado especial. Quem será?", indagava o cantor por meio de uma mensagem no Twitter.
O show desta quinta transcorreu de maneira bem parecida com o da noite anterior. As únicas diferenças ficaram por conta do repertório (no bis, saiu "Mistletoe" para a entrada da música de Selena Gomez) e do público, que compareceu em menor número.
A plateia ligeiramente reduzida parece ter sido notada até pelo cantor. Ao anunciar que faria uma performance ao violão para relembrar o início da carreira, Justin precisou pedir a opinião da plateia pelo menos umas três vezes para dar-se por satisfeito. "Fizeram muito mais barulho ontem à noite", observou o astro pop, pouco antes de seu set acústico — durante a tarde, talvez prevendo a presença menos numerosa de público, os organizadores do show abriram uma promoção: um lote de 500 ingressos foi colocado à venda no esquema "pague um e leve dois".
Depois do Rio, Justin Bieber segue para São Paulo, onde canta sábado (8) e domingo (9), no Estádio do Morumbi. Antes de deixar o país, o canadense faz ainda uma última escala em Porto Alegre, na próxima segunda-feira (10).
Artista: Roupa Nova
Álbum: Roupa Novelas 2
Lançamento: 2011
Gênero: MPB
N° de Faixas: 14
Qualidade: 256 Kbps
Tamanho: 66 MB
Tracklist:
Álbum: Roupa Novelas 2
Lançamento: 2011
Gênero: MPB
N° de Faixas: 14
Qualidade: 256 Kbps
Tamanho: 66 MB
Tracklist:
01. Amor de Índio
02. Deixa o Amor Acontecer (Betcha by Golly Wow)
03. Bem Maior (Longer)
04. Amar é….
05. O Sonho Acabou (The end of the World)
06. Anjo
07. Baby
08. Sensual
09. Clarear
10. Estado de Graça
11. Bem Simples
12. Canção de Verão
13. Tanto Faz
14. Simplesmente
02. Deixa o Amor Acontecer (Betcha by Golly Wow)
03. Bem Maior (Longer)
04. Amar é….
05. O Sonho Acabou (The end of the World)
06. Anjo
07. Baby
08. Sensual
09. Clarear
10. Estado de Graça
11. Bem Simples
12. Canção de Verão
13. Tanto Faz
14. Simplesmente
Download:
Clique aqui para Baixar
Clique aqui para Baixar
Ele explica que o grupo sempre recebe ofertas para trabalhar com outras pessoas. "Eu trabalhei com Lady Gaga e ela é muito criativa, temos conversado sobre ela assumir os vocais. Ela não é só uma cantora, ela escreve suas músicas", disse May. Recentemente ele colaborou com a canção "You and I", da cantora pop.
"Também temos falado sobre fazer duetos com outras pessoas e, por algum motivo, eu quase disse sim. Estávamos conversando sobre termos um programa de televisão em que teríamos convidados surpresa. Ainda não falamos sim, porque estamos esperando Gaga. Ela disse que gostaria de fazer algo conosco", completa o músico.
Lágrimas, aplausos e muita histeria por parte das fãs deram o tom da apresentação do ídolo teen Justin Bieber no Estádio do Engenhão, Zona Norte do Rio de Janeiro, na noite desta quarta-feira (5). O show, o primeiro do cantor no Brasil, reuniu 40 mil pessoas (com a ampla predominância de meninas) e contou com a participação surpresa do lutador brasileiro Anderson Silva, que subiu ao palco no bis para uma rápidos passos de dança com o pequeno astro.
A noite começou com a banda norte-americana Cobra Starship. Formado por Gabe Saporta (vocais), Victória Asher (teclado), Ryland Blackinton (guitarra), Alex Suarez (baixo) e Nate Novarro (bateria), o grupo se apresentou por cerca de 40 minutos e tocou canções como "Nice guys" e "Paparazzi", deixando a plateia no ponto para recebera estrela adolescente.
Justin subiu ao palco pontualmente às 20h, meia hora antes do horário divulgado pela produção do espetáculo. A entrada do cantor em cena foi precedida por uma contagem regressiva cronometrada exibida nos telões, o que deixou o público ainda mais ansioso e histérico. A cada minuto que passava, fazia-se maior o barulho no Engenhão, àquela altura já todo colorido por bastões luminosos vendidos por ambulantes, dentro e fora do estádio, a R$ 10.
"Love me", "Bigger" e "U Smile" encabeçaram o setlist, que teve momentos com Bieber ao violão (em "Never let you go" e "Favourite girl"), ao piano ("Down to earth") e solando na bateria (ao fim de "Walk this way", versão para o sucesso do Aerosmith). Mas, apesar de mostrar desembaraço com instrumentos, foi possível perceber a utilização de playback em grande parte das canções.
"Beleza?", disse o cantor em português, para delírio das adolescentes. "Bem vindos ao meu mundo. Os brasileiros são os meus maiores fãs na internet. Por isso, digo que são os melhores", acrescentou o cantor, que foi descoberto através do site de vídeos YouTube.
A estreita relação do cantor com a web parece ter influência direta no roteiro da apresentação. São vários os momentos em que as luzes do palco se apagam para a exibição de vpideos de Justin no telão, seja em imagens de arquivo, como as gracinhas que fazia na época em que ainda usava fraldas, ou apresentando seus backing vocals, que fizeram um impressionante medley a cappella.
"Eu também os descobri no YouTube", revela o astro canadense no vídeo, quando seria mais simpático dar o recado em carne e osso, ao vivo, em cima do palco.
Em outro momento do show, Justin convida uma fã (já previamente selecionada pela produção) para subir ao palco durante a canção "One less lonely girl" e a presenteia com um buquê de flores e um boné. Mas o que era para ser um momemto intimista entre artista e público acaba decepcionando. Quase que imóvel, sentada em um banquinho, a pequena (e assustada) sortuda não interage em quase nada com o ídolo, deixando a impressão de que recebeu uma lista de recomendações dos assessores do cantor antes de aceitar o convite. Algo como "não levante, não dance, toque, não fale e não olhe para Justin Bieber". Uma pena.
Também nota-se em Bieber uma total reverência ao "rei do pop", o cantor Michael Jackson. Do figurino aos trejeitos, passando pelos passos de dança (incluindo o consagrado "moonwalk") e pela já citada homenagem, quase tudo remete à presença e às performances de Jackson ao vivo ou em alguns de seus memoráveis videoclipes.
No bis, duas boas surpresas: a canção "Mistletoe", o primeiro single do álbum de Natal do cantor, "Under the Mistletoe", com previsão de lançamento para novembro; e a participação do lutador brasileiro e campeão do UFC Anderson Silva, que "encarou" o astro pop num breve duelo de dança, arrancando risadas do público.
Completando a noite, o consagrado hit "Baby"e uma grande chuva de papel picado. "Quem vai voltar amanhã? Quem estará por aqui outra vez?", perguntou Justin, sobre o segundo show que fará na cidade nesta quinta (6).
Após a apresentação, o cantor fez comentários sobre sua primeira apresentação brasileira em sua página oficial no Twitter: "Nunca ouvi uma platéia cantar 'Down to earth' tão alto quanto a do Rio hoje à noite", escreveu. Em outro post, ressaltou: "Show e energia loucos esta noite". E paRa quem vai assistir à segunda apresentação carioca, um recado: "Tenho uma grande surpresa para o show de amanhã. Um convidado especial. Quem será?", faz mistério o cantor.
Depois do Rio, Justin Bieber segue para São Paulo, onde canta sábado (8) e domingo (9), no Estádio do Morumbi. Antes de deixar o país, o canadense faz ainda uma última escala em Porto Alegre, na próxima segunda-feira (10).
Cantora vai compor comitê para melhorar educação para hispânicos.
Casa Branca elogiou o trabalho social feito pela colombiana.
O presidente dos EUA, Barack Obama, designou a cantora colombiana Shakira como assessora para temas ligados à educação entre hispânicos, informa nesta quarta-feira (5) o site da Casa Branca.
@Shakira Isabel Mebarak Ripoll, nome completo da cantora, foi apontada ao lado de Nancy Navarro, Adrián A. Pedroza e Kent P. Scribner.
Shakira tem um trabalho social destacado e dirige a fundação Pies Descalzos -que ajuda crianças na América Latina.
"Agradeço a estas pessoas admiráveis, que escolheram dedicar seus talentos a servir ao povo americano neste importante momento para nosso país", afirmou Obama em comunicado.
"Desejo trabalhar com eles nos próximos meses e anos", disse o presidente, que criou a comissão presidencial em 2010 para melhorar a educação dos latinos, maior minoria do país.
A Casa Branca destacou o caráter filantrópico de Shakira, estrela pop merecedora de prêmios Grammy.
Além de liderar a Pies Descalzos, que prestou assistência a escolas em América Latina, Haiti e África do Sul alimentando cerca de 6.000 crianças, Shakira colaborou com o Banco Mundial em projetos educativos para crianças e é embaixadora da Boa Vontade do Unicef, informou a Casa Branca.
A comissão presidencial é parte dos esforços do governo de Obama para tentar melhorar a situação dos latinos, que foram desproporcionalmente afetados pela crise econômica. Os democratas apostam no eleitorado latino para garantir a reeleição do presidente em 2012
Ano: 1984
Artista: Sade
Música: Smooth Operator
Álbum: Diamond Life
Compositores: Sade Adu, Ray St. John
Produtor: Robin Millar
Billboard - Hot 100: #5
O grupo Sade mostra exatamente como uma música deve ser há 27 anos atrás na esfumaçada Smooth Operator, um de seus sucessos mais imortais. Sob a forma de uma balada sensual, o último single de Diamond Life é genial por que toma proporções quase cinematográficas em conseguir adaptar para uma música de em média 5 minutos um roteiro inteiro. Fala sobre um homem vigarista que se envolvia com várias mulheres ricas sem afeto algum e as deixava tão cedo quanto conseguisse retirar um bom pedaço de suas fortunas. Assim ele levava uma vida desonesta e fria, mas regada a rios de dinheiro.
Sem dúvidas, o saxofone é um dos granes protagonistas nessa história, efetivando de vez a sexualidade que exala da música. A vocalista Sade Adu coloca o ouvinte a par da história nos segundos iniciais, narrando tudo como se fosse uma das centenas de mulheres enganadas pelo 'smooth operator'. Naquele mesmo ano a música daria um gás decisivo para a vitória do Sade na categoria Artista Revelação do Grammy de 1985. Esse é o tipo de canção que sobrevive bravamente ao teste do tempo e continua significativa em qualquer momento que for escutada, ou seja, clássica!
Sem dúvidas, o saxofone é um dos granes protagonistas nessa história, efetivando de vez a sexualidade que exala da música. A vocalista Sade Adu coloca o ouvinte a par da história nos segundos iniciais, narrando tudo como se fosse uma das centenas de mulheres enganadas pelo 'smooth operator'. Naquele mesmo ano a música daria um gás decisivo para a vitória do Sade na categoria Artista Revelação do Grammy de 1985. Esse é o tipo de canção que sobrevive bravamente ao teste do tempo e continua significativa em qualquer momento que for escutada, ou seja, clássica!
LINK 1: 4shared
LINK 2: Mediafire
Especialmente pra você, que adorou o show no Rock In Rio, mas nunca teve a oportunidade de se aprofundar no som que o Maroon 5 faz. A coletânea inclui desde os primeiros hits como Sunday Morning e This Love às mais recentes, a exemplo da grudenta Moves Like Jagger. Enjoy :)01. "Moves Like Jagger (Feat. Christina Aguilera)"
02. "Wake Up, Call"
03. "Give A Little More"
04. "She Will Be Loved"
05. "Makes Me Wonder"
06. "This Love"
07. "Never Gonna Leave This Bed"
08. "Won't Go Home Without You"
09. "If I Never See Your Face Again (Feat. Rihanna)"
10. "Misery"
11. "Stutter"
12. "Sunday Morning"
13. "Goodnight Goodnight"
14. "Harder To Breathe"
LINK ÚNICO: 4shared