Foto: DivulgaçãoA banda britânica de rock alternativo, Coldplay, anunciou, nesta sexta-feira, através de seu site oficial, o cancelamento da turnê pela América Latina, que incluiria dois shows no Brasil.
No comunicado feito apenas três dias após a confirmação das apresentações da banda no país, o grupo pede desculpas aos fãs, mas não revela o motivo do adiamento.
"Com muita tristeza nós fomos forçados a adiar a nossa recém-anunciada tour na América Latina devido a circunstâncias inesperadas. Pedimos desculpas a todos que estavam esperando pelos shows e torcemos para que novas datas sejam anunciadas em breve", diz a nota.
A venda de ingressos para os shows no Brasil estava prevista para começar na próxima semana. Essa seria a quinta vez do grupo no Brasil.


Gene Simmons, Tommy Thayer e Paul Stanley, ao vivo, em 2010: line-up volta ao Brasil após três anos. Foto: Getty Images
Gene Simmons, Tommy Thayer e Paul Stanley, ao vivo, em 2010: line-up volta ao Brasil após três anos

No início da década de 1970, quando o Reino Unido já havia se firmado como o grande berço dos grandes grupos de rock mundial, surgia nos EUA uma banda diferente de todas os outras. Mistério e pirotecnia se aliavam a temáticas de amor e de adolescência rebelde em uma mistura que tornou um quarteto um dos mais enigmáticos, populares e lucrativos da história do rock. Nascia, na cidade de Nova York, a banda Kiss, que retorna ao Brasil, pela quinta vez, nesta semana, para shows em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. 
Fundado em 1973 por Paul Stanley (guitarra e vocal), Gene Simmons (baixo e vocal), Peter Criss (bateria) - os três até então integrantes do Wicked Lester - e Ace Frehley (guitarra solo), o Kiss buscou desde sempre a fama de uma forma diferente. Para chamar a atenção para suas canções joviais, com temáticas como amor, sexo e rebeldia, o grupo criou personagens para cada um de seus membros, com pinturas faciais e vestimentas características. Eram eles The Starchild (Stanley), The Demon (Simmons), The Spaceman (Frehley) e The Catman (Criss). Logo, em novembro daquele ano, o quarteto chamou a atenção do executivo Neil Bogart, recém-fundador do selo Casablanca Records, que assinou um contrato com os músicos.
No entanto, apesar de Kiss, o primeiro trabalho de estúdio, de 1974, ter trazido em seu play-list canções que viriam a se tornar hits absolutos do rock, como Strutter e Deuce, o sucesso não veio da forma rápida como era esperada. O mesmo ocorreria com seus sucessores, Hotter than Hell (1974) e Dressed to Kill (1975), que não conseguiram posições de destaque nas paradas de sucesso norte-americanas. Sem um nome de peso em seu casting, a Casablanca Records se afundava em dívidas, e, mesmo com apenas alguns meses de vida, já se encontrava à beira da falência.
Mas a grande virada estaria por vir. Bogart logo percebeu que, enquanto os discos do quarteto custavam a vender, suas apresentações ao vivo estavam sempre cheias. A solução era simples: produzir um disco ao vivo que conseguisse transmitir ao fã, por meio de seu toca-discos, toda a energia de um show do grupo, incluindo o barulho do público, as explosões e os gritos do carismático Paul Stanley. Alive! chegou às lojas dos EUA em setembro de 1975, atingiu a oitava colocação das paradas de sucesso do país e logo conquistou o certificado de Disco de Ouro por ali. Enfim o Kiss ganhava relevância e, sua gravadora, sobrevida no mercado.
Auge
Foi a partir daí que o Kiss começou a se mostrar capaz de se tornar um caça-níqueis da música mundial. Meses depois do lançamento de Alive!, o quarteto lançou, em 1976 e 1977, três imensos sucessos de sua discografia:DestroyerRock and Rol Over e Love Gun - todos certificados com Disco de Platina nos EUA. O slogan "a banda mais quente do mundo", bradado desde o início da carreira em todas as suas apresentações, começava a fazer sentido. A segunda compilação de suas canções ao vivo, Alive II, que também trazia algumas músicas inéditas, seguiu o mesmo percurso, vendendo mais de 2 milhões de cópias somente nos EUA.
O Kiss inaugurou uma nova era para os grandes shows. Com pirotecnia, fogos e muita teatralidade, o quarteto logo viu a aliança perfeita entre seus hits rock´n´roll e sua misteriosa e característica imagem. Passaram a brotar participações do grupo em especiais de televisão e uma série de produtos atrelados a ele, como revistas em quadrinhos, bonecos, fantasias e até um longa-metragem - Kiss Meets the Phantom of the Park, produção filmada em um parque de diversões californiano, na qual os integrantes do quarteto interpretavam a si próprios, mas como super-heróis. Uma pesquisa conduzida pela Gallop Poll, em 1977, elegeu a banda a mais popular dos EUA.
Com quatro trabalhos certificados com Discos de Platina em um período de dois anos, a banda logo partiria para um projeto ambicioso. Em 1978, Stanley, Simmons, Frehley e Criss lançaram, cada um, na mesma data, seus primeiros álbuns solo, todos com capas semelhantes, em que apareciam desenhados individualmente com suas respectivas máscaras, e com o logotipo do Kiss cravado no canto superior esquerdo. Mais uma vez, os quatro levaram platina. No entanto, era o começo da derrocada do grupo. Lançado em 1978, Dinasty foi o último disco da banda a figurar entre os top 10 das paradas norte-americanas em muito tempo - algo que só viria a se repetir em 1992, com Revenge. Apesar da boa vendagem, alavancada principalmente pelo sucesso da canção I Was Made for Loving You, o trabalho foi mal recebido pela crítica e, a despeito da duração de sua turnê, a com mais datas do grupo até então, o giro não foi bem-sucedido, tendo uma série de shows cancelados.
Além disso, o baterista Peter Criss, que praticamente nada gravou para o álbum devido a um acidente de carro, começava a se mostrar desinteressado pelo grupo. E sua técnica parecia a cada dia menos apurada. Tais fatos o levaram a ser demitido do Kiss ao fim do giro, sendo substituído por Eric Carr, que também assumiu uma nova máscara na banda, a da raposa (The Fox).
A crise se manteve. Em 1982, insatisfeito com os rumos tomados pelo quarteto, principalmente devido aos fracassados Unmasked e Music from the Elder, lançados em 1980 e 1981, Frehley abandonou o Kiss. Pela primeira vez, o grupo que havia se tornado o mais popular dos EUA se via apenas com seus dois idealizadores no line-up. E, também pela primeira vez, se via na urgência de reinventar-se totalmente, a fim de se manter relevante no mundo da música.
Uma nova fase
O mundo ainda desconhecia os rostos por baixo das pinturas. Nas chegadas a eventos, shows e mesmo caminhando pelas ruas, os integrantes do Kiss insistiam em manter no ar o mistério de suas faces, andando sempre disfarçados, sem revelá-las ao público. A última turnê mascarada se deu entre os anos de 1982 e 1983, quando o grupo fez sua estreia em território brasileiro, trazendo como novidade um novo guitarrista, Vinnie Vincent, na pele do personagem guerreiro Ankh, símbolo do antigo egípcio. Em 1983, no entanto, após o giro do pesado Creatures of the Night, os músicos finalmente mostravam seus rostos, na capa de Lick it Up. Tinha ínício uma nova fase, com um hard rock mais moldado àquele que fazia cada vez mais sucesso nos EUA e um visual glam.
Apesar de os quatro trabalhos seguintes - Animalize (1984), Asylum (1985), Crazy Nights (1987) e Hot in the Shade (1989) - terem conseguido, todos, ao menos um certificado de Disco de Ouro em território norte-americano, o Kiss claramente não era mais a banda de outrora. Com mais duas trocas de line-up - Mark St. John no lugar de Vincent, em 1984, e, posteriormente, Bruce Kulick assumindo seu posto, no mesmo ano -, o quarteto viu a figura de Gene Simmons, cada vez mais preocupado com projetos fora da música, perder espaço e a de Paul Stanley, logo alçado ao status de sex-symbol, ganhar mais e mais força como frontman.
Mas, em 1991, veio a tragédia. Após dez anos sob o comando das baquetas do quarteto, Eric Carr morreu, em 24 de novembro, mesmo dia do falecimento de Freddie Mercury, do Queen, de hemorragia cerebral, aos 41 anos de idade. O óbito veio durante as gravações deRevenge, após meses de luta do músico contra um câncer. Stanley e Simmons, no entanto, optaram por dar prosseguimento aos planos da banda, e Eric Singer, cujo currículo incluía nomes como Alice Cooper, o substituiu e finalizou o trabalho.
Retorno ao auge
Em agosto de 1995, Peter Criss e Ace Frehley foram convidados para participar das gravações do Acústico MTV. Apesar de ter lançado, no ano seguinte, Carnival of Souls, disco que já estava pronto desde 1994, com Kulick e Singer no line-up , era o início da reunião. No dia 28 de fevereiro de 1996, Simmons, Stanley, Criss e Frehley apareceram pela primeira vez lado a lado e mascarados após mais de 15 anos, na 38ª edição dos prêmios Grammy. Em junho, a formação original do grupo iniciava sua primeira turnê desde 1978, que contou com 192 shows em 11 meses, com lucros de mais de US$ 40 milhões no período. O espetáculo de abertura daReunion Tour teve seus 40 mil ingressos esgotados em apenas 40 minutos.
Três anos depois, o que os fãs mais aguardavam se tornava realidade. Após 20 anos, o line-up que tornou o nome do Kiss um dos maiores da história do rock voltou a lançar um trabalho de inéditas. Psycho Circus, contudo, foi envolto em controvérsias. Boatos de que os integrantes do grupo sequer teriam gravado seus instrumentos, rumor que atingiu também a performance de palco do quarteto, proliferaram. Frehley e Criss continuavam a causar problemas pela falta de dedicação e excesso de álcool/drogas durante as turnês. No entanto, o gigantismo do show 3D, o primeiro da história da música, ofuscou tudo isso, e a banda permaneceu no topo.
Todo o aspecto mercadológico do Kiss voltava com tudo. Histórias em quadrinhos, dezenas de séries de bonecos de ação (action figures), camisinhas, livros, DVDs comemorativos e até um caixão, o Kiss Kasket, geravam aos músicos mais lucros do que nunca. Mas a reunião não durou. Logo, em 2001, Criss foi substituído por Eric Singer. Um ano depois foi a vez de Frehley, tendo o seu posto ocupado por Tommy Thayer.
De volta ao estúdio
As turnês prosseguiam, apresentando repertórios compostos apenas por clássicos ou celebrando datas especiais - como a Alive 35 Tour, que passou pelo Brasil. Mas dez anos se passaram desde o lançamento dePsycho Circus e nada de novos discos de estúdio. Enfim, em 2008, a banda, já envolta há anos em rumores de que poderia até encerrar sua carreira, trouxe um trabalho de inéditas aos fãs. E Sonic Boom foi um grande sucesso.
O disco chegou ao topo da Billboard 200, principal ranking da música norte-americana, e, apesar de não ter recebido críticas sempre positivas, deu um novo gás à banda. "O propósito deste álbum não é deixar as pessoas saberem que ainda estamos por aí, é deixá-las sabendo que ainda conseguimos bater em qualquer um que está por aí", disse Stanley na ocasião do lançamento do trabalho.
Em abril de 2012, um novo disco, o 20º do quarteto - e o segundo em um espaço de apenas três anos: Monster. E é esse disco, talvez o melhor do Kiss dos últimos 20 anos, que a banda promove em três shows no Brasil nesta semana. Com agenda já cumprida em Porto Alegre, Buenos Aires, Assunção e Santiago, o giro sul-americano será encerrado no domingo (18), na HSBC Arena, no Rio de Janeiro.


O Google estreou nesta quinta-feira (8) mais um de seus projetos para mostrar os recursos do navegador Chrome. Batizado de Jam With Chrome , o site permite que o internauta toque um instrumento musical e convide mais três amigos para tocar música.
Logo ao entrar no Jam With Chrome, o internauta escolhe seu instrumento favorito. É possível escolher entre vários tipos de bateria, violão, guitarra, baixo e teclado. Todos eles têm uma versão para iniciantes, que permite escolher entre alguns tipos de ritmos já configurados.

Reprodução
Jam WIth Chrome permite montar banda com amigos


Quem tem algum conhecimento musical pode optar pela versão avançada dos instrumentos. Ela permite usar o teclado do computador para ter controle total sobre o instrumento escolhido. 
O internauta pode ainda convidar até três amigos para tocar músicas de forma conjunta. O site ainda está em fase de testes e o desempenho pode variar, dependendo da velocidade da conexão à internet e da configuração da máquina do usuário. 


Artista: Coldplay
Álbum: Live 2012
Gravadora: Parlophone
Gênero: Britpop, Piano Rock, Pop-Rock, Live
Lançamento: 2012
N° de Faixas: 15
Qualidade: VBR~280 Kbps
Tamanho: 128 Mb


Tracklist:
01. Mylo Xyloto
02. Hurts Like Heaven
03. In My Place
04. Major Minus
05. Yellow
06. God Put A Smile Upon Your Face
07. Princess Of China
08. Up In Flames
09. Viva La Vida
10. Charlie Brown
11. Paradise
12. Us Against The World
13. Clocks
14. Fix You
15. Every Teardrop Is A Waterfall


Muito já se falou sobre as farpas trocadas por @LadyGaga e @MDNA. Mas, no fim das contas, o melhor lugar para as rivais resolverem suas diferenças é o palco. E a batalha começa nesta sexta-feira (9), quando Gaga estreia no Rio.

O G1 assistiu aos shows das duas popstars antes que elas dessem o ar da graça por aqui. Em Milão, na Itália, Madonna foi além de stripteases e tiros para o alto e em San Juan, em Porto Rico, Gaga mostrou potência no gogó e algum blablablá.

Se você só tem verba para acompanhar um grande show pop neste fim de 2012, a escolha pode ser pautada com a leitura dos dez itens abaixo. Qual a idade média da plateia e quais as atrações de abertura? E o que dizer de cenários, dos figurinos, das coreografias e da presença de músicas não tão conhecidas? Veja as respostas abaixo:

  
Fala muito
Uma das características notáveis de Gaga é sua proximidade com os fãs. Para mostrar isso, ela fala muito entre uma música e outra. Ela agradece por terem comprado ingresso (veja no YouTube) e cada falatório dura até cinco minutos. Há papos em que defende minorias, falas sobre a liberdade de expressão e os tempos difíceis em Nova York antes de virar uma estrela pop. Grande parte dos discursos, porém, parece ensaiada demais.

Fala pouco
As falas de Madonna entre as músicas são menos comuns e assim tudo fica bem menos truncado nas apresentações da MDNA Tour. Há poucos discursinhos ensaiados. Nas pausas, a opção é por frases pontuais e levemente autoirônicas como "é muito bom estar sentada agora", dita após frenética coreografia. "Se vocês quiserem e souberem, podem cantar. Ou eu vou aí chutar a bunda de vocês", ameaça rindo, em Milão.


 Nascida da vagina
Dois momentos são marcantes no show de Gaga. O primeiro acontece quando ela sai de uma vagina inflável gigante em “Born this way” (veja no YouTube), logo no começo. Outro bom momento está mais para o final da apresentação, quando a cantora convoca fãs da plateia para subir ao palco e participar da execução de canções.

Atira para todos os lados
As coreografias em que Madonna segura um revólver e simula matar seus dançarinos está entre os bons momentos do show. É tiro para todo lado, mas não suficiente para matar os 22 profissionais que dividem o palco com a cantora. Fique de olho em "Gang bang".


Monstrinhos fantasiados
O público de Lady Gaga é formado por muitos adolescentes, com meninas e gays na maioria. Parte dos fãs, chamados por ela de “monstrinhos”, gosta de se maquiar e usar figurinos ousados e chamativos, imitando o estilo exótico da cantora.

Trintões devotos
A plateia é mais velha: cheia de trintões e quarentões. Gays empunham bandeiras do movimento LGBT e acompanham tudo com gritinhos. Poucos têm menos de 18 anos. Quase ninguém está fantasiado. São incontáveis as camisetas estampadas com as mais diferentes fases da popstar.

Castelo de Grayskull
Gaga parece não ter medo de se aproximar do brega quando o assunto é seu cenário. O castelo móvel – que abre, fecha e se movimenta dependendo de ocasião – é o centro das atenções do espetáculo. A cantora também usa bem o cenário, caminhando por seus vários andares e utilizando seus quatro cantos. Outros notável elemento do show é a moto “dirigida” por Gaga em uma das músicas.

Telões e plataformas
Os telões e as projeções são comparáveis aos do muro de Roger Waters. Não há muitas alegorias e firulas: a breguice passa longe do palco da cantora. Outros destaques são plataformas móveis que sobem e descem.


Do vestido de carne ao sutiã com armas
São realmente surpreendentes os figurinos de Gaga durante o show. Ela usa em torno de 18 ousadas, grandiosas e marcantes roupas na apresentação, entre elas o famoso “vestido de carne” (veja no YouTube) e o sutiã com armas. Também impressiona a rapidez com que Gaga troca de roupa.

Tudo de marca e nada comprado em açougue
O look com o qual Madonna foi mais fotografada em 2012 foi a roupa de líder de torcida. Mas não é só isso. Se você piscar, vai perder uma das peças de Jean-Paul Gaultier (o sutiã cone estará lá), Jeremy Scott, Alexander Wang Prada, MiuMiu, Dolce&Gabbana e J. Brand. No armário da equipe, constam mais de 700 pares de sapato.


Gaga satânica
A cantora americana enfrentou muitos protestos durante a passagem de sua turnê pela Ásia. Apesar de muita reclamação por parte de conservadores na Coreia do Sul, ela conseguiu fazer seu show. Na Tailândia, por exemplo, Gaga foi denunciada por entrar no palco com uma moto que trazia a bandeira do país, e nas Filipinas teve de lidar com protestos de grupos cristãos que a chamaram de anticristã. Por fim, após ameaças de grupos fundamentalistas, a “satânica” Gaga cancelou seu show na Indonésia.

Madonna política
Virou moda xingar Madonna durante esta turnê, mas a reação mais polêmica em shows veio em Paris, em julho. A apresentação durou apenas 45 minutos e houve quem decidiu vaiar a moça no final. Madonna ainda usou vídeo com imagem de uma suástica em Marine Le Pen, do principal partido francês de extrema-direita, a Frente Nacional (FN). Depois, trocou símbolo nazista por ponto de interrogação.


 Lady gogó
Apesar de não ter fama, Lady Gaga canta para valer em boa parte do show. Sua voz soa como a que ouvimos em seus discos, sem truques – e, mesmo com as danças, ela não sai do ritmo. A americana dispensa a banda em uma faixa para executá-la apenas ao piano enquanto conversa com os fãs. Veja a performance em vídeo no YouTube.

Como um acústico
Já na segunda metade da apresentação, a cantora dispensa dançarinos e dá folga para projeções. Em versão irreconhecível para desavisados, dá novo sentido para o sucesso "Like a virgin". A moça canta acompanhada só por pianista. Veja vídeo da performance em show na Polônia, gravado por fã.

Darnkness abre para Gaga e Will.i.am canta antes de Madonna (Foto: Divulgação e Reuters)

Picaretagem e diversão
Embora a performática DJ Lady Starlight (que é amiga de Gaga) tenha uma das piores apresentações dos últimos tempos, o grupo britânico Darkness é definitivamente uma ótima escolha para abrir o show da cantora (ouça músicas do grupo). A banda de rock é divertida e, justamente por não ter nada a ver com o som da estrela pop, agrada ao público com muita empolgação em cima do palco.

Will.i.am, de novo
Na turnê europeia, foi o DJ francês Martin Solveig o escalado para tocar antes da loira. Versado em electro, o produtor do disco mais recente de Madonna toca set bem farofeiro. Aqui no Brasil, o eleito é Will.i.am, vocalista do Black Eyed Peas, banda que já veio seis vezes ao Brasil. Na última vez, no SWU, cantou três músicas do Jorge Ben Jor e transformou o festival paulista de pop rock em uma festinha.


Quase 'pudica'
Dá para dizer que Gaga não mostra muito o corpo durante o show, especialmente por conta de seus figurinos. Até mesmo sua cara, de vez em quando, fica coberta ao vivo. Dependendo do traje, ela deixa parte das pernas e braços à mostra, mas raramente aparece com um decote mais ousado.

Magic Magde
"Human nature" é a trilha para os stripteases mais comentados desta MDNA Tour. Em shows anteriores, ela já mostrou calcinha, costas (às vezes com alguma mensagem especial grafada), seio e bumbum. Veja vídeo no YouTube do momento em que ela mostra seio durante show na Turquia, gravado por fã.


Artista: VA
Álbum: Passione A Christmas Collection
Gravadora: Sony Owned
Gênero: Disco, Pop, Classical
Lançamento: 02-11-2012
Qualidade: 256 Kbps/Joint Stereo/44100Hz
N° de Faixas: 20
Duração: 01:18:30 Min
Tamanho: 130 Mb



Tracklist:
01. Il Divo – Amazing Grace 04:30
02. Celine Dion – Happy Xmas (War Is Over) 04:15
03. Jose Carreras / Placido Domingo / Luciano Pavarotti – White Christmas 02:46
04. Ann-Mette Elten – Oh Come All Ye Faithful 04:47
05. Paul Potts – Ave Maria 04:41
06. Placido Domingo & Luciano Pavarotti – Cantique De Nцel (O Holy Night) 03:51
07. Sissel Kyrkjebш – Hark! The Herald Angels Sing 03:59
08. Michael Bolton – Have Yourself A Merry Little Christmas 04:00
09. Loenard Bernstein & New York Philharmonic – The Twelve Days Of Christmas 05:05
10. The Priests – Silent Night 03:49
11. Stig Rossen – Nu Tжndes 1000 Julelys 03:50
12. Susan Boyle – How Great Thou Art 03:12
13. Placido Domingo & Die Wiener Sdngerknaben – Panis Angelicus 04:52
14. Westlife – You Raise Me Up 04:01
15. Mario Lanza & Paul Baron – The First Noel 04:05
16. Jose Carreras & Placido Domingo – Carol Of The Drum (The Little Drummer Boy) 03:02
17. Sarah Mclachlan – Wintersong 03:30
18. Anne Linnet – Lille Messias 05:03
19. Mario Frangoulis & Ggeorge Misalidis – Santa Lucia 03:09
20. Leonard Bernstein & New York Philharmonic – Overture, Allegro Giusto 01:52


Vocalista da banda Eva há 10 anos, Saulo Fernandes confirmou em entrevista à repórter Wanda Chase da TV Bahia, afiliada da Globo no estado, sua saída do grupo.

"É, verdade Wandinha", diz o músico ao ser perguntado sobre a ausência na banda a partir de 2013.    
A saída do músico vai ser oficializada na noite desta quarta-feira (7), durante um show da banda Eva, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador.

No dia 17 de outubro, em entrevista, Saulo hesitou e disse que preferia não comentar o boato sobre sua saída. "Por questões éticas, eu prefiro não falar sobre esse assunto nesse momento. De antemão, quero dizer que minha relação com o Eva é maravilhosa. Não tem essa mentirada toda que está rolando. Está tudo certo, não quero falar sobre isso e no momento certo vou falar", afirmou o músico.

Os rumores de que o músico deixaria a banda se intensificaram no dia anterior, depois da jornalista Wanda Chase comentar o assunto no jornal Bahia Meio Dia, da TV Bahia.

"Na verdade, sempre quando termina um carnaval, isso há uns três anos, e depois do Fortal isso ficou muito mais forte, se comenta essa saída do Saulo. Só que agora tem um detalhe importante porque algumas pessoas foram sondadas para substituir Saulo na banda Eva. Uma dessas artistas foi Ana Mammeto. Agora se comenta que Felipe Pezzoni, da banda Mil Verões, iria substituir Saulo na banda Eva. Nada confirmado", disse a jornalista.

“Esse cara sou eu” colocou Roberto Carlos no topo das paradas antes mesmo do lançamento. Só com encomendas do iTunes no Brasil, o EP com quatro músicas lidera o ranking de vendas da loja desde a semana passada. O álbum foi finalmente lançado nesta terça-feira (6). O sucesso precoce do disco pode ser explicado pela combinação de Roberto Carlos e novelas.

Entre as quatro faixas estão as inéditas "Esse cara sou eu" e “Furdúncio”, da trilha da novela “Salve Jorge”. Também entraram “A volta” (trilha de “América”) e “A mulher que eu amo” (de “Viver a vida”). Elas estão na lista feita pelo G1, abaixo, com dez canções que embalaram romances na TV.

Não entraram nesta seleção as faixas em que ele se aventurou em outras línguas: "Mujer", de “Lua Cheia de Amor”, "Canzone per Te" de “Terra Nostra” e "Abrazame Asi", de “Por Amor”. Por outro lado, couberam duas interpretações marcantes de suas composições por outros artistas em novelas homônimas: “Fera ferida”, com Maria Bethânia, e “O bofe”, com Osmar Milito. A trama de 1972 teve trilha sonora de luxo, toda composta por Roberto e Erasmo Carlos. 

E quem não se contenta em ter Roberto em novelas ainda ganhou recente "bis": várias faixas do cantor, como "A distância", "Como vai você" e "Eu te amo, eu te amo, eu te amo", embalam as cenas da minissérie "Suburbia".

 "Esse cara sou eu" - "Salve Jorge" (2012)


A nova música que embala o novo romance entre a garota do Alemão Morena (Nanda Costa) e o capitão de cavalaria (Théo) era aguardada: o cantor não lança novo álbum de inéditas desde 2003. A novidade veio em dobro com "Furdúncio" (ouça), funk melody com o antigo parceiro Erasmo Carlos, também na trilha da novela. Veja a letra e ouça "Esse cara sou eu", com Roberto Carlos. 


“A mulher que eu amo” – “Viver A Vida” (2009)


Apenas com piano e cordas, Roberto canta: “A mulher que eu amo tem a pele morena, é bonita é pequena e me ama também”. O romance de Helena (Taís Araújo) com o empresário Marcos (José Mayer), casal principal da trama de Manoel Carlos, ficou mais suave na voz dele. Veja a letra e ouça "A mulher que eu amo", com Roberto Carlos. 


"A volta" – “América” (2005)


A música já gravada por Os Vips nos anos 60 ganhou arranjo “velha guarda” no disco de 2005 de Roberto. Ao som de “A volta” o deficiente visual Jatobá (Marcos Frota) buscava reatar caso com a advogada Vera (Totia Meirelles). Ele alcançou o objetivo em cena, em pleno show do cantor. Veja a letra e ouça "A volta", com Roberto Carlos. 


"Índia" – “Alma gêmea” (2005)


Enquanto a novela das 21h tinha “A volta”, a das 18h que estreou naquele ano teve a clássica guarânia “Índia”, do mesmo álbum de regravações de Roberto, de 2005. Acompanhava a bela mocinha criada por índios Serena (Priscila Fantin), para suspiros de Rafael (Eduardo Moscovis). Veja a letra e ouça "Índia", com Roberto Carlos. 


“Tanta solidão” – “Tropicaliente” (1994)


No meio da trilha quente da novela praiana, Roberto dava toque romântico às cenas com Açucena (Carolina Dieckman, em papel que a destacou), com a música composta pelo veterano de novelas Marcos e Paulo Sérgio Valle, com Mauro Motta. Veja a letra e ouça "Tanta solidão", com Roberto Carlos.


"Dito e feito" – Renascer (1993)


A música do disco do ano anterior de Roberto segue a mudança da personagem Dona Patroa (Eliane Giardini), de sofrida e submissa mulher do coronel Teodoro (Herson Capri) à separada e livre Yolanda, que vive caso com o velho Rachid (Luiz Carlos Aruntin).  Veja a letra e ouça "Dito e feito", com Roberto Carlos. 


"Pergunte pro seu coração" - Pedra Sobre Pedra (1992)


Composição de Sullivan e Massadas, era uma das músicas-tema dos adversários políticos e parceiros amorosos Leonardo Pontes (Maurício Mattar) e Marina Batista (Adriana Esteves, 20 anos antes da Carminha de “Avenida Brasil”), junto com “Outono”, de Djavan. Veja a letra e ouça "Pergunte pro seu coração", com Roberto Carlos. 


“Fera ferida” (com Maria Bethânia) – “Fera ferida” (1993)


 Não estava na voz de Roberto, mas tem sua assinatura com Erasmo. A música de 1983 rendeu abertura marcante à novela homônima dez anos depois. A letra sobre mágoa e vingança se misturou como mágica na trama de desforra do alquimista Raimundo Flamel (Edson Celulari). Veja a letra e ouça "Fera ferida", com Maria Bethânia e com Roberto Carlos.

"Super-herói" – “O dono do mundo” (1991)


No romance com Stella (Gloria Pires), o jornalista Rodolfo (Kadu Moliterno) fazia “plantão” romântico: “Quando você precisar, alguma coisa de mim, é só me telefonar que eu irei correndo”. Os versos são da balada também registrada no disco de 1991 de Roberto. Veja a letra e ouça "Super-herói", de Roberto Carlos. 

"O bofe" (com Osmar Milito e Quarteto Forma) – “O bofe” (1972)



  Esta música de abertura não tem a voz do “rei”, mas foi assinada por Roberto e Erasmo, assim como as outras 11 faixas inéditas da comédia “O bofe”. A trilha especial teve faixas para Elza Soares (“Rainha da roda”), Os Vips (“Grego só”) e Nelson Motta (“Madame sabe tudo”). Veja a letra e ouça "O Bofe", de Roberto e Erasmo, com Osmar Milito e Quarteto Forma.

O ministério sul-coreano da Cultura concederá uma das mais importantes condecorações do país ao cantor Psy, autor do hit mundial "Gangnam style" e do videoclipe visto por milhões de pessoas na internet.

Park Jae-Sang, conhecido pelo nome artístico, receberá a medalha da Ordem Okgwan do mérito cultural por "serviços excepcionais", anunciou o ministério. "Psy foi escolhido não apenas por sua carreira como artista, mas também por ter tornado famoso o bairro de Gangnam, aumentado o interesse mundial pela Coreia do Sul", afirmou à AFP uma fonte do ministério.

O cantor, 34 anos, conquistou milhões de pessoas em todo o mundo com a canção satírica "Gangnam style", uma paródia da boa vida dos ricos de Gagnam, o bairro elegante de Seul. Desde o lançamento em 15 de julho, o videoclipe, no qual o cantor executa uma coreografia divertida ao som da música techno-pop, foi visto 655 milhões de vezes no Youtube.

A canção está no topo das paradas em vários países, como Grã-Bretanha e Austrália, e há seis semanas está em segundo lugar nos Estados Unidos. Habitualmente, a Coreia do Sul apoia todo tipo de exportação, inclusive na área cultural.

O diretor Kim Ki-Duk, que recebeu este ano o Leão de Ouro no Festival de Veneza pelo filme "Pietá", receberá a Ordem Eungwan do mérito cultural, prêmio superior ao atribuído a Psy na hierarquia das recompensas.


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