Lançada no exterior neste mês de novembro de 2009, mas ainda indisponível no Brasil, a inédita compilação dupla The Ultimate Bee Gees (Rhino Records) rebobina 40 hits do trio forçosamente dissolvido em 2003 com a morte de Maurice Gibb. Embora nova, a coletânea apresenta seleção quase idêntica à do best of duplo Their Greatest Hits - The Record, editado em 2001 pela Polydor. Os atrativos seriam a nova remasterização - superior às anteriores, de acordo com a opinião de fãs que já compraram The Ultimate Bee Gees - e o texto de Tim Rice que historia e analisa a trajetória dos irmãos Gibb, autores e intérpretes de hits que marcaram muitas gerações.
 

Nas lojas a partir de 1º de dezembro de 2009, com distribuição da EMI Music, a Deluxe Edition do quarto álbum de Norah Jones, The Fall, inclui EP com com seis músicas gravadas ao vivo em show realizado pela cantora no The Living Room, em Nova York (EUA), em 4 de setembro. Das seis músicas, três - It's Gonna Be, Waiting e You've Ruined me - já fazem parte do repertório de inéditas gravado por Norah em The Fall. A novidade está nas outras três faixas. Trata-se de covers dos repertórios de Johnny Cash (1932 - 2003) - Cry Cry Cry - e dos grupos The Kinks (Strangers) e Wilco (Jesus Etc.). E não vai ser preciso importar: a Deluxe Edition de The Fall com o EP está sendo lançada no Brasil.

Artista: Kleiton & Kledir
Álbum: Autorretrato
Gênero: MPB
Lançamento: 2009
Gravadora: Som Livre
Tamanho: 46 Mb
Formato: MP3
Qualidade: VBR Kbps

Dupla formada por irmãos gaúchos de Pelotas que começaram a tocar e cantar no grupo Almôndegas, com quem gravaram quatro discos na segunda metade dos anos 70. No final da década o Almôndegas se dissolveu e Kleiton e Kledir Alves Ramil decidiram seguir carreira em dupla.

Os irmãos gaúchos gravaram um CD recheado de ótimas canções – onde contam histórias deliciosas e transformam cada música em uma viagem de um universo próprio. Autorretrato, a canção título, é uma conversa entre dois amigos, onde cada um abre o coração e revela seus segredos.

Tracklist:

01. A Dança do Sol e da Lua
02. Polca Loca
03. Estrela Cadente
04. Só Liguei
05. História de Amor
06. Autorretrato
07. Pelotas
08. Eva
09. Na Correnteza do Rio
10. O Tempo Voa
11. Ao Sabor do Vento
12. Só pra Te Ver
13. Tudo Eu

 
Artista: Simply Red
Álbum: Live In Cuba
Gênero: Pop / Funk / Soul
N° de Faixas: 20
Qualidade: VBR Kbps
Tamanho: 150.48 Mb

Tracklist:

CD1:

01. Something Got Me Started 3:45
02. If You Don't Know Me By Now 3:42
03. Stars 4:22
04. So Beautiful 4:43
05. Sunrise 3:36
06. Smile 3:19
07. Love Fire 4:15
08. The Right Thing 4:39
09. Home 3:46
10. It's Only Love 4:3

CD2:

01. Fairground 6:07
02. Your Mirror 4:23
03. Holding Back The Years 4:30
04. Sad Old Red 6:28
05. A Song For You 4:12
06. For Your Babies 4:30
07. More 4:18
08. Come To My Aid 4:31
09. Perfect Love 4:44
10. Money's Too Tight To Mention 6:04

 
Artista: Grupo Especial Rio De Janeiro
Álbum: Sambas de Enredo 2010
Gênero: Samba Enredo
Lançamento: 2009
Tamanho: 62 mb
Formato: MP3
Qualidade: VBR kbps

O samba-enredo, também chamada de samba de enredo, é um sub-gênero do samba moderno, surgido no Rio de Janeiro na década de 1930, feito especificamente para o desfile de uma escola de samba.

Tracklist:

01. União da Ilha – Enredo: "Dom Quixote de La Mancha, o Cavaleiro dos Sonhos Impossíveis"
02. Imperatriz – Enredo: "Brasil de todos os Deuses"
03. Unidos da Tijuca – Enredo: "É Segredo!"
04. Viradouro – Enredo: "México, o Paraíso das Cores, sob o Signo do Sol"
05. Salgueiro – Enredo: "Histórias Sem Fim"
06. Beija-flor – Enredo: "Brilhante ao sol do novo mundo, Brasília do sonho à realidade, a capital da esperança"
07. Mocidade Independente – Enredo: "Do paraíso de Deus ao paraíso da loucura, cada um sabe o que procura"
08. Porto da Pedra – Enredo: "Com que roupa… Eu vou? Pro samba que você me convidou"
09. Portela – Enredo: "Derrubando fronteiras, conquistando a liberdade, o Rio de paz em estado de graça"
10. Grande Rio – Enredo: "Das Arquibancadas ao Camarote Nº1 Um "Grande Rio" de Emoção Na Apoteose do Seu Coração"
11. Vila Isabel – Enredo: "Nöel: A presença do poeta da Vila"
12. Mangueira – Enredo: "Mangueira é música do Brasil"

Banda americana é mais uma das várias que voltaram à ativa nos últimos meses

do R7
 

Divulgação-EMIFoto por Divulgação-EMI
Veja mais fotos de bandas que voltaram recentementeGraças ao sucesso de álbuns como Human Clay e Weathered, o quarteto americano Creed se tornou uma das mais bem-sucedidas bandas do rock americano

O Creed está de volta. Uma das bandas de rock mais populares entre 1996 e 2001, o quarteto americano comunicou sua separação em 2004, após uma briga entre o vocalista Scott Stapp e o guitarrista Mark Tremonti.

Nesse meio tempo, Stapp lançou um disco solo. Por sua vez, Tremonti montou o Alter Bridge ao lado de seus outros colegas de Creed, o baixista Brian Marshall e o baterista Scott Phillips. A repercussão desses trabalhos foi mediana.

Aí, ficou no ar o clima para uma reconciliação, que acabou ocorrendo há alguns meses. O encontro ocorreu em um hotel em Orlando, na Flórida (eles são de lá), e as arestas foram devidamente aparadas. Os velhos amigos, então, resolveram retomar o Creed.

Full Circle, o primeiro disco de estúdio após a reunião, acaba de chegar às lojas, e mantém o estilo pesado com refrões melódicos que marcou os CDs anteriores do quarteto americano. Stapp comemora a reunião.

-Tivemos uma oportunidade de estabelecer nossas vidas fora da banda, crescendo como homens em termos de responsabilidades de vida, cuidando de nossas mulheres e filhos. Nós todos temos um senso renovado de autoconfiança e segurança em nós mesmos.

Embora a sonoridade de Full Circle tenha muito a ver com o que eles já fizeram anteriormente, Scott Stapp faz questão de ressaltar o desejo de buscar novas sonoridades que a banda teve nesse retorno.

-Tudo o que somos e que costumávamos ser está enterrado e acabado. Somos tão apaixonados pela música que fazemos como sempre fomos, talvez mais. Queremos ir adiante e fazer discos cada vez melhores.

Dessa forma, o Creed se reúne a várias bandas que voltaram à ativa nos últimos tempos, após separações que muitos encaravam como definitivas.

O Faith No More é um exemplo clássico. A banda se manteve fora de cena durante onze anos. Mas Mike Patton e sua turma resolveram retomar as atividades, e estão fazendo shows bastante badalados.

No Brasil, foram destaque do festival Maquinária. Ainda não está previsto um disco de inéditas, mas uma coletânea marcando o retorno chegou às lojas há alguns meses.

Com a morte do cantor Lane Staley em 2002, o Alice In Chains parecia devidamente enterrado. O grupo americano, ponta de lança do movimento grunge dos anos 90 ao lado de Nirvana, Pearl Jam e Soundgarden, sumiu de cena.

Mas os músicos, entre os quais o ótimo guitarrista Jerry Cantrell, encontraram um novo vocalista, William DuVall, e resolveram retomar a carreira. Black Gives Way To Blue, lançado há poucas semanas, tem como surpresa a participação especial de Elton John.

No cenário do rock brasileiro, o retorno fica por conta dos Raimundos. Desde a saída do vocalista Rodolfo em 2000, a banda brasiliense entrou em franca decadência, e desapareceu dos holofotes.

Da formação original, sobraram Canisso (baixo) e Digão (vocal e guitarra). Agora, eles se tornaram novamente notícia ao anunciar shows tendo Tico Santa Cruz, do Detonautas, como seu vocalista. Essa parceria pode ser provisória ou até mesmo definitiva.

Álbum sairá até junho de 2010 e lançará cantora no mercado internacional

, do R7
Divulgação/Site oficial da Claudia LeitteFoto por Divulgação/Site oficial da Claudia Leitte
Claudia Leitte quer a cantora colombiana Shakira em seu próximo disco; o álbum - que ainda não tem nome definido - terá 14 faixas e já conta com uma música de trabalho, As Máscaras

Depois de encarar uma maratona de gravações na última quarta-feira (25), na Rede Record, em São Paulo, a cantora Claudia Leitte conversou com o R7. Durante o papo de cinco minutos e 55 segundos cronometrados pela assessora de imprensa da artista, a nova musa da axé music entregou detalhes de seu próximo disco e falou sobre os rumos de sua carreira.

O álbum, que ainda não ganhou nome e será lançado até o final do junho de 2010, já tem a primeira música de trabalho – As Máscaras – e contará com participações especiais.

Apesar de muito falante e receptiva, Claudinha não revelou os nomes dos artistas que estarão com ela na nova empreitada. Mas, deixou escapar que haverá dois homens – um gringo e um brasileiro – e não descartou uma possível parceria com a cantora colombiana Shakira.

– Não vou falar nada porque ainda não tenho nada fechado. O que posso dizer é que um dos caras é um cantor romântico e outro tem pegada eletrônica.

Além disso, a artista anunciou que o CD terá 14 faixas, como todos os seus discos anteriores, das quais seis já estão gravadas.

– Meu trabalho novo é todo fundamentado no samba. Vou usar a música eletrônica porque está em voga, faz parte da minha vida e eu curto.

A ex-vocalista do Babado Novo reiterou a intenção de seguir voo internacional. Para isso, a musa já domina o inglês e o espanhol.

– Na Sony [nova gravadora], a gente vai partir para a carreira internacional. Num primeiro momento, vamos para o México, Argentina e Uruguai. Depois, para tudo quanto é canto do mercado latino.

Apesar dessa sede, Claudia afirmou que não pensa em se reinventar musicalmente, ou seja, abandonar a axé music.

– Não deixo o axé nem a pau. Acabei de fechar um trio elétrico com o meu empresário que será uma coisa de louco para o Carnaval 2010. Sou a favor da fusão de ritmos, como usei a música eletrônica em Extravasa e Beijar Na Boca. Canto de tudo. Já fiquei 12 horas em cima do trio e isso me permite ir muito além da música baiana, mas não no sentido de abandonar o meu axé. Isso jamais. Misturo tudo porque eu estou a fim de fazer e vou aonde a música me leva. Tenho o pé, na verdade, o corpo inteiro na senzala.

Cansou? Pois ela não! Depois dessa rápida entrevista que se encerrou às 21h20, Claudia correu para um estúdio na capital paulista onde passaria mais três horas trabalhando seu mais novo "rebento".


www.baixeaquigratis.net
Baixar CD Padre Fábio de Melo – Iluminar

Este CD do Padre Fábio de Melo traz quinze músicas e participações especiais de Zezé Di Camargo, Roupa Nova, Elba Ramalho e André Leonno.

Faixas:

1. Incendeia Minha Alma
2. Abraço Eterno
3. No Meio de Nós – Part. Esp.: Zezé Di Camargo
4. Imagem e Semelhança
5. Jesus, Meu Deus Humano
6. Viver pra Mim É Cristo – Part. Esp.: André Leonno
7. Levanta-Te
8. Onde Está o Teu Irmão
9. Cores de Eucaristia
10. Maria e o Anjo – Part. Esp.: Elba Ramalho
11. Meu Deus Quis Assim
12. Iluminar
13. Motivos pra Recomeçar
14. Sim à Vida
15. Novo Tempo – Part. Esp.: Roupa Nova

MegaUpload – Download

 (para download clique no link acima aguarde 1 minuto e meio até que o download fique disponivel no fim da pagina)

 



 
Artista: Shakira Ft. Kid Cudi
Promo: Did It Again
Gravadora: Sony Music
Lançamento: 26-11-2009
Gênero: Club, Dance
N° de Faixas: 12
Duração: 59:07 min
Tamanho: 75,8 mb
Qualidade: MP3 | VBR kbps / 44,1kHz / Joint Stereo

Tracklist:

01. Shakira Ft. Kid Cudi – Did It Again (Benassi Remix)
02. Shakira Ft. Kid Cudi – Did It Again (Benassi Dub Remix)
03. Shakira Ft. Kid Cudi – Did It Again (Benassi Radio Remix)
04. Shakira Ft. Kid Cudi – Did It Again (Superchumbo Remix)
05. Shakira Ft. Kid Cudi – Did It Again (Superchumbo Dub Remix)
06. Shakira Ft. Kid Cudi – Did It Again (Superchumbo Radio Remix)
07. Shakira Ft. Kid Cudi – Did It Again (DJ Laz Extended Remix)
08. Shakira Ft. Kid Cudi – Did It Again (DJ Laz Dub Remix)
09. Shakira Ft. Kid Cudi – Did It Again (DJ Laz Radio Remix)
10. Shakira Ft. Kid Cudi – Did It Again (Main Version)
11. Shakira Ft. Kid Cudi – Did It Again (Album Version)
12. Shakira Ft. Kid Cudi – Did It Again (Spanish Version)

Banda de Angus Young faz um show previsível. E o estádio inteiro agradece

 do R7

    Keiny Andrade/AEFoto por Keiny Andrade/AE
Veja outras fotos da apresentação no MorumbiO guitarrista Angus Young vestiu seu tradicional uniforme colegial

Como o show foi em um estádio de futebol, fica mais fácil ainda recorrer a uma das máximas desse esporte: em time que está ganhando não se mexe. E o AC/DC, que segue ganhando fãs há 35 anos, não mexe mesmo. Cada turnê traz um show igualzinho a todos os outros, uma celebração furiosa e quase religiosa de rock and roll. Na noite de sexta-feira (27), a banda formada na Austrália por irmãos escoceses mostrou seu rock universal aos brasileiros. E 70 mil fãs saíram enlouquecidos do Morumbi, em São Paulo.

Angus Young, não tão "young" assim aos 54 anos, continua tocando como se ele, e não a guitarra, estivesse ligado na tomada. Em duas horas e cinco minutos de show, ele não parou um instante. Vestindo o eterno uniforme de estudante britânico de calças curtas, balançando a cabeça freneticamente e percorrendo o palco de um lado a outro com seu "passo de pato", aquele jeito de andar chutando uma perna para frente enquanto saltita apoiado na outra, Angus é o motor da banda. Figura diminuta, usando uma guitarra também pequena (Gibson SG, inseparável parceira), ele solta trovões das seis cordas. Vira um gigante nos telões absurdamente nítidos do cenário de alta tecnologia erguido no gramado.

Estrela tão brilhante, Angus usa o vocalista Brian Johnson como sua "escada" para brincadeiras de cena. Ex-motorista de caminhão que virou cantor de rock, Johnson está cada vez mais caminhoneiro e menos cantor. Quando ele entrou na banda, em 1980, sua voz já era parecida com os sons emitidos por uma galinha raivosa. Agora, aos 62 anos, a voz quase sumiu, mas tudo se perdoa num cara simpático que passa o show inteiro com a barriga apertada num colete de couro. Atrás deles, os outros três integrantes tocam quase estáticos, tão discretos como se quisessem se fundir ao cenário – inclusive Malcolm, irmão de Angus e outro guitarrista da banda.

Com os personagens queridos do público e um roteiro já conhecido e adorado, esse show único dessa turnê no Brasil, 12 anos depois da última visita do grupo, vem com um ótimo bônus. Black Ice, o álbum lançado pelo AC/DC em 2008, é uma paulada roqueira. Dentro do estilo bruto e sem sutilezas da banda, é considerado por muita gente o melhor trabalho do quinteto desde For Those About to Rock We Salute You, de 1981. Prova disso é que quatro faixas dele entram no show e não destoam nem um pouco dos clássicos que formam o repertório.

O show abriu pontualmente às 21h30 com uma canção do último álbum, Rock N' Roll Train. Em seguida veio uma dos anos 1970, Hell Ain't a Bad Place to Be, e nessa ponte musical entre quatro décadas o AC/DC ganhou a platéia e correu para o abraço. Os elementos manjados do cenário deram as caras, como o grande sino em Hells Bells, uma boneca inflável gigante em Whole Lotta Rosie e os canhões de mentirinha em For Those About to Rock, que encerrou o show com direito a uma bateria de fogos coloridos.

Angus correu, pulou e solou, muito. Em The Jack, a canção mais blues que a banda já criou, ele fez o tradicional strip-tease para a platéia, tirando a gravata e a camisa e depois abaixando a calça de costas para o público. A diferença é que antes ele mostrava rapidamente as nádegas branquelas. Desta vez ele exibiu uma sunga com a logomarca da banda estampada.

As comunidades roqueiras na internet já estavam tratando este como o "show do ano em São Paulo". Realmente foi. E há grande chance de que isso sempre se repita em cada ano que o AC/DC resolva sacudir um estádio por aqui.

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