Artista: VA
Álbum: Lançamento Sertanejo Vol 06
Lançamento: 2011
Gênero: Sertanejo
N° de Faixas: 22
Qualidade: 256 Kbps
Tamanho: 91 MB
Tracklist:
Álbum: Lançamento Sertanejo Vol 06
Lançamento: 2011
Gênero: Sertanejo
N° de Faixas: 22
Qualidade: 256 Kbps
Tamanho: 91 MB
Tracklist:
01. Gusttavo Lima. Balada
02. Guilherme e Santiago. Triste, Alegre
03. Michel Teló. Ai se eu te pego
04. João Neto e Frederico. Lê lê Lê
05. Gustavo e Julian. Metamorfose
06. Jorge e Mateus. Eu quero só você
07. Hugo e Tiago. Ninguém tem nada com isso
08. César Menotti e Fabiano Part. Desejo de Menina. Baby
09. Gian e Giovani. Chorando por você
10. Maycon e Renato. Novinha (Mãos para o alto)
11. Pedro Henrique e Fernando. Afoga o ganso
12. Fernando e Sorocaba. Férias em Salvador
13. Marquinho Guerra. Príncipe encantado
14. Hugo e Gabriel. Deslumbrante (Versão ao vivo)
15. Marcos e Belutti. Nova namorada
16. Diego e Victor Hugo. Sai pra lá
17. Fred e Gustavo Part. Marco Aurélio e Paulo Sérgio. Primeiro olhar
18. Léo e Junior. Fique com meu beijo e tchau
19. João Kazak. Meu negócio é só ficar
20. Marcos Paulo e Julian. Ta sofrendo agora chora
21. Relber e Allan Part. Humberto e Ronaldo. Sigo sempre
22. Bruno e Marrone. Rancho
02. Guilherme e Santiago. Triste, Alegre
03. Michel Teló. Ai se eu te pego
04. João Neto e Frederico. Lê lê Lê
05. Gustavo e Julian. Metamorfose
06. Jorge e Mateus. Eu quero só você
07. Hugo e Tiago. Ninguém tem nada com isso
08. César Menotti e Fabiano Part. Desejo de Menina. Baby
09. Gian e Giovani. Chorando por você
10. Maycon e Renato. Novinha (Mãos para o alto)
11. Pedro Henrique e Fernando. Afoga o ganso
12. Fernando e Sorocaba. Férias em Salvador
13. Marquinho Guerra. Príncipe encantado
14. Hugo e Gabriel. Deslumbrante (Versão ao vivo)
15. Marcos e Belutti. Nova namorada
16. Diego e Victor Hugo. Sai pra lá
17. Fred e Gustavo Part. Marco Aurélio e Paulo Sérgio. Primeiro olhar
18. Léo e Junior. Fique com meu beijo e tchau
19. João Kazak. Meu negócio é só ficar
20. Marcos Paulo e Julian. Ta sofrendo agora chora
21. Relber e Allan Part. Humberto e Ronaldo. Sigo sempre
22. Bruno e Marrone. Rancho
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Não subestime o AMA. Tudo bem que as categorias são verdadeiras piadas, os indicados são totalmente previsíveis e a premiação é irrelevante. Porém, lembrem-se que no ano passado foi o Award mais cravejado de estrelas. Teve Black Eyed Peas, Katy Perry, Usher, Taylor Swift, P!nk, Bon Jovi, Train, Rihanna, Enrique Iglesias, Ke$ha e um set explosivo com o Ne-Yo. A maioria deles fazendo excelentes performances! A lista de artistas para este ano ainda não foi liberada e será preenchida aos poucos até o dia 20 de Novembro, quando vai ao ar Ao Vivaço!Agora vamos focar um pouquinho e dar uma analisada nessas vergonhosas indicações... O primeiro grande erro é condensar a quantidade de destaque nas categorias para apenas três. Existem vários outros cantores americanos que merecem ganhar reconhecimento. Depois vem a desafiadora mistura que inclui Pop e Rock no mesmo balaio e acaba premiando artistas que não seguem estritamente nem um estilo nem outro [como aconteceu com o Black Eyed Peas, que no auge do estouro eletrônico em The E.N.D. venceu o prêmio de melhor banda Pop/Rock]. Mas, existe um absurdo ainda maior na lista desse ano... Rihanna concorre a melhor disco R&B e ao mesmo tempo amparece também na categoria de melhor disco Pop/Rock. COMO ASSIM, BRASIL?
Tomara que a Adele faça a limpa nesse showzinho, por que ela é a única atualmente que consegue fluir por todos esses estilos suavemente.
Artista do ano:
Adele
Katy Perry
Lady Gaga
Taylor Swift
Lil Wayne
Álbum Favorito de Pop Rock:
Adele - 21
Lady Gaga - Born This Way
Rihanna - Loud
Artista Masculino de Pop Rock Favorito:
Justin Bieber
Bruno Mars
Pitbull
Banda, Duo ou Grupo de Pop Rock Favorito:
LMFAO
Maroon 5
OneRepublic
Artista Feminino de Pop Rock Favorito:
Adele
Lady Gaga
Katy Perry
Artista de Hip-Hop/Rap Favorito:
Lil Wayne
Nicki Minaj
Kanye West
Álbum Favorito de Hip-Hop/Rap:
Jay-Z and Kanye West/Watch The Throne
Lil Wayne/Tha Carter IV
Nicki Minaj/Pink Friday
Banda, Duo ou Grupo de Country Favorito:
The Band Perry
Lady Antebellum
Zac Brown Band
Artista Feminino de Country Favorito:
Taylor Swift
Miranda Lambert
Sara Evans
Artista Feminino de Soul/R&B Favorito:
Rihanna
Beyoncé
Kelly Rowland
Artista Masculino de Soul/R&B Favorito:
Chris Brown
Usher
Trey Songz
Álbum Favorito de Soul/R&B:
Rihanna – Loud
Beyoncé – 4
Chris Brown - FAME
Artista Latino Favorito:
Pitbull
Jennifer Lopez
Enrique Iglesias
Adele
Katy Perry
Lady Gaga
Taylor Swift
Lil Wayne
Álbum Favorito de Pop Rock:
Adele - 21
Lady Gaga - Born This Way
Rihanna - Loud
Artista Masculino de Pop Rock Favorito:
Justin Bieber
Bruno Mars
Pitbull
Banda, Duo ou Grupo de Pop Rock Favorito:
LMFAO
Maroon 5
OneRepublic
Artista Feminino de Pop Rock Favorito:
Adele
Lady Gaga
Katy Perry
Artista de Hip-Hop/Rap Favorito:
Lil Wayne
Nicki Minaj
Kanye West
Álbum Favorito de Hip-Hop/Rap:
Jay-Z and Kanye West/Watch The Throne
Lil Wayne/Tha Carter IV
Nicki Minaj/Pink Friday
Banda, Duo ou Grupo de Country Favorito:
The Band Perry
Lady Antebellum
Zac Brown Band
Artista Feminino de Country Favorito:
Taylor Swift
Miranda Lambert
Sara Evans
Artista Feminino de Soul/R&B Favorito:
Rihanna
Beyoncé
Kelly Rowland
Artista Masculino de Soul/R&B Favorito:
Chris Brown
Usher
Trey Songz
Álbum Favorito de Soul/R&B:
Rihanna – Loud
Beyoncé – 4
Chris Brown - FAME
Artista Latino Favorito:
Pitbull
Jennifer Lopez
Enrique Iglesias
E a última curiosidade:
Curiosidades do eterno Renato Russo:
- O disco Que País É Este 1978/1987 reúne faixas gravadas em un único take (baixo, guitarra e bateria de uma só vez). O material foi programado para entrar no antigo projeto Mitologia e Intuição, que foi abortado pela gravadora. Das nove canções do disco, apenas Eu Sei (da carreira de Renato como Trovador Solitário), Angra dos Reis e Mais do Mesmo não eram do Aborto Elétrico. Esta é a obra mais punk da Legião Urbana.
- Lançado em novembro de 1989, o disco As Quatro Estações estourou em todo o País, vendendo mais de um milhão de cópias e lançando de vez a Legião Urbana para o estrelato. Os fãs, cada vez mais fervorosos, acompanham cada passo da carreira de Renato e fazem um trocadilho com o nome da banda: 'Religião Urbana'. O fato incomoda profundamente o cantor, que rechaça a ideia.
- O disco O Descobrimento do Brasil é lançado em novembro de 1993, e a música Perfeição fica em primeiro lugar nas radios de todo o País. Em 14 de janeiro de 1995, a Legião fez show em Santos, São Paulo. Durante a apresentação, Bonfá foi atingido por uma lata de cerveja. Em protesto, Renato passou boa parte da apresentação deitado no chão, olhando seu relógio. Este foi o último show da história da Legião Urbana.
- Sua primeira banda real foi o Aborto Elétrico, ao lado dos irmãos Fê (bateria) e Flávio Lemos (baixo) - que viriam a formar o Capital Inicial - e André Pretorius (guitarra). O grupo durou de 1978 a 1982, até Renato e Fê se estranharem. Depois, Renato começou a compor e se apresentar sozinho como o Trovador Solitário.
- A fase solo durou poucos meses, até que o cantor se juntou a Marcelo Bonfá (baterista do grupo Dado e o Reino Animal), Eduardo Paraná (guitarrista, conhecido como Kadu Lambach) e Paulo Guimarães (tecladista, conhecido como Paulo Paulista), formando a Legião Urbana, com Renato como vocalista e baixista. As principais influências eram bandas de post punk. Renato se espelhava no trabalho de Robert Smith (The Cure) e Morrissey (The Smiths)
- Após os primeiros shows, Eduardo Paraná e Paulo saem da Legião. A vaga de guitarrista é assumida por Ico-Ouro Preto, irmão de Dinho Ouro-Preto, que fica até o início de 1983. Seu lugar é assumido definitivamente por Dado Villa-Lobos (que criou a banda Dado e o Reino Animal com Marcelo Bonfá, Dinho Ouro Preto, Loro Jones e o tecladista Pedro Thompson). A entrada de Dado consagrou a formação clássica da banda, que contou com o baixista Renato Rocha entre 1984 e 1989.
- Renato Manfredini Júnior inspirou-se nos filósofos Jean-Jacques Rousseau e Bertrand Russel, além do cineasta e roteirista inglês Ken Russell, para escolher seu nome artístico: Renato Russo.
- Aos 15 anos, Renato Russo sofreu de uma doença rara chamada Epifiólise, que tira os movimentos de suas pernas, fazendo com que passe o tempo todo sentado ou deitado. O período da doença dura dois anos e neste tempo Renato estudou e leu muito. Tanto que, em 1977, Renato passou direto no vestibular de jornalismo da CeuB.
- Em 1979, Renato gravou uma fita cassete, intitulada Saturno Devorando Um Dos Seus Filhos, com suas primeiras composições: Admirável Mundo Novo (Sid Vicious Has Risen From The Grave), Verde-amarelo, Que País É Este, Metrópolis, Quanto Tempo, Ficção Científica e mais quatro faixas sem nome. Ele utiliza o pseudônimo Érico Russo, versão em português do nome artístico que escolheu para sua banda imaginária, a 42nd Street Band.
Renato Russo assim como Cazuza morto em 1990 foi vitimado pelo HIV. O líder da Legião era soropositivo provavelmente desde 1989, mas preferiu não divulgar publicamente que sofria com a doença. Daí a surpresa com que fãs e imprensa foram pegos naquele 11 de outubro de 1996 quando a notícia foi divulgada.
Um dos maiores nomes de todo o rock brasileiro, Russo ao lado da Legião Urbana deixou um vasto legado. Foram sete discos de estúdio e mais um álbum póstumo, fora os trabalhos ao vivo e os dois discos solo - um com covers de canções do pop americano e inglês e outro dedicado à música italiana.
Famoso por suas letras ora poéticas, ora contundentes, ele fez da Legião Urbana mais do que uma máquina de sucessos, mas uma banda com que os fãs tinham uma relação única. Assistir a um show da banda era quase como estar presente em uma cerimônia religiosa.
A plateia cantava literalmente todas as músicas de cabo a rabo, não importando quão longa ou complicada fosse a letra e Renato Russo.
O fato é que 15 anos depois o público e a indústria seguem procurando por uma nova "Legião". Algo que quanto mais o tempo passa mais fica óbvio que não vai acontecer. Afinal os anos 80 e 90 e suas peculariadades não voltam mais. Mas ao menos as canções ficaram e essas não morrem.
A plateia cantava literalmente todas as músicas de cabo a rabo, não importando quão longa ou complicada fosse a letra e Renato Russo.
O fato é que 15 anos depois o público e a indústria seguem procurando por uma nova "Legião". Algo que quanto mais o tempo passa mais fica óbvio que não vai acontecer. Afinal os anos 80 e 90 e suas peculariadades não voltam mais. Mas ao menos as canções ficaram e essas não morrem.
A organização do Festival Planeta Terra anunciou na manhã desta segunda-feira (10) os horários de todas as atrações de sua edição de 2011. O evento será realizado no dia 5 de novembro, em São Paulo, no Playcenter.
O rapper Criolo abre às 16h o palco principal, que terá ainda shows das bandas Nação Zumbi, White Lies, Broken Social Scene, Interpol, Beady Eye e The Strokes.
No palco alternativo tocam The Name, Garotas Suecas, Toro y Moi, Bombay Bicycle Club, Peter, Bjorn & John, Goldfrapp e, no encerramento, Groove Armada. Os ingressos já estão esgotados.
Melhorias no plano de circulação do público pela área do festival foram anunciadas anteriormente. Segundo a organização, serão implementadas mudanças para resolver gargalos de público; haverá obras na estrutura do Playcenter também.
O rapper Criolo abre às 16h o palco principal, que terá ainda shows das bandas Nação Zumbi, White Lies, Broken Social Scene, Interpol, Beady Eye e The Strokes.
No palco alternativo tocam The Name, Garotas Suecas, Toro y Moi, Bombay Bicycle Club, Peter, Bjorn & John, Goldfrapp e, no encerramento, Groove Armada. Os ingressos já estão esgotados.
Melhorias no plano de circulação do público pela área do festival foram anunciadas anteriormente. Segundo a organização, serão implementadas mudanças para resolver gargalos de público; haverá obras na estrutura do Playcenter também.
Confira os horários abaixo:
Palco Sonora Main Stage
16h - Criolo
17h30 - Nação Zumbi
19h - White Lies
20h30 - Broken Social Scene
22h - Interpol
23h45 - Beady Eye
01h30 - The Strokes
Palco Claro Indie StagePalco Sonora Main Stage
16h - Criolo
17h30 - Nação Zumbi
19h - White Lies
20h30 - Broken Social Scene
22h - Interpol
23h45 - Beady Eye
01h30 - The Strokes
16h - Banda Concurso Hit BB
17h - The Name
18h30 - Garotas Suecas
20h - Toro y Moi
21h30 - Bombay Bicycle Club
23h - Peter, Bjorn and John
0h30 - Goldfrapp
2h15 - Groove Armada
O ex-baixista do Weezer, Mikey Welsh, de 40 anos, sonhou com a própria morte dias antes de ser encontrado sem vida, num quarto de hotel em Chicago, no último sábado (8). Em sua conta no Twitter, que continua aberta, é possível ler uma mensagem do dia 26 de setembro, na qual o artista escreve: "Sonhei que morria em Chicago no próximo fim de semana (de um ataque de coração enquanto dormia). Preciso escrever meu testamento hoje."
Segundo a revista "Rolling Stone", um funcionário do hotel Raffaello descobriu o corpo de Welsh depois de confirmar que o músico não tinha feito check out no horário estabelecido. "Estamos profundamente tristes em anunciar que Mikey Welsh morreu hoje inesperadamente. Será lembrado para sempre", disse comunicado veiculado em sua página no Twitter.
As causas da morte ainda não foram determinadas. Segundo o TMZ, as autoridades suspeitam de uma overdose de drogas.
Nas mensagens de sua conta no Twitter, o ex-baixista contava que finalmente teria férias após um longo período, e viajaria para Nashville e Chicago. "Pousei são e salvo em Chicago... Estou muito contente de estar aqui", dizia em publicação do dia 4 de outubro.
Seus seguidores inundaram a rede com mensagens de condolência. Sua antiga banda também demonstrou pesar pelo ocorrido. "Ficamos impactados e muito tristes ao saber da terrível notícia, nosso amigo e antigo (membro) do Weezer, @mikeywelsh71 morreu".
O baixista entrou em contato em 1997 com Rivers Cuomo, vocalista do grupo. Um ano mais tarde, lhe foi oferecido um posto fixo na banda como baixista, no lugar de Matt Sharp, que havia deixado o grupo. Ele estreou ao vivo em 2000. Pouco depois, gravaram o "Green album", com temas como "Hash pipe" e "Island in the Sun".
Este foi o único disco em que ele tocou com a banda, já que um ano depois abandonou o Weezer depois de enfrentar ataques nervosos e outros problemas de saúde mental. Em agosto deste ano, passou por tratamento psiquiátrico após uma tentativa de suicídio.
Atualmente, Welsh se dedicava à pintura. Entre seus últimos trabalhos está a capa do álbum da banda Twin Berlim.
Segundo a revista "Rolling Stone", um funcionário do hotel Raffaello descobriu o corpo de Welsh depois de confirmar que o músico não tinha feito check out no horário estabelecido. "Estamos profundamente tristes em anunciar que Mikey Welsh morreu hoje inesperadamente. Será lembrado para sempre", disse comunicado veiculado em sua página no Twitter.
As causas da morte ainda não foram determinadas. Segundo o TMZ, as autoridades suspeitam de uma overdose de drogas.
Nas mensagens de sua conta no Twitter, o ex-baixista contava que finalmente teria férias após um longo período, e viajaria para Nashville e Chicago. "Pousei são e salvo em Chicago... Estou muito contente de estar aqui", dizia em publicação do dia 4 de outubro.
Seus seguidores inundaram a rede com mensagens de condolência. Sua antiga banda também demonstrou pesar pelo ocorrido. "Ficamos impactados e muito tristes ao saber da terrível notícia, nosso amigo e antigo (membro) do Weezer, @mikeywelsh71 morreu".
O baixista entrou em contato em 1997 com Rivers Cuomo, vocalista do grupo. Um ano mais tarde, lhe foi oferecido um posto fixo na banda como baixista, no lugar de Matt Sharp, que havia deixado o grupo. Ele estreou ao vivo em 2000. Pouco depois, gravaram o "Green album", com temas como "Hash pipe" e "Island in the Sun".
Este foi o único disco em que ele tocou com a banda, já que um ano depois abandonou o Weezer depois de enfrentar ataques nervosos e outros problemas de saúde mental. Em agosto deste ano, passou por tratamento psiquiátrico após uma tentativa de suicídio.
Atualmente, Welsh se dedicava à pintura. Entre seus últimos trabalhos está a capa do álbum da banda Twin Berlim.
Nada de telões de alta definição, efeitos visuais ou interatividade entre artista e público. Eric Clapton mostrou na noite deste domingo (9), na HSBC Arena, no Rio, que "somente" repertório e boa música ainda têm o poder de arrebatar uma plateia durante uma apresentação ao vivo. Foi assim, concentrando-se apenas em cantar e tocar (muito bem) por quase duas, que o guitarrista britânico conquistou os cariocas no primeiro show que faz na cidade em dez anos.
Acompanhado por competentíssima banda formada por Chris Stainton e Tim Carmon (teclados), Willie Weeks (baixo), Steve Gadd (bateria) e Michelle John e Sharon White (backing vocals), Clapton passeou pela carreira pinçando canções das diversas fases de seus mais de 40 anos de estrada. Lembrou as ex-bandas Cream (com "Badge") e Derek & The Dominos ("Layla", "Nobody knows you when you're down and out", "Key to the highway"); brindou o público com hits ("Cocaine", "Wonderful tonight"); e, claro, priorizou o blues ("Hoochie coochie man", "Before you accuse me", "Driftin'" e "Crossroads", entre outras), sua maior fonte de inspiração artística.
A única diferença relativa ao repertório do show de Porto Alegre, na última quinta (6), foi a entrada de "I shot the sheriff", de Bob Marley, no lugar de "Tearing us apart". Clapton, que sempre se declarou fã do cantor jamaicano, colocou Marley no mapa mundi da música internacional depois de gravar a canção em seu segundo álbum solo de estúdio, "461 Ocean Boulevard", de 1974.
Eric é frio sobre o palco. Não se dirige ao público, não sorri, não acena, não deixa a plateia cantar sozinha em momento algum. Restringe-se a cumprimentar os fãs com um "boa noite" e a agradecer vez por outra. Mas ninguém dá muita importância para isso. Os solos e improvisos (seus e de seus músicos) parecem fazer o trabalho no lugar das palavras.
O entusiasmo do público é tanto que muita gente sai de seus lugares marcados para assstir ao show em pé. Mas a empolgação esbarra na ação dos seguraças, que prontamente recolocam todos em seus assentos de origem.
A boa surpresa da noite ficou por conta do também guitarrista Gary Clark Jr., escalado para abrir a apresentação. Com três discos no currículo, O norte-americano mostrou uma mistura de soul, rock e blues por meio de canções como "Catfish blues" (gravada por Muddy Waters, entre outros) e "Third stone from de sun", de Jimi Hendrix.
Gary e Clapton voltam a se apresentar no Rio nesta segunda-feira (10) e depois partem para São Paulo, para uma última apresentação na quarta (12), no Estádio do Morumbi.

