Advogada diz que Courtney Love percebeu o desfalque recentemente.
Autor do roubo pode ter tido acesso a documentos da família.

Do G1, em São Paulo

Kurt Cobain em festa de fim de ano da MTV. (Foto: Divulgação)

A roqueira Courtney Love descobriu recentemente que a herança deixada por Kurt Cobain após a morte do líder do Nirvana, em abril de 1994, está desaparecida. De acordo com a advogada da cantora, Rhonda J Holmes, pelo menos US$ 360 milhões destinados à viúva e à filha do casal, Frances Bean, foram roubados.

A autoria do roubo pode ter sido de pessoas que tiveram acesso a números de documentos de Cobain, Love e Bean.

A advogada da artista sugeriu que alguém pode ter se aproveitado de Courtney Love na época em que ela enfrentou problemas com drogas e não estava apta a cuidar das próprias finanças. Por isso, ela demorou a perceber o desfalque.

"Nós só conseguimos rastrear US$ 30 milhões até agora", disse a advogada. "No último ano, Courtney começou a levar mais a sério a necessidade de se manter sóbria e só então começou a perceber que alguma coisa estava errada."

via portal G1

Quarteto se apresenta dia 19 de junho no Via Funchal, em SP.
Ingressos começam a ser vendidos no dia 14 de abril (terça).

Do G1, em São Paulo

A banda inglesa The Kooks. (Foto: Divulgação)

A banda inglesa The Kooks fará um show em São Paulo no dia 19 de junho, no Via Funchal. Segundo a produtora Planmusic, os ingressos começam a ser vendidos na próxima terça-feira, dia 14 de abril. Os preços vão de R$ 140 (pista) a R$ 200 (pista vip e camarotes).

Formado por amigos de escola, o grupo de indie rock começou a tocar em 2004, e se tornou um sucesso logo após seu primeiro disco, "Inside in/Inside out", de 2006. O segundo álbum, "Konk", lançado em 2008, foi gravado em apenas seis semanas.

O quarteto de Brighton rapidamente viu seus shows lotados não apenas na Inglaterra, mas também nos Estados Unidos e no mundo todo, abrindo apresentações dos Rolling Stones e se estabelecendo como uma das grandes bandas inglesas da atualidade.

Formado por Luke Pritchard (guitarra e vocal), Hugh Harris (guitarra), Peter Denton (baixo) e Paul Garred (bateria), a banda tem esse nome em homenagem a uma música de David Bowie, "Kooks", de 1971.

The Kooks em São Paulo
Quando:
19 de junho (sexta), às 22h
Onde: Via Funchal, R. Funchal, 65, V. Olímpia, tel. (11) 2198-7718 (Call Center)
Quanto: R$ 140 (pista) a R$ 200 (pista vip e camarote)
Informações:
www.viafunchal.com.br

via portal G1

Banda se apresentou nesta terça-feira (7).
Kiss agora toca no Rio de Janeiro nesta quarta-feira (8).

Amauri Stamboroski Jr. Do G1, em São Paulo

Gene Simmons e Paul Stanley, do Kiss. (Foto: Daigo Oliva / G1)

Ainda com uma gigantesca bandeira negra com o nome da banda estampado escondendo o palco na Arena Anhembi, digna de uma torcida de futebol, o Kiss deu sua primeira declaração pública em solo brasileiro no século XXI nesta terça-feira (7): "Alright São Paulo! You wanted the best, you got the best. The hottest rock n' roll band in the world, Kiss!" ("É isso aí, São Paulo! Vocês pediram o melhor, vocês ganharam o melhor. A banda mais quente de rock n' roll do mundo, Kiss!").

 

Veja mais fotos do show do Kiss

A abertura clássica dos shows do quarteto norte-americano não deixou de ter impacto sobre um público que não via o Kiss ao vivo desde 1999 – para muitos ali, era o primeiro show do grupo. Em nenhum momento ao longo da apresentação a banda dexaria de falar o quanto gostava e amava o público e sobre como o Brasil é especial para eles.

Abrindo a noite com "Deuce" e com uma parede de alto-falantes como cenário, a banda fez um show usando com base do repertório o disco "Alive", que comemora 35 anos em 2010. Primeiro grande sucesso do Kiss, o álbum traz músicas dos três primeiros discos de estúdio do grupo.

 

Efeitos especiais


O Kiss foi, ao lado de Alice Cooper, uma das bandas pioneiras em utilizar efeitos especiais para entreter sua plateia. Ao longo do show não faltaram fogos de artifício, gelo seco, lança-chamas e uma boa dose de pose para fazer da apresentação um pespetáclo completo. Devidamente maquiados, Gene Simmons (baixo e vocal), Paul Stanley (guitarra e vocal), Tommy Thayer (guitarra e backing vocal) e Eric Singer (bateria e vocal) se moviam como uma trupe bem ensaiada, pronta para dar o máximo de si pela diversão do público.

Isso significa que, além dos clássicos, a banda gosta muito de se coomunicar com a plateia – especialmente Paul Stanley, que em um momento quis explicar o quanto gosta do país: "Amamos vocês todos, nos sentimos em casa. Amamos as mulheres. Gostamos dos caras. Amamos a polícia!". A seu favor, ele tinha a facção brasileira do Kiss Army, fã-clube oficial do grupo que preenchia as primeiras fileiras da pista VIP.

Se a falação e os solos (incluindo um momento em que Thayer disparava foguetes de sua guitarra, chegando a prejudicar o funcionamento de um dos telões) esfriaram um pouco o show, a banda voltou a animar o público quando se aproximava do final da apresentação. Como brincadeira, Stanley tocou o começo de "Stairway to heaven", do Led Zeppelin – só para ver o público cantando o começo da letra e voltar atrás com um "not tonight" ("Não nesta noite"), antes de emendar "Black diamond".

 

Papel picado


Ao final da primeira parte, um dos grandes momentos da noite: "Rock n' roll all nite" dispara uma chuva de papel picado (apenas sobre a plateia VIP) e uma cortina de fumaça, enquanto a letra com o refrão da música é exibida nos telões, para ser cantada em uníssono pelo público. 

Tommy Thayer, guitarrista do Kiss, durante show em São Paulo. (Foto: Daigo Oliva / G1)

A banda volta ao palco com Stanley agitando uma bandeira do Brasil, e começa a segunda parte do show com o clássico "Shout it out loud" e mais fogos. A música seguinte é "Lick it up", faixa-título do álbum em que o Kiss aparece pela primeira vez sem máscaras. Como interlúdio, tocam a introdução de "Won't get fooled again", do The Who, só para voltar ao refrão de "Lick it up".

Antes de "I love it loud", mais um momento já tradicional da banda. Sob uma cacofonia e sozinho no palco sob uma iluminação sinistra, Simmons cospe sangue e começa a "voar" – na verdade, é carregado por cabos até uma plataforma sobre a barra de iluminação, de onde canta toda a música. Mais tarde, seria a vez de Stanley voar – dessa vez passando sobre o público, parando na torre de som central para cantar "Love gun".

O gole de misericórdia sobre os fãs veio ao final: "Detroit rock city" foi a desculpa para todos os fogos de artifício que sobraram no palco serem disparados, enquanto a bateria decolava sob uma cortina de gelo seco pela segunda vez. Encerrando o assunto de vez, outra bateria de fogos foi disparada para o céu, acima das torres de som, como numa festa de ano novo, enquanto a banda se retirava com o dever cumprido – novamente o Kiss transformou São Paulo, por uma noite, em uma autêntica "rock city". Agora é a vez de o quarteto repetir o feito, mas no Rio de Janeiro: o Kiss se apresenta na cidade nesta quarta-feira (8), na Praça da Apoteose.

Set list

"Deuce"
"Strutter"
"Got to choose"
"Hotter than hell"
"Nothin' to lose"
"C'mon and love me"
"Parasite"
"She"
"Watchin' you"
"100,000 years"
"Cold gin"
"Let me go, rock 'n' roll"
"Black diamond"
"Rock and roll all nite"

Bis

"Shout it out loud"
"Lick it up"
"I love it loud"
"I was made for lovin' you"
"Love gun"
"Detroit rock city"

via G1



LONDRES (Reuters) - O catálogo original dos Beatles foi remasterizado digitalmente pela primeira vez e será posto à venda em formato de CD em 9 de setembro, anunciou na terça-feira a gravadora e empresa da banda.

O lançamento dos CDs vai coincidir com o do videogame "The Beatles: Rock Band", o primeiro grande salto do quarteto britânico no mundo da música digital.

AP
Os Beatles em apresentação ao vivo em Nova York em 1964
VEJA FOTOS DOS BEATLES
VEJA LETRAS DOS BEATLES

O catálogo não será disponibilizado online no futuro próximo, mas a remasterização digital é vista como um passo a mais no processo que poderá levar a isso.


  • Paul e Ringo emocionam fãs dos Beatles em show beneficente
  • "As discussões para a distribuição digital do catálogo vão continuar", disse um comunicado divulgado em nome da gravadora EMI e da produtora dos Beatles, a Apple Corps. Ltd.

    "Não há maiores informações disponíveis neste momento."

    Os fãs dos Beatles, a banda pop de maior sucesso do mundo, com mais de 600 milhões de álbuns vendidos, estão ansiosos para ver o catálogo lançado online.

    O grupo é uma das poucas grandes bandas cuja música não pode ser encontrada no iTunes, da Apple Inc., mas a resolução de uma disputa de marca registrada entre a Apple Inc. e a Apple Corps. Ltd, em 2007, foi interpretada como tendo finalmente aberto o caminho para isso.

    A nova coleção abrange 12 álbuns dos Beatles em estéreo, com listas de faixas e arte iguais aos álbuns originais lançados na Grã-Bretanha, e "Magical Mystery Tour", que se tornou parte do catálogo principal dos Beatles quando os álbuns saíram em CD, em 1987.

    Além disso, as coletâneas "Past Masters Volume 1 e 2" foram combinadas como um título.

    "Será a primeira vez em que os primeiros quatro álbuns dos Beatles serão disponibilizados integralmente em CD", disse o comunicado.

    Para os colecionadores especialistas, haverá outro pacote intitulado "The Beatles in Mono", com todas as gravações dos Beatles mixadas para lançamento em mono.

    Os álbuns foram remasterizados por uma equipe de técnicos do estúdio Abbey Road, da EMI, ao longo de quatro anos, usando tecnologia de gravação de última geração e também equipamentos mais antigos do estúdio.

    via UOL musica

    Banda norte-americana também toca no Rio nesta quarta (8).
    Quarteto esteve no Brasil pela última vez em 1998.

    Do G1, em São Paulo

    Gene Simmons e Paul Stanley, do Kiss. (Foto: Divulgação)

    A autoproclamada "banda mais quente do mundo" quer transformar a capital paulistana em "São Paulo rock city". Nesta terça-feira (7), o Kiss se apresenta na Arena Anhembi, na zona norte da cidade. O quarteto norte-americano toca também no Rio de Janeiro na quarta (8), na Praça da Apoteose.


    O Kiss se apresentou no Brasil pela última vez em 1998, durante a turnê do álbum "Psycho circus" (último disco de inéditas da banda). Em 2008, o grupo – que atualmente conta apenas com o baixista Gene Simmons e o guitarrista Paul Stanley da formação original – lançou o ao vivo "Kiss alive 35".

    Formado em 1973, o Kiss já lançou dezoito álbuns de estúdio e oito ao vivo, além de inúmeras compilações, vendendo mais de 15 milhões de discos em todo o mundo. A abertura da apresentação em São Paulo fica a cargo do grupo de hard rock brasileiro Dr. Sin.


    Kiss em São Paulo
    Quando: terça-feira (7), às 21h30 (abertura dos portões às 18h)
    Onde: Arena Anhembi - Pista VIP - Portão 25 - Av. Olavo Fontoura/ Pista Normal - Portão 30 - R. Prof. Milton Rodrigues – Tel: 2846-6166
    Quanto: R$ 170 a R$ 350 / www.ticketmaster.com.br

     

    Veja abaixo um mapa com o local do show 

    Foto: Divulgação

    Veja no mapa como chegar ao local do show. (Foto: Divulgação)

    Studio 2002

     

    Processo da RIAA contra usuário poderá ter depoimento da banda inglesa.
    Associação de gravadoras quer US$ 1 milhão por downloads ilegais.

    Do G1, em São Paulo

    O Radiohead em seu show em São Paulo. (Foto: Daigo Oliva / G1)

    Segundo o site "TorrentFreak", o Radiohead pode testemunhar a favor de Joel Tanenbaum, um estudante de Boston, nos EUA, que está sendo processado pela RIAA (Record Industry Association of America – Associação Americana da Indústria Fonográfica) por ter baixado ilegalmente músicas na internet em 2003.

    O site diz que a RIAA entrou na justiça contra Tanenbaum e ofereceu um acordo no valor de US$ 500 como compensação pelas músicas que havia supostamente baixado. Após a recusa do estudante, o caso chegou à corte.

    Charles Nesson, advogado de Tanenbaum e professor na Universidade de Harvard, diz ter entrado em contato com o empresário da banda, que "pareceu concordar" em ter a banda participando do caso.

    Segundo o jornal "The Harvard Crimson", se perder o caso, o estudante pode ser obrigado a arcar com uma conta no valor de até US$ 1 milhão. "O sistema de copyright atual está ultrapassado", disse Nesson, "As ações da RIAA são uma velharia legal no nosso mundo digital".

     

    Em 2007, o Radiohead lançou seu último álbum na internet, em um sistema onde o fã pagava o quanto quisesse pelo download do disco. A versão física de "In rainbows" ficou em primeiro lugar em lugares como França, EUA e Reino Unido.

    via portal G1



    Por Ricardo Baca
    The Denver Post


    Lily Allen nunca foi de evitar o sarcasmo ferino ou a franqueza explícita. Em algumas músicas, a estrela pop do Reino Unido insulta por meio de elogios pouco velados, e em outras ela diz de maneira direta exatamente aquilo que está preso na garganta.

    O último single de Allen, "Not Fair", é prazerosamente rude ao contar a história de um homem perfeito - até que ela o leva para debaixo dos lençóis. Enquanto lamenta a falta de habilidade horizontal de seu amante de uma forma infantil, a estrela - que escreve todas as letras e participa das composições - revela por que é um enigma tão especial da música pop.



    "Só tem uma coisa atrapalhando. Quando você vai para cama, simplesmente não é bom - é uma vergonha... Não é justo, e acho que você é ruim de verdade".

    Allen poderia ter narrado esses sentimentos de um milhão de jeitos diferentes. Mas ela diz que ele é ruim, em vez de encarnar uma Alanis Morissette e estendê-lo no varal. Ela é verbalmente má sem ser cruel, e escreve uma música inteira sobre sexo mantendo-se elegante e muito recatada em comparação às letras que se ouvem no rádio hoje em dia - e essa não é uma acusação fácil.

    "Não é tão sexualmente explícita", disse Allen na semana passada por telefone, da Inglaterra. "Ela só está falando francamente. Os homens são mais explícitos no hip-hop sobre o que acontece na cama. Algumas pessoas dizem: 'Mas é muito descritivo' - na verdade não é, comparando com outras músicas por aí".

    Allen vê isso como uma questão de duas medidas. "É importante hoje, na época em que vivemos, que as mulheres assumam o controle e se sintam donas de sua sexualidade", diz Allen, "e é isso que estou fazendo aqui".

    Aos 23 anos, Allen é muito mais madura do que espera-se para sua idade - algo que alguns atribuem ao seu crescimento em meio ao showbizz: o pai dela é um ator/músico e sua mãe é produtora de filmes. E apesar de isso certamente ter contribuído para ela atingir a fama, está claro que Allen é tão inteligente quanto ousada.

    O segundo disco de Allen, "It's Not Me, It's You" ["Não sou Eu, É Você"], foi lançado em fevereiro com o esplendor pop oscilante e franco da faixa principal "The Fear". Allen escreveu sobre ser incrivelmente famosa, é claro. Mas apesar de seu primeiro disco tê-la transformado nessa pretensiosa estrela pop, seu segundo trabalho mistura uma vulnerabilidade real a sua autoconfiança britânica.

    Como sabemos que é real? Porque diferentemente de Britney Spears e das Pussycat Dolls, o nome de Allen aparece nos créditos de cada uma de suas músicas.

    "Eu não estaria fazendo isso se as músicas não fossem minhas", disse Allen categoricamente. "Eu não teria nenhum interesse nisso. Quando estou no palco, preciso acreditar no que estou cantando. E se outra pessoa escrevesse a música, eu não seria capaz de interpretá-la sem nenhuma convicção."

    Muitos artistas dividem a mesma opinião, mas Allen é intensa o suficiente para acreditar nisso de verdade. Ela é Lilli Allen, ouça o seu rugido.

    "As pessoas sempre falam comigo sobre o 'American Idol' e o 'Pop Idol'", diz Allen, "mas isso não tem nada a ver com música. É televisão, e aquela música pop fabricada é feita com um propósito específico. Mas não é a mesma coisa que eu faço ou que Kate Nash faz, ou M.I.A faz. É outra coisa".

    Será que Allen, uma estrela pop, consegue se sair bem ridicularizando as estrelas fabricadas do pop? Aparentemente sim.

    É o que ela faz falando incessantemente sobre os nomes femininos mais quentes exportados pelo Reino Unido na última década. Nash, que já foi chamada de Allanesca, tem seu próprio jeito estranho de narrar uma história - normalmente sobre homens, relacionamentos e autoanálise.
    M.I.A. não é tão liricamente versátil quanto Nash ou Allen, mas sua capacidade de criar sonoridades com batidas marcantes, com a ajuda de produtores musicais cuidadosamente selecionados, equipara-a a Justin Timberlake e Jay-Z.

    "Nós, mulheres, deixamos muito óbvio que podemos fazer tudo isso tão bem quanto os homens, senão melhor", diz Allen.

    Assim como M.I.A. com Diplo, Allen descobriu sua "alma gêmea musical"
    no produtor Greg Kurstin, o homem-chave por trás da banda independente Bird and the Bee. Apesar de ter trabalhado com vários outros produtores (incluindo o fazedor de sucessos Mark Ronson) no álbum que a revelou, "Alright, Still", ela permaneceu ligada a Kurstin durante todo o álbum "It's Not Me, It's You".

    "Ele é como um jovem Burt Bacharach, e eu sou (Hal David) - ou melhor ainda, eu sou Elton e ele é Bernie", diz Allen. "Ele se envolve bastante... e me inspira muito."

    Allen não escreve até ir para o estúdio, diz ela. ("Se eu chego com algo pré-concebido, então isso soa daquele jeito", disse.) Seu processo de compor consistia em Kurstin atrás de um piano, tocando várias progressões de acordes, e Allen no sofá com papel e caneta, dizendo para ele parar quando ela se conectava com alguma coisa que ele tocava.

    Quando questionada sobre o que ela acha de suas criações, Allen responde rapidamente: "É absolutamente brilhante" - mas rapidamente recua, revelando suas vulnerabilidades e sua inclinação para a franqueza.

    "Não, devo dizer que eu não pensei muito sobre isso", disse ela. "Se você gosta, você gosta. Se não gosta, não gosta. Estou fazendo isso de projeto em projeto, então meu próximo disco será algo completamente diferente".

    Tradução: Eloise De Vylder
    via UOL musica

    Cantora britânica teve músicas rejeitadas pela gravadora.
    Fonte diz que Winehouse quer comprar casa em St. Lucia.

    Do G1, em São Paulo

    A cantora britânica Amy Winehouse. (Foto: AP)

    Segundo o jornal britânico Daily Record, amy Winehouse foi mandada de volta para o Caribe – mais especificamente, para St. Lucia – pela seu própria gravadora, a Island, para terminar de gravar seu terceiro álbum.

    A cantora passou meses de férias na ilha, e voltou para a Inglaterra há menos de dois meses. Winehouse foi vista passeando a cavalo em St. Lucia, e deve gravar com Salaam Remi, que produziu seu primeiro álbum, "Frank". Ela teve problemas com a gravadora, que achou o material que ela havia composto para o disco "muito triste".

    Segundo uma fonte anônima do jornal, "Amy está se curtindo. Ela ama a ilha e está considerando comprar uma casa aqui. Ela sabe que vai demorar para finalizar este álbum. A gravadora quer uma nova 'Rehab', mas Amy tem suas próprias ideias. Algumas músicas são bem pessoais. Os fãs vão adorar".

    via portal G1

    Relembre a trajetória do ex-líder do Nirvana e ícone do rock nos anos 90

    Da Redação


    Neste domingo, 5 de abril, marca-se 15 anos da morte de Kurt Cobain. O cantor, guitarrista, compositor e líder do Nirvana, que havia se tornado ícone do rock dos anos 90 desde o sucesso mundial do disco "Nevermind", em 1991, se imortalizou nos bastiões do rock e da cultura popular depois de suicidar-se com um tiro em sua casa, em Seattle.

    Foi a partir daí que Cobain coroou o legado de sua banda, que, com "Nevermind", apagou a linha que dividia o rock alternativo daquele promovido pelo mercado --separação fortificada ao longo dos anos 80, depois da cisão promovida pelo punk no final dos anos 70. Depois que o Nirvana irrompeu limites e barreiras de rótulos, não era mais preciso acompanhar o rock para ouvir "Smells Like Teen Spirit".



    Kurt Donald Cobain, nascido no dia 20 de fevereiro de 1967 em Aberdeen, estado de Washington (o mesmo de Seattle), foi dado como desaparecido no dia 4 de abril de 1994. Ele havia sido internado na Califórnia, poucos dias antes, em coma depois de uma overdose --uma semana após o último show do Nirvana, em Munique, na Alemanha.

    No dia 30 de março, o cantor acordou do trauma e deixou o hospital. Voltou para Seattle no mesmo dia, comprou uma espingarda, foi para sua casa e não se comunicou com ninguém. Cobain foi encontrado pela polícia em 8 de abril, três dias após sua morte, na estufa localizada no andar acima da garagem. Uma carta de suicídio foi achada no topo de uma montanha de terra --o bilhete estava atravessado pela caneta vermelha com que fora escrito.

    "O fato é que eu não posso enganar vocês, ou qualquer um, simplesmente não é justo para mim nem para vocês. O pior crime que eu posso pensar seria o de enganar as pessoas ao fingir que estou me divertindo 100%", escreveu Cobain em seu bilhete suicida. "Sou uma pessoa de humor muito errático e não tenho mais a paixão. Paz, amor, empatia - Kurt Cobain."

    Alma feminina
    Antes de ter puxado o gatilho com a sua mão esquerda, canhoto que era, Cobain havia ingerido grande quantidade de heroína, mas não o suficiente para matá-lo. Kurt já havia tido uma overdose de heroína em 1993 e outra no dia 4 de março de 1994 em Roma, à base de champanhe e Rohypnol (ou flunitrazepam, nome genérico, um comprimido usado como sedativo em casos graves de insônia).

    No episódio italiano, Cobain supostamente estaria tentando se separar de Courtney Love. Ele, que ficou traumatizado na infância por conta do divórcio de seus pais, já havia dito à esposa que "preferia morrer a se separar".

    Em entrevista ao jornalista inglês Everett True, publicada no dia 18 de julho de 1992 na revista "Melody Maker", Kurt declara: "Eu respeito aqueles que agem como idiotas quando são realmente inteligentes. É uma declaração niilista, como se eles estivessem tentando dizer que não há mais razão para tentar ser humano, porque as coisas saíram totalmente do controle. É uma atitude muito punk, mas acho também que seria entediante ser Johnny Rotten depois desses anos todos. Não estou falando sobre sexismo, mas sobre aquele tipo de atitude negativa quando você não está mais apto a apreciar a paixão ou a beleza."

    Sobre esse sexismo do trecho, Kurt diz, no início da mesma entrevista, que sempre foi uma pessoa mais feminina quando era jovem. Para Everett True, um dos primeiros jornalistas a divulgar a banda na Inglaterra, Cobain foi alguém que carregou uma sensibilidade diferente no mundo "macho" do rock e do punk --um dos fatores que o diferenciou de outros artistas de sua época e o colocou entre os grandes do gênero.

    O começo do Nirvana
    Kurt Cobain teve uma infância pobre. Criado por outros membros da família que não pai e mãe, era criança hiperativa a quem foram dados remédios para se concentrar melhor nos estudos e para dormir à noite. Odiava os estudos e passava seu tempo pintando, cantando e ouvindo Beatles, Monkees, Kiss, Black Sabbath, Sex Pistols, Black Flag e Clash.

  • "Devemos nossa carreira ao Nirvana", diz vocalista do Vaselines
  • "Se estivesse vivo, Kurt Cobain gostaria de mim", afirma Eddie Vedder
  • Músicas do Nirvana não trazem retorno comercial, mostra revista


  • Ganhou sua primeira guitarra aos 14 anos e formou o Nirvana em 1986, com 19 anos, junto de Krist Novoselic e vários bateristas diferentes. O primeiro disco, "Bleach", saiu em 1989 e a banda foi ganhando reconhecimento por conta das apresentações enérgicas.

    O trio, depois de efetivar o baterista Dave Grohl, gravou o segundo disco e pedra de toque dos anos 90: "Nevermind". O clamor de crítica e público e o sucesso comercial de "Smells Like Teen Spirit" e "Come As You Are" catapultaram a banda para o grande mercado, levando-os a apresentações em programas de TV como o "Saturday Night Live". Seus shows, antes em espaços menores, ganharam os estádios. O som que faziam também estava embalado em um rótulo próprio que o Nirvana fez por perpetuar: o grunge.

    Kurt se casou com a cantora Courtney Love em 1992, no Havaí, e com ela teve uma filha, Frances Bean. Em 1993, o Nirvana lançou seu último álbum de estúdio, "In Utero", e gravaram o acústico da MTV em 1994 --que teve lançamento póstumo, no dia 1º de novembro do mesmo ano.

    Cifras da obra
    As vendas dos discos do Nirvana não deixam de impressionar e de reforçar a força da música do grupo. Só "Nevermind" já teria vendido aproximadamente 14 milhões de cópias, cinco milhões antes de Cobain ter cometido suicídio. "Bleach", o primeiro disco, na época havia vendido 300 mil cópias --alcançando hoje aproximadamente 1,7 mi. "In Utero" fica com 4,5 milhões de cópias. O acústico "MTV Unplugged In New York" chega a 5 milhões.

    Somando todos os discos, junto da coletânea de raridades e lados B "Incesticide" e o ao vivo "From the Muddy Banks of Wishkah", obtêm-se quase 30 milhões de discos vendidos. Em média, por ano, vendem-se 230 mil cópias de "Nevermind" e 120 mil do "Acústico MTV".
    Via UOL musica

    Studio 2002

     

    'É um presente para a vida toda', disse o músico.
    Ele participa de um show sábado com Ringo Starr.

    Da Reuters

    Reuters
    Paul McCartney e Ringo Starr participam de show destinando a angariar fundos para ajudar as crianças a aprender meditação. (Foto: Reuters)

    Os dois ex-integrantes ainda vivos dos Beatles, Paul McCartney e Ringo Starr, participam neste sábado (4) de um show destinando a angariar fundos para ajudar as crianças a aprender uma técnica de meditação que, segundo McCartney, ajudou a estabilizar a banda no auge da fama.


    Os dois ex-beatles tocarão separadamente no concerto intitulado "Change Begins Within" ("A mudança começa por dentro"), organizado pela Fundação David Lynch, que ajuda as pessoas a aprenderem a técnica chamada meditação transcendental.


    Os Beatles ajudaram a popularizá-la em 1967, quando buscaram orientação espiritual do guru indiano Maharishi Mahesh Yogi.


    "Foi um grande presente que Maharishi nos deu", disse McCartney em entrevista coletiva nesta sexta-feira (3). "Para mim, veio num momento em que estávamos buscando algo para nos estabilizar, no final dos loucos anos 60. É um presente para a vida toda, algo que você pode chamar a qualquer momento".


    Ringo também descreveu a meditação transcendental como um presente. Afirmou que, nos últimos mais de 40 anos, tem meditado "às vezes muito, às vezes um pouco".


    Outros convidados para o show no Radio City Music Hall, em Nova York, incluem Sheryl Crow, Donovan, Eddie Vedder (vocalista do Pearl Jam), Ben Harper e Moby.

      Técnica contra o estresse

    A fundação mantida pelo cineasta David Lynch diz que desde 2005 já forneceu bolsas para que mais de 100 mil jovens em situação de risco, professores e pais aprendessem a meditação transcendental em 30 países.


    O concerto é parte dos esforços para ajudar 1 milhão de crianças a aprenderem essa técnica mental contra o estresse.


    "Sinto como se estivesse numa reunião dos meditadores anônimos", brincou Moby. "Só aprendi a MT recentemente, porque fui criado por hippies e, para ser honesto com vocês, qualquer coisa associada à MT e aos hippies me assustava".


    "Quando eu estava crescendo, achava que a MT envolvia sacrifícios rituais de animais, se mudar para algum país, renunciar à riqueza e ao materialismo e comer besouros. Mas uma das coisas que me impressionaram foi sua simplicidade", disse ele. "É uma prática simples que acalma a mente."

    via portal G1

    Studio 2002

     

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