'Gosto muito mais da minha voz agora do que antes', diz a artista.
Álbum tem participação da banda Jennifer Lo-Fi e de Marcelo Camelo.

Lígia Nogueira Do G1, em São Paulo

A cantora Mallu Magalhães, hoje com 17 anos. (Foto: Divulgação)

"Minha canção é meu mundo / meu corpo é minha banda / e eu não vou parar". Logo de cara, na primeira faixa de seu segundo disco, Mallu Magalhães anuncia, em inglês, a que veio. "My home is my man" é apenas um pedacinho do caleidoscópio sonoro criado pela artista paulistana, que se tornou um dos maiores fenômenos pop no ano passado ao ser revelada na internet. Agora com 17 anos, ela esbanja desenvoltura vocal e criatividade em faixas que passeiam pelos mais variados estilos, do blues ("Nem fé nem santo") ao reggae ("Shine yellow").

"Não senti o peso do segundo disco no começo, só quando vi tudo pronto", conta Mallu. "Fui corajosa. Fiz o que eu senti, fui sincera. Não tinha muita opção, eu sou isso. Não adianta tentar fingir. Olhando tudo agora, acho bonito e tenho orgulho de ter feito com tanta honestidade."

Entre as principais mudanças de um ano para cá, ela diz que passou a levar o trabalho mais a sério. "Agora tenho uma profissão, tento enxergar como posso melhorar. Antes eu ia fazendo e não estava nem aí, era uma coisa pra mostrar pros meus filhos. Resolvi levar a música a sério e venho melhorando em vários aspectos. Me sinto mais segura para dar entrevistas, sinto que minhas ideias estão mais claras. O que mais mudou foi isso, a seriedade."

"A maior dificuldade quando fui fazer o disco foi encontrar um fio condutor", diz. "O álbum é tão eclético que eu tinha vontade de fazer um lado A e um lado B. Algumas canções eram muito diferentes. Aí tentei me concentrar na costura e fui indo atrás de ferramentas para conseguir atingir a essência. Por isso escolhi o Kassin como produtor. Achei que ele teria o conhecimento dos dois lados, e conseguimos chegar ao fator sinceridade."

A artista, que antes dizia ter vergonha de cantar em português, colocou no disco seis composições no idioma. "Tenho a impressão de que esse é um disco duradouro para o ouvinte. A pessoa gosta de uma coisa um mês, no outro gosta de outra. Acho que isso é importante porque tudo hoje é tão rápido. A pessoa ouve um disco e pouco tempo depois não quer nem saber. Essa coisa de ter várias faces pode ajudar a entender a essência do álbum."

"Be on the grass", por exemplo, tem uma atmosfera à Beatles, cheia de ruídos e uma cítara. "Essas referências não são muito objetivas, eu vou fazendo. Mas tem muito da influência do momento ou da situação", diz Mallu, que gravou uma canção inédita de Paul McCartney, "How d' you d", composta em 1969, para o projeto "Beatles 69", do selo Discobertas. "Era o máximo que a gente podia querer na vida. A gente tinha que imaginar como eles iam querer a música e ao mesmo tempo colocar a nossa personalidade ali."

Aspas Marcelo Camelo como artista me influencia naturalmente, porque eu já era fã de Los Hermanos e do disco solo dele"

Entre os convidados estão Maurício Takara, que toca bateria em cinco faixas, a banda Jennifer Lo-Fi, que participa da tropicalista "O herói e o marginal", e ainda Marcelo Camelo, namorado da cantora. "Como artista, ele me influencia naturalmente, porque eu já era fã de Los Hermanos e do disco solo dele. Eu componho sobre as minhas relações e experiências cotidianas e pessoais, isso acaba refletindo alguma coisa. Cada um tem o seu jeito de compor, seus gostos musicais. Um comenta o trabalho do outro, mas sem julgamento."

 

Desde que ficou famosa, aos 15 anos, Mallu Magalhães cresceu 10 centímetros. "Todas as roupas que eu tinha não consigo mais usar. Os vestidos ficaram meio indecentes", diverte-se. "As composições mais antigas já não cabiam mais na minha voz. Isso era muito perceptível para quem estava cantando e arranjando. Gosto muito mais da minha voz agora do que antes. Acho que vou gostar cada vez mais."

Para manter a voz em dia, a cantora faz exercícios diários, aulas de canto e acompanhamento médico. "Isso é muito psicológico também. Quando estou em turnê, há um desgaste físico, do coração e da cabeça, e eu procuro me manter calma e tranquila em relação a tudo. Estou aprendendo aos poucos a me fortalecer psicologicamente." 

Foto: Divulgação 

A cantora Mallu Magalhães. (Foto: Divulgação)

A cantora, que ainda mora com os pais em São Paulo, fez "Make it easy" para a mãe. "No começo da carreira, fiquei perdida. Eu não estava entendendo nada. Achava os 'nãos' uma autoridade careta, um moralismo sem sentido. Brigávamos muito, foi uma fase horrível. Mas, crescendo, e também pela minha vontade de ser mãe um dia, consegui me colocar no lugar deles e ver que os limites que eles impunham eram uma mistura de muito amor que gerava medo. Eles me amam muito, são pais muito cuidadosos. Tento conquistar meu espaço aos poucos e mostrar que eu os amo também."

Mesmo entre tantos compromissos de "popstar", Mallu ainda acha importante terminar o segundo grau e cursar uma universidade. "Eu não gostava da escola no começo, mudei e encontrei uma mais tranquila. Posso fazer trabalhos para complementar as notas e não preciso ir todos os dias. Depois, eu queria dar um tempo. Penso em fazer cursinho e aí prestar vestibular. Sou um pouco deficiente de conteúdo acadêmico. Se eu fosse fazer uma faculdade, eu precisaria de mais base. Tenho vontade de fazer tanta coisa... Não sei se eu tenho necessidade de ter um diploma, porque não pretendo trabalhar numa empresa e bater cartão.

 
Artista: Nando Reis & Os Infernais
Álbum: Acústico MTV
Gênero: MPB / Pop / Rock
N° de Faixas: 18
Tamanho: 71 MB
Formato: MP3
Qualidade: VBR Kbps

Tracklist:

01. Abertura
02. O mundo á bão Sebastião
03. A letra A
04. O Segundo Sol
05. Mantra
06. Luz Dos Olhos
07. Por onde andei
08. Marvin (Patches)
09. No Recreio
10. Quase Que Dezoito
11. Não vou me adaptar
12. All Star
13. Meu aniversario
14. Relicário
15. Os Cegos Do Castelo
16. Pomar
17. Do seu lado
18. Mantra (Estúdio)

 
Artista: Lady Gaga
Álbum: Bad Romance Remixes
Lançamento: 2009
Gênero: Pop, Electronic, Dance
Duração: 62 min
Qualidade: MP3 | 320 Kbps
Tamanho: 135 MB

Tracklist:

01. Lady Gaga – Bad Romance (Radio Edit)
02. Lady Gaga – Bad Romance (Bimbo Jones Clean Radio Edit)
03. Lady Gaga – Bad Romance (Bimbo Jones Radio Edit)
04. Lady Gaga – Bad Romance (Bimbo Jones Vocal Mix)
05. Lady Gaga – Bad Romance (Chew Fu Remix)
06. Lady Gaga – Bad Romance (Hercules & Love Affair Mix)
07. Lady Gaga – Bad Romance (Hercules & Love Affair Dub)
08. Lady Gaga – Bad Romance (Grum Remix)
09. Lady Gaga – Bad Romance (Starsmith Remix)
10. Lady Gaga – Bad Romance (Album Version)
11. Lady Gaga – Bad Romance (Short Radio Edit)
12. Lady Gaga – Alejandro (Don't Call My Name)

 
Artista: Jô Soares e O Sexteto
Álbum: Jô Soares e O Sexteto
Gênero: Jazz
N° de Faixas: 13
Gravadora: Sigla
Tamanho: 63,9 Mb
Formato: MP3
Qualidade: VBR Kbps

O álbum foi gravado no Tom Brasil em São Paulo. O repertório escolhido a dedo pelo próprio Jô, que em tese usou dois critérios para chegar nas 13 faixas do show: Seu gosto pessoal e mostrar as pessoas algumas vertentes do jazz, como o swing em Makin' Whoopee, o dixeland em On The Sunny Side of The Street ou o hard bop em Blues Walk e também do blues em Stormy Monday Blues e St. James Infermary, Jô também arrisca alguns solos de trompete e manda muito bem no bongô, nas músicas Caravan e Night in Tunisia. Não podemos nos esquecer do grande Ubirajara Penacho dos Reis mais conhecido como Bira, que interpreta a canção You Oughta Be in Pictures. E se tratando de Jô Soares uma coisa não poderia faltar – o humor – e ele aparece justamente em seus comentários (antes de cada música) e em duas faixas: Enkrenka uma salsa num clima de algazarra, gritos e vocal do Jô em espanhol e a música Um Croquete, versão em português de One Meat Ball e assim Jô encerra a apresentação com uma letra bem debochada e com participação da plateia.

Tracklist:

01. Summertime
02. Sudwest Funk
03. Night In Tunisia
04. Let s Get Lost
05. Blues Walk
06. Stormy Monday Blues
07. On The Sunny Side Of The Street
08. ST. James Infermary
09. Enkrenka
10. Markin Whoopee
11. Caravan
12. You Oughta Be In Pictures
13. Um Croquete (One Meat Ball)

 (para download clique no link acima aguarde 1 minuto até que o download fique disponivel no fim da pagina)

Alardeado como "o primeiro blu-ray de um artista brasileiro", Ritchie Outra Vez - Ao Vivo no Estúdio ainda não chegou às lojas. Embora já esteja em pré-venda, a previsão é de que chegue ao mercado somente na segunda quinzena deste mês de dezembro de 2009. Já a Universal Music põe nas lojas, até o dia 15, os blu-rays dos últimos registros de shows de Zeca Pagodinho (Uma Prova de Amor ao Vivo) e Leonardo (Esse Alguém Sou Eu).
 

Lançado em julho, o primeiro disco de Maria Gadú justificou a expectativa e o alto investimento da gravadora Som Livre, que vem promovendo o CD com o apoio da TV Globo. A cantora e compositora paulista reuniu inspirado repertório autoral, com destaques para Shimbalaiê (faixa em alta rotação na trilha sonora da novela Viver a Vida), Dona Cila e para o belo samba Altar Particular. Se, por um lado, a intérprete mostrou que ainda não tem maturidade para encarar músicas como Ne me Quitte Pas (gravada em registro que prioriza o suingue em detrimento da densidade emocional exigida pelo tema do belga Jacques Brel), por outro, Gadú exibiu faro para garimpar inédito repertório alheio sem cair no óbvio. Tudo Diferente (de André Carvalho) e Linda Rosa (da lavra dos novatos Gugu Peixoto e Luiz Kiari) são canções que ajudaram a dar brilho à estreia fonográfica da artista. Os shows realçaram a espontaneidade (às vezes, até excessiva) da cantora no palco e confirmaram Maria Gadú como a maior e mais promissora revelação musical de 2009 pela voz e pelo repertório.
 


Baixar CD Nelly Furtado – Undercover

 

Faixas:


1 – Morning After Dark (Feat. Timbaland & Soshy)
2 – Breathe (Feat. Swollen Members)
3 – Runaway
4 – Do It (Feat. Missy Elliott)
5 – Jump (Feat. Flo Rida)
6 – The Harder They Come
7 – Broken Strings (Feat. James Morrison)
8 – I Am
9 – Can You Get To Heaven
10 – Say It Right (Feat. Jayco)
11 – What s Going On ( AIDS )
12 – I Gotta Know
13 – Who Wants To Be Alone
14 – Undercover
15 – Fotografia (Feat. Juanes)
16 – En Las Manos De Dios
17 – Dar

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Músicas, CDs extras e até mesmo DVD são adicionados aos lançamentos originais

do R7
Divulgação/SonyFoto por Divulgação/Sony
O mais recente CD de Beyoncé Knowles é o campeão de edições especiais, que variam de 11 a 20 faixas, com uma edição trazendo até um DVD bônus

Acaba de chegar às lojas Rated R, o novo CD da cantora Rihanna. Você curte o trabalho dela? Tiete mesmo? Então, lá vai um conselho: não compre esse disco. Pelo menos, não agora. E a explicação é simples: logo deve sair uma edição especial.

Uma das formas que as gravadoras têm usado para tentar atrair a atenção dos fãs e superar a crise é produzir edições especiais dos novos lançamentos de seus nomes mais conhecidos. Esse costume começou com o formato CD, nos anos 80.

Como os discos de vinil comportavam no máximo 40 minutos de música e os CDs podem armazenar mais que o dobro, os relançamentos de vários LPs passaram a incluir faixas a mais para aproveitar esse espaço adicional. Além, é lógico, de atrair compradores.

Nos anos 90, esse costume começou a ser usado em discos inéditos. Paul McCartney deu início a essa nova forma de comercializar álbuns musicais. Inicialmente, ele lançou edições normais de seus discos Flowers In The Dirt (1989) e Off The Ground (1993). Depois, o ex-beatle disponibilizou-os no formato CD duplo, repletos de músicas a mais, lançadas anteriormente apenas em compactos difíceis de serem achados.

Outros artistas e gravadoras foram mergulhando de cabeça nesse costume, que, atualmente, virou uma febre. Um ótimo exemplo é I Am...Sasha Fierce, mais recente trabalho da megaestrela Beyoncé Knowles.

O disco saiu inicialmente no formato CD duplo, com seis faixas em um e cinco no outro. Somados, ambos têm duração menor do que um disco normal. Mas isso era apenas o começo dessa história.

Pouco depois, chegou no mercado fonográfico a Special Edition, um único CD com 12 faixas. Ou seja, uma a mais do que o álbum duplo anterior. Pouco depois, apareceu a Deluxe Edition, com 17 faixas, incluindo Video Phone, o dueto de Beyoncé com Lady Gaga.

Prenda a respiração, que o melhor ficou para o final. Trata-se da Platinum Edition, que oferece ao comprador um CD com 20 músicas, sendo quatro delas inéditas, e um DVD adicional com oito videoclipes e um documentário com bastidores dos clipes. Ufa!

Lógico que tem aqueles casos com um cheiro adicional de oportunismo. Veja o de Amy Winehouse. Quando todos imaginavam que a estrela britânica estava prestes a virar uma nova Janis Joplin, batento as botas ainda jovem, a gravadora responsável pelos discos da moçoila preparou edições especiais de seus dois únicos discos até o momento, Frank (2003) e Back To Black (2006), no formato álbuns duplos com  músicas inéditas ou lançadas em singles.

Ela continua firme e forte, mas quem ainda não tinha comprado os dois discos acabou se dando bem, pois teve a chance de adquirir versões mais bacanas de trabalhos bem legais, especialmente o segundo.

Rihanna não foi citada lá no início desta matéria por acaso. Good Girl Gone Bad (2007), seu segundo CD, voltou às lojas em 2008 com o subtítulo Reloaded e nada menos do que três faixas inéditas. Foram incluídas o megahit Take a Bow, a contagiante Disturbia e a sensacional If I Never See Your Face Again, parceria do grupo americano Maroon 5.

Lady Gaga acaba de fazer a mesma coisa com o seu The Fame, renomeado The Fame Monster e com um CD adicional incluindo oito faixas inéditas.

O pacote se encerra com o ótimo segundo álbum do astro pop britânico James Morrison, Songs For You Truths For Me, que retorna ao mercado com um CD adicional, com sete versões acústicas de canções do álbum.

E você pode encontrar inúmeras outras edições especiais de álbuns recentes nas lojas. Portanto, alguém aí acha que não teremos uma special edition, platinum edition ou coisa que o valha de Rated R? Melhor esperar.......

Magne Furuhomen, fundador do grupo, garante que toca no país durante a última turnê

Agência Estado.
DivulgaçãoFoto por Divulgação
Série de shows vai começar em Buenos Aires e segue para o Brasil

A turnê de despedida do grupo norueguês a-ha começará pela América do Sul. Em entrevista por telefone ao Jornal da Tarde, o tecladista, guitarrista e fundador do grupo, Magne Furuhomen, confirmou que irá tocar no Brasil

- Iremos no início de março para Buenos Aires e logo depois partiremos para o Brasil.

Segundo Magne, o fim da banda foi decidido por ele e pelos outros integrantes do grupo, Morten Harket (vocalista) e o guitarrista Paal Waaktaar-Savoy (guitarrista).  Para o tecladista, a relação entre os três estava ruim.

- Gravar Foot of the Mountain foi um parto. Tivemos inúmeras discussões quanto à sonoridade do álbum e não quero que em um futuro próximo essas brigas atrapalhem nosso relacionamento. Nossos arranjos são dramáticos, a voz do Morten é apaixonante. Se usássemos novamente orquestra e instrumentos orgânicos ficaria over. Decidi que este último álbum dialogaria com nossos sucessos como Scoundrel Days (1986) e Hunting High and Low (1985). É bem mais eletrônico, sintético, como o som que ajudamos a formatar nos anos 80.

Desde a volta no ano de 2000, o a-ha lançou quatro álbuns e conseguiu superar o preconceito de que era apenas mais um grupo de rapazes bonitinhos. Para Magne o sucesso do grupo contou com o apoio de várias celebridades.

- Tivemos muita sorte de voltar há dez anos. As pessoas tinham um estereótipo, mas gente como Chris Martin [vocalista do Coldplay] e Noel Gallagher [guitarrista do Oasis] sempre foram generosos nessa volta do a-ha. Noel disse que Train of Thought [de 1986] é seu single preferido. Hoje não somos mais mal entendidos e consigo dormir tranquilo. Quando a banda acabou em 1993, estávamos em frangalhos.

 Magne tem um projeto chamado Apparatjik, com o baixista Guy Berryman, do Coldplay, e pensa em investir em artes visuais após o fim do grupo. Há dois anos foi convidado a integrar a banda Travis, mas no mesmo momento gravava o último álbum do a-ha.

 E para os fãs brasileiros, Magne, que atualmente diz escutar Radiohead, MGMT, Sufjan Stevens e música norueguesa contemporânea, deixa um recado: "Vamos ao Brasil para celebrar o fim do a-ha com os fãs. Não quero que seja uma despedida triste. Queremos sempre ser lembrados como uma banda que fez grandes escolhas. Quando eu tiver 75 anos e olhar para trás, tocar no Brasil sempre vai estar na minha memória".

 
Artista: Cláudia Leitte
Álbum: As Máscaras
Gênero: Axé / Pop
Lançamento: 2009
N° de Faixas: 20
Tamanho: 64 Mb
Formato: MP3
Qualidade: VBR kbps

As Máscaras é o primeiro single do álbum de estúdio de estréia, Sette, da cantora baiana Cláudia Leitte. Sette é o 7º álbum da cantora Cláudia Leitte, e o 2º da carreira solo, é também o nome do show da cantora. o SETTE com dois T's é em homenagem ao sobrenome da cantora Leitte, O álbum Sette será lançado em 2010.

Tracklist:

01. As Máscaras
02. Quem é de Fé Balança
03. Rock Tribal
04. Busy Man
05. Fogo e Paixão
06. Beijar na Boca
07. Cidade Elétrica
08. Arriba
09. Pássaros
10. Doce Paixão
11. Insolação do Coração
12. No Carnaval de Salvador
13. Horizonte
14. Nola de Sabão
15. Extravasa
16. Eu Grito
17. Dyer Maker
18. A Camisa e o Botão
19. Cai Fora/Foto na Estante/Banho de Chuva
20. Pensando em Você

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