Em seguida, o grupo ganhou shows de talentos amadores, enquanto os
membros trabalharam lavando carros. Reed criou o nome do grupo,
inspirado por disc jockeys dos anos 50. O grupo mudou várias vezes de
formação, antes de assinar seu primeiro contrato de gravação importante
em 1955. Reed tocou baixo no grupo em hits como "The great
pretender",''My prayer", "Twilight time" e "Smoke gets in your eyes".
A banda foi homenageada no Rock and Roll Hall of Fame em 1990 e no Hall
da Fama dos Grupos Vocais em 1998. Reed travou longas batalhas legais
com outros artistas que lançaram músicas e fizeram shows com o nome
Platters. Ele ganhou uma decisão judicial no ano passado, que lhe deu
direito exclusivo de usar o nome.
Reed era o único membro do Platters que tocou em todas as mais de 400
gravações creditadas à banda, que contou com mais de 100 integrantes em
diversas formações. Ele continuou em turnê, realizando cerca de 200
shows por ano, até o ano passado, muitas vezes se apresentando com
cantores mais jovens sob o nome de Herb Reed e os Platters. O músico
deixa um filho e três netos.
"Começou como um samba para desestressar. Foi assim que criamos o samba
house. O termo traduz o nosso som. É o suingue do samba rock e as
batidas da eletrônica", define Luciano Tiso, vocalista do grupo Oba Oba
Samba House. Hoje, o quarteto paulista lota 20 shows por mês e acaba de
lançar o primeiro disco por uma grande gravadora, a Sony Music.
A fórmula do Oba Oba é simples: músicas conhecidas de vários gêneros
são tocadas em versões levemente eletrônicas. São acompanhadas por
composições próprias, no mesmo rumo. O quarteto é como um Emmerson
Nogueira das pistas de dança.
Hits da MPB ("Mas que nada", "Malandragem dá um tempo", "Não quero dinheiro") convivem com covers roqueiros com versões de Foo Fighters, Kings of Leon e Red Hot Chili Peppers.
As vinhetas eletrônicas dos shows são criadas pelo produtor Fernando
Deeplick, conhecido por ter feito remixes para Vanessa da Mata. A
mistura agradou. Luciano afirma que hoje o grupo é dono do "segundo ou
terceiro melhor cachê do Brasil no segmento samba".
O vocalista, ex-calouro de programas de TV, conta que não teve problema com a liberação das canções para regravação. "O artista tem que dar o aval. Todas que pedimos conseguimos. Estávamos com medo de 'Use somebody', 'Fly away' [Lenny Kravitz], mas rolou. São clássicos. Mexer no que deu certo é perigoso", reconhece. No caso de Jorge Ben Jor, o Oba Oba partiu para o corpo a corpo. "Trombamos com ele no aeroporto e ele disse ter adorado as versões. Temos coragem."
Empresário do rei aprovou
A maioria do público do Oba Oba está no interior de São Paulo e de Minas Gerais. Mas a banda também tocou em um famoso navio. Dody Sirena, que gerencia a carreira de Roberto Carlos, descobriu o grupo pela internet e quis um pouco de samba house no famoso cruzeiro do rei. "Tocamos lá e foi lindo. Roberto Carlos é uma pessoa iluminada", enaltece Luciano.
Para o homem de frente do Oba Oba, o sucesso veio porque a banda buscou algo diferente. "Vemos muita coisa igual na música brasileira. Ligamos a rádio e não conseguimos diferenciar uma coisa da outra. Nosso projeto é ousado." Do alto do palco, ele repara: o público é o mesmo do sertanejo universitário. "Gostam de cantar junto, dançar, ver gente bonita. Não têm preconceito. São antenados. O sertanejo universitário só é mais repetitivo."
Aos que não gostaram tanto da mistura de eletrônica com samba rock e sertanejo, o moço tem um aviso. "O samba house vai virar uma tendência. Eu tenho certeza que isso vai acontecer. Eu faço uma pesquisa na internet e vejo muita gente indo para esse segmento. Muitas outras bandas vão chegar mais longe do que a gente", arrisca.
O vocalista, ex-calouro de programas de TV, conta que não teve problema com a liberação das canções para regravação. "O artista tem que dar o aval. Todas que pedimos conseguimos. Estávamos com medo de 'Use somebody', 'Fly away' [Lenny Kravitz], mas rolou. São clássicos. Mexer no que deu certo é perigoso", reconhece. No caso de Jorge Ben Jor, o Oba Oba partiu para o corpo a corpo. "Trombamos com ele no aeroporto e ele disse ter adorado as versões. Temos coragem."
Empresário do rei aprovou
A maioria do público do Oba Oba está no interior de São Paulo e de Minas Gerais. Mas a banda também tocou em um famoso navio. Dody Sirena, que gerencia a carreira de Roberto Carlos, descobriu o grupo pela internet e quis um pouco de samba house no famoso cruzeiro do rei. "Tocamos lá e foi lindo. Roberto Carlos é uma pessoa iluminada", enaltece Luciano.
Para o homem de frente do Oba Oba, o sucesso veio porque a banda buscou algo diferente. "Vemos muita coisa igual na música brasileira. Ligamos a rádio e não conseguimos diferenciar uma coisa da outra. Nosso projeto é ousado." Do alto do palco, ele repara: o público é o mesmo do sertanejo universitário. "Gostam de cantar junto, dançar, ver gente bonita. Não têm preconceito. São antenados. O sertanejo universitário só é mais repetitivo."
Aos que não gostaram tanto da mistura de eletrônica com samba rock e sertanejo, o moço tem um aviso. "O samba house vai virar uma tendência. Eu tenho certeza que isso vai acontecer. Eu faço uma pesquisa na internet e vejo muita gente indo para esse segmento. Muitas outras bandas vão chegar mais longe do que a gente", arrisca.
O cantor russo Eduard Khil, que virou sensação na internet ao aparecer
no vídeo conhecido como ‘Trololó’, morreu nesta segunda-feira (4) em um
hospital de São Petersburgo, na Rússia
Ele estava em estado crítico de saúde, após ter sofrido um derrame e entrado em coma.
Segundo a imprensa russa, ele havia sofrido danos cerebrais irreversíveis.
A família de Khil chegou a procurar fundos para ajudar no tratamento do cantor.
O cantor teve muito sucesso nas décadas de 1960 e 70, no período soviético, mas caiu no ostracismo após o fim da URSS.
Ele virou sensação na internet em 2010, quando um vídeo com o cantor
interpretando 'Eu estou feliz porque estou voltando para casa' se tornou
viral ao ser publicado no YouTube –foram mais de 2 milhões de
visualizações em poucos dias (veja uma das versões do vídeo).
A música foi escrita pelo soviético Arkady Ostrovsky, e a letra
original falava de um caubói do estado americano de Kentucky que
passeava pelas pradarias enquando sua amada costurava meias para ele.
Mas o tema, muito relacionado aos Estados Unidos, não agradou aos censores naqueles tempos de Guerra Fria.
Então, para satisfazer à censura, Khil decidiu gravar uma versão vocalizada, que soava como "trololó".
Na época, isso não chamou muito a atenção nem foi imitado -até o vídeo cair na Internet.
Após o sucesso na web, os fãs do cantor pediram que ele fizesse uma turnê mundial.
O barítono agradeceu, mas recusou o convite, brincando com o fato de a
canção ter feito sucesso só mais de três décadas depois da gravação.
O presidente russo, Vladimir Putin, deu condolências à viúva e ao filho de Khil.
Ele deve ser enterrado na própria cidade, no cemitério de Smolenkskoye.
Khil era barítono formado pelo Conservatório de Leningrado, antigo nome
da atual São Petersburgo, e artista honorífico da União Soviética.
Para entrar no caminho de Deus é preciso enfrentar fila. Na maioria
das vezes, retenções (de pessoas) que, em bondes, querem chegar à pista
principal "no passinho, no passinho, no passinho dos varões" (como são
chamados os homens evangélicos) ou no das varoas (as mulheres). Tudo
para (re) encontrar o amado, Jesus Cristo, nos bailes gospel que atraem
cada vez mais cristãos para a noite carioca.
Um deles ocorre todo
mês no ginásio do Bangu Atlético Clube, onde jovens de 12 anos a
pastores de 60 dançam ao som do tamborzão, até as 6h, no Baile Gospel Os
Cocadas (o nome é em alusão aos cristãos mais animados). A balada é
organizada pelos MCs convertidos Leozão e Diego e pela mulher de Leozão,
Bruna Martins, com o apoio da Ministério Libertos para Adorar, uma
igreja sem espaço físico (só espiritual), aberta há um ano.
— Aqui não há bebida, sexo nem drogas. Sinto que a cada mês a
frequência no baile cresce 10%, sendo que 30% dos frequentadores não são
evangélicos — afirma o pastor Alessandro Annechine, que não foi ao
último baile, no dia 19 de maio, porque é militar e estava de plantão.
O
clube, que é aberto às 22h, enche de repente, como num "milagre", por
volta da meia-noite. Na fila chegam meninas "daquele jeito: de, de
sainha" vestida por cima de legs e calças jeans, é claro. Nos pés,
prevalecem tênis esportivos e sapatilhas.
— Não usamos nada que
provoque escândalo, ou seja, que deixe pernas e bumbum à mostra. Mas a
vaidade feminina não é um pecado. Só que não me produzo para uma noitada
e sim para adorar — diz a estudante Fernanda Doria, de 23 anos.
A recepcionista Monique Gomes, de 19 anos, emenda:
— Isso não é uma exigência da igreja. Nossa intenção é chamar a atenção de Jesus — afirma Monique.
Quem
não paga R$ 15 (o valor do último lote de ingressos para homens e
mulheres) pode ficar mais perto de Deus, no segundo andar do clube, em
um dos três camarotes a R$ 20 (a vantagem são mesas, cadeiras e vista
privilegiada para o palco). A noite, que começa com hip-hop e charme, só
é interrompida depois da meia-noite para uma pregação.
O DUELO NO BAILE
—
O propósito do baile gospel é ganhar pessoas para fazer delas
discípulos. A igreja entende que Deus é criador de todos os estilos. O
funk ou o eletrônico são atrativos. As pessoas vêm, Deus enlaça o
coração e elas se rendem — diz Valmer Ferreira, palestrante do último
baile.
Com a presença de Deus invocada, o funk começa com direito a
cascata de fogos no palco e até a 16 "foguetinhos" sobrevoando o
público. E as batidas funk são tão potentes como as ordens para aceitar
Jesus.
Com músicas como "Faz o C com a mão", Diego e Leozão travam um duelo cantando: "O nome dela é Teresa. Minha avó tá na igreja".
Você já entrou em uma loja e ficou bem – ou mal – impressionado com o que estava tocando no alto-falante? A escolha da música ambiente de um estabelecimento não é feita por acaso. Em artigo no site da Entrepreneur, a colunista Lambeth Hochwald afirma: “Você pode usar a música para deixar a sua loja tão irresistível que as pessoas sintam vontade de voltar, mesmo que não tenham planos de fazer compras”.
Claro que é essencial que o som seja adaptado ao seu público-alvo. Lambeth elencou cinco dicas para usar a música no negócio. Confira.
1. Mantenha a melodia no background. Utilize a música para realçar o ambiente, e não para ser o foco das atenções do local. É mais uma “presença atmosférica”, que não deixa o freguês ciente demais do som.
2. Encontre um equilíbrio entre volume alto e baixo. A música não pode estar alta a ponto de repelir os clientes. Algumas lojas voltadas para jovens, como a Abercrombie & Fitch, elevam bastante o volume. Mas a maioria dos estabelecimentos – sobretudo aqueles que têm público-alvo com mais de 25 anos de idade – deve manter a moderação. Também não é bom diminuir demais a intensidade. Uma música alegre pode criar um ambiente mais caloroso e divertido.
3. Não se empolgue no ritmo. A batida tem tanta importância quanto o volume. Se a música ambiente é rápida, por exemplo, as pessoas ficam mais estressadas enquanto esperam na fila do caixa.
4. Repense a música do seu telefone. Os sons que os clientes ouvem enquanto esperam para ser atendidos na sua empresa devem ser bem escolhidos. Se eles gostam do que está tocando, ficam mais dispostos a aguardar o atendimento.
5. Transforme a música em um elemento motivador. Se o seu objetivo é energizar os vendedores, personalize a escolha dos sons de acordo com as conquistas de cada colaborador. Por exemplo: a cada venda ou boa ideia de um empregado, a música predileta dele toca para o resto da equipe.
A Ford contratou os artistas de música eletrônica Joshua Harrison, Keith Kemp e Tom Newman para criar um som a partir dos “barulhos” do carro. O modelo utilizado para a criação da música foi o novo Ford Fusion americano, apresentado durante o Salão de Detroit no começo do ano.
"Mesmo que inconscientemente, o som de cada componente do carro influencia muito na percepção de qualidade dos consumidores", afirma Ramita Chawla, engenheira de qualidade de som da Ford. Desde o som que a batida da tampa do porta-malas faz, passando pelo ronco do motor ao aviso do cinto de segurança foram gravados pelos músicos. Segundo Joshua Harrison, um dos coordenadores do projeto, a produção de música eletrônica é muito similar à fabricação de um carro, “há muitas partes pequenas que precisam ser encaixadas. O segredo é juntar todos esses elementos e fazê-los funcionar como uma peça única”. Confira no link o resultado final e o processo de produção do vídeo.
Música “I’m a believer” interpretada por Smash Mouth, trilha do filme Shrek.
Neste comercial cantada por Cristina Sampaio http://www.youtube.com/user/Cristinadsampaio?feature=guide.
comercial no YouTube
clipe com cenas do Filme Shrek
Letra:
(duh-duh,duh-duh)
(duh-duh,duh-duh)
(duh-duh,duh-duh)
I thought love was only true in fairy tales
Meant for someone else but not for me.
Oh, love was out to get me
That’s the way it seems
Disappointment haunted all my dreams.
Meant for someone else but not for me.
Oh, love was out to get me
That’s the way it seems
Disappointment haunted all my dreams.
Then I saw her face
Now I’m a believer.
Not a trace
Of doubt in my mind.
I’m in love
(oooooo)
I’m a believer, I couldn’t leave her
if I tried
Now I’m a believer.
Not a trace
Of doubt in my mind.
I’m in love
(oooooo)
I’m a believer, I couldn’t leave her
if I tried
I thought love was more or less a given thing
The more I gave the less I got, Oh Yeah
What’s the use of trying
All you get is pain
When I wanted sunshine I got rain
The more I gave the less I got, Oh Yeah
What’s the use of trying
All you get is pain
When I wanted sunshine I got rain
Then I saw her face,
Now i’m a believer.
Not a trace
Of doubt in my mind.
I’m in love
I’m a believer, I couldn’t leave her
if I tried
Now i’m a believer.
Not a trace
Of doubt in my mind.
I’m in love
I’m a believer, I couldn’t leave her
if I tried
What’s the use in tyring
All you get is pain
When I wanted Sunshine I got rain!
All you get is pain
When I wanted Sunshine I got rain!
Yes I saw her face,
Now I’m a believer.
No not a trace
Of doubt in my mind.
Said I’m a believer, yeah yeah…
Now I’m a believer.
No not a trace
Of doubt in my mind.
Said I’m a believer, yeah yeah…
Artista: VA
Álbum: Amor Eterno Amor: Nacional
Gravadora: Som Livre
Gênero: Trilha Sonora. Vários
Lançamento: 2012
N° de Faixas: 15
Qualidade: 192 Kbps
Formato: MP3
Tamanho: 74 Mb
Tracklist:
01. Ainda Bem – Marisa Monte
02. Le Va-Me Pra Lua ((Fly Me To The Moon) (In Other Words) – Ana Caram
03. Sete Dias – Roberta Campos
04. Linha Tênue – Maria Gadú
05. Ai Menina – Lia Sophia
06. Presença – Skank – Part. Esp.: Emicida
07. O Silêncio Das Estrelas – Lenine
08. Feliz – Leila Pinheiro
09. Adormecendo – Cogumelo Plutão
10. Se Eu Quiser Falar Com Deus – Roberta Spindel
11. Pauapixuna – Fafá De Belém
12. Tô Fazendo A Minha Parte – Diogo Nogueira
13. Geminiano – Lan Lan
14. Na Moral – Lincoln Tornado
15. Luz Do Sol – Caetano Veloso
02. Le Va-Me Pra Lua ((Fly Me To The Moon) (In Other Words) – Ana Caram
03. Sete Dias – Roberta Campos
04. Linha Tênue – Maria Gadú
05. Ai Menina – Lia Sophia
06. Presença – Skank – Part. Esp.: Emicida
07. O Silêncio Das Estrelas – Lenine
08. Feliz – Leila Pinheiro
09. Adormecendo – Cogumelo Plutão
10. Se Eu Quiser Falar Com Deus – Roberta Spindel
11. Pauapixuna – Fafá De Belém
12. Tô Fazendo A Minha Parte – Diogo Nogueira
13. Geminiano – Lan Lan
14. Na Moral – Lincoln Tornado
15. Luz Do Sol – Caetano Veloso
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Na próxima semana, comemoraremos 11 anos do dia em que Alicia Keys surgiu com seu formidável Songs in A Minor cantando os efeitos do amor nas teclas do piano. Desde lá, ela se tornou um referencial no Soul contemporâneo e acumulou diversos sucessos de rádio. Que tal relembrarmos essa carreira brilhante escutando todos os singles lançados até aqui?
02. "Fallin'"
03. "No One"
04. "You Don't Know My Name (Radio Edit)"
05. "Un-Thinkable (I'm Ready)"
06. "A Woman's Worth"
07. "Karma"
08. "Gangsta Lovin' (Feat. Eve)"
09. "Girlfriend"
10. "Teenage Love Affair"
11. "Try Sleeping With A Broken Heart"
12. "Unbreakable"
13. "Put It In A Love Song (Feat. Beyoncé)"
14. "How Come You Don't Call Me"
15. "Like You'll Never See Me Again"
16. "Diary"
17. "Doesn't Mean Anything"
18. "Superwoman"
LINK ÚNICO: Zippyshare
03. "No One"
04. "You Don't Know My Name (Radio Edit)"
05. "Un-Thinkable (I'm Ready)"
06. "A Woman's Worth"
07. "Karma"
08. "Gangsta Lovin' (Feat. Eve)"
09. "Girlfriend"
10. "Teenage Love Affair"
11. "Try Sleeping With A Broken Heart"
12. "Unbreakable"
13. "Put It In A Love Song (Feat. Beyoncé)"
14. "How Come You Don't Call Me"
15. "Like You'll Never See Me Again"
16. "Diary"
17. "Doesn't Mean Anything"
18. "Superwoman"
LINK ÚNICO: Zippyshare
O velório será realizado na tarde desta quinta, no Cemitério São João Batista, também em Botafogo.
De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, ele faleceu às
6h45. Um boletim médico ainda será enviado com mais detalhes sobre o
óbito. O compositor estava internado desde domingo (27), quando reclamou
de falta de ar após uma viagem a trabalho.
Violonista e guitarrista, Nelson Jacobina era parceiro de Mautner desde
os anos 1970. Com ele, compôs clássicos como “Lágrimas negras”,
“Maracatu atômico”, “Árvore da vida” e “Samba-jambo".
Já com a Orquestra Imperial desde o início dos anos 2000, ele
trabalhava principalmente ao lado de músicos da nova geração da MPB,
como Thalma de Freitas, Moreno Veloso, Nina Becker, Kassin e Domenico
Lancelotti, além do também veterano Wilson das Neves. Há cerca de um
mês, mesmo doente, gravou o segundo álbum de estúdio da banda.
Jacobina descobriu um tumor abaixo do queixo há 15 anos, passou por uma
cirurgia e o câncer foi dado como curado. A doença, no entanto, voltou
cinco anos atrás e se alastrou até ser diagnosticada a metástase, em
2010.

