Foto: Divulgação

O Alisson, editor do Oasis News, deu a dica: Cachorro Grande deve abrir os shows do Oasis nas quatro cidades brasileiras pelas quais passará: Rio de Janeiro (07/05, no Citibank Hall), São Paulo (09, no Anhembi), Curitiba (10, no Expotrade Pinhais) e Porto Alegre (12, no Gigantinho).

A informação ainda não foi confirmada pela Opus Promoções, a produtora da apresentação na capital gaúcha, mas a discussão já tá pegando lá no site do Alisson. Alguns acharam boa a escolha, outros não. E você, curtiu?

Foto: Reprodução, Canto Photographer

Veja o mapa do Gigantinho aqui e um guia especial sobre os shows em todas as cidades lá no Oasis News.

via clicrbs


Em "Preconceito", Antonio Maria preconizava, com mágoa, em 1953: "Pra que este beijo agora?/Por que meu amor este abraço?/Um dia você vai embora sem sofrer os tormentos que eu passo/De que vale sonhar um minuto se a verdade da vida é ruim?/Se existe um preconceito muito forte separando você de mim".

Durante décadas os donos dos hits "Whiskey a Go Go" e "Dona" carregaram todo tipo de julgamento: da imprensa dita especializada, do rock nacional vigente, dos apegados à atitude e mesmo da MPB mais refinada. Mas o Roupa Nova resistiu.

Nos últimos 39 anos --se contado o tempo em que a banda atendeu pelo nome de The Famks-- Paulinho, Serginho Herval, Kiko, Nando, Ricardo Feghali, Cleberson Horsth contabilizaram decepções com as múltiplas tachações. Ficou para trás.

Com o recém-lançado "Roupa Nova em Londres" (Roupa Nova Music), primeiro álbum de inéditas da banda desde 1997, gravado em Abbey Road e no Air, estúdio do quinto beatle George Martin, o sexteto carioca remonta ao passado e revisita um período de batalha quase diária contra o preconceito.

"A imprensa já foi dura com a gente", diz Paulinho, responsável pela percussão e pelos vocais intensos de músicas como "Linda Demais", hit de 1985. "Fomos rotulados de banda brega, de grupo de baile. Mas as pessoas se esquecem de que o baile é uma grande escola para 90% dos músicos brasileiros. Eu duvido muito que o Caetano Veloso nunca tenha tocado em baile ou em bar. Hoje, quando nos chamam de banda de baile, nem ligo. Que falem, não temos mais nada para provar a ninguém".

Banda de baile ou não (e seja o rótulo pejorativo ou não), o Roupa Nova, pelo visto, ainda tem muito a oferecer, e não só aos fãs antigos. Uma pesquisa encomendada pela própria banda indicou que 75% dos fãs do Roupa Nova estão numa faixa etária (dos 15 aos 25 anos) mais próxima da preferência por bandas como CPM 22 e Charlie Brown Jr. Os laços com esta geração foram recentemente solidificados por meio de uma gravação do hit "Volta Pra Mim" feita pelos emos do Fresno, para uma vinheta para a MTV.

"Já sentimos preconceito, sim", concorda Feghali, afirmando que o rótulo de grupo romântico não lhes serve. "Essa presença de gente nova mostra que sobrevivemos através dos anos. Acho que as rádios vão sempre procurar nosso lado romântico. Mas temos letras de protesto, um lado social em várias músicas, que muitas vezes passa despercebido".

Velho amigo da banda (tocou com o baterista Herval na formação do grupo A Bolha que gravou "É Proibido Fumar", em 1978), o produtor Marcelo Sussekind diz que tais visões a respeito do Roupa Nova são absurdas: "São o melhor time de músicos que se pode encontrar. Esse tipo de sentimento só pode vir de quem não conhece a banda. Tem muita bandinha no mercado que não sabe de nada. Quando falam mal sempre me manifesto contra".

Outro a levantar a plaquinha com a nota 10 para a banda é João Barone, baterista dos Paralamas do Sucesso --banda que já fez gravações no estúdio do sexteto, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. "Eles são uma grande instituição, um grupo acima do bem e do mal em relação à crítica", afirma Barone.

O cantor Daniel Lopes, ex-integrante do grupo carioca Reverse, agora solo, vai mais além: "Eu me orgulharia de fazer parte de uma banda como o Roupa Nova. Eu os vejo como o porto seguro da canção. Hoje é mais fácil ser um hype do que construir uma lista de hits tão expressiva como a deles".

O ego do sexteto fora imunizado contra preconceitos logo no começo da carreira, quando, logo ao ser associado ao clima festeiro dos bailes, recebeu um presente de Milton Nascimento. É do compositor a canção Roupa nova, que batizou a banda. O autor de "Cais" convidou-os para gravar "Nos Bailes da Vida", uma composição dele com Fernando Brant, no álbum "Caçador de Mim" (1981).

Para Paulinho, pior do que qualquer idéia pré-concebida, são as distorções. "A gente fazia sucesso em rádio. Então queriam que a gente fizesse música na onda de pagode e sertanejo. Sempre brigamos com produtores e nunca nos prostituímos".
via UOL musica

Cantor foi morto pelo próprio pai no dia 1º de abril de 1984.
Se vivo, Gaye faria 70 anos nesta quinta-feira (2).

Do G1, em São Paulo

Marvin Gaye no 'The Ed Sullivan Show' nos anos 60. (Foto: Divulgação)

Por 20 meses, ele já teve o single mais vendido da história da clássica gravadora de soul Motown. Ele tocou bateria em "Please, Mr. postman" , das Marvelettes, lançou um dos primeiros discos conceituais da música negra, foi um dos primeiros artistas a cantar sobre ecologia com "Mercy mercy me" e foi considerado um dos dez maiores cantores da música pop pela revista "Rolling Stone".

 

Confira os 15 discos para entender o soul

Mas a vida de Marvin Petz Gay Jr. – mais conhecido como Marvin Gaye – não foi feita só de sucessos. A carreira de um dos maiores artistas da soul music também foi marcada por tragédias, começando com o desmaio que Tammi Tarrel, sua parceira de gravadora teve ao seu lado, em cima do palco (e sua subseqüente morte), passando por problemas com drogas, divórcios conturbados e a tragédia final que tirou a sua vida em 1º de abril de 1984 – há 25 anos, na véspera de seu aniversário de 45 anos. 


Ouça um especial GloboRadio com Marvin Gaye

 

Filho do pastor


Gaye nasceu no dia 2 de abril de 1939, em Washington DC, filho de Alberta Cooper Gay e Marvin Gay. O pai era pastor de uma igreja pentecostal dissidente chamada House of God ("Casa de Deus", em inglês). Gaye apanhava constantemente do pai, e seu sobrenome, aliado à sua voz aguda, despertavam rumores de que era homossexual entre os colegas de escola. Quando se tornou cantor, adicionou um "e" ao sobrenome – em parte fugindo do rótulo de gay e em parte como homenagem ao seu ídolo Sam Cooke.

Gaye participava dos sermões do pai, cantando hinos gospel, e também era fã de grupos de doo wop. Na escola, participou de banda do estilo, cantando e tocando bateria. Após ser dispensado do serviço militar, entrou para o The Marquees, do amigo Reese Palmer. Após gravar um single pelo selo da Chess comandado por Bo Diddley, foram contratados por Harvey Fuqua para tocarem na nova versão do grupo The Moonglows.

A banda se desfez em 1960, depois de cantarem em faixas de Chuck Berry e Etta James e gravarem alguns singles. Fuqua levou Gaye para Detroit, onde conseguiu um contrato para o cantor com a Anna Records – que viria a se tornar uma subsidiária da Motown.

Além de cantor, Gaye foi baterista do selo, gravando, entre outras músicas, "Mr. postman", sucesso do girl group The Marvelettes que ganharia versão dos Beatles posteriormente. Rebelde, não se ajustava ao "padrão Motown de qualidade", se recusando a ter as aulas de etiqueta e postura de palco patrocinadas pelo selo. Ainda assim, teve seu primeiro hit à frente do microfone em 1962, com "Stubborn kind of fellow". 

Tammi Terrell


Após uma série de hits ("Ain't that peculiar", "How sweet it is") e duetos (com Kim Weston e Mary Wells), Gaye achou sua parceira musical em Tammi Terrell, jovem cantora contratada pela Motown em 1965. Juntos, gravaram o álbum "United", com os singles "Ain't no mountain high enough", "You're all I need to get by" e "Ain't nothing like the real thing".

Mas a parceria não durou muito – durante uma apresentação em outubro de 1967, Terrell desmaiou no palco, nos braços de Gaye. No hospital, o diagnóstico foi mais sério – a cantora tinha um tumor maligno no cérebro. Segundo o livro "Divided soul: The life of Marvin Gaye", Terrell parou de cantar, e os vocais do disco "Easy", de 1969, teriam sido gravados por Valerie Simpson. Gaye, por sua vez, ficou arrasado com a doença de sua parceira, deixando inclusive de aproveitar o sucesso de seu maior hit, "I heard it through the grapevine". 

 

Detalhe da capa de 'Let's get it on', de Marvin Gaye. (Foto: Reprodução)

A música, composta por Norman Whitfield e Barrett Strong, foi gravada por Gaye em abril de 67, mas rejeitada pelo presidente e fundador da Motown Barry Gordy Jr. – irmão de Anna Gordy, com quem Gaye se casou em 1962. Insistindo na qualidade de faixa, Whitfield gravou uma nova versão, com Gladys knight and the Pips – que se tornou um dos maiores hits do grupo.

Lançada em 1968 no álbum "In the groove", a música começou a ser tocada pelos Djs das rádios – apesar do single oficial do disco ser "You". Pressionada pelo sucesso popular, a gravadora lançou "Grapevine" como single – e a canção ficou durante sete semanas em primeiro lugar da Billboard, se transformando no compacto mais vendido da gravadora até então (mas o recorde seria batido 20 meses depois, com "I'll be there", do Jackson 5). 

 

What's going on

 

Terrell acabou morrendo em 1970, aos 24 anos. Gaye estava completamente desolado, chegando a tentar a carreira no futebol americano. Cansado do controle criativo imposto pela Motown, resolveu entrar no estúdio e gravar "What's going on", libelo pacifista fora dos padrões românticos da gravadora.

Gordy não gostou da ideia (disse que a música era "a pior coisa que já ouvi"), mas após o cantor ameaçar deixar o selo, resolveu lançar um compacto com a música, sem nenhum tipo de publicidade. Ainda assim, a faixa ficou em segundo lugar nas paradas pop e em primeiro nas de R&B, e o diretor da Motown foi obrigado a pedir um álbum inteiro no mesmo estilo para Gaye.

Lançado em 1971, "What's going on", o álbum, se tornou um clássico da black music, influenciando uma série de artistas – começando pelos colegas de selo, como Stevie Wonder, que começaram a procurar um rumo mais autoral em suas próprias carreiras. Além da faixa-título, o disco ainda rendeu os singles "Mercy mercy me" (sobre ecologia) e "Inner city blues". O álbum ainda foi eleito "Disco do ano" pela revista Rolling Stone. 

Here, my dear


Gaye continuou sua carreira de sucesso com o sensual "Let's get it on", disco que se tornou o álbum mais vendido de sua carreira. Também gravou em 1972 "Diana & Marvin", álbum composto apenas de duetos com a ex-Supremes Diana Ross.

Gaye divorciou-se de Anna em 1977, e, como parte de uma decisão judicial, teve que dar parte da renda de seu próximo disco para a ex-esposa. O resultado foi "Here, my dear" ("Aqui, minha querida", em inglês), álbum duplo de pouco sucesso onde o cantor dissecava amargamente o relacionamento em faixas como "When did you stop loving me, when I did stop loving you?".

Em 1979, o cantor declarou falência e foi morar no Havaí, morando em uma van. Gaye partiu para uma turnê europeia em 80, e terminou de gravar seu último álbum pela Motown, "In our lifetime?". Após o lançamento do disco, brigou com a gravadora, acusando os executivos de terem modificado o álbum. 

Tragédia


Em 1982, Gaye mudou-se para a pequena cidade costeira de Ostend, na Bélgica, onde gravou seu último grande sucesso, "Midnight love", álbum que continha a faixa "Sexual healing", vencedora de dois Grammys. O single vendeu dois milhões de cópias nos EUA, passando dez semanas no topo das paradas de R&B.

Afetado por uma séria depressão, Gaye interrompeu a turnê do disco em agosto de 1983 – supostamente, o cantor teria até mesmo tentado o suicídio em alguns momentos. Voltando a morar com a família, se desentendia constantemente com o pai. Acabou vítima do progenitor, que disparou contra o filho após este intervir em uma discussão que estava tendo com sua esposa. A arma do crime havia sido um presente do cantor para o pai, dado quatro meses antes. Marvin Gaye morreu no dia 1º de abril de 1984 – um dia antes de seu aniversário. Uma tragédia sem tamanho para quem havia cantado, uma década antes, que "só o amor pode conquistar o ódio".

via portal G1

Prestes a completar 50 anos, o ex-líder dos Smiths lança 'Years of refusal'.
Beck, Scissor Sisters e TV on the Radio estão na coletânea 'War child'.

Do G1, em São Paulo

MORRISSEY - "YEARS OF REFUSAL"
Divulgação
Divulgação
Gravadora: Polydor

Prestes a completar 50 anos, o ex-líder dos Smiths parecia estar entrando numa crise de meia idade após os "anos de recusa" do título do mais novo álbum. Deixou-se fotografar semi-nu no lançamento do single "I'm throwing my arms around Paris", lançou o disco mais pesado em muito tempo, ameaçou se aposentar para terminar a carreira com "dignidade". Mas é só ouvir as primeiras faixas para perceber que, apesar do clima solar, é só o velho Moz falando de solidão, velhice e morte nas letras mais irônicas e dramáticas do pop mundial. "Você foi bom no seu tempo/ E nós te agradecemos / Você disse mais em um dia do que muita gente numa vida/ Foi o nosso tempo e nós te agradecemos", diz a letra da autorreferente e cruel "You were good in your time". Se há algum sinal de senilidade, talvez sejam os sopros e violões "mariachi" em "When I last spoke to Carol" e "One day goodbye will be farewell". (AMAURI ARRAIS)

via portal G1

Viúva de Kurt Cobain é a primeira celebridade processada por 'twittar'.
Dawn Simorangkir acusa Love de invasão de privacidade e difamação.

Da Reuters

 
Foto: AP
AP
Courtney Love, viúva do roqueiro Kurt Cobain. (Foto: AP)

O Twitter se tornou popular entre as celebridades. E as pessoas que fingem ser celebridades. Às vezes é difícil imaginar quem é quem.


Shaquille O'Neal? Sim, sua conta de Twitter é real. É ele.


50 Cent? Não exatamente. O rapper pagou para uma pessoa para escrever no Twitter por ele.


Britney Spears? Ela tem toda uma equipe de pessoas "twittando" por ela. Então não é realmente ela.


Christopher Walken? Impostor!


Courtney Love? É ela.


De fato, Courtney Love ganhou a distinção de ser a primeira celebridade processada por "twittar".


Na Corte Suprema de Los Angeles, a estilista Dawn Simorangkir, também conhecida como Boudoir Queen, na última quinta-feira, entrou com um processo contra Love por difamação, invasão de privacidade e por danos morais em "um extenso discurso extravagante" no Twitter sobre como ela foi cobrada por roupas feitas sob encomenda.

 

  'Círculo de fogo'

É difícil se estender quando se está limitado a 140 caracteres. Mas se qualquer um pode fazer isso, é Courtney Love, que supostamente escreveu comentários irônicos como "opa, não f... com o meu guarda-roupas ou você acabará em um círculo de fogo e será caçado até a morte".


"Mesmo que causada pela indução psicótica de droga, uma visão deformada da realidade, ou a crença de que seu dinheiro e fama permitem que ela desobedeça a lei, Love entrou em uma cruzada obsessiva e decepcionante para aterrorizar e destruir Simorangkir, sua reputação e seu sustento", disse a acusação.


O porta-voz de Love não quis comentar o processo judicial.

via Portal G1

Resenha de CD
Título: Quiet Nights
Artista: Diana Krall
Gravadora: Verve
/ Universal Music
Cotação: * * * 1/2

Difícil dissociar Quiet Nights - o álbum que Diana Krall lança nesta terça-feira, 31 de março de 2009 - do CD The Look of Love, trabalho de 2001 que consolidou a carreira da cantora de pop jazz. O produtor, Tommy LiPuma, é o mesmo. Assim como o arranjador, Claus Ogerman. Escorada nesse time tão convencional quanto eficiente, Krall gravita íntima e sensual pela Bossa Nova. A faixa-título, Quiet Nights, é a versão de Corcovado que correu os quatro cantos do mundo nos anos 60. De Antonio Carlos Jobim (1927 - 1994), o maestro soberano do gênero que a intérprete volta a abraçar, há também Este seu Olhar - entoada em português esforçado - e The Boy from Ipanema, faixa em que Krall reforça o tom lânguido que pontua as interpretações de seu 12º álbum. Tendo como maior ponto de referência o Brasil, Quiet Nights é essencialmente um disco de baladas para serem ouvidas à meia-luz - caso de Too Marvelous for Words. Outra referência forte, evidenciada já na faixa-título do emblemático The Look of Love, a música de Burt Bacharach e Hal David está representada em Quiet Nights pela recriação bossa-novista de Walk on by. Após alguns álbuns mais pessoais como The Girl on the Other Room, trabalho de 2004 marcado pela colaboração autoral de Elvis Costello com Krall, a cantora volta a mirar um público mais amplo, pronto para digerir as cordas arranjadas por Ogerman e para ouvir mais uma abordagem de So Nice, a versão em inglês do sempre moderno Samba de Verão. As duas boas faixas-bônus - recriações comportadas de Ev'ry Time We Say Goodbye e How Can You Mend a Broken Heart - não deixam dúvidas quanto ao alvo de Quiet Nights. Ao irmanar Cole Porter (1891 - 1934) e Bee Gees num clima de intimidade, Diana Krall dá outro look of love sobre repertório assentado sobre base pop que pouco tem de jazz.
via notas musicais

Seriado da Disney, no entanto, deve continuar por pelo menos dois anos.
Jovem está envolvida em projeto de Hollywood; 'quero ver se sou boa atriz'.

Da AP

 Foto: Divulgação Foto: Divulgação

Miley Cyrus em cena de ''Hannah Montana: O filme'', que estreia nos EUA em 10 de abril (Foto: Divulgação)

Miley Cyrus planeja voltar aos cinemas, e logo. Mas não como Hannah Montana. Pelo menos é o que afirma a atriz de 16 anos, cujo alter ego traz sua vida dupla como uma pop star às salas de cinema dos Estados Unidos em "Hannah Montana: O filme" –que estreia por lá em 10 de abril.

"Nós realmente tivemos sorte em ter material para fazermos um filme", afirmou Cyrus. O filme revela a identidade de Hannah Montana ao mundo de forma "muito esperta", segundo a atriz, e diminui as chances de haver uma continuação –mas que não destroi o futuro do popular seriado da Disney.

"Não sei se faria outro filme de Hannah Montana, mas adoraria fazer outra temporadada série", afirmou Cyrus, que já assinou contrato para uma terceira temporada e se diz interessada numa quarta. "Isso seria o que todos concordamos."

A atriz também parece concordar com um salto para Hollywood. Ela está planejando passar o verão trabalhando em um filme escrito pelo autor Nicholas Sparks –que não se trata de uma adaptação literária de nenhum best-seller. Desta vez, ele dirige o filme e escolheu Cyrus para um dos papeis.

O título é "The last song" (a última canção), mas ninguém fala mais do que isso. No entanto, parece que o longa testará o talento da jovem. "Sempre tive sorte de papeis que se pareciam comigo. E esse é totalmente diferente. Tenho meus problemas, mas não tão graves quanto os dessa garota. Então, estou feliz em interpretar alguém que está por aí, e não alguém que seja semelhante a mim."

"Quero ver se sou mesmo uma boa atriz ou apenas boa em interpretar eu mesma. Veremos como vai ser", encerra.

via portal G1

'American idiot' estreia nos palcos da Califórnia em setembro.
Adaptação será dirigida por Michael Mayer, vencedor do prêmio Tony.

Do G1, em São Paulo, com agências

O Green Day lança o álbum '21st century breakdown' em maio. (Foto: Divulgação)

Um musical baseado no álbum "American idiot", da banda Green Day, deve estrear em setembro no Berkeley Repertory Theater, na Califórnia, diz o jornal norte-americano "The New York Times".

A peça será uma colaboração entre o trio de punk pop e o diretor Michael Mayer, do musical de rock vencedor do prêmio Tony "Spring awekening". "É meio estranho (fazer o musical)", disse o guitarrista e vocalista do Green Day Billie Joe Armstrong ao jornal. "Mas isso é o que eu mais gosto nele. Quando as pessoas assistirem (ao musical) vão estar realizando meu sonho mais maluco", completou.
"American idiot", de 2004, é um dos discos de maior sucesso comercial da carreira da banda, com 15 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. O álbum é uma ópera-rock que segue os passos do personagem "Jesus of Suburbia" nos EUA pós-11 de Setembro.

Mayer admite que o disco pode ser difícil de ser adaptado ao palco: "Não é a história mais linear do mundo", admite. "Se você ler de uma certa maneira, pode ouvir uma multiplicidade de vozes", explica, contando que deve ter 19 atores trabalhando na peça no total. 


O Green Day deve lançar seu novo álbum, "21st century breakdown", em maio. A banda deve substituir os ataques explícitos à administração Bush do álbum anterior por temas atuais no país, como a crise econômica e a hipocrisia religiosa - este último tema presente na canção "March of the dogs".

"É o reflexo do que está ocorrendo nos últimos três anos. Criamos músicas com mensagens contundentes. Poderíamos ter tomado um caminho diferente ou voltar às nossas raízes. Decidimos dar um passo à frente", contou Armstrong.

via Porta G1

Figura fácil em trilhas de novelas da Rede Globo, Marisa Monte vai ter mais uma música veiculada em um folhetim exibido pela emissora carioca. Mais uma Vez - canção que a artista incluiu em 1996 no DVD Barulhinho Bom e que reviveu no show Universo Particular, captado ao vivo em registro editado em 2008 no kit de CD e DVD Infinito ao meu Redor - está na trilha sonora de Caras & Bocas, próxima trama do autor Walcyr Carrasco, que tem estréia programada para 13 de abril de 2009. A difusão de Mais uma Vez na nova novela das 19h deverá inflar as vendas de Infinito ao meu Redor, que fechou 2008 com 160 mil cópias vendidas - cifra respeitável diante da crise fonográfica.
via Notas musicais

Novo trabalho da pianista, 'Quiet nights', chega às lojas terça (31).
'Não consigo escrever uma letra em hipótese alguma', diz a artista.

Da Reuters

 
Foto: Divulgação
A cantora e pianista canadense Diana Krall. (Foto: Divulgação)

Diana Krall pode ser a senhora Elvis Costello agora, mas a artista premiada com o Grammy ainda é dona de uma carreira própria importante como jazzista, além de ter se lançado como produtora de discos para ninguém menos que Barbra Streisand.


Mas Krall não deixou em momento algum de manifestar seu lado esposa e mãe quando, recentemente, falou sobre seu novo álbum, "Quiet nights", que chega às lojas na terça-feira (31), seu trabalho de estúdio com Streisand e sua apresentação na Casa Branca.


"Talvez seja a babá", ela disse, desculpando-se, quando seu celular tocou durante a entrevista à Reuters. "Os meninos almoçaram e agora estão tirando sua soneca. Está tudo bem. Elvis está cuidando deles em Vancouver", afirmou com um suspiro, pensando em seus filhos gêmeos Dexter e Frank, de 2 anos.


Seu casamento com Costello em 2003 uniu duas forças musicais, e a influência do roqueiro britânico parecia clara no álbum de Krall "The girl in the other room", de 2004.



Diana Krall, 44 anos, é conhecida sobretudo por suas interpretações de standards do jazz, mas "Girl in the other room" incluiu algumas canções que ela escreveu e compôs com Costello. Os puristas não ficaram totalmente satisfeitos, porque acharam que ela se afastou do que esperavam, ao apresentar materiais que eram mais cantora/compositora contemporânea do que propriamente jazz.


Krall recordou que alguns fãs saíram antes do fim de um show dela naquele ano no Radio City Music Hall, em Nova York.

 

 

  CD para crianças

A cantora e pianista canadense disse que pode querer colaborar com o homem a quem ela chama Elvis - pelo menos em público - em lugar de seu nome real, Declan, sobre um CD para crianças.


"Espero poder fazer um disco para crianças. Se eu colaborasse com Elvis, seria realmente divertido. Poderíamos fazer um rock maluco, e ele escreveria sobre insetos ou algo assim."


Mas Krall disse que não tem planos de combinar seus talentos com a música de seu marido nos álbuns dele. Os dois trabalham independentemente em seus discos, mas ouvem as fitas demo um do outro.


Depois que ela grava, Costello pode dar ideias sobre a sequência das canções, os efeitos e outros elementos da pós-produção, mas Krall lembra que o dom dele é para escrever letras, enquanto o dela é compor as melodias. "Não consigo escrever uma letra em hipótese alguma", disse ela.


"É por isso que Elvis e eu combinamos tão bem. Temos a mesma intensidade e paixão pelas coisas, queremos ser artistas e fazer o que sentimos que é o certo."

via portal G1

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