A agenda de shows internacionais no Brasil em maio começa a ficar agitada a partir da semana que vem. Veja abaixo alguns dos principais nomes que se apresentam no país durante o mês.

BAJOFONDO
O grupo de tango eletrônico Bajofondo inicia sua nova turnê brasileira no dia 7, com show em São Paulo. Os ingressos para essa apresentação custam entre R$ 60 e R$ 220. A excursão promove o disco "Mar Dulce", lançado em 2007.

O Bajofondo também faz shows em Brasília, no dia 8, Rio de Janeiro, no dia 9, e Porto Alegre, no dia 10.

Chris Pizzello/AP
Liam Gallagher canta com o Oasis em participação na TV alemã (28/02/2009)


OASIS
A banda britânica começa no dia 7, no Rio de Janeiro, sua maior turnê pelo Brasil. O Oasis retorna ao país depois de três anos, agora para promover o disco "Dig Out Your Soul", de 2008.

O Oasis toca ainda em São Paulo, no dia 9, Curitiba, no dia 10, e Porto Alegre, no dia 12. Veja preços dos ingressos e como comprar.

ROBERT CRAY
Nos dias 7 e 8 de maio São Paulo receberá novamente o bluesman norte-americano Robert Cray, para dois shows no HSBC Brasil. Os ingressos custam de R$ 120 a R$ 300.

O cantor e guitarrista mostrará sucessos, como "Nothing But a Woman", e faixas do disco "Live from Across the Pond", de 2006.

DIONNE WARWICK
No dia 9 de maio, a cantora norte-americana Dionne Warwick sobe ao palco do HDBC Brasil para dividir o microfone com a brasileira Gal Costa em uma homenagem à música brasileira.

A turnê "Dionne Warwick convida Gal Costa" passará também por Rio de Janeiro, Porto Alegre, Manaus, Curitiba e Belém.

HEAVEN & HELL
Formado por músicos do grupo Black Sabbath, o Heaven & Hell faz shows em São Paulo, nos dias 15 e 16, e no Rio de Janeiro, no dia 17.

No repertório dos shows brasileiros estarão músicas do álbum "The Devil You Know" e clássicos do Black Sabbath.
Rodrigo Paiva/UOL
Tom Fletcher e Danny Jones, do McFly, durante show em SP (08/10/2008)


MCFLY
o McFly começa no dia 21, em Manaus, sua excursão por seis cidades brasileiras. O último trabalho lançado pelo McFly é o disco/DVD "Radio:Active", lançado em setembro de 2008.

De Manaus, eles seguem para Fortaleza, onde se apresentam no dia 23, no Siara Hall. A terceira escala é Recife, no dia 24, para um show no Chevrolet Hall. Depois de passar por São Paulo, seguem para o Rio de Janeiro no dia 30, com show no Vivo Rio. A última escala será em Porto Alegre, dia 2 de junho, no Teatro do Bourbon Country.

JONAS BROTHERS
A sensação pop norte-americana vem ao Brasil pela primeira vez em maio para dois shows. Os irmãos Kevin, Joe e Nick Jonas se apresentam no Rio de Janeiro, no dia 23, e em São Paulo, no dia 24.

As apresentações no Brasil, único país latino-americano a ter duas datas da turnê, fazem parte da etapa internacional da "The Jonas Brothers World Tour".

via UOL

 Studio 2002



O Depeche Mode anunciou em seu site oficial que fará dois shows no Brasil em outubro. O trio inglês toca no Rio de Janeiro, no dia 22, e em São Paulo, no dia 24.

Ainda não foram divulgados os locais das apresentações. De acordo com o site, os ingressos começam a ser vendidos no dia 25 de julho, mas também não foram informados os pontos de venda.

AP
Dave Gahan e Andrew Fletcher em show do Depeche Mode em Los Angeles (23/04/2009)

Os shows fazem parte da turnê de divulgação do recém-lançado 12º disco do grupo, "The Sounds of The Universe". O álbum entrou no segundo lugar da parada britânica na semana de lançamento e já está nas paradas de países como Alemanha, Itália, Suíça, Bélgica e México, entre outros.

via UOL musica

 Studio 2002

Músico faz show no Teatro do Sesc Pompeia nesta quinta (30).
Cantoras Mariana Aydar e Nina Becker estão entre os convidados.

Lígia Nogueira Do G1, em São Paulo

Romulo Fróes apresenta 'No chão sem o chão'. (Foto: Divulgação)

"No chão sem o chão" é provavelmente o lançamento mais ousado na música brasileira este ano. O álbum duplo com 33 músicas e quase 120 minutos de duração é o mais novo trabalho do músico paulistano Romulo Fróes, 38. Partindo do samba triste em direção ao rock psicodélico, ele faz show em São Paulo nesta quinta (30) no Teatro do Sesc Pompeia. As cantoras Mariana Aydar e Nina Becker e o pianista André Mehmari estão entre os convidados.

O primeiro disco, mais nervoso, foi chamado de "Primeira Sessão: Cala Boca Já Morreu"; e o segundo, mais calmo e solto, de "Segunda Sessão: Saiba Ficar Quieto". Se antes as canções eram protagonistas, agora estão em primeiro plano os arranjos incomuns propostos pelo artista e o peso da banda interferindo nas músicas.

As letras são dos artistas plásticos Clima e Nuno Ramos, que acompanham Romulo em "Calado" (2004) e "Cão" (2006). Quase sempre impalpáveis e abstratas, elas ganham vida na interpretação sem ironias do cantor, cujo estilo vem sendo lapidado pela escola de Nelson Cavaquinho e Tom Jobim, duas de suas influências.

"Esse é o traço mais forte do meu trabalho: o núcleo de composição formado por mim, pelo Nuno Ramos e pelo Clima", diz Romulo, que é formado em artes plásticas e trabalha como assistente de Ramos. "Os dois são os maiores letristas da música brasileira. Pena que eles fazem música para um cara que não tem tanta penetração popular."

Romulo atribui a liberdade de criação a "uma certa ignorância musical". "Por não ter uma formação musical muito estreita, a gente faz do jeito que acha que tem de fazer, a gente é livre. Se tem uma coisa das artes plásticas no meu trabalho, é o lance da mistura de influências. Tem a ver com ser artista de um jeito mais amplo, de estar ligado em outras coisas que não sejam só harmonia e melodia." 

 

Romulo: 'Fico irritado quando dizem que não acontece nada na música brasileira'. (Foto: Divulgação)

Trabalhar com artes plásticas, segundo o cantor, "foi um truque pra fazer algo bacana enquando a coisa da música não rola". "Pode não rolar nunca. Podem dizer que eu sou incrível, mas eu não estou tocando mais porque fui capa do caderno de cultura. Posso ser relevante pra pouca gente", fala. "Mas não dá pra ser caixa de banco e fazer canção, não dá certo. Eu faço sabão, eu descolo urubu, arrumo burro, essas maluquices de artes plásticas."

 

 

Sambinha

Seu maior objetivo é fazer canções "cantaroláveis". "Sempre uso o exemplo do Tom Jobim, que fazia coisas complexas, de uma grandiosidade artística inacreditável, e as pessoas cantam 'Chega de saudade' como se fosse um sambinha. Aquilo é de uma complexidade absoluta, uma espécie de ideal da vida. Roberto Carlos seria um outro exemplo", cita Romulo, dizendo que não deixou o samba de lado, e sim o rótulo de sambista neste novo disco. 

 

"O álbum mostra mais assuntos, outras coisas que me interessam. É lógico que o samba está lá, meu maior ídolo na vida é o Nelson Cavaquinho. Essa falta de ironia do meu trabalho vem do samba triste. Não tem paródia. Não faço música só pra balançar a cadeira. Tem um envolvimento, aquilo está lidando com a música brasileira, com o que eu penso, pra onde eu quero ir. Esse é o disco mais pop que eu já fiz, embora ele seja experimental, difícil de ser tragado."

Romulo concorda quando dizem que ele faz parte, ao lado de artistas como Guizado e Curumin, de uma geração inclassificável. "Me considero parte de uma geração que eu acho incrível. Fico irritado quando dizem que não acontece mais nada na música brasileira. Tem muito a ver com a galera que começou a produzir seus discos do jeito que dava, de modo independente, é uma galera que gosta muito de música brasileira, que gosta de tudo."

"É uma espécie de realização da tropicália, ela finalmente aconteceu. Aquilo que o Caetano Veloso fazia de jeito meio pragmático, dizendo que gostava de Bob Dylan e de Odair José do mesmo jeito e indo ao programa do Chacrinha. Hoje todo mundo sabe como faz o próprio disco, como funciona um amplificador, uma mesa de som, isso é muito forte. São muitas informações acontecendo ao mesmo tempo. É difícil alguém que catalize toda uma cena, isso não vai acontecer. Nem o Caetano tem mais essa força."

 

Romulo Fróes – "No chão sem o chão"
Quando:
quinta (30), às 21
Onde: Teatro do Sesc Pompeia, Rua Clélia, 93, tel. (11) 3871-7700
Quanto: R$ 16

via G1

 Studio 2002

Blogueiro associou sequência genética a notas musicais.
Trabalho levou cerca de seis horas para ser finalizado.

Do G1, em São Paulo

Se a gripe suína vem causando medo no mundo todo, parece que para o norte-americano Stephan Zielinski, de São Francisco, ela serviu de inspiração: ele usou a sequência genética do vírus para criar uma música. A informação foi divulgada na quarta-feira (29), pela CNN.


Zielinski, de 41 anos, não é bioquímico nem músico. É escritor, fotógrafo, programador de computador e blogueiro, e trabalhou na canção em seu tempo vago. Mas se disse fascinado pelo vírus e pela incapacidade do corpo humano em percebê-lo como prejudicial.

 

"Embora o mapa genético dele esteja aí e possamos até fazer uma música com ele, não podemos explicá-lo para as pequenas células de nosso corpo", afirmou.


Usando um programa de computador, o blogueiro associou instrumentos e notas musicais às propriedades das proteínas do vírus. Cada um dos aminoácidos ("tijolos" que formam essas proteínas) foi associado a um instrumentos musical, como piano, órgão e percussão.

 

O trabalho todo levou cerca de seis horas para ser realizado. O resultado é curiosamente melódico (clique aqui para ouvir).

via G1

 Studio 2002

Imprensa austríaca informou que ninguém percebeu o truque.
Falsa cantora foi recebida com todas as honras por diretor do museu.

Da EFE

AP
A cantora e atriz Beyoncé no lançamento de 'Obsessed' em Nova York. (Foto: AP)

Além de uma poderosa voz e de um corpo espetacular, a cantora americana Beyoncé desenvolveu o dom da ubiquidade e conseguiu estar em dois lugares ao mesmo tempo: em um museu de Viena e fazendo compras nas ruas da mesma cidade.


O segredo da estrela foi usar uma sósia para visitar o famoso museu Albertina enquanto ela fazia outras coisas.


A imprensa austríaca informou nesta quarta (29) que o truque foi tão perfeito que ninguém no museu percebeu.

 

A "cantora" foi recebida com todas as honras e conduzida a uma visita guiada através da pinacoteca pelo próprio diretor da instituição.

 

 

  'Descaramento'

"Achamos que é um descaramento", afirmou à agência "APA" a porta-voz do museu, Verena Dahlitz.


"Ontem (terça-feira) tivemos uma leve dúvida, mas não tínhamos certeza", explicou a porta-voz sobre a aparição da sósia. "Pelo rosto, poderia ter sido ela".


Mas o museu não foi a única vítima do estratagema. Após a visita ao Albertina, a sósia passou por galerias comerciais, aonde fãs correram para pedir autógrafos, após a confundirem com Beyoncé.


Enquanto a falsa Beyoncé olhava quadros, a verdadeira fazia compras e inclusive tirou fotos e deu autógrafos a fãs.


O museu ainda não se pronunciou sobre a manobra da cantora, que na terça fez um show em Viena.

via G1

 Studio 2002

Banda se apresenta no dia 22 de outubro no Rio e 24 em SP.
Shows fazem parte da turnê 'Tour of the Universe 2009'.

Do G1, em São Paulo

A banda Depeche Mode. (Foto: Divulgação)

O trio inglês Depeche Mode anunciou em seu site oficial as datas de dois shows no Brasil em outubro: dia 22 no Rio de Janeiro e dia 24 em São Paulo.

 

Segundo o site, os ingressos para ambas as apresentações começarão a ser vendidos on-line a partir do dia 25 de julho. Os locais dos shows e preços dos ingressos ainda não foram divlgados.


As apresentações no Brasil fazem parte da seção latino-americana da turnê "Tour of the Universe 2009", que tem um show prévio no dia 6 de maio em Luxemburgo e começa oficialmente com uma apresentação em Tel Aviv, em Israel, no dia 10 do mesmo mês.

O grupo acabou de lançar o disco "Sounds of the Universe", primeiro álbum de inéditas desde 2005.

via g1

 Studio 2002

André Paste mistura sensação britânica com Exaltasamba no YouTube.
Adolescente ganhou fama na internet fazendo mash ups.

Amauri Stamboroski Jr. Do G1, em São Paulo

O produtor capixaba André Paste. (Foto: Divulgação)

Os frequentadores do site YouTube podem se deparar com uma cena inusitada: Susan Boyle rebolando ao som do grupo de pagode Exaltasamba. Na verdade, o vídeo que traz a escocesa "cantando" e dançando ao som da música "Dança do bole-bole" é obra do garoto capixaba André Paste, de 17 anos.

"Eu estava com a música na minha cabeça durante toda a manhã, enquanto estava na aula. Cheguei em casa, vi uma matéria sobre ela e resolvi fazer o vídeo – demorou só 50 minutos", conta Paste em entrevista ao G1. Mas André tem outros projetos musicais já prontos: ele é produtor de mash ups, músicas feitas apenas a partir de samples de duas ou mais composições originais.

Ainda no colegial (está no terceiro ano do ensino médio, e vai fazer vestibular para Publicidade e Propaganda), Paste já tem milhares de acessos em seu perfil no
MySpace, onde divulga seus mash ups que misturam os mais diferentes estilos – uma única música mistura Mika, MC Cidinho, Beatles, Madonna, Perlla e New Kids on the Block, por exemplo.

 

Choque cultural

 

"Eu gosto de todos os estilos, do mais brega ao erudito", confessa Paste, que diz estar ouvindo recentemente o DJ francês Pilooski, a dupla sertaneja César Menotti e Fabiano, o punk cigano do Gogol Bordello e os Racionais MCs. "O mais bacana de misturar é pop com brega, funk carioca e MPB, total choque cultural", define.

André conta que começou a produzir depois de ouvir o disco "Big forbidden dance", álbum de mash ups do carioca João Brasil(que ele considera um "ídolo"), apesar de já conhecer o gênero pelo YouTube e por discos do norte-americano Girl Talk. "Eu fiz um curso de produção musical há uns três anos, quando aprendi a usar o programa Ableton Live. Não tenho nenhum padrão, faço tudo na tentativa. Ouço uma música no iPod e depois vou pro computador experimentar o que combina".

Apesar de ter muita vontade de se apresentar ao vivo, não acha que vai viver de música: "É um hobby, quando cansar eu paro, mas agora eu não quero não. E nem consigo ter outros projetos, neste ano eu estou me dedicando ao vestibular, depois eu penso nisso tudo". E enquanto ele pensa, Susan Boyle vai rebolando.

via G1

 Studio 2002

Grupo norte-americano lança o sucessor de 'Riot!' em setembro nos EUA.
Terceiro disco de inéditas da banda ainda não tem nome.

Do G1, em São Paulo

Hayley Williams, no show do Paramore em São Paulo. (Foto: Flavio Moraes/ G1)

Em entrevista para a MTV norte-americana, o grupo de rock norte-americano Paramore divulgou que seu próximo álbum, o sucessor de "Riot!", deve ser lançado nos EUA em setembro. A banda, quem tem como frontwoman a ruiva Hayley Williams, está gravando o terceiro disco de inéditas nos estúdios do produtor Rob Cavallo (que já produziu artistas como Green Day e My Chemical Romance) em Calabasas, na Califórnia.


A banda ainda não tem nome para o disco e também não escolheu o primeiro single, mas promete tocar algumas das músicas inéditas durante a turnê que faz com o No Doubt pelos EUA nos próximos meses. 

 

Quando laçaram seu primeiro disco, "All we know is falling" (2005), Williams tinha 16 anos, e o pai dela dirigia a van que eles usavam em turnê. Com "Riot!" (2007) a banda ganhou projeção internacional e inclusive uma indicação ao Grammy de Melhor Novo Artista – e também ganhou o do VMB a categoria "Banda internacional". O grupo esteve no Brasil em outubro de 2008, fazendo shows em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.
via G1
 Studio 2002

Banda de rock norte-americana teve hiato de cinco anos.
Novo álbum do grupo deve se chamar 'Full circle'.

Do G1, em São Paulo

A banda Creed, versão 2009. (Foto: Divulgação)

Os membros do Creed anunciaram nesta semana sua reunião, depois de um hiato de cinco anos. O vocalista Scott Stapp, em entrevista ao site da revista Rolling Stone, diz que "não chamaria isso de uma reunião. É mais um renascimento e uma renovação".

O grupo de rock norte-americano vai fazer uma turnê nos EUA a partir de agosto, e também quer lançar um álbum com faixas inéditas. A banda ainda está a procura de produtor, mas já escolheram a faixa-título do disco, "Full circle": "É uma favorita de todos nós, e realmente define e articula, em melodia e letra, o que aconteceu com a gente", explica Stapp.

Formado em 1995, o Creed fez sucesso no final de década de 90 com músicas como "Higher", "My sacrifice" e "With arms wide open". A banda foi considerada uma das mais bem sucedidas da onda "pós-grunge", e a voz de Stapp foi constantemente comparada à de Eddie Vedder, do Pearl Jam. O grupo anunciou seu fim oficialmente em 2004 – Stapp saiu em carreira solo, lançando o disco "The great divide" em 2005.

via G1

 Studio 2002

O UMP (União Por um Movimento Popular), partido do presidente francês Nicolas Sarkozy, pagará 30 mil euros (cerca de R$86 mil) à banda norte-americana de rock alternativo MGMT.

A compensação é decorrente de um acordo feito com a banda após ameaça de processo pelo uso indevido da faixa "Kids" durante o congresso nacional do UMP em janeiro.

Marcelo Soubhia / UOL
O guitarrista e vocalista do MGMT Andrew VanWyngarden se apresenta no Tim Festival em São Paulo (25/10/2008)


A informação foi dada nesta terça-feira (28) pela advogada do MGMT na França, Isabelle Wekstein, que descreveu a quantia como "satisfatória". O dinheiro será doado a uma organização pelos direitos dos artistas.

O UMP admite o uso indevido de "Kids", mas diz não ter sido intencional. Originalmente, o partido havia oferecido a quantia simbólica de 1 euro, o que foi rejeitado pela banda.

O acordo se deu às vésperas da segunda votação no parlamento francês da nova política defendida pelo governo contra a pirataria na internet. A proposta foi derrotada na primeira vez.

O disco mais recente do MGMT, "Oracular Spectacular", que contém a faixa "Kids", ganhou em 2008 o prêmio de melhor álbum do ano pelo semanário britânico New Musical Express e foi disco de platina no Reino Unido.

via UOL

 Studio 2002

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