Artista: VA
Álbum: Ritmo Kuduro Vol. 2
Gravadora: Especial Records
Gênero: Dance, Kuduro
Lançamento: 2012
Qualidade: 320 kbps / 44100Hz / Joint Stereo
Duração: 01:17:31 min
N° de Faixas: 19
Formato: MP3
Tamanho: ~ 196 Mb


Tracklist:
01. Iran Costa – Ai, se eu te Pego (Kuduro Lucana Mix)
02. Ana Malhoa – A Noite e Loucura (Caliente)
03. Emanuel – O Ritmo do Amor (Kuduro)
04. Adriana Lua – Vem que eu quero-te Amar (Kuduro Remix)
05. Santamaria – Junto de Ti (Num Gesto de Amor)
06. Iran Costa – Chora, Me Liga
07. Adriana Lua – Sorte Grande (Lucana Extended Mix)
08. Peter M – Kuduro e Assim
09. DJ Giba – Quem e essa Mulher (Kuduro Mix)
10. Ana Malhoa – Bomba Latina (Yo Soy Latina)
11. Nemanus – Nemanus Kuduro
12. Iran Costa – Caipirinha
13. Adriana Lua – Rapunzel (Lucana Extended Mix)
14. Ai, Ai, Ai
15. Doce Desejo
16. Coracao
17. Velha Infancia
18. Rap das Armas
19. Ja Sei Namorar



Após o sucesso com o disco “We Sing. We Dance. We Steal Things” e o megahit “I’m yours”, Jason Mraz volta com o CD “Love is a Four Letter Word”. O novo trabalho do cantor americano será lançado no dia 17 de abril. Ouça com exclusividade  todas as novas canções, incluindo o novo single “I Won’t Give Up”.
“É pessoal, é melódico. E é suave”, disse Mraz em entrevista publicada pela revista americana “Billboard”. “Têm alguns andamentos mais acelerados, mas a maioria prevalece com ritmo de batida do coração. É baseado na minha vida e no que tenho feito.”




Artista: VA
Álbum: Kuduro Caliente
Gravadora: Vidisco Portugal
Gênero: Dance
Lançamento: 2012
Qualidade: 320 kbps / 44100Hz / Joint Stereo
Duração: 01:19:25 min
N° de Faixas: 23
Formato: MP3
Tamanho: ~ 202 Mb


Tracklist:
01. Massivedrum – Catita
02. Roger Milan vs Danubio feat. Kelly Pink – Dancando Lambada
03. Franklin Rodriques – African Force
04. Michel Telo – Ai Se Eu Te Pego
05. Gusttavo Lima – Balada
06. Marcus – Chora, Me Liga
07. Cabo Snoop – Windeck (Arih Gold & Gil Perez Remix)
08. Mr. Groove & Vergas feat. Rasta C – People Of The World
09. R.I.O. feat. U-Jean – Animal
10. Gasolina & Cali Flow 212 – Vou-Te Bater
11. Nicola Fasano Presents Lu Menezes – O Canto Da Cidade
12. Stiekz-O-Matic & Afro Bros – Big Brazil 3.0
13. Diogo Menasso & Eurico Lisboa feat. Mc Guy H. & Mc Fubu – A Preferida
14. Massivedrum & DJ Maddox – Ramboia
15. Jay A. feat. Daniela P – The Gift Of Life
16. Hallux & Nuno Fernandez feat. Marcus – Bem Gostosinho (Mulher Solteira)
17. Naiara Azevedo feat. Mark F & Mike Moonnight – Sou Brabo (Sou Foda)
18. Pedro Amorim feat. Daduh King & Lee J – Balanca
19. Massivedrum & DJ Maddox – Ela Me Quer
20. Zona 5 – Levanta O Vestido
21. The Spacemakers – I’m In The Facebook (Jay A. Remix)
22. Dj Mike C – Essa Menina
23. Silvio Luz & MC Lele – Balanca A Cabeca



O órgão responsável pela distribuição dos direitos autorais artísticos no Brasil está em xeque.

Investigada pelo Senado e responsável pela gestão anual de mais de R$ 400 milhões, a cúpula do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição de direitos autorais (Ecad) corre o risco de ser indiciada por apropriação indébita, formação de quadrilha e cartel. Essa é a intenção dos cabeças da investigação e depende ainda de confirmação por parte do Ministério Público.

Pelo menos 14 pessoas estariam envolvidas em procedimentos que, de acordo com investigações dos senadores, resultaram em maquiagem das contas da instituição e distribuição duvidosa de bônus entre a sua diretoria.

O Ecad administra os pagamentos de direitos autorais sobre a execução de músicas e audiovisuais. Questionado pela forma de atuação, com cobrança sumária até mesmo em bailes de casamento e quermesses religiosas, agora se vê às voltas com uma contabilidade confusa – o que desagrada músicos. Em 2010, dos R$ 432,9 milhões, R$ 346,5 milhões foram pagos aos artistas, e uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que tramita no Senado investiga no que foi gasto o restante do dinheiro.

Conforme a CPI, em 2004 o Ecad decidiu incorporar ao seu caixa R$ 1.140.198 do chamado crédito retido – recursos de direito autoral arrecadados pelo órgão, mas que não haviam sido repassados por dificuldades na localização dos artistas. A manobra teria permitido à entidade transformar um déficit de cerca de R$ 700 mil em um superávit de R$ 444 mil, com pagamento aos diretores do Ecad de prêmios individuais de até R$ 50 mil.

Se investiga também casos mal explicados envolvendo o Ecad. Um deles: o bajeense Milton Coitinho dos Santos foi usado como laranja no pagamento de R$ 127,8 mil pela execução de trilhas sonoras de filmes de clássicos do cinema nacional – embora ele não seja músico, apenas motorista de ônibus. Coitinho jamais recebeu o dinheiro, que foi desviado para contas correntes de procuradores envolvidos com funcionários da União Brasileira de Compositores (UBC), a principal associação vinculada ao Ecad e que detém 45% dos votos da diretoria colegiada do órgão. Eles devem ser indiciados por falsidade ideológica e formação de quadrilha.

Podem ser também indiciados, mas por formação de cartel, oito diretores do Ecad e os seis presidentes das associações com direito a voto. Isso, por suspeita de que combinaram preços na cobrança pelas execuções musicais e se apropriaram de dinheiro de artistas.

De todo o valor arrecadado com pagamentos pela execução da música do artista, 25% são retidos pelo Ecad a título de taxa de administração (17,5% ficam com o Ecad e 7,5% com a associação na qual o compositor é credenciado). Os senadores querem a criação de um órgão de fiscalização do Ecad, hoje inexistente.
Casos mal explicados
 
A CPI relaciona casos que seriam exemplo de falta de controle no Ecad:
 
Compositor-fantasma
 
Um gaúcho que nunca compôs uma só canção consta, nos arquivos do Ecad, como beneficiário nominal de R$ 127,8 mil em direitos autorais de 24 trilhas sonoras do cinema nacional. Entre elas, dos filmes O Pagador de Promessas e Deus e o Diabo na Terra do Sol. Ele é Milton Coitinho dos Santos, um motorista de ônibus de Bagé. Ficou comprovado que ele nunca viu esse dinheiro:
 
– Se eu tivesse ganho essa bolada não estava aqui dirigindo ônibus, né? – reclamou.
 
O dinheiro seria repassado a um cunhado que trabalhava na União Brasileira de Compositores. Ambos foram indiciados por apropriação indébita e falsidade ideológica.
 
Falsos bailes
 
Em 2006, 14 pessoas de uma mesma família de São Paulo teriam tentado fraudar o sistema de distribuição do Ecad. No suposto golpe, a família mentia ao Ecad que havia promovido bailes de carnaval em que só tinham sido executadas músicas de sua própria autoria. Faturava milhares de reais em direitos autorais recolhidos. O caso provocou a demissão de 31 funcionários do escritório paulista, 17 por justa causa.
 
Sucesso jamais remunerado
 
Baixista do Legião Urbana até 1989, Renato Rocha, o Negreti, vive há cinco anos como morador de rua no Rio. Junto com Renato Russo, o músico compôs canções de sucesso como Daniel na Cova dos Leões. Ele diz que recebe poucos reais pelas músicas que fez para o Legião. O pai dele calcula que Negreti teria direito a R$ 110 mil por direitos autorais, apenas nos últimos 10 anos.
 
SAIBA MAIS
 
1. Ecad cobra de eventos e veículos de comunicação (canais de TV, emissoras de rádios etc.) um valor pela execução das músicas. O critério de cobrança considera a periodicidade da reprodução musical (se permanente ou eventual) e se a apresentação é feita por música mecânica ou ao vivo, com ou sem dança, e se existe algum tipo de receita (venda de ingressos, por exemplo). O valor a ser pago é calculado de acordo com estas informações.
 
2. O Ecad tem mecanismo para fiscalizar o que foi tocado. Para isso, conta com 840 fiscais. No Rio Grande do Sul, são 27 funcionários e mais seis agências no interior do Estado. Os fiscais utilizam, entre outros equipamentos, o Ecad.Tec Som (caixa lacrada, com um cartão de memória com autonomia para até 16 horas de gravação) e o Ecad.Tec CIA Rádio, sistema de captação dos fonogramas executados nas rádios brasileiras.
 
3. Depois de definido o valor da retribuição autoral, o usuário recebe um boleto de cobrança que deverá ser pago em qualquer agência bancária. O repasse do dinheiro é feito tendo como base o número de execuções, dividido entre artistas e produtores. Para receber, o artista deve ser filiado ao Ecad e registrar suas composições na entidade. Em 2010 foram beneficiados 92.650 autores, intérpretes, músicos, editoras musicais e gravadoras.
 
4. O Ecad engloba 10 associações de músicas. Só artistas filiados a essas associações podem receber da partilha. Até mesmo quando executam suas músicas os artistas têm de pagar ao Ecad.
 
 
Os músicos se pronunciam
 
Críticas
 
Depoimentos dados a ZH ou comissões de investigação do Ecad:
 
Carlos Leoni Rodrigues Siqueira Júnior, ou Leoni, ex-baixista e um dos principais compositores do grupo Kid Abelha
 
"As denúncias de fraude envolvendo o Ecad dão conta de que seu sistema é extremamente frágil, ineficiente e nada confiável, embora o órgão insista em dizer o contrário. Seus cadastros não têm uniformidade, não há critérios para desambiguação de obras homônimas, os registros são frouxos e não exigem nenhuma comprovação além da palavra de quem se declara autor. Fiz o levantamento no EcadNet de algumas obras famosas minhas da época do Kid Abelha como Lágrimas e Chuva, Educação Sentimental, Como Eu Quero e Fixação e em nenhum dos casos a banda era citada como intérprete. Dá para passar dias descobrindo furos estarrecedores."
 
Ivan Lins, compositor, músico e cantor de Música Popular Brasileira(MPB)
 
"Tenho certeza de que recebo menos do que deveria. E sou até um privilegiado, porque tenho quase 600 músicas gravadas, em 42 anos de carreira. Faço parte de uma elite de uns cem que mais recebem do Ecad no Brasil. Nem por isso deixo de criticar. O Ecad precisa ser fiscalizado. Não tenho controle do que recebo e porque recebo. Não sei, do me passam, quanto é oriundo de TV a cabo, de boate, de bares com música ao vivo... Nem sei se recebo por isso, é uma caixa-preta de direitos gerais difusos. Sei que recebo de shows que faço ou de cantores que interpretam minhas músicas.
 
Elogios
 
Depoimentos dados ao site do Ecad:
 
Elton Saldanha compositor gauchesco, autor de Eu sou do Sul, Castelhana e Canta Catarina)
 
"O Ecad faz o trabalho de pesquisar quem está veiculando música e recompensar o autor que vive disso. Quem está lá do outro lado faturando tem que pagar ao Ecad para que a gente possa receber. Nós não podemos ficar órfãos da sociedade, nós vivemos do direito autoral.
 
Fafá de Belém, cantora
 
"Há 37 anos eu canto, há 37 anos eu faço shows e recolho direito autoral. O Ecad luta para ser o melhor e faz do melhor possível para assim ser. Se as pessoas não pagam, como é que ele pode pagar ao autor?

Antes de a música "Galhos secos" se transformar no maior "meme" das últimas semanas, o hit religioso já trouxe alegria para o repertório de muitos artistas.

Criado pela banda paulistana Exodos em 1970, a faixa popularmente conhecida como "Para nossa alegria" virou assunto ao ser cantada por Jefferson, Mara e Suelen, em vídeo que contabilizou quase 14 milhões de acessos em 20 dias. Veja o vídeo.

Por causa do sucesso, a música vai voltar ao repertório do Catedral, banda gospel que regravou a música em 1993. "Estamos sendo obrigados a voltar a tocar", explica Kim, vocalista do Catedral, em entrevista. "Os fãs estão pedindo muito. Vamos começar uma nova turnê e tocaremos 'Galhos secos', porque virou uma febre. Queremos fugir do lance cômico. O pessoal curtiu a música e está procurando saber como ela é mesmo. Viram um vídeo engraçado, mas a música e a letra despertaram um interesse na galera", analisa.

O cantor lembra que a versão feita por sua banda, incluída no disco duplo "Está consumado", foi a primeira a dar uma roupagem mais roqueira para a música. "A gravação de 'Galhos secos' mais famosa foi feita pelo Catedral. A letra da música e a informação que ela leva são muito sérias, parece até uma oração." A faixa, bem mais pesada do que a versão acústica e caseira famosa no YouTube, deve dar novo gás aos shows de divulgação do novo disco "Maior idade musical", com o qual o trio de pop rock comemora 22 anos de carreira.

Som Maior e Exodos

Kim conta que conheceu "Para nossa alegria" por meio de uma gravação de um grupo chamado Som Maior, que fez sucesso com canções religiosas nas décadas de 1980 e 1990. "Ela era do início da música evangélica no Brasil. A primeira gravação é de uma tal banda Exodos, do começo dos anos 70, mas só conheci mesmo com o Som Maior", explica.

A tal banda Exodos, autora da música, tem como principal integrante Osvayr Agreste. "Escrevi quando tinha 13 anos, foi a primeira que fiz", conta Osvayr. Ele recorda que a canção foi composta para ser tocada em uma Igreja Batista em Pirituba, na Zona Norte da capital paulista. O grupo Exodus existiu entre 1970 e 1977. Hoje, o músico tem 55 anos e é contador. Nas horas vagas, ainda compõe "músicas de evangelização", nas palavras dele.

"Tínhamos amigos que estavam entrando no caminho das drogas, por causa dos festivais, do amor livre, do movimento hippie. Eles fumavam maconha, usavam entorpecentes. Escrevi a música por causa da vontade de falar do amor de Deus de uma forma diferente. Gostávamos da sonoridade do rock, do Pink Floyd, do Genesis", justifica. Segundo ele, a letra foi escrita para "pegar pessoas destruídas e mortas e trazê-las de novo para a vida e para a sociedade". "Ela virou um hino das casas de recuperação", conclui.

Os fãs de Thiaguinho devem realmente acompanhar o raciocínio do ídolo, que afirmou  que “é para frente que se anda” com sua carreira, já que o show de gravação de sua estreia solo não contou com nenhuma faixa de sua antiga banda, o Exaltasamba e, mesmo assim, o público permaneceu satisfeito na noite em que o compositor deu os primeiros passos rumo à novos caminhos.

O show, que começou por volta da meia-noite já desta sexta-feira (6) no Credicard Hall, em São Paulo, foi o primeiro de três que servirão de material para compôr um CD e DVD chamado “Ousadia e alegria”, a ser lançado em 2012, marcando de uma vez por todas a estreia de Thiaguinho após deixar o Exaltasamba no final do ano passado.

Responsável por alguns dos maiores sucessos do grupo, Thiaguinho não quis se apoiar nas faixas do Exaltasamba para dar o pontapé inicial em sua carreira. Corajosamente, optou pela escolha de 16 canções inéditas e apenas seis regravações, em um repertório que mesclou pagode e samba com R&B e música pop de forma natural.
Com o apoio da imensa e competente banda dividida entre os lados direito e esquerdo do palco, que invadia boa parte da pista do Credicard Hall, ele pareceu se sentir à vontade para apresentar suas músicas novas – a maioria delas inédita – em uma longa apresentação que contou com muitas luzes, efeitos pirotécnicos e telões poderosos.


Danças sensuais, sorrisos, duas boas canções logo de cara e, na terceira música, uma surpresa: a participação do jogador Neymar, que subiu ao palco para interagir com o cantor e fazer embaixadinhas durante a exibição de “Ousadia e alegria”, faixa-título do lançamento e também lema do boleiro, que carrega as palavras nas chuteiras.

Thiaguinho não escondeu a satisfação. Simpático e carismático, agradeceu a todo momento a presença e o apoio dos fãs na nova empreitada. “Bom demais ver vocês cantando essas músicas novas”, disse. O novo repertório deixa claro que o ex-Exaltasamba é, de fato, um bom compositor: inegavelmente, seus refrões costumam ser pegajosos, e as músicas têm sempre uma construção simples e agradável aos ouvidos. É o caso de “Buquê de flores”, “Puxando” e “Vai, novinha!”, por exemplo.


A segunda participação da noite ficou por conta de Ivete Sangalo, que apareceu com um vestido brilhante e fez uma interpretação teatral ao lado de Thiaguinho em “O poder do pretinho”. Ali, o cantor teve uma pequena lição com uma das maiores estrelas da música pop do Brasil de como seguir uma carreira solo de sucesso. Mas, independente disso, o que contou foi que os distintos timbres vocais dos dois se encaixaram bem para a música, com um resultado certamente satisfatório.

Após a canção, Thiaguinho pediu licença para fazer a primeira troca de figurino e, nesse meio tempo, sua banda decidiu apresentar, de forma um pouco improvisada, o hit “Fugidinha”, com dois dos vocalistas de apoio cantando a faixa, cuja letra foi obviamente acompanhada pelos presentes.

De volta ao palco, o cantor, já com um novo terno e uma guitarra em mãos, abriu as portas para a segunda metade do show, mais focada em canções românticas, como "Antes de dizer adeus", "Ainda bem" e "Deixa eu te fazer feliz". Um momento em que foi possível ouvir com mais clareza as melodias que mostram bem a mistura do R&B com o pagode na qual o cantor tem buscado.


Para finalizar a gravação, o cantor e compositor Gilberto Gil entrou para cantar “Simples desejo”, sucesso na voz de Luciana Mello. A chuva de papel picado colorido em formato de borboletas banhou os presentes para colocar um ponto final no registro, mas não no show, já que Thiaguinho voltou para apresentar mais faixas para o público que permaneceu no local, mesmo já passando das 2 da manhã.

O cantor ainda fará mais dois shows no Credicard Hall, nos dias 6 e 7 de abril, ambos partes da gravação do CD e DVD “Ousadia e alegria”.

Veja as canções apresentadas no show:

- “Leite condensado”
- "Buquê de flores"
- "Ousadia e alegria"
- "Deixa pra mim"
- "Lero-lero"
- "Desencana"
- "Sou o cara pra você"
- "Até ver você"
- "Muleke conquista"
- "O poder do pretinho"
- "Antes de dizer adeus"
- "Ainda bem"
- "Deixa eu te fazer feliz"
- "Tomara"
- "Ainda é tudo seu"
- "Motel"
- "Hobbin Hood"
- "Eternamente feliz"
- "Resenha"
- "Puxando"
- "Vai, novinha!"
- "A amizade é tudo"
- "Eu quero é ser feliz"
- "Simples desejo"


Trio ficou famoso com vídeo desafinado de música gospel
Trio ficou famoso com vídeo desafinado de música gospel

Com o sucesso do vídeo em que cantam desafinados uma música gospel, o trio familiar formado por Jefferson, Mara e Suellen Barbosa fez uma parceria com a Pepsi para lançar uma nova música. No entanto, para isso a marca de refrigerantes precisa alcançar 500 mil fãs no Facebook. A campanha foi criada pela agência Riot.
"Não sou artista de uma música só. Um grande artista precisa se reinventar sempre. Por isso estamos aqui na página da Pepsi no Facebook, eu, minha mãe e minha irmã, e só vamos lançar uma nova música quando atingirmos 500 mil fãs. Por favor nos ajude, minha vida está frenética", diz Jefferson no vídeo postado na página oficial da Pepsi.
O vídeo do trio ficou conhecido como "Para nossa alegria" e já teve cerca de 15 milhões de acessos, além de diversas paródias e versões. Até a manhã desta quinta-feira, a página da Pepsi no Facebook tinha 399 mil fãs. Os irmãos também assinaram um contrato com a gravadora Salluz Productions para o lançamento de um disco ainda no primeiro semestre.

Propaganda do Novo Omo com poder acelerador traz um sucesso do Queen 

A música é We will rock you em versão sensacional tocada por crianças em uma oficina.


Vale a pena curtir:



Thiaguinho levanta a voz (com a simpatia de sempre) para dizer que é pagodeiro, mesmo após a saída do Exaltasamba. O repertório do primeiro CD-DVD solo, no entanto, vai por outras sonoridades em músicas como "Buquê de flores", "Vai, novinha!" e "Leite condensado": da MPB mais descolada ao R&B, gênero admirado pelo cantor.

"Todas as minhas músicas são 'para frente', alegres. São bem sobre o cotidiano. Minha influência hoje é o R&B, desde a métrica. Canto samba de um jeito diferenciado. É uma métrica diferente. Eu me sinto honrado em poder ter mudado um pouco a história do samba", diz o cantor, que se declara fã de cantores americanos como Usher, Justin Timberlake, Neyo, Stevie Wonder e Chris Brown.

A gravação do primeiro trabalho solo conta com participações de Luiza Possi e Ivete Sangalo, que cantará "O poder do pretinho". "É uma música dançante com a cara dela. Ivete me deixou mensagens na caixa postal me incentivando nessa nova fase", conta em entrevista. Os shows que darão origem ao disco ao vivo "Ousadia e alegria" acontecem no Credicard Hall, em São Paulo, na quinta-feira (5), sexta (6) e sábado (7).

Como foi o convite para a Ivete Sangalo participar do DVD?
Thiaguinho -
A Ivete é uma pessoa que eu sempre tive uma relação muito boa. Já fizemos shows juntos e ela me chamava para cantar com ela. Na última turnê, ela incluiu "Tá vendo aquela lua". Isso foi estreitando nossa relação. Quando compus "O poder do pretinho", eu não vi outra pessoa para cantar junto comigo. É uma música dançante que tem a cara dela. Ela aceitou prontamente. Ela só me manda energia positiva. Ela me deixou mensagens na caixa postal me incentivando nessa nova fase.

Você disse que a Ivete havia pedido uma música para você, era essa?
Thiaguinho -
Não, não... Essa fiz pensando no DVD. Ela está com outra minha, mas ainda vai fazer testes. Ainda estou na busca.

E a Luiza Possi vai retribuir o favor, após você participar no DVD dela?
Thiaguinho -
Sim. Vamos gravar a mesma música ["Ainda é tudo seu"], que amo de paixão. Conheci a Luiza em shows, ela foi em um show nosso e a partir de então começamos a nos falar. Ela pediu uma música para o DVD dela. É uma pessoa que tenho uma amizade muito grande. Amo a voz dela, é muito doce. Ela participou de shows do Exalta. Rolou uma química boa no palco. Eu tenho duas participações surpresas.



Por que não regravar músicas do Exaltasamba?
Thiaguinho -
É um trabalho novo. É para frente que se anda... Tem sempre que mostrar coisas novas, a galera está sedenta. Não tem sentido gravar algo que já foi cantado por mim mesmo. Seria como um carro que só fica estacionado. Nunca esteve na pauta. As últimas músicas do Exalta que cantei são de minha autoria e continuarão nos shows, mas não no DVD. Cantar agora seria chover no molhado.

Você disse que gostaria que seu disco solo fosse colocado na prateleira de pagode. Mas ouvindo as músicas, elas têm algo de pagode, mas vão também por um lado romântico, está mais para uma MPB desencanada. Por que ainda se considera um pagodeiro?
Thiaguinho -
As músicas têm cavaquinho, surdo, repique de mão. São coisas que não abro mão. Sou pagodeiro e canto pagode. Mas sou músico, deixo todas as vertentes rolarem. Todas as músicas são "para frente", alegres. São bem sobre o cotidiano mesmo. Minha maior influência hoje é o R&B, desde a métrica. Canto samba de um jeito diferenciado. É uma métrica diferente. Eu até influencio outros artistas do meu meio. Eu me sinto honrado em poder ter mudado um pouco a história do samba. Ouço Stevie Wonder, Marvin Gaye, Usher, Neyo, Justin Timberlake. Gosto de rap também. Gosto dessa onda, de Chris Brown.

Alegria e ousadia’ é um bordão e foi escolhido como nome do disco...
Thiaguinho -
Foi uma das primeiras coisas que escolhi no trabalho. Essa frase serve de exemplo. Você tem que ser ousado na vida, ter coragem, não ter medo das dificuldades. Sem ousadia, não consegue nada. A alegria é consequência.


Sua meta é vender mais do que o Exaltasamba?
Thiaguinho -
A minha meta é viver de música para sempre. Eu quero agradar sempre quem gosta da minha música, se puder conquistar fãs novos, melhor ainda, mas sou feliz com os fãs que eu tenho. Eu nunca me preocupei com venda de disco. Eu não sei te dizer quantos discos vendeu o último do Exalta. Eu não trato a música como um produto, ela é abstrata. Ela é sentimento, é intenção. Eu sinto as respostas nas ruas, nos shows. O que move um artista é o show. Não adianta vender milhões de CDs e nos shows não ter ninguém. Todos preferem os shows cheios e não vender discos. Não é a prioridade de nenhum artista.

Você dá muitos 'buquês de flores' para a Fernanda [Souza, namorada dele]?
Thiaguinho -
Eu dou sim, claro. É importante presentear no dia da mulher, no dia dos namorados... Rosas lindas de todas as cores. Quando juntos, aproveitamos os momentos. Temos agendas cheias. Aproveitamos na alegria e na tristeza; na saúde e na doença.


Convenhamos que encontrar uma academia que atenda ao seu estilo musical nem sempre é tarefa fácil, embora atualmente seja possível ir a locais onde a trilha sonora vá além do tradicional “tuts-tuts” e o repértório seja exclusivamente rock ou sertanejo.
O fato é que está cada vez mais comum ver pessoas utilizando fones de ouvido e suas próprias músicas na hora de malhar. Já foi comprovado que essa mistura de exercício físico com música funciona. Um estudo feito na Universidade York St. John, no Reino Unido, comprovou que alguns estudantes conseguiam levantar até 10% mais peso na altura do ombro quando ouviam músicas motivadoras de pop ou rock. Ainda segundo a pesquisa, algumas letras que incitam a dança, como “coloque os braços para cima”, ou que motivam a pessoa a continuar, como “não deixe de acreditar” funcionam mesmo e animam o treino.
O cuidado deve ser apenas para não se empolgar demais e extrapolar no volume do aparelho, afinal, não adianta melhorar a forma física e perder a audição. Se a atividade for praticada em vias públicas, também é recomendável deixar o som baixo e somente com o fone em um dos ouvidos, para não ser vítima de acidentes de trânsito.
Estilo
Para treinos leves, os arranjos instrumentais mais intimistas como folk e pop rock funcionam bem. Pop, dance e house servem para treinos moderados. Já os arranjos do rock, rock alternativo e hardcore dão a sensação de que o ritmo pede mais energia e assim ajudam a acelerar. Mas as recomendações não funcionam como regra e o que vale é não ficar parado e encontrar as músicas que mais se adequam ao seu estilo e exercícios.
Monte sua playlist
Várias opções de listas estão disponíveis na rede, como “Músicas para malhar” , 50 opções , rock , Yoga
Bom proveito!

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